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    <title>Notícias - Splice</title>
    <link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/</link>
    <language>pt-BR</language>
    <description>Splice Desenvolvimento Urbano</description>
    <generator>Splice</generator><item>
				<title>Construção civil atrai investimento externo</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construcao-civil-atrai-investimento-externo/230/</link>
				<description><![CDATA[Apesar da crise econômica que vem assustando o mundo desde o final de 2008, o Brasil é um dos países que menos têm sofrido impacto financeiro. As boas expectativas para 2012 têm atraído investimentos estrangeiros em muitos setores e a bola da vez é a construção civil.<br />
 <br />
Júlio Monte Carlo, economista graduado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e filiado ao Conselho Regional de Economia de São Paulo (CORECON-SP), conta que, com a proximidade de grandes eventos esportivos que acontecerão no País – como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas em 2016 – combinados com o boom imobiliário brasileiro e a crise na Europa e nos Estados Unidos, tem se tornado cada vez mais evidente o interesse de bancos, empresas e fundos de pensões estrangeiros em investir em ações ligadas à construção civil no Brasil.<br />
 <br />
“Os potenciais investidores apostam sempre em mercados mais seguros, como o europeu e o americano. Mas, incrivelmente, a crise está fazendo muito bem ao nosso mercado e os investimentos estão tomando seu rumo em direção aos países emergentes, mas que possam oferecer alguma segurança. E o Brasil encaixa-se em todas essas características”, afirma o economista.<br />
 <br />
O atrativo na construção civil<br />
 <br />
Otávio Freitas, especialista em economia internacional pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diz que os investidores estrangeiros encontram no Brasil uma oportunidade de aplicar seus investimentos e obter lucros mesmo em momentos financeiramente conturbados. Para ele, porém, os grandes atrativos que diferenciam o país de outros emergentes são sua situação social atual e também algumas medidas adotadas recentemente pelo governo.<br />
 <br />
Segundo ele, o país apresenta, hoje, um bom sistema político e econômico – em que é visível o aumento gradativo da classe média, juntamente com as facilidades provenientes do acesso ao crédito. O Brasil também possui um baixo endividamento e uma renda relativamente alta. “Os salários têm aumentado, mas, ao mesmo tempo, existe ainda uma defasagem quando se trata de habitação no Brasil. Além disso, as obras para os eventos esportivos e medidas governamentais, como a redução de 6% para 0% da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados de longo prazo com prazos de vencimento superiores a quatro anos, são um prato cheio para o investidor”, afirma.<br />
 <br />
A expectativa, segundo informações da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), é que os investimentos estrangeiros na construção civil brasileira ultrapassem US$14 bilhões em 2012.<br />
 <br />
O investimento, de acordo com Carlo, é em médio prazo e envolve não apenas imóveis residenciais, mas também shopping centers e centros comerciais, cujo número tem aumentado muito no país. Apesar de ainda oferecer riscos, o investimento imobiliário apresenta altas taxas de crescimento e um retorno acima de mercados europeus e americanos.<br />
 <br />
Crescimento do setor<br />
 <br />
De acordo com dados da (CBIC), em 2011 a construção civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação a 2010. As expectativas do setor para 2012 são ainda mais otimistas: acredita-se que o balanço será ainda maior, alcançando um crescimento de 5,2%.<br />
 <br />
Freitas conta que o Brasil é o segundo lugar no mundo mais procurado para investimentos em construção, perdendo apenas para os EUA. O economista aponta que a indústria tem se mantido em um ritmo mais forte do que o Produto Interno Bruto (PIB) e a tendência é que continue assim.<br />
 <br />
“O setor habitacional continuará se desenvolvendo em razão do aumento da renda e das facilidades de crédito.<br />
 <br />
Mesmo internamente, os investimentos nacionais em construção civil certamente aumentarão. Além disso, felizmente o Brasil, mais uma vez está tirando vantagem da crise financeira internacional e consolidando-se como um país propício a bons investimentos. Eu diria que 2012 é o ano da construção civil e também o ano do Brasil. Só precisamos tirar proveito para, de fato, avançarmos. A oportunidade está aí”, aponta.<br />
<br />
Fonte: Portal Infoimoveis]]></description>
				<pubDate>02/02/2012</pubDate>
			</item><item>
				<title>Brasil teve recorde de crédito imobiliário em 2011</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/brasil-teve-recorde-de-credito/228/</link>
				<description><![CDATA[Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%<br />
<br />
<br />
São Paulo – Os financiamentos para a construção e a compra de imóveis, no ano passado, alcançaram o maior volume já registrado no país com R$ 79,9 bilhões.<br />
<br />
Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%. O número de unidades financiadas chegou a 493 mil – 17% acima do ano anterior. Os dados foram anunciados hoje (26) pelo novo presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octávio de Lazari.<br />
<br />
De acordo com o executivo, a previsão é manter o crédito imobiliário em alta neste ano de 2012, mas o ritmo de crescimento deverá ser um pouco mais lento com um aumento em torno de 30%. Na avaliação de Lazari, mesmo prevendo uma taxa menor, esse avanço esperado será muito expressivo, devendo alcançar R$ 103,9 bilhões.<br />
<br />
“A nossa preocupação não é a de apresentar um crescimento elevado, e sim contínuo, de forma sustentável”, observou.<br />
<br />
Lazari acrescentou que existem sinalizações para um aumento da participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB), do atual 4,7% para 10%, nos próximos anos, tomando por base o bom desempenho da economia interna.<br />
<br />
Mas para isso, ele destacou, serão necessárias novas alternativas de captação de recursos, além da poupança. Ele informou que as negociações com as autoridades monetárias nesse sentido estão caminhando bem e que ainda neste ano poderão estar definidas. Entre as sugestões está o lançamento de novas opções de investimentos no mercado financeiro a exemplo do Covered Bonds, título já adotado na Europa.<br />
<br />
No ano passado, a captação líquida da poupança atingiu R$ 9,4 bilhões e o saldo das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aumentou 10% sobre 2010 totalizando R$ 330,6 bilhões<br />
<br />
<br />
Fonte: Exame.com ]]></description>
				<pubDate>31/01/2012</pubDate>
			</item><item>
				<title>Seu espaço do seu jeito</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/seu-espaco-do-seu-jeito/227/</link>
				<description><![CDATA[Opções diferenciadas de plantas são opções já consagradas no mercado<br />
imobiliário e ampliam a possibilidade de personalização dos imóveis<br />
<br />
<br />
Empreendimentos com diferentes<br />
opções de planta são uma<br />
possibilidade que o cliente da<br />
Splice Desenvolvimento Urbano<br />
já conhece. Assim como a chance de<br />
poder transformar um dormitório<br />
em home office ou ampliar a sala.<br />
Nos condomínios comerciais da<br />
empresa os compradores também têm<br />
se beneficiado com a opção de compor<br />
o espaço em módulos, como oferece<br />
o Illimité, por exemplo, que está sendo<br />
construído no Alto da Boa Vista.<br />
Uma das principais vantagens deste<br />
tipo de escolha é evitar o quebraquebra<br />
logo após a aquisição do<br />
imóvel. Isso poupa tempo e dinheiro<br />
para os novos proprietários.<br />
<br />
Quarto reversível<br />
<br />
A flexibilidade também torna<br />
mais versátil o imóvel, adequando-o<br />
às necessidades do usuário.<br />
No Residencial Mistral e Infinita<br />
Campolim, lançados pela Splice<br />
Desenvolvimento Urbano e Rossi<br />
este ano, os clientes podem escolher entre três opções de<br />
planta, com 87 ou 121<br />
metros quadrados, no<br />
Mistral Campolim,<br />
e 167 metros<br />
quadrados no Infinita<br />
Campolim. Além disso,<br />
nos apartamentos<br />
de 121 e 167 m2 é<br />
possível tornar um dos dormitórios<br />
reversível, ampliando a sala de estar ou<br />
transformando-o em home theater. Se<br />
o uso é planejado previamente, antes<br />
mesmo da entrega do imóvel, pode<br />
ser mais fácil e até mais barato fazer as adaptações necessárias. <br />
No mercado, a quantidade de<br />
quartos é um dos atrativos e, muitas<br />
vezes, ponto de partida na escolha<br />
do novo lar. Mas a flexibilização da<br />
planta permite alterações que agradam<br />
bastante o cliente e tornam o imóvel<br />
mais próximo do seu desejo pessoal. <br />
<br />
Fonte: Splice Magazine, dez. 2011]]></description>
				<pubDate>13/01/2012</pubDate>
			</item><item>
				<title>A dois passos do paraíso</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-dois-passos-do-paraiso/226/</link>
				<description><![CDATA[Assim pode ser definido o Residencial Lago da Serra, um loteamento que<br />
reúne conforto e qualidade de vida em um espaço privilegiado<br />
<br />
O Jardim Residencial Lago da<br />
Serra foi um dos primeiros<br />
loteamentos residenciais<br />
fechados urbanos da cidade de<br />
Araçoiaba da Serra e contribuiu muito para<br />
mudar a configuração do município, onde<br />
predominavam, até então, as atividades<br />
rurais e sua coexistência com sítios e<br />
chácaras, entre outras residências voltadas<br />
ao descanso e veraneio.<br />
Assim, o Residencial Lago da Serra<br />
também foi um dos grandes responsáveis<br />
pelo processo de valorização imobiliária<br />
que se observa hoje em Araçoiaba<br />
e, consequentemente, pelo pleno<br />
desenvolvimento agora em curso.<br />
Este loteamento fechado tem<br />
localização privilegiada. Está ao lado<br />
do lago da cidade, um dos principais<br />
pontos turísticos do município. Tem como<br />
paisagem os contornos da Floresta Nacional<br />
de Ipanema, local de vegetação preservada<br />
e onde se encontram várias construções<br />
do século 19 tombadas pelo Patrimônio<br />
Histórico Nacional. Entre elas as ruínas da<br />
primeira Siderúrgica do Brasil, a Real Fábrica<br />
de Ferro São João de Ipanema, fundada em<br />
1810. Ao mesmo tempo, o Lago da Serra<br />
está a apenas 10 minutos de Sorocaba,<br />
com fácil acesso a centros comerciais,<br />
universidades, grandes hospitais,<br />
restaurantes e instituições financeiras, e a<br />
120 quilômetros de distância de São Paulo,<br />
pela rodovia Raposo Tavares.<br />
Possui portaria 24 horas, completa<br />
infraestrutura de lazer, com playground,<br />
quadras esportivas, ciclovia, entre outros<br />
benefícios, e em sua área total de pouco<br />
mais de 262 mil m2, dos quais 123 mil m2<br />
são de área verde e lazer. Nos 326 lotes<br />
do Rzesidencial hoje estão construídas<br />
belas casas de alto padrão.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine, dez. 2011]]></description>
				<pubDate>12/01/2012</pubDate>
			</item><item>
				<title>Em busca dos mesmos objetivos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/em-busca-dos-mesmos-objetivos/225/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1326480676.jpg" /><br /><br />Assim teve início a parceria entre grandes empresas com o intuito de realizar<br />
um novo e arrojado projeto, que também garantisse a satisfação do cliente<br />
<br />
A relação entre Splice e VM<br />
Empreendimentos é antiga.<br />
Vem desde a construção do<br />
Loteamento Jardim Judith, área<br />
que há muito tempo era de propriedade<br />
da dona Maria Aparecida Barbosa Vieira de<br />
Mello, a principal acionista da Vieira de Mello<br />
Empreendimentos. Por se tratar de uma<br />
empresa da região e por ser um grupo sólido<br />
e de tradição em Sorocaba, o interesse da VM<br />
Empreendimentos pela parceria aconteceu<br />
naturalmente com a Splice, na figura dos<br />
seus responsáveis, Sr. Antonio Roberto Beldi<br />
e Sr. Araldo Marcondes.<br />
Um dos representantes da VM<br />
Empreendimentos, o economista Sérgio<br />
Pepe, conta que a larga experiência e sólida<br />
tradição foram primordiais para a efetivação<br />
da união comercial que deu origem ao<br />
Reserva Campolim. O empreendimento<br />
agigantou o bairro, impulsionando seu<br />
desenvolvimento e disponibilizando o que<br />
havia de melhor em Sorocaba.<br />
Boa localização e<br />
exclusividade<br />
Construído em um quarteirão<br />
exclusivo, o Reserva Campolim tem como<br />
uma das principais características oferecer<br />
áreas comuns voltadas a toda a família.<br />
O edifício começou a ganhar vida<br />
por meio de um projeto paisagístico<br />
ousado e se diferencia também<br />
quanto ao tamanho da planta, ao<br />
proporcionar apartamentos de<br />
metragens expressivas e com ótimo<br />
aproveitamento do espaço.<br />
“Juntamente com a Splice, a VM<br />
Empreendimentos vem estudando novos<br />
projetos para a região, confirmando,<br />
assim, uma parceria que deu certo”, conta<br />
o empresário Sérgio Pepe.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine, dez. 2011]]></description>
				<pubDate>12/01/2012</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mercado imobiliário: como esse setor vai se comportar em 2012?</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mercado-imobiliario-como-esse-setor/224/</link>
				<description><![CDATA[SÃO PAULO – Os brasileiros já começaram a contagem regressiva. Em menos de 20 dias inicia-se o novo ano, e com muitas expectativas, sobretudo para os setores mais importantes da economia. Uma das questões é: como será o comportamento do mercado imobiliário ao longo de 2012? Veremos um aquecimento, uma retração, alta nos preços, mais oferta, enfim, o que podemos esperar?<br />
O diretor de economia do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Eduardo Zaidan, aposta em uma acomodação dos preços, em relação aos níveis verificados nos anos anteriores.<br />
Zaidan explica que os preços dos imóveis em São Paulo subiram muito nos últimos anos por conta de uma demanda reprimida que inundou o mercado. Essa forte demanda refletiu tanto a onda de estabilidade monetária pela qual o Brasil passou, com baixos índices de inflação, quanto o crescimento sustentável do País, com renda e emprego crescendo consistentemente.<br />
No entanto, se por um lado esses fatores fizeram com que o mercado imobiliário mostrasse números “muito espetaculares”, por outro, essa mesma demanda reprimida já foi bastante atendida e 2011 já começou a mostrar uma evolução mais moderada. Assim, para 2012, Zaidan espera uma demanda ainda grande, “mas não com números tão fortes como em 2008, 2009 e 2010”, sobretudo por conta desse atendimento da demanda.<br />
O presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), José Augusto Viana Neto, tem opinião semelhante à de Zaidan. “Os preços tendem a se estabilizar a partir desse momento. Não haverá um aumento de preço como ocorreu até 2010”, afirma Neto.<br />
De todo modo, ambos descartam a possibilidade de retração nos preços. Os preços vão, sim, continuar subindo, mas apenas em ritmo mais reduzido. Neto explica que os números observados em 2011 sinalizam que a desaceleração já começou, “mostrando que o mercado está encontrando um ponto de equilíbrio entre oferta e demanda”.<br />
Regiões e regiões<br />
Se, na média, devemos esperar uma estabilidade nos preços, não podemos esquecer que há regiões demandadas e as ‘super demandadas’. Neste último caso está São Paulo.<br />
Nesses locais ‘super demandados’, a expectativa é de que os preços se mantenham em alta. “Se você lançar um prédio na Alameda Campinas, no meio de Moema ou no entorno da Juscelino Kubitschek, ele vai ser caro, não tem jeito”. Nesses locais, onde a demanda é forte e contínua e os imóveis chegam a ser considerados raros, não há como esperar qualquer tipo de retração nos preços.<br />
Zaidan também lembrou de todos os custos envolvidos no processo de construção. As construtoras precisam administrar os altos custos dos terrenos, a mão de obra cara, a rígida fiscalização, problemas na entrega de materiais e a forte valorização nos preços dos terrenos, por exemplo. Esses elementos pressionam e continuarão pressionando os preços dos imóveis.<br />
Locação<br />
Falando das locações, Zaidan acredita que em 2012 haverá uma oferta maior de imóveis para locação, o que corrobora a avaliação de que esse é um tipo de investimento muito interessante. A respeito dos preços, Zaidan afirma que “os aluguéis de imóveis bem localizados vão continuar caros”.<br />
O presidente do Creci-SP também confirma a perspectiva de que o mercado de locação vai continuar aquecido, “há muitas pessoas necessitando de imóveis para alugar, e por isso o valor da locação acaba sendo excessivo. Os proprietários estão aproveitando esse momento”, diz Viana Neto.<br />
Em sua análise, o imóvel nesse momento é “um excelente investimento para quem quer aplicar dinheiro para ter renda de aluguel”. Os preços dos aluguéis devem continuar elevados ainda por muito tempo, mas a localização é um fator que deve sempre ser considerado. “Imóveis mais populares, em regiões próximas à linha de metrô, por exemplo, têm uma procura muito maior e, portanto, uma valorização maior”, explica.<br />
Além disso, os preços dos aluguéis devem ser analisados considerando o conjunto de custos que o inquilino terá por mês para morar em um determinado imóvel. Na prática, isso quer dizer que a evolução dos preços dos aluguéis também será influenciada pela evolução dos valores dos condomínios e do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).<br />
“Alguns aluguéis não vão subir muito porque o condomínio e IPTU já subiram demais”, explica Zaidan. Por outro lado, aqueles imóveis que não tiveram altas expressivas nesses dois custos poderão apresentar altas mais fortes nos aluguéis.<br />
A região e o tipo de apartamento também influenciam tanto no valor do aluguel quanto na velocidade com que o imóvel é locado. Imóveis de um a dois dormitórios em Moema, por exemplo, não ficam um mês sem ser alugado. “Os bons imóveis, os imóveis menores, não esquentam prateleira”, afirma Zaidan.<br />
<br />
Fonte: Portal Info Money ]]></description>
				<pubDate>21/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Saiba como cultivar frutas e legumes na varanda do apartamento </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/saiba-como-cultivar-frutas-e/223/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1323967572.jpg" /><br /><br />Na semana em que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil têm resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis, paisagistas ensinam que até em um cantinho da varanda é possível cultivar seus próprios orgânicos. <br />
Tomates e morangos, por exemplo, podem crescer em vasos de cerâmica. <br />
 Para escolher as espécies, a arquiteta e paisagista Marcella Ocke recomenda observar as características do local onde a planta vai ficar. <br />
Temperos não toleram muito vento. Já um pé de laranja ou de limão resiste a correntes de ar e luz intensas. <br />
A disponibilidade para seu cuidado é outra variável que influencia na decisão. "Temperos gostam de sol pela manhã e precisam ser regados moderadamente em dias alternados", observa a paisagista Marisa Lima. <br />
Frutíferas devem ocupar vasos espaçosos para dar frutos. A parte superior da planta não deve ser muito maior do que o diâmetro do vaso. <br />
"Dê preferência aos de cerâmica, que mantêm as espécies mais frescas", diz Ocke. <br />
O viço das plantas será mantido com adubação adequada feita quatro vezes ao ano, de preferência nas trocas de estação. <br />
<br />
<br />
EM 4M²<br />
Marcella Ocke cobriu o piso com deque modular de madeira (R$ 22,40 a placa) e pedriscos (R$ 27,40 o saco de 30 kg). A manta drenante usada sobre o porcelanato (R$ 12,60) evita que o pedrisco entupa o ralo. <br />
<br />
Entre os temperos, há cebolinha (R$ 2,30), tomilho (R$ 3,95) e pimenteira (R$ 5,60). O banco de madeira (R$ 750) é o espaço de contemplação. <br />
<br />
NO ARMÁRIO<br />
A paisagista Gigi Botelho montou uma horta completa na varanda. Usou temperos, como alecrim (R$ 3,30 o vaso) e manjericão (R$ 3,30 o vaso). <br />
Plantou também alface, beringela e tomate (R$ 1 cada muda ensacada). <br />
<br />
O armário de MDF sem portas e com gavetas foi comprado em brechó. As caixas são da Ceagesp (R$ 5). <br />
<br />
Fonte:Rosangela de Moura<br />
Colaboração para Folha de S. Paulo<br />
<br />
]]></description>
				<pubDate>15/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice, Rossi e Olivier Anquier</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-rossi-e-olivier-anquier/222/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1323440631.jpg" /><br /><br />Uma das características dos empreendimentos Splice e Rossi é a valorização dos espaços de convívio e gourmet, conforme nos explicou Rose Campos, assessora de imprensa. Assim, os mais recentes Infinita e Mistral Campolim receberam na terça-feira (22/11)  o chef Olivier Anquier, imprensa e convidados. <br />
<br />
Antes mesmo de assumir a cozinha montada especialmente para ele, Olivier conversou descontraidamente com todos, mostrando que um dos principais ingredientes de seu sucesso é a simpatia...<br />
<br />
Sobre os empreendimentos <br />
<br />
O endereço escolhido para receber os empreendimentos Infinita e Mistral, da Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi, é um dos mais privilegiados do Campolim, um dos bairros mais valorizados da cidade que experimenta um momento especial de crescimento.<br />
<br />
É, sem dúvida, uma área reservada e com vista exclusiva da região. O Mistral apresenta duas torres. Uma com 56 unidades e duas opções de planta: de 121 metros quadrados, com apartamentos de 4 dormitórios, sendo 2 suítes ou 3 suítes e home theater, e duas ou três vagas na garagem. A outra torre terá 64 unidades e planta de 3 dormitórios, sendo 1 suíte e duas vagas na garagem.<br />
<br />
Já no Infinita, com torre única, todas as 42 unidades de 167 metros quadrados são de 4 dormitórios, sendo 2 suítes, e com duas ou três vagas na garagem. <br />
<br />
Ambos os empreendimentos possuem fachadas de arquitetura moderna, de projetos assinados pelo conceituado escritório Primi & Appoloni, e projeto paisagístico de Marcelo Novaes. Os empreendimentos possuem complexos de lazer completo, com atrativos como piscinas e deck molhado, brinquedoteca, quadra esportiva, espaço fitness, sauna e pergolado, entre outros. Todas as áreas comuns serão entregues equipadas e decoradas. <br />
<br />
As portarias terão funcionamento 24 horas, e as unidades terão acesso independente para a área de serviço, garantindo mais privacidade e segurança.<br />
<br />
Infinita e Mistral são hoje os lançamentos mais aguardados da região para quem busca morar ou investir em um condomínio vertical que oferece muito conforto e qualidade aliado a um alto potencial de valorização.<br />
<br />
<br />
Fonte: Portal Ipanema]]></description>
				<pubDate>09/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>BB entra forte no mercado imobiliário e financia mais de R$ 7 bilhões no ano</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/bb-entra-forte-no-mercado/221/</link>
				<description><![CDATA["Com atuação recente no setor de financiamento habitacional, o Banco do Brasil (BB) vê, desde 2008, a sua carteira de crédito imobiliário crescer a passos largos, embora o setor como um todo tenha perdido um pouco o ritmo forte em 2010", disse à Agência Brasil  o vice-presidente de Cartões e Novos Negócios do banco, Paulo Rogério Caffarelli.<br />
<br />
Segundo ele, a carteira de crédito imobiliário do BB atingiu a marca de R$ 7,02 bilhões em financiamentos este ano, até sexta-feira da semana passada (25). Um crescimento de 105% em relação aos R$ 3 bilhões financiados em 2010. Os créditos para pessoa física somaram R$ 5,56 bilhões e para empresas R$ 1,46 bilhão.<br />
<br />
A expectativa, segundo ele, é ultrapassar os R$ 7,5 bilhões ainda este ano e chegar a R$ 13,5 bilhões de financiamentos imobiliários em dezembro de 2012. A estratégia para o ano que vem já está montada, com atuação mais contundente na liberação de créditos para a compra de moradias e para atender as necessidades das construtoras.<br />
<br />
"Queremos chegar ao fim de 2012 entre as três maiores financiadoras do setor imobiliário", disse ele. Hoje, o mercado tem participação majoritária da Caixa Econômica Federal, seguida, de longe, pelos bancos Itaú, Santander e Bradesco.<br />
<br />
Caffarelli informou que o BB já atua no financiamento de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida para as faixas de renda familiar entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil, e a partir do dia 2 de janeiro o banco vai entrar também na faixa de menor renda, até R$ 1,6 mil, que tem atuação exclusiva da Caixa até agora. A previsão inicial, acrescentou, é financiar em torno de 97 mil unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida no ano que vem.<br />
<br />
Fonte: Portal Info Imóveis<br />
]]></description>
				<pubDate>07/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Diário de Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-diario-de-sorocaba/76/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328287901.jpg"><br /><br />Crème Brûleé]]></description>
				<pubDate>07/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Ipanema</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-ipanema/77/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328288014.jpg"><br /><br />Dica do Chef]]></description>
				<pubDate>03/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Revista Bianchini - dez.</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/revista-bianchini--dez/78/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328288355.jpg"><br /><br />Top Chef]]></description>
				<pubDate>01/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/75/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328287750.jpg"><br /><br />Aula-show de Olivier Anquier]]></description>
				<pubDate>01/12/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Shopping Cianê é anunciado</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/shopping-ciane-e-anunciado/220/</link>
				<description><![CDATA[Jornal Cruzeiro do Sul<br />
<br />
<br />
Seis anos depois da aquisição, pelo grupo Splice, do antigo prédio que abrigou a fábrica Santo Antônio, da Companhia Nacional de Estamparia (Cianê), a promessa de que o local se transformaria num centro comercial está prestes a se concretizar. Em cerimônia na manhã de ontem, no gabinete do prefeito Vitor Lippi, a empresa Saphyr Shopping Centers anunciou a efetivação do Shopping Pátio Cianê, um empreendimento com 27 mil metros quadrados de área para instalação de lojas de produtos, serviços e alimentação, que deve ser inaugurado no final de 2013. Para a obra, a iniciativa privada investirá um total de R$ 200 milhões, que incluem todas as ações necessárias para a preservação da fachada das duas construções - numa área entre a avenida Afonso Vergueiro e ruas Francisco Scarpa e Comendador Oeterer - que abrigaram a tecelagem no início do século 20, ao lado do terminal Santo Antônio.<br />
<br />
Segundo Paulo Stewart, presidente da Saphyr - empresa que administra 29 empreendimentos neste segmento pelo Brasil - a escolha de Sorocaba para abrigar seu novo investimento se deu, principalmente, em razão dos indicadores sociais e econômicos do município. "Existe um potencial de consumo latente na cidade, ainda mais se considerarmos o entorno, que chega a uma população de 740 mil habitantes. E nós, empreendedores de shoppings, temos sempre que ir aonde vai ao mercado. E a descoberta deste ponto foi fantástica, pois nos coloca do epicentro do que há de melhor em termos de localização para atender a público que chamamos de democrático: classes A, B e C", comentou, referindo-se à área, que tem um total de 41 mil metros quadrados e dois prédios. A projeção dos investidores é que o novo centro comercial gere cerca de 10 mil empregos, sendo 2,4 mil diretos e 7,6 mil indiretos.<br />
<br />
De acordo com o empresário Antônio Roberto Beldi, da Splice - que vendeu a área para os novos investidores - o projeto do novo shopping já está sendo debatido há cerca de quatro anos. "Depois do leilão houve a necessidade de acertar causas trabalhistas, o que levou tempo. Mas, de lá para cá, tudo que arrecadamos, nos últimos anos, com a locação daquele espaço, a Splice doou para instituições de caridade da cidade, isso quando mesmo não foi cedido gratuitamente", contou. Beldi também comemora o destino do prédio histórico. "Esse empreendimento vem coroar um crescimento da cidade e tornar Sorocaba a primeira cidade média com um centro reorganizado, que ainda abriga uma classe média e média alta."<br />
<br />
Após o anúncio em empreendimento no gabinete do prefeito Vitor Lippi, com a presença de secretários municipais, vereadores e representantes do empresariado sorocabano, o grupo de empresários e o chefe do Executivo realizaram visita à diretoria-executiva do Jornal Cruzeiro do Sul. <br />
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Fonte: Portal Investe São Paulo]]></description>
				<pubDate>30/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/74/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328287507.jpg"><br /><br />Comprar a casa, pronta, na planta, ou um lote?]]></description>
				<pubDate>27/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Bom Dia Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/bom-dia-sorocaba/73/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328287187.jpg"><br /><br />Jet Set]]></description>
				<pubDate>25/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Um brasileiro com sotaque francês</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/um-brasileiro-com-sotaque-frances/69/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328286347.jpg"><br /><br />Jornal Cruzeiro do Sul]]></description>
				<pubDate>25/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Em relação a 2010, vendas de materiais de construção crescem em outubro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/em-relacao-a-2010-vendas/219/</link>
				<description><![CDATA[As vendas domésticas de materiais de construção cresceram 3,9% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta terça-feira a associação que representa o setor no país, Abramat.<br />
<br />
Já em relação a setembro, a indústria de materiais vendeu 3,5% menos no mês passado. No ano até outubro, as vendas do setor acumulam alta de 2,4%.<br />
<br />
Em outubro, as vendas de materiais básicos subiram 5,2% ano a ano, mas recuaram 2,3% sobre o mês anterior. Enquanto isso, as de itens de acabamento tiveram alta anual de 1,6% e queda mensal de 5,6%.<br />
<br />
No início deste mês, a Abramat reduziu, pela terceira vez este ano, a estimativa de crescimento das vendas de materiais no fechado de 2011, para um aumento de 4% ante 2010. A entidade iniciou o ano com previsão de alta de 9% para o faturamento do setor, diminuindo a meta para 7%, e depois para 5%.<br />
<br />
"Estamos otimistas quanto ao último bimestre do ano. Acredito que as expectativas sejam positivas por conta da disponibilidade de crédito, elevado nível de emprego e da desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais de construção", afirmou o presidente da Abramat, Walter Cover, em nota.<br />
<br />
De acordo com a entidade, outubro foi o quinto mês a apresentar variação anual positiva, após três meses consecutivos de queda.<br />
<br />
No mês passado, o número de empregos na indústria de materiais aumentou 6,2% ante igual período do ano passado.<br />
<br />
Fonte: Reuters<br />
]]></description>
				<pubDate>23/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Diário de Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/diario-de-sorocaba/72/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328287021.jpg"><br /><br />Olier Anquier traz aula-show]]></description>
				<pubDate>22/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Bom Dia Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-bom-dia-sorocaba/70/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328286662.jpg"><br /><br />Prato do dia]]></description>
				<pubDate>21/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Construção civil está entre os setores que mais demandam boa mão-de-obra</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construcao-civil-esta-entre-os/218/</link>
				<description><![CDATA[A demanda por mão de obra qualificada se manterá crescente na indústria paulista até 2015. Esta é a conclusão de estudo inédito realizado pelo Departamento de Ação Regional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Depar/Fiesp), divulgado em primeira mão ao DCI. Os setores de Veículos, Vestuário e Acessórios, Construção Civil, Produtos Têxteis e Produtos minerais não-metálicos devem ser responsáveis pela maior demanda por profissionais no período. "Fatores relevantes podem ampliar ou diminuir esse crescimento, mas o vetor será positivo", afirma um dos diretores titulares do Depar da Fiesp, Alexandre Serpa.<br />
<br />
O setor automotivo, que em 2010 empregava cerca de 280 mil pessoas, segundo dados do Ministério do Trabalho, em 2015 deverá ter mais 419 mil vagas abertas, crescimento de 48%, segundo o levantamento. Os profissionais mais requisitados serão preparadores e operadores de máquinas-ferramenta convencionais - 53 mil, entre reposição e novos trabalhadores -, o que aumenta a percepção de escassez de mão de obra qualificada no setor.<br />
<br />
"Um dos gargalos desse nicho pode ser a falta de conexão entre os profissionais recém-formados e a indústria", afirma o coordenador da unidade do Ipiranga-SP do Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai), Valdir de Jesus. A escola, assim como outras 27 no Estado, é especializada na formação para o segmento automotivo, preparando cerca de 15 mil alunos por ano. Para o docente, faltam mais oportunidades de criarem pontes entre alunos e empresas. "A indústria precisa perceber que os profissionais não estão prontos. Há que se focar no potencial", acredita o professor.<br />
<br />
Os setores de vestuário e acessórios e o de produtos têxteis ocupam respectivamente o segundo e o quarto lugar no crescimento da demanda por trabalhadores. Vestuário, que no ano passado empregava 180 mil, poderá ter 240 mil funcionários em quatro anos, ampliando em 32% sua mão de obra, sendo necessários 31 mil operadores de máquina de costura para suprir a demanda. Já as indústrias têxteis, que no último levantamento davam ocupação direta a 117 mil pessoas, deverão ter 147 mil vagas em 2015, ou um crescimento de 26%, com 13 mil postos para alimentadores de linha de produção.<br />
<br />
"O crescimento do País e do investimento no setor provocou um aumento do nível de tecnologia e gestão, mudando o perfil de qualificação da mão de obra", relata Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). "Há uma perspectiva expressiva de crescimento no consumo, a incógnita é quem será o fornecedor", afirma, referindo-se à crescente entrada de importados no País.<br />
<br />
A construção civil, setor da indústria que mais emprega no País, passará de 660 mil trabalhadores para 860 mil no período analisado, um crescimento de 30%. Haverá 56 mil novas vagas para ajudantes de obras civis e 33 mil para trabalhadores de estruturas de alvenaria. "Na indústria de material de construção há uma procura grande por operários, engenheiros e chefes de equipe. Com isso, há uma busca permanente para repor mão de obra ou suprir a demanda para expansão, provocando elevação nos salários, o que onera o custo de produção", afirma Walter Cover, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).<br />
<br />
O quinto setor que deverá ter maior crescimento na demanda por mão de obra até 2015 será o de produtos minerais não-metálicos, que de 112 mil vagas em 2010 elevará seus postos para 140 mil, ampliação de 24%. Os profissionais mais procurados serão os ceramistas e operadores de equipamentos de fabricação e beneficiamento de cristais, vidros, cerâmicas, porcelanas, fibras de vidro, abrasivos e afins, com necessidade de 17 mil e 4 mil profissionais, respectivamente, para suprir a demanda. Mas ainda existe um amplo déficit em diversos segmentos de mineração.<br />
<br />
"O grande problema do nosso setor é a qualificação da mão de obra", afirma o coordenador do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), na Divisão da Amazônia, André Reis. Outro obstáculo apontado por ele é a falta de profissionais que estejam dispostos a atuar no interior. "Não há minas localizadas no meio das grandes capitais", destaca Reis.<br />
<br />
Para o coordenador do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), de Santos (SP), Juarez Fontana, por muitos anos houve uma diminuição expressiva na demanda de profissionais no setor de mineração. Recentemente, com o retorno da importância da Vale e do segmento de petróleo e gás, ocorre uma escassez de mão de obra, principalmente de geólogos e engenheiros. "Hoje esses cursos são muito segmentados para meio ambiente e deixam de lado a formação mais abrangente", diz Fontana. Ele coordena o curso de Geologia da Unimonte, um dos únicos do Brasil.<br />
<br />
"A única maneira de resolver o problema de escassez é qualificar, capacitar e valorizar a mão de obra. Isso permite ganhos de produtividade: o mesmo universo de mão de obra produz mais", afirma o presidente da Abramat. A opinião parece ser unânime entre os setores. O diretor da Abit elogia a iniciativa do Governo Federal de valorização do ensino técnico. "É preciso desmistificar que o único curso que presta é o universitário, às vezes um profissional de nível médio tem um desempenho muito melhor no mercado de trabalho", acredita Pimentel. Ele elogia a iniciativa de uma linha de financiamento para que empresas possam obter recursos para qualificar pessoas já integradas ou que vão entrar no mercado de trabalho, prevista no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).<br />
<br />
O representante da Fiesp fala dos investimentos na educação em âmbito mais amplo. "É necessária uma análise mais profunda do ensino básico, de forma a enriquecer o potencial do trabalhador no futuro", diz Serpa. Além disso, ele cita a necessidade de uma maior aproximação entre setor empresarial e governo na definição de políticas públicas, de maneira a melhorar o aproveitamento dos recursos disponíveis.<br />
<br />
O estudo do Depar/Fiesp já levantou a demanda de 13 setores até 2015. Em seu lançamento, previsto para março de 2012, serão 23 setores analisados.<br />
<br />
Fonte: www.infoimoveis.com.br ]]></description>
				<pubDate>16/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/71/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328286874.jpg"><br /><br />Aula-show com Olivier Anquier]]></description>
				<pubDate>13/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Seis multinacionais chegam ao país atraídas por megaprojetos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/seis-multinacionais-chegam-ao-pais/217/</link>
				<description><![CDATA[Atraídas pelos megaprojetos de infraestrutura, seis multinacionais anunciaram nos últimos meses investimentos em fábricas de máquinas pesadas para construção civil no Brasil.<br />
<br />
As asiáticas Sany, XCMG, Doosan e Hyundai e as americanas Caterpillar e John Deere deverão investir US$ 1 bilhão até 2013. A aposta no Brasil está correta, diz a consultoria alemã Roland Berger. Estudo publicado neste mês aponta o país como o mercado mais atraente do mundo para o setor, com nota de 4,4 pontos numa escala até 5. Em segundo lugar está a China, com 4,1. Os investimentos federais e privados em infraestrutura corroboram a avaliação.<br />
<br />
A Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base) estima que serão R$ 922 bilhões até 2015, o que deve manter a demanda em alta.<br />
<br />
O Brasil tem sido visto como a porta de entrada para o mercado latino-americano, cujas taxas de crescimento atraem multinacionais. Para a Roland Berger, a região está entre os mercados "muito atraentes". A proximidade com o restante da América Latina, além de estratégica, elimina custos com transporte e logística, que costumam ser onerosos devido à falta de infraestrutura na região.<br />
<br />
"Só o Brasil já é um país de dimensões continentais. O custo com transporte é muito significativo", afirma o vice-presidente-executivo da Abdib, Ralph Lima Terra.<br />
<br />
Importação<br />
 <br />
De acordo com a consultoria alemã, que entrevistou 50 executivos em vários países do mundo, a principal dificuldade do mercado brasileiro para o setor são as barreiras tarifárias e financeiras para importação.<br />
<br />
Medidas do governo que estabelecem um percentual mínimo de conteúdo nacional em máquinas a serem financiadas pelo BNDES têm estimulado as empresas estrangeiras a se instalar no país, sob pena de não conseguirem fechar contratos com empresas brasileiras. As barreiras não impediram as crescentes importações de maquinário chinês.<br />
<br />
O Brasil, ao lado da Rússia, já é o principal mercado de equipamentos de movimentação de terra, de acordo com o relatório da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit).<br />
<br />
<br />
Fonte: www.infoimoveis.com.br]]></description>
				<pubDate>09/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Alta de preços do m² de apartamentos desacelera em outubro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/alta-de-precos-do-m/216/</link>
				<description><![CDATA[Hugo Passarelli, do Economia & Negócios<br />
SÃO PAULO - O mês de outubro trouxe certo alívio para os consumidores que estão à procura de apartamento em sete das principais capitais brasileiras. O preço médio do metro quadrado desse tipo de imóvel subiu 1,6%, a menor taxa do ano, confirmando a trajetória de desaceleração observada desde abril do Índice FipeZap de apartamentos anunciados. Em setembro, o indicador havia subido 1,9%. <br />
<br />
"É inegável que o momento hoje é diferente do de abril, quando o ritmo de alta do indicador era superior a um ponto porcentual", afirma Eduardo Zylberstajn, economista coordenador do índice. Tradicionalmente, explica Zylberstajn, a tendência é de arrefecimento da elevação do índice entre o abril e outubro, que então volta a acelerar nos meses seguintes. "Mas nós temos de esperar o próximo resultado para cravar se haverá aceleração ou desaceleração", ressalta.<br />
<br />
O valor médio cobrado pelo metro quadrado nos bairros oscilou entre R$ 3.487 em Salvador e R$ 7.914 no Distrito Federal em outubro. Belo Horizonte fechou o mês com o metro quadrado valendo R$ 4.519, Recife, R$ 4.513, e Fortaleza, R$ 4.230. Entre todas as regiões, o preço médio ficou em R$ 6.032 no mês passado.<br />
<br />
Em 12 meses, Rio de Janeiro (+40%) e Recife (+29%) lideram a expansão dos preços médios do metro quadrado dos apartamentos. A capital fluminense também apresenta as maiores variações no acumulado do ano até outubro, de 31%. Desde janeiro de 2008, os preços dos imóveis dispararam 148% no Rio de Janeiro, que segue com o bairro mais caro País - no Leblon, o metro quadrado não sai por menos de R$ 16.608. Em outubro, aumentou a diferença entre a localidade mais cara e a mais barata na capital fluminense. Agora, a disparidade é de 17 vezes, com o bairro Coelho Neto ocupando o fim da lista no Rio, a R$ 971 o metro quadrado.<br />
<br />
Em São Paulo, os preços subiram, em média, para R$ 5.885. Apesar do ritmo menor da elevação dos preços, a região do Ibirapuera/Vila Nova Conceição ultrapassou o patamar de R$ 9 mil o metro quadrado médio e segue na liderança na capital paulista. Na outra ponta da lista, vem Paraisópolis (R$ 2.466 o metro quadrado).<br />
<br />
FONTE: www.estadao.com.br <br />
<br />
]]></description>
				<pubDate>04/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>SP tem 28 empreendimentos sustentáveis certificados</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/sp-tem-28-empreendimentos-sustentaveis/215/</link>
				<description><![CDATA[Mesmo com sua paisagem cinzenta e repleta de concreto, São Paulo está cada vez mais verde. Bem, pelo menos os prédios estão. A cidade já tem atualmente 28 empreendimentos sustentáveis com certificações Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental, na sigla em inglês), concedidas pela Green Building Council Brasil há quatro anos a projetos ambientalmente corretos. Esse número pode crescer ainda mais nos próximos anos, já que ainda há outros 250 edifícios em processo de certificação pela entidade.<br />
<br />
Para ganhar o título, o empreendimento precisa adotar conceitos de sustentabilidade, como reaproveitamento de energia, uso eficiente da água e utilização de materiais ecologicamente corretos na construção. Muitos prédios paulistanos, por exemplo, já investem até 10% de seu orçamento em ações inteligentes, como o uso de equipamentos poupadores de água, elevadores com um mecanismo que recupera a energia durante as frenagens, reciclagem de lixo, estacionamento com vagas preferenciais para veículos movidos a álcool e até o uso de energia elétrica proveniente de pequenas centrais hidrelétricas.<br />
<br />
Com o crescente interesse nesse tipo de edifício, São Paulo está fazendo com que o País já ganhe de fato relevância no tema no cenário internacional. Atualmente, o mercado brasileiro já ocupa o quarto lugar no ranking de maior número de prédios verdes certificados. Com 37 edifícios nessa categoria e outros 367 em processo de certificação, o País fica atrás só dos Estados Unidos, Emirados Árabes e China. <br />
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)<br />
<br />
]]></description>
				<pubDate>01/11/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Preços na construção civil sobem 0,2% em outubro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/precos-na-construcao-civil-sobem/214/</link>
				<description><![CDATA[Alessandra Saraiva, da Agência Estado<br />
RIO - A inflação na construção civil ganhou força em outubro. O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), que mede a evolução de preços no setor, subiu 0,20% este mês, superior à setembro, quando avançou 0,14%. Até outubro, o INCC-M acumula altas de 6,68% no ano e de 7,70% em 12 meses. O índice representa 10% do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M). <br />
<br />
Os preços de mão de obra também apresentaram aumento mais forte de preços, e tiveram alta de 0,16% em outubro, após subirem 0,01% em setembro. Porém, os preços de materiais, equipamentos e serviços subiram com menos intensidade, e mostraram elevação de 0,25% este mês, após avançarem 0,27% em setembro.<br />
<br />
Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas elevações de preço na construção civil foram apuradas em ajudante especializado (0,24%); elevador (0,59%); e refeição pronta no local de trabalho (1,09%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em condutores elétricos (-2,06%); aluguel de máquinas e equipamentos (-0,07%); e ferragens para esquadrias (-0,12%). <br />
<br />
<br />
Fonte: www.estadao.com.br <br />
]]></description>
				<pubDate>28/10/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Saiba como funciona o refinanciamento de imóvel com troco</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/saiba-como-funciona-o-refinanciamento/213/</link>
				<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal abriu a possibilidade dos clientes com financiamento imobiliário na instituição realizarem um novo empréstimo dando o imóvel como garantia. É uma espécie de "troca com troco", segundo explicou o superintendente de Clientes de Média e Alta Renda, Humberto José Teófilo Magalhães.<br />
<br />
Nessa nova modalidade, o cliente que possui saldo remanescente do financiamento imobiliário acessa um crédito em valor maior do que o necesário para quitá-lo. Por exemplo, se necessita de R$ 20 mil para fazer a quitação do imóvel, toma uma empréstimo de R$ 50 mil. A diferença, ou o "troco", pode ser utilizada para qualquer finalidade. O imóvel continua como garantia da operação de crédito.<br />
<br />
As condições são as mesmas da linha de refinanciamento de imóveis, chamado de Crédito Aporte Caixa e que no ano passado foi remodelado. Nela, o cliente que possui um imóvel (residencial ou comercial) ou terreno pode tomar um crédito equivalente a até 70% do valor do imóvel por um paz o máximo de 180 meses. A taxa de juros é, em média, 1,5% ao mês mais a variação da TR. "É interessante ao cliente. Quando se olha o mercado bancário, a taxa de crédito pessoal fica entre 4% e 5%ao mês", avalia Magalhães.<br />
<br />
A Caixa já liberou R$ 1,3 bilhão nessas operações até setembro, um avanço de 310% sobre o realizado durante todo o ano de 2010. Atualmente, essa carteira de crédito está em R$ 1,55 bilhão e o objetivo é chegar a R$ 1,8 bilhão até dezembro.<br />
<br />
O valor médio da operação é de R$ 140 mil.<br />
<br />
De acordo com o executivo, o refinanciamento em geral demandado por três perfis de clientes: o que deseja realizar novos investimentos em um negócio próprio; aqueles que vão comprar um segundo imóvel; e os que buscam uma fonte de recursos barata para refinanciar uma dívida.<br />
<br />
Perfil semelhante tem os clientes da BM Sua Casa (do grupo Brazilian Finance & Real Estate), que possui o refinanciamento de imóveis desde 2007.<br />
<br />
Segundo o diretor Elyseu Mardegan, a taxa de crescimento neste ano é de 150%, em uma carteira de crédito que já passou de R$ 1 bilhão. "No ano devemos liberar R$ 400 milhões nessa modalidade de financiamento", afirma.<br />
<br />
Na BM Sua Casa, o refinanciamento pode ser feito pelo prazo de até 30 anos, com taxa de 1,08% ao mês mais a variação do IGP-M. Segundo o executivo, caso haja uma redução maior da Selic, hoje em 11,5% ao ano, será possível reduzir as taxas cobradas do cliente. "Se a Selic cair mais um ponto percentual já vai ter impacto para a redução das nossas taxas."<br />
<br />
<br />
FONTE: www.infoimoveis.com.br ]]></description>
				<pubDate>26/10/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Festa Alemã</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/festa-alema/81/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1328294494.jpg"><br /><br />patrocínio Splice]]></description>
				<pubDate>19/10/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Investimento social: iniciativa privada faz sua parte</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/investimento-social-iniciativa-privada-faz/212/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1317645733.jpg" /><br /><br />O investimento social privado está em plena fase de ampliação e fortalecimento: cresce a quantidade de recursos disponíveis – financeiros e humanos –, há maior mobilização, tanto por parte das empresas quanto da sociedade civil, e há maior reconhecimento público da importância da iniciativa privada na resolução de questões sociais.<br />
No entanto, não foi sempre assim. Os primeiros passos do que hoje conhecemos como investimento social privado, surgiram com ações filantrópicas. Muitos estudiosos afirmam que a filantropia pode ser considerada um valor intrínseco ao ser humano, pois a solidariedade depende única e exclusivamente de nossa vontade, e ser solidário é uma qualidade valorizada em praticamente todas as culturas e religiões. <br />
Esse tipo de solidariedade está formalmente presente no Brasil desde 1543, com a fundação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Vicente, criada com o objetivo de atender doentes desamparados. Com o tempo, grupos comunitários começaram a apoiar movimentos sociais de diversas origens, os quais se fortaleceram ainda mais com o processo de abertura democrática a partir de 1985, quando a sociedade civil pôde se configurar de forma mais organizada e participativa.<br />
Em um primeiro momento, a filantropia esteve representada por iniciativas que vinham suplementar a ação ineficiente do Estado. De forma caridosa, buscava-se oferecer acolhimento aos excluídos. Hoje a ação social das empresas tende a ser mais ampla e estratégica e é vista como investimento social privado. Recursos investidos de modo voluntário podem ser tanto financeiros quanto humanos, técnicos ou gerenciais e se voltam ao benefício público. Dentro dessa visão, o esforço é para construir um sistema alternativo à situação de exclusão, definida pela marginalização social, econômica, política ou cultural.<br />
De forma simplificada, podemos dizer que o Investimento Social Privado é a utilização do recurso privado em benefício público, com a intenção de transformar a sociedade. A perspectiva paternalista de oferecer algo para o ‘consumo imediato’ vem cedendo espaço para iniciativas mais transformadoras, capazes de mudar o destino das pessoas. O que transforma a caridade em investimento social? É necessário pensar em desenvolvimento e em mudança real de uma determinada situação a médio e longo prazo e, para tanto, esse investimento depende de pesquisa focada, planejamento, estratégias pré-definidas, métricas, execução cuidadosa e monitoramento de resultados.<br />
É essa evolução que a Splice vem colocando em prática em suas ações sociais, ao  estreitar os laços de relacionamento com seus parceiros da área social. A partir desta edição a seção Viver Bem trará conceitos e temas relacionados ao investimento social e mostrará exemplos de organizações sociais com diferentes focos de atuação.<br />
<br />
Afissore: Associação dos Fissurados Lábio-palatais de Sorocaba e Região<br />
<br />
Dentro da série de organizações sociais apoiadas pelo Grupo Splice, apresentamos o trabalho que vem sendo feito pela Associação dos Fissurados Lábio-palatais de Sorocaba e Região, conhecida como Afissore.<br />
A Afissore oferece atendimento gratuito especializado a pessoas com anomalias craniofaciais e seus familiares. Este atendimento ambulatorial é pré e pós-cirúrgico é realizado por uma equipe de profissionais das áreas de psicologia, fonoaudiologia, pedagogia, odontologia, nutrição, medicina e serviço social. Sua meta é a reabilitação e reintegração social do paciente.<br />
O tratamento é longo e complexo. As maternidades dos hospitais de Sorocaba e Votorantim fazem a conexão entre a Afissore e a família da criança nascida com a anomalia e a partir daí tem início o tratamento do bebê e acompanhamento à sua família. São oferecidos atendimento psicológico para a aceitação desta criança, orientação nutricional do recém-nascido e preparação para a cirurgia, que é realizada no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC) da Universidade de São Paulo, localizado em Bauru, principal referência em deficiências craniofaciais do país. Mesmo após  a cirurgia os pacientes continuam vinculados à Afissore e recebem, ao longo da vida, assistência odontológica e fonoaudiológica, dentre outros suportes.<br />
A partir deste segundo semestre os atendimentos estão sendo feitos na sede nova, construída com recursos financeiros vindos de doações e eventos beneficentes. O terreno foi cedido pela Prefeitura de Sorocaba em regime de comodato e o espaço maior permitirá ampliar o número de atendimentos e ter instalações mais confortáveis. A instituição atende hoje mais de 900 pacientes de Sorocaba e região.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed. 06]]></description>
				<pubDate>03/10/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Nosso rio passado a limpo</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/nosso-rio-passado-a-limpo/211/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1317068138.jpg" /><br /><br />O principal afluente da margem esquerda do Rio Tietê voltou a respirar. E isso graças ao trabalho realizado desde 2000 pela Prefeitura de Sorocaba, por meio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). O Programa de Despoluição do Rio Sorocaba é um complexo de obras que coleta, afasta e trata todo o esgoto produzido na cidade, livrando-o de resíduos.<br />
Com ações pró-ambientais, antigas atividades realizadas às margens do rio voltam a fazer parte do cenário urbano. Seguindo a tradição do interior, grupos de pescadores já se divertem com a atividade esportiva nos fins de semana. O projeto contempla também outros benefícios.<br />
A reurbanização ao redor do rio Sorocaba e seus afluentes é um deles, o que melhora a qualidade de vida, oferece mais opções de lazer e eleva o potencial turístico e de atração para novos investimentos. A despoluição do rio, que compreende uma área de 5.269 km², beneficia a região com mais de 1 milhão de pessoas sendo favorecidas pelas obras.<br />
Segundo o corpo de biólogos do SAAE Sorocaba, que acompanha o processo desde que a primeira e maior estação de tratamento entrou em operação, em maio de 2005, a revitalização tem superado expectativas, já que o resultado esperado para dois anos foi obtido em apenas um.<br />
As Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) S-1, S-2, Pitico, Itanguá, Quintais do Imperador e Ipaneminha tratam 96% do esgoto da cidade e os outros 4% serão tratados pela ETE Aparecidinha. Foram concluídas 17 estações elevatórias, 3 km de coletores-tronco e auxiliares no córrego Supiriri e 28 km de interceptores de esgoto.<br />
Em torno de R$150 milhões foram investidos, com recursos próprios e financiamentos do Governo Federal. A última etapa do complexo de obras já entrou em operação, o que dará à cidade 100% de seu esgoto tratado ainda este ano.<br />
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O rio que passa por você<br />
• São180 km de extensão em linha reta e 227 km considerando seu leito em trajeto natural;<br />
• Principal rio da bacia, é formado pelos rios Sorocabuçu e Sorocamirim;<br />
• É margeado por Ibiúna, Votorantim, Sorocaba, Iperó, Boituva, Tatuí, Cerquilho,<br />
Jumirim e Laranjal Paulista<br />
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Fonte: Splice Magazine ed. 06]]></description>
				<pubDate>30/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>A cidade retoma sua relevância histórica</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-cidade-retoma-sua-relevancia/209/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1317067789.jpg" /><br /><br />O engenheiro Antonio Roberto Beldi, conhecido no meio empresarial como Toninho Beldi, é presidente do Grupo Splice, ao qual pertence a empresa Splice Desenvolvimento Urbano, e foi reeleito este ano como diretor titular do CIESP (Centro de Indústrias do Estado de São Paulo) Sorocaba.<br />
Nascido em Votorantim, onde está sediada sua empresa, conhece de perto a trajetória de desenvolvimento de Sorocaba, que ganhou ainda mais relevância no cenário paulista e nacional nos últimos anos. Beldi já foi merecedor da comenda da Ordem do Rio Branco – a mais alta condecoração concedida pela Presidência da República, que distingue virtudes cívicas dignas de menção honrosa – e a recebeu, na época, das mãos do presidente Fernando Henrique Cardoso. Homem de visão e articulado, vê de modo otimista o cenário atual sorocabano. Leia a seguir os principais trechos de sua entrevista.<br />
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SM: Ao completar 357 anos o que a cidade tem a comemorar?<br />
TB: Sorocaba tem 100 anos a menos que São Paulo e é uma terra de empreendedores, desde a época das Bandeiras. Sorocabanos fundaram cidades no Sul e dois deles, Pascoal Moreira Cabral e Miguel Sutil, fundaram Cuiabá, capital do Mato Grosso, no Centro- Oeste. Costumo brincar que Sorocaba foi onde se instalou a primeira “indústria automobilística” do país, pois para cá eram trazidos os muares do Sul, pagavam-se os impostos após a travessia do rio e os animais eram vendidos para a Coroa, nos primórdios da República, e para o exército. A arrecadação ajudou até mesmo a reconstruir Lisboa após um grande terremoto, em 1755. Sorocaba também participou de grandes momentos históricos, como o Movimento Liberal, liderado aqui pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, a libertação dos escravos antes da Lei Áurea e a fundação, por empresários, da Estrada de Ferro Sorocabana. Hoje o município retorna à posição de destaque. Redescobrimos seus potenciais e suas oportunidades.<br />
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SM: O que sinaliza este novo momento?<br />
TB: No próximo ano teremos na Prefeitura um orçamento de R$ 1,5 bilhão, prevendo-se para o ano seguinte R$ 2 bilhões. A cidade se projeta novamente com a chegada de uma indústria automobilística de peso, a Toyota. E há outras indústrias importantes nas áreas metal-mecânica e eletro-eletrônica, a exemplo de Case, JCB, Flextronics, o centro de distribuição da GM, entre inúmeras outras. E, apesar de não ter vento, tornou-se capital da energia eólica do país, pelo empreendedorismo de sorocabanos que fundaram a Wobben e a Tecsis. A administração pública também tem demonstrado, nos últimos sete a oito anos, preocupação constante com saúde, meio ambiente, segurança. Sorocaba recebe prêmios em educação e já foi convidada pela ONU para palestrar. Despoluímos um rio que é o maior afluente da margem esquerda do Tietê, provando que é possível recuperar o entorno de São Paulo.<br />
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SM: Qual futuro, então, podemos vislumbrar?<br />
TB: A indústria é a mola motora do desenvolvimento. Atrás dela vêm os serviços, as construções, as mudanças – algumas boas, outras ruins. Com o grande afluxo de veículos, já enfrentamos congestionamentos, por exemplo. E precisamos nos preocupar não só com o amanhã, mas com os próximos 15, 20 anos. As soluções estão sendo pensadas. Nosso rodoanel está em construção e chegará antes do de São Paulo. Novas avenidas são abertas e o SAAE se preocupa em garantir água por mais 30 ou 40 anos. Há movimentos sendo feitos no sentido de termos uma ligação férrea com a capital. Investimentos de R$ 260 milhões, anunciados pelo governo do Estado serão aplicados em áreas estratégicas, como logística rodoviária e saúde. A construção de um novo Hospital Regional já possui verba aprovada e deverá ter início no ano que vem. Sem contar o Parque Tecnológico, que deverá transformar Sorocaba em um polo de inovação tecnológica. Eu diria que Sorocaba hoje é uma cidade invejável.<br />
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SM: Como o cidadão pode contribuir para o desenvolvimento local?<br />
TB: Eu acho que ele já vem contribuindo. Mas pode contribuir cada vez mais ao descobrir o que a cidade é e quais oportunidades oferece, identificando o que ele próprio pode oferecer à cidade. É preciso gostar dela e sentir-se parte integrante, não apenas figurante. É possível crescer quando há disposição. Mas a disposição não pode vir de um só.<br />
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SM: Qual o segredo para crescer com qualidade de vida?<br />
TB: O crescimento precisa vir junto com infraestrutura: saneamento, saúde, educação, segurança. Esta preocupação a gente já vê no cidadão sorocabano e a boa imprensa tem assumido o papel de disseminar esse sentimento. Crescemos desde que haja água, logística, indústrias que não poluam. Precisamos crescer dando educação, para que as empresas que vêm para cá saibam que encontrarão mão de obra, pois aqui há ensino básico, médio e universitário à altura dessas empresas. É a forma como Sorocaba tem conseguido crescer.<br />
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SM: O que mais o emociona nesta cidade?<br />
TB: O que me entusiasma e comove é ver uma sociedade preocupada com o cidadão. Veja o número de entidades e organizações não governamentais (ONGs) existentes aqui, preocupadas com as deficiências do Estado e com o que o município não pode dar. Seus dirigentes são pessoas voltadas para o próximo. Aqui nós temos uma creche que é praticamente a primeira PPP (Parceria Público- Privada). A iniciativa lançou um modelo novo, no qual a sociedade ultrapassa a cobrança do Estado para dizer ‘Qual é o problema? Vamos trabalhar juntos!’. Porque esta é uma cidade grande, de 600 mil habitantes, mas com o conhecimento e com o coração de uma cidade pequena. É o coração de quem se conhece, em cidade pequena todo mundo se conhece. Há uma preocupação em não deixar o mendigo na rua, em não ter trombadinhas, em manter as ruas limpas. E não deverá existir, até o final deste governo, um único habitante em área de risco. Então, emociona ver que aqui as pessoas são realmente cidadãs e a maioria se interessa em dar pelo menos um tijolinho de contribuição para isso.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed. 06]]></description>
				<pubDate>28/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>357 anos rumo ao futuro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/357-anos-rumo-ao-futuro/208/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1317066930.jpg" /><br /><br />Em 2011, Sorocaba teve mais gente para ajudar a soprar suas 357 velinhas. Isto porque somente no último ano a cidade recebeu mais 7.150 novos moradores (um acréscimo de 1,21%, superior a metrópoles de mesmo porte, como São José dos Campos), segundo dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.<br />
Os novos números coincidem com o momento de prosperidade desta que já é a quinta economia do Estado de São Paulo. Investimentos públicos e privados preparam a chegada de empresas de porte, como a montadora Toyota e suas sistemistas, além do Parque Tecnológico, que deverá consolidar Sorocaba definitivamente no mapa do desenvolvimento tecnológico do país.<br />
O melhor de tudo é que a cidade não se limita a projetar o futuro, pois vive já no presente um momento muito positivo. Possui hoje mais de 1.700 indústrias instaladas, 15.300 pontos de comércio, 9.900 prestadoras de serviços, nos mais diversos setores e negócios, e conta ainda com cerca de 25 mil trabalhadores autônomos.<br />
Aliado a este forte potencial econômico, Sorocaba oferece qualidade de vida. É cortada por um rio importante e 100% despoluído (leia matéria na página 18), tem uma privilegiada cobertura vegetal, ou seja, área verde de mais de 60 metros quadrados por habitante, e a segunda maior ciclovia do país (atualmente 70 km). Além de oferecer cada vez mais habitação de qualidade para todos os padrões de moradia. E nisto a Splice Desenvolvimento Urbano tem contribuído de forma decisiva, não só ao realizar loteamentos e incorporações com a melhor relação custo-benefício como também ao atuar pioneiramente, desenvolvendo novos bairros, como é o caso do Guaporé, no coração do Campolim, e proporcionando comodidades de forma inovadora na cidade, como a varanda gourmet do Reserva Campolim.<br />
O empreendedorismo da Splice ocorre em sintonia com a vocação histórica do povo sorocabano. Afinal, o pequeno povoado que está na raiz do que somos hoje surgiu, em 1654, por iniciativa de um desbravador, o capitão Baltazar Fernandes, que aqui se estabeleceu com sua família. A pequena vila não demorou a se engrandecer como importante rota tropeira, pois Sorocaba tornou-se caminho obrigatório por onde escoavam não apenas as riquezas que brotavam do interior do país, mas por onde passavam também os muares trazidos do Sul e que eram o principal meio de transporte para tais riquezas.<br />
A pujança veio justamente do comércio deste tipo de gado e dos impostos arrecadados com cada cabeça de muar que atravessava a ponte sobre o rio. As feiras de muares ganharam relevância e substituíram o comércio de indígenas, anteriormente vendidos como escravos. Outros eventos históricos tiveram desdobramentos aqui. Como o Movimento Liberal, capitaneado pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, segundo homem mais rico da província, e também a libertação dos escravos, que aqui se antecipou à Lei Áurea.<br />
A posição estratégica da cidade foi determinante para a instalação, por iniciativa do empreendedorismo local, da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1875. Isso contribuiu para a vinda de grandes indústrias têxteis de origem inglesa, o que justificou a denominação Manchester Paulista, recebida na época. Estas e outras marcas do passado permanecem visíveis em locais e monumentos turísticos, como a Igreja de Santana do Mosteiro de São Bento, na região central, erguida pelos índios originalmente em taipa de pilão. A estação de trem, restaurada, ainda preserva o estilo inglês e parte de sua história pode ser conferida no Museu Ferroviário, logo em frente.<br />
A Floresta Nacional de Ipanema possui riqueza histórica e natural, pois reúne reserva ecológica, fazenda e prédios históricos. Foi onde funcionou a Real Fábrica de Ferro Ipanema, criada pelo rei D. João VI, considerada a primeira siderúrgica brasileira, tendo funcionado entre 1811 e 1895. Além dos remanescentes históricos, a reserva florestal exuberante combina trechos de mata atlântica e serrado. Outro atrativo turístico, o Parque Zoológico Quinzinho de Barros figura entre os maiores zoológicos do país, com cerca de 1.400 animais e a Casa Grande do Capitão Chico, onde funciona um museu.<br />
Por tudo isso, apoderar-nos de nosso passado é uma forma de valorizá-lo, mas há igualmente motivos para nos orgulharmos do presente e nos entusiasmarmos com as projeções de um futuro próximo.<br />
Sorocaba comemora seus 357 experimentando um novo momento de crescimento que também contribui para elevar a autoestima de seus cidadãos. “A gente revê o sorocabano tendo o mesmo orgulho de ser sorocabano, sem ter vergonha de usar a placa de Sorocaba; sem ter vergonha de pronunciar o “r” como nós pronunciamos. Face ao quê? Face a uma redescoberta da cidade, dos potenciais e das oportunidades que ela oferece”, avalia o empresário Antonio Roberto Beldi, diretor titular do Ciesp – Sorocaba.<br />
A cidade convida a todos que a escolhem para viver a desfrutar de sua qualidade de vida. E a Splice Desenvolvimento Urbano se orgulha de contribuir para isso.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed. 06]]></description>
				<pubDate>26/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Uma localização única e excelentes opções para morar bem</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/uma-localizacao-unica-e-excelentes/207/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1316784186.jpg" /><br /><br />Geralmente, quem começa a busca por um apartamento de alto padrão acaba encontrando projetos bastante similares, tanto na concepção quanto no tamanho da área construída. Por isso, o Mistral Campolim e Infinita Campolim acabam de ser lançados com grande sucesso, pois oferecem opções para um público singular em sua qualificação e nível de exigência, mas com diferentes objetivos.<br />
Os novos empreendimentos atendem tanto o interesse de quem busca uma moradia espaçosa e confortável para toda a família quanto do casal recém-casado, que pretende formar um lar aconchegante; ou ainda dos solteiros e solteiras bem-sucedidos, atraídos pela praticidade. Uma das opções também pode se mostrar ideal para pessoas que, na maturidade, estão trocando a trabalheira de administrar uma casa enorme pela funcionalidade de um apartamento mais compacto. Pode ainda, corresponder ao desejo de quem pretende investir no primeiro imóvel dos filhos.<br />
O Mistral Campolim é composto por duas torres, com apartamentos de 121 ou 87 metros quadrados e três opções de plantas. As unidades de 121 metros quadrados oferecem também o conforto de uma varanda gourmet que integra o living à churrasqueira, ampliando a área de convivência interna. Já a inteligente distribuição da planta de 87 metros quadrados prioriza a harmonia entre os ambientes e facilita a circulação de pessoas. A fachada tem traçado arquitetônico moderno. Assim como no empreendimento vizinho, o Infinita Campolim.<br />
Este outro projeto é de torre única, com apartamentos de 167 metros quadrados, e a escolha pode ser entre três suítes e home theater ou quatro dormitórios com duas suítes, também com uma ampla varanda gourmet, que integra o living e a cozinha à churrasqueira.<br />
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Perto de tudo, longe da confusão<br />
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Ambos estão localizados em um novíssimo bairro, o Residencial Guaporé, que fica no coração do Campolim, uma das regiões mais nobres de Sorocaba. É um endereço exclusivo, uma área residencial cercada por conveniências, como escolas tradicionais, hipermercados, padarias e restaurantes sofisticados, lojas de grife, academias de ginástica etc. “O Guaporé está ao lado de tudo isso, mas sem estar no meio do burburinho dos grandes adensamentos e dos locais de trânsito mais estressante da cidade”, afirma José Bauab, gerente de incorporações da Splice Desenvolvimento Urbano.<br />
Internamente, os empreendimentos que levam a assinatura do conceituado escritório de arquitetura Primi & Appoloni também oferecem muito conforto, a começar pela portaria 24 horas, as vagas e acesso exclusivo para visitantes, espaço gourmet, sauna, fitness, piscinas infantil e adulto com deck seco, quadra recreativa, entre outras facilidades, além do moderno paisagismo. Sem contar a vista deslumbrante que os novos apartamentos deverão proporcionar, independentemente da unidade escolhida. Isto porque o Infinita e Mistral Campolim serão erguidos no ponto mais alto do Campolim.<br />
Agora só falta você escolher o modelo que mais combina com você.<br />
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Para você escolher com calma<br />
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O Mistral tem:<br />
• Duas torres, uma com unidades de 87 m2 e outra com unidades de 121m2;<br />
• Uma planta de 3 dormitórios, sendo 1 suíte e varanda gourmet (em 87 m2);<br />
• Uma planta de 4 dormitórios, sendo 2 suítes, ou 3 suítes, ambas opções com varanda gourmet (em 121 m2);<br />
• No mínimo 2 vagas de garagem e opção para 3 vagas na planta de 121 m2;<br />
• Acesso e vagas exclusivas para visitantes;<br />
• Áreas comuns (internas ou externas) entregues decoradas.<br />
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O Infinita tem:<br />
• Uma única torre, com unidades de 167 m2;<br />
• Uma planta com 3 suítes e home theater ou 4 dormitórios, sendo 2 suítes;<br />
• Lavabo;<br />
• Varanda gourmet integrada ao living e à cozinha, com churrasqueira;<br />
• Opção de 2 ou 3 vagas de garagem;<br />
• Acesso e vagas exclusivas para visitantes;<br />
• Áreas comuns (internas e externas) entregues decoradas;<br />
• Área de serviço com banheiro e dormitório.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed. 06]]></description>
				<pubDate>23/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>O metro quadrado mais valorizado do Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/o-metro-quadrado-mais-valorizado/206/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1316439505.jpg" /><br /><br />Um dos empreendimentos mais bem-sucedidos da Splice Desenvolvimento Urbano, o Residencial Angelo Vial, destaca-se pela sua nobreza de detalhes, que vai do projeto à sua excelente localização.<br />
“O empreendimento foi entregue aos moradores com portaria, sede administrativa, praça, pista de caminhada e uma área de lazer com mais de 30 mil metros quadrados, o que para a época foi inovador”, descreve Egydio Catto, responsável pelas vendas da Splice. Para ele, essas características fizeram do Residencial Angelo Vial um condomínio singular entre os demais, com a construção de residências de alto padrão. Hoje 60 casas amplas compartilham um dos endereços mais nobres da cidade, muitas delas erguidas sobre mais de um lote.<br />
Quem é de Sorocaba sabe da distinção da assinatura Splice e as características marcantes deste condomínio, lançado em 1996. Um de seus pontos altos é a localização, com o metro quadrado mais valorizado da cidade. Além de ser um ponto estratégico e de fácil acesso à região central, este bairro da zona sul é próximo aos mais diversificados comércios e serviços, como hipermercados, centros de compras, lojas de móveis luxuosos, salões de beleza de alto padrão, padarias e restaurantes gourmet, escolas, entre outros.<br />
A sua realização só foi possível pela parceria entre a Splice e a família Vial, representada pelos irmãos Dr. Spartaco, Sra. Ermida e Sra. Espéria Vial, proprietários. Por isso, o planejamento e a qualidade do loteamento fechado foram decisivos para transformar a região no foco de prosperidade que representa hoje.<br />
O sucesso do Residencial Angelo Vial abriu espaço para que, na sequência, fossem construídos outros empreendimentos de grande êxito. Bem estruturado, o loteamento da Splice se mantém à altura de sua localização e digno de seu sucesso.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed.06]]></description>
				<pubDate>19/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Relações do passado que geram bons frutos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/relacoes-do-passado-que-geram/205/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1316178505.jpg" /><br /><br />A maioria das histórias já citadas pela Splice Magazine tem um ponto em comum no seu desenrolar: a relação amigável de anos de convivência entre proprietários de terrenos importantes em Sorocaba e região e a Splice Desenvolvimento Urbano, que resultaram na parceria de bons projetos. Nesta edição, contamos a história da família Vial, que em conjunto com a familia Soares, rendeu o loteamento fechado Residencial Chácara Ondina.<br />
Vizinhos da Natureza<br />
Localizado em um dos pontos mais altos do município, na Avenida São Paulo, o empreendimento se destaca pela tranquilidade que oferece aos seus futuros moradores. Além disso, a preocupação com o meio ambiente constitui mais um dos atrativos do Chácara Ondina, que possui mais de 340 metros quadrados de área verde por lote.<br />
Segurança 24h e lazer completo são itens fundamentais deste loteamento que conta também com uma formação rochosa natural conhecida como Outeiro de Rochas, que está sendo preservada. <br />
Luiz Otávio Soares Vial, coproprietário da área, conta que a escolha da Splice Desenvolvimento Urbano como parceira para implantação do projeto Chácara Ondina resultou do bom relacionamento entre os já falecidos Dr. Antonio Vial (seu pai) e o Sr. Alexandre Beldi Netto, que era o proprietário da Splice.<br />
O parceiro destaca ainda a competência e honestidade da Splice Desenvolvimento Urbano na gestão do empreendimento. “Esse tipo de parceria, como a firmada com a Splice, é fundamental para viabilizar empreendimentos destanatureza e trouxe, sem dúvida, um retorno muito positivo”.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed. 06]]></description>
				<pubDate>16/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Quanta coisa esse condomínio tem!</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/quanta-coisa-esse-condominio-tem/204/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1316178466.jpg" /><br /><br />Casa, carro, trabalho, correria, filhos. O ritmo mais que acelerado da vida urbana faz com que as horas de descanso e lazer tenham pouco espaço em nossas agendas. Mas reservar um tempo para si mesmo é essencial e a necessidade tende a ser cada vez mais contemplada nos novos projetos da construção civil voltados à moradia.<br />
Condomínios, por exemplo, vêm sendo projetados para que seus moradores permaneçam ainda mais tempo usufruindo as chamadas áreas comuns de prédios ou casas. Espaços de lazer representam um dos atrativos mais importantes na compra de um imóvel e, por isso mesmo, são também um dos maiores investimentos do projeto.<br />
Quadras recreativas, piscinas adulto e infantil, decks, academias e espaços fitness, salão de jogos e festas e uma das mais recentes inovações do setor, a varanda gourmet, fazem parte da lista de desejos dos futuros moradores. Itens que até pouco só eram encontrados em imóveis de alto padrão se tornaram tendência também em empreendimentos voltados para o segmento econômico.<br />
A Splice Desenvolvimento Urbano possui em seu portfólio empreendimentos que são exemplos dessa perfeita integração entre moradia e lazer, como o Residencial Colinas do Sol, Dueto, Reserva Campolim, Villa Flora e Residencial Villa do Bosque, este último com completa infraestrutura de lazer, que inclui clube exclusivo, trilhas no bosque, praças, playground, espaços de convivência, quadra poliesportiva, fitness e piscina.<br />
E os felizes compradores desses imóveis têm muito a dizer sobre a mudança em seus estilos de vida. O funcionário público Marcos Prudente de Moraes, que mora com a esposa e o enteado no Residencial Dueto, comemora: “Melhorou muito a nossa qualidade de vida em função do amplo espaço da área comum, situação dificilmente encontrada nos condomínios verticais da cidade, especialmente com a qualidade que encontramos aqui”, fala Marcos.<br />
De 8 a 80<br />
Para atender à variedade de expectativas e modelos familiares, o padrão de lazer oferecido nos condomínios possui opções para todas as faixas etárias e estilos de vida, facilitando a adaptação do morador ao novo endereço e agradando a todos os gostos.<br />
“Eu me apaixonei pelo projeto, com salão fitness, quadra poliesportiva e churrasqueira – itens que eu e minha família mais usufruímos. Prova disso é que assinamos o contrato de compra após apenas meia hora de visita ao estande de vendas”, conta o morador do Dueto.<br />
Modernas infraestruturas beneficiam não apenas a saúde e o bem-estar dos condôminos, mas proporcionam, além disso, muitas possibilidades de interação social entre eles. Sem contar a vantagem de economizar – pois as atividades de lazer no condomínio têm custo bem inferior às mensalidades de clubes sociais – e a praticidade de não precisar se deslocar na cidade. Outra vantagem financeira é a valorização que os equipamentos de lazer representam para o imóvel.<br />
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Fonte: Splice Magazine ed.06]]></description>
				<pubDate>14/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Bom Dia Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/bom-dia-sorocaba/80/</link>
				<description><![CDATA[Lançamento Rossi e Splice<br />
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A parceria lançou o condomínio Empresarial Illimité, localizado no Alto da Boa Vista. É um condomínio vertical com salar modulares de 37 m² Este modelo de empreendimento, que é sucesso consagrado em imponentes centros comerciais, conta com segurança total, comodidade para os clientes e acesso aos principais pontos da cidade.]]></description>
				<pubDate>14/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Lançada rede social para o setor imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/lancada-rede-social-para-o/203/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1315833790.jpg" /><br /><br />Em menos de dez dias, Corretores.com.br já acumula mais de mil profissionais cadastrados e a meta é superar a casa dos 20 mil somente nos primeiros seis meses de funcionamento. <br />
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No ar há menos de dez dias, a Corretores.com.br, rede social criada exclusivamente para corretores autônomos ou imobiliários que atuam no País, já conta com mais de mil profissionais cadastrados. Segundo Lorenzo Madalosso, sócio do canal, o volume de adesões está surpreendendo todos os envolvidos. “Sabíamos que existia a demanda pela integração desses profissionais que, segundo dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), já somam mais de 220 mil registrados no Brasil, entretanto em apenas sete dias de funcionamento a Corretores.com.br já atraiu centenas de inscritos de Fortaleza, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e muitas outras capitais e municípios”, explica. O negócio é dirigido, ainda, por Ohmar Tacla, Luiz Carlos Ceniz Junior e Luiz Rezende Junior.<br />
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O novo canal, lançado no Dia do Corretor (27 de agosto), permite a criação de perfil próprio, envio e recebimento de mensagens, postagem dos imóveis disponíveis e a localização de outros que estejam sendo negociados por diferentes corretores. “A ferramenta é bastante similar as redes disponíveis no mercado hoje, como o Orkut, Facebook, Twitter e o Google+. Essa característica facilita sua usabilidade”, comenta Madalosso, que completa: “a partir do final deste ano será possível também usar o sistema para gerenciar os imóveis, como um CRM 2.0 voltado e desenvolvido especificamente para corretores. Assim, os usuários poderão administrar mais cuidadosamente, e de forma detalhada também, o relacionamento com os clientes finais, agregando inteligência e um diferencial estratégico no processo de negociação”.<br />
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Segundo Madalosso, em um mercado em que o relacionamento é a principal ferramenta de vendas, a aproximação dos profissionais servirá para potencializar negócios. “Há um crescimento acelerado na procura por imóveis e esse relacionamento em rede com profissionais em todo o Brasil será uma ótima forma para atender por completo aos desejos dos consumidores. Além disso, o canal permite que os corretores discutam e negociem seus imóveis de forma rápida e integrada, inclusive com outros corretores”, comenta o executivo, que atua no setor imobiliário há seis anos.<br />
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As incorporadoras e construtoras também poderão ter perfis na rede. Essa navegação permitirá que as empresas do meio tenham acesso a um número maior de profissionais, de várias cidades e municípios, ou seja, que ampliem seu alcance e, assim, vendam os imóveis de forma ágil e segura. “Elas conseguirão também anunciar os lançamentos e oportunidades do estoque. Trata-se de um canal para falar diretamente com os profissionais do setor. A rede representa, ao mesmo tempo, um canal para os corretores trabalharem com as grandes empresas do mercado”, afirma Madalosso.<br />
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A Corretores.com.br também conta com um espaço exclusivo para simulação de financiamento. “Os bancos privados buscam, cada vez mais, a aproximação com os corretores, que são os responsáveis pela comunicação com o consumidor final. Por outro lado, com o grande número de ofertas existentes hoje, o acompanhamento das taxas e melhores formas de financiar é uma tarefa quase impossível. A rede contará com uma área especial para esse serviço”, conclui.<br />
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A previsão dos sócios é que nos próximos seis meses mais de 20 mil profissionais já tenham criado perfil na rede.<br />
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Dados do mercado:<br />
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- Dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) confirmam que o aquecimento do mercado imobiliário ao longo dos últimos anos gerou um déficit de profissionais. Segundo a instituição, o Brasil tem hoje mais de 220 mil corretores de imóveis e há espaço para o triplo, ou seja, 660 mil.<br />
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- Cerca de 9,9 milhões de famílias brasileiras pretendem comprar um imóvel ou terreno em 2011, de acordo com estudo do Data Popular;<br />
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- Nos últimos 10 anos, conforme levantamento do Cofeci, cerca de 65 mil pessoas aderiram à profissão de corretor de imóveis;<br />
<br />
- Até 2020 o Brasil deverá construir 2,1 bilhões de metros quadrados de edificações, segundo a Associação da Indústria de Material de Construção. Somente essa demanda será capaz de suprir a necessidade habitacional do Brasil até 2020, afirma a entidade.<br />
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Fonte: MetaAnálise]]></description>
				<pubDate>12/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Está mais fácil negociar no momento da compra de imóveis</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/esta-mais-facil-negociar-no/202/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1315313916.jpg" /><br /><br />Depois do período de intensa movimentação registrado em 2010, o mercado imobiliário passa por uma fase na qual o consumidor encontra condições mais favoráveis para comprar um imóvel novo e tentar negociar um desconto.<br />
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"No ano passado, quem precisava comprar era obrigado a fechar negócio rapidamente, porque em dois meses se vendia um empreendimento. Neste ano, com o mesmo número de lançamentos do ano passado, mas com ritmo de venda menor, as pessoas vão ter mais tempo para escolher o imóvel", diz o presidente do Sindicato da Habitação, João Crestana.<br />
Esse ritmo já influencia os números do setor. Balanço divulgado no início da semana pelo sindicato mostra que as vendas acumuladas de janeiro a junho deste ano na capital somaram 11.680 unidades: queda de 31,3% em comparação a igual período de 2010, quando 17.005 unidades foram comercializadas. <br />
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Neste cenário, o consumidor deve pesquisar e tentar negociar um desconto, que pode girar em torno 10%, segundo estimativa de Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). <br />
<br />
Pompéia revela que, em tese, a negociação vale para todos os tipos de imóveis e em qualquer região. "No entanto, no segmento mais popular a condição para o desconto é menor, já que as empresas trabalham com lucro mais apertado."<br />
Entrada. Para Pompéia, o porcentual de desconto está ligado ao sinal que o futuro proprietário pode desembolsar. "Digamos que a entrada seja de 20% do valor do imóvel. Se o comprador puder dar um valor maior, já está criada uma situação que cabe negociação."<br />
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O economista chefe do Secovi, Celso Petrucci, acredita que seja difícil um desconto de 10% a 15% para um imóvel na planta. Porém, podem ocorrer pequenos descontos em situações específicas, como uma entrada maior, modificação do fluxo de pagamento ou antecipação de alguma parcela. <br />
<br />
"Sempre é possível negociar essa negociação tem de ser vantajosa para as duas partes", ressalta Petrucci, lembrando que "atualmente as condições para aquisição do imóvel novo são mais favoráveis".<br />
<br />
O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, diz que existem duas situações nas quais é possível ao futuro proprietário negociar um abatimento no preço. Nos imóveis vendidos na planta, cujo investimento é considerado de risco, e também naqueles cujo Habite-se (auto de conclusão da obra edificada em conformidade com os projetos aprovados) ultrapassou seis meses. <br />
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Fonte: O Estado de S. Paulo]]></description>
				<pubDate>06/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Venda de imóveis em São Paulo cai em 2011</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/venda-de-imoveis-em-sao/201/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1314969926.jpg" /><br /><br />Depois de dois anos de aumento de preços devido ao aumento de lançamentos e vendas de imóveis, este ano pode ser marcado como um ano em que o mercado imobiliário deve entrar em estado de acomodação, segundo uma projeção realizada pela Secovi-SP, sindicato que representa o setor de imóveis na cidade de São Paulo. Durante o primeiro semestre de 2011 as vendas de imóveis novos na capital paulista caíram mais de 30% em comparação ao mesmo período do ano passado, como foi divulgado nesta terça-feira (30).<br />
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Considerando apenas o mês de junho foram comercializados em São Paulo 2.716 imóveis novos, o que representa uma queda de 19,14% na relação anual. Mas, em relação ao mês de maio o número de imóveis aumentou 14,1%. A desaceleração no mercado de imóveis que é 50% menor que o ano passado, segundo a Secovi-SP, pode ser atribuída a uma combinação de fatores, principalmente para as medidas macroprudenciais que foram adotadas pelo governo no final do ano passado com o objetivo de conter a inflação, que determinou uma diminuição do crédito dos indivíduos.<br />
<br />
Outro motivo que fez com que as vendas diminuíssem foi à comemoração do Carnaval no mês de março o que fez com que o mês tivesse um ganho negativo nas vendas e também as chuvas no início do ano diminuíram a venda.<br />
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O Secovi-SP ainda prevê uma queda de 9 por cento nas vendas de imóveis residenciais novos em São Paulo no final de 2011, quando devem ser lançados a venda mais de 32 mil unidades.<br />
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Fonte: NotíciasBR]]></description>
				<pubDate>02/09/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mercado imobiliário atrai novos investidores</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mercado-imobiliario-atrai-novos-investidores/200/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1314818932.jpg" /><br /><br />Imóveis sempre representaram no Brasil uma excelente opção de investimento, e neste momento, de instabilidade do mercado de ações e de outros investimentos em razão da oscilação e da fragilidade da economia dos Estados Unidos e da dos países europeus, ganharam mais força. O volume de investimentos em imóveis no Brasil atingiu R$ 4,6 bilhões até o terceiro trimestre deste ano. <br />
<br />
O valor já é 77% superior ao total investido em todo o ano de 2010. Em Campinas, o aumento registrado foi de 22% se comparado ao do ano de 2009. Um estudo feito pelo Secovi no primeiro semestre deste ano apontou que o mercado da região de Campinas cresceu 13 vezes em 4 anos, passando de 1.500 unidades ofertadas para cerca de 20 mil. <br />
<br />
O crescimento do mercado imobiliário é a principal razão pela qual essa área se apresenta como investimento seguro e rentável. O presidente da Rede Imobiliária Campinas, Rodrigo Coelho, disse que as expectativas do mercado imobiliário regional são muito favoráveis para investimento. Além do aquecimento da construção civil, as obras regionais relacionadas à Copa do Mundo devem impulsionar ainda mais esse mercado. <br />
<br />
"Os municípios da região metropolitana de Campinas terão uma valorização real de seus imóveis", afirma. "As opções de demanda, por conta desses eventos, serão muitas. Haverá um incremento na rede hoteleira, por exemplo, além da demanda por imóveis corporativos para empresas que estão se instalando na região" comenta.<br />
<br />
O presidente da Rede afirma que há, basicamente, dois fatores que tornam o investimento imobiliário seguro. A imobilização do patrimônio é uma delas, pois imóveis são bens que não estão sujeitos à volatilidade dos mercados financeiros e mantêm uma constante valorização. <br />
<br />
"A velocidade com que o investidor pode ser desfazer do investimento também é uma vantagem. Pode vender o imóvel na hora em que houver maior valorização." O potencial de valorização, segundo ele, diz respeito a melhorias e investimentos que regiões da cidade podem receber. Rodrigo Coelho disse que a região do bairro Botafogo, onde ficava a antiga rodoviária de Campinas, que foi implodida, foi comprada para ali ser construído um centro comercial. "Ali num futuro próximo será uma região de grande potencial de valorização, como outras áreas se valorizaram, entre as quais, a do Parque Jambeiro, área localizada na entrada de Campinas onde até alguns anos atrás não se faziam empreendimentos e hoje tem vários lançamentos. Outras duas regiões que cresceram foram a do Parque Prado e de Mansões Santo Antônio", revela. Rodrigo Coelho destacou ainda o entorno às margens da Rodovia Santos Dumont, que, com a expansão do aeroporto Internacional de Viracopos e com a vinda de empresas estrangeiras para aquela região, também tende a se valorizar. As alternativas para investir no mercado imobiliário são cada vez mais acessíveis. <br />
<br />
Comprar um apartamento em longo prazo, por exemplo, e disponibilizá-lo para locação é uma das opções. Levando em consideração que as parcelas do financiamento diminuem a cada mês, diferentemente do aluguel, em alguns anos o investidor receberá a quantia total do que pagou pelo apartamento, mais o lucro. "O investidor comprou um imóvel, mas, teoricamente, não está pagando por ele. Esta é uma das propostas mais simples de aplicação financeira na área", aponta.<br />
<br />
Se a intenção é obter lucro na venda, é preciso comprar um imóvel abaixo do preço de mercado. Assim é possível, pelo menos, vender a preço de mercado e obter algum ganho. "Muitos estão comprando imóveis antigos, porém bem localizados, para reformar e vender. Como agregam valor ao imóvel, conseguem ter margem de lucro", destaca. Segundo Rodrigo Coelho, a importância do auxílio de um profissional qualificado, que oriente o interessado sobre o investimento em imóveis, é fundamental para evitar frustrações e prejuízos financeiros. Obter uma avaliação distorcida quanto ao retorno que a aplicação pode proporcionar é, de acordo com o presidente, um dos principais erros dos investidores. "Se a intenção é comprar um imóvel para revender, por exemplo, é preciso avaliar liquidez, período de demora da venda, tempo que o dinheiro deve ficar aplicado e retorno financeiro obtido", explica. Para iniciar um investimento imobiliário, é importante selecionar imobiliárias por meio de indicação.<br />
<br />
Optar por uma boa incorporadora e construtora, no caso de imóveis novos, é fundamental na hora da escolha. "Os lançamentos são ótimas oportunidades de investimento. A compra do imóvel na planta chega a superar 50% do valor pago, em alguns casos", afirma. Realizar um levantamento com a prefeitura de regiões da cidade que irão receber melhorias também é importante para uma previsão de futura valorização de áreas habitacionais. Os imóveis corporativos têm um rendimento de locação com um percentual superior ao de imóveis residenciais, e constituem um excelente investimento.<br />
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Fonte: DCI]]></description>
				<pubDate>31/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cresce número de jovens que compram apartamento em SP</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/cresce-numero-de-jovens-que/199/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1314621726.jpg" /><br /><br />Quando a estudante de administração Manaíra Fávaro, de 22 anos, procurava um apartamento para se mudar com o namorado para São Paulo em julho deste ano, ela tinha certeza do que queria. “Tinha que ter armário embutido, tinha que estar perto de uma estação de trem, sem contar área de lazer no prédio, pois se não tivesse, a gente só trabalha”. E o apartamento de 50 m² na Vila Anastácio, na Zona Oeste de São Paulo, apareceu na hora certa. “Quando vimos, nos apaixonamos. A piscina e a academia são maravilhosas, e o apartamento também. Pequeno e prático”, comentou a estudante.<br />
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Manaíra e Vitor Cangirana, seu namorado de 26 anos, decidiram se mudar para São Paulo por motivos distintos. Cangirana foi transferido no trabalho, de uma empresa de mineração de Salinas, em Minas Gerais, para a capital paulista. Manaíra decidiu pela cidade por acreditar que encontrará mais oportunidades de crescimento profissional em São Paulo do que em Ribeirão Preto, no interior paulista, onde morava. Assim, após quatro anos de namoro à distância, os dois aproveitaram a oportunidade para ficar juntos e para também subir ao altar no final de 2011.<br />
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O casal faz parte de um grupo que Fábio Rossi, diretor de lançamentos do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), chama de “público novo” no mercado imobiliário. São jovens entre 22 e 35 anos que começaram a chamar a atenção das imobiliárias há aproximadamente quatro anos. “Este público vê o imóvel pensando nas situações da sua vida nova: ele precisa ser prático, onde tenha flexibilidade para arrumar a casa, cozinhar, e também deve ter o máximo de coisas para ele usar o mínimo de tempo possível. Ou seja, se tiver uma academia, uma área de lazer boa dentro do prédio, já economiza o tempo de ter que sair de casa”, diz Rossi.<br />
<br />
Segundo o diretor de lançamentos, houve um aumento de 22% na presença de tais jovens no mercado imobiliário da Grande São Paulo nos últimos quatro anos, segundo pesquisa feita com 2.350 clientes da Imoplan Imóveis em março deste ano. “É um público novo entrando no mercado, pessoas que antes não compravam ou alugavam imóveis e que passaram a fazer isso por causa da maior facilidade de financiamento e da atual tendência de vida moderna”, afirma. Ainda de acordo com Rossi, 70% deste público é solteiro, mas pretende se casar a curto prazo.<br />
<br />
Demanda urbana e jovem<br />
Para Luana Rizzi, gerente de marketing da MaxHaus, uma linha de prédios com apartamentos de 70 m² e sem divisórias, a vontade deste novo público ajudou a consolidar a tendência de moradas menores com mais investimento nas áreas comuns dos prédios em São Paulo, no final de 2009. “Foi uma questão de demanda. A vida das pessoas se tornou mais urbana e moderna, elas quase não ficam em casa. Então, as coisas ficaram mais práticas, com os prédios oferecendo coisas que facilitam a vida moderna e corrida nas áreas comuns.”<br />
<br />
Com tal tendência, quem acha que o espaço limitado de 50 m² causa algum transtorno para Manaíra Fávaro e Vitor Cangirana está enganado. “Vimos até uns apartamentos grandes, mas não chamaram nossa atenção. Talvez se minha mãe fosse ver, ela ia gostar, mas para a gente, não. Importa bem mais a questão da praticidade do que o tamanho”, diz Manaíra. “Tem o lado ruim de não ter tanto espaço, de quando queremos chamar convidados, fica apertado. Mas é por isso que têm a sala gourmet na área comum do prédio. E [apartamento] menor e mais fácil de limpar é melhor para o morador.”<br />
<br />
Como a maior parte do público alvo de tais investimentos é composta por jovens de 20 a 35 anos, a questão do preço foi importante para consolidar a tendência dos apartamentos menores. “O metro quadrado está cada vez mais caro em São Paulo. Então, para caber no bolso das pessoas e para que elas possam ter uma casa com uma renda não tão alta, o mercado se adaptou e começou a oferecer isso”, diz Rizzi. Fábio Rossi concorda. “Este é um público exigente, então você tem que ter um produto cada vez melhor e com o preço mais baixo.”<br />
<br />
Vivendo sem divisórias<br />
Foi exatamente por causa da falta de dinheiro que Gustavo Araújo, de 23 anos, e Marina Pinhoni, de 22 anos, esperaram até 2011 para finalmente morar juntos após oito anos de namoro. “Quando a Marina veio de Ribeirão Preto para São Paulo estudar, ela ficou em pensão e eu não curti a ideia. A gente já pensava em morar junto há um tempo, mas faltava dinheiro. Até que comecei a ganhar mais e ela conseguiu um emprego. Aí aproveitamos a oportunidade”, conta o editor de vídeos.<br />
<br />
Há dois meses o casal aluga um apartamento no MaxHaus Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. E aproveita a ideia de modernidade do empreendimento. "Dá para brincar muito [com decoração] nesse apartamento sem divisórias. Nós pensamos em soluções baratas, mas que são a nossa cara. São 70 m², parece pequeno, mas é grande e perfeito para um casal", diz Marina Pinhoni. "Nós fizemos tudo por nossa conta, confiando no nosso bom gosto. A pessoa pode pirar [na decoração] e tudo mais, mas tem que ser funcional", afirma Gustavo Araújo.<br />
<br />
Apesar da tendência de crescimento do público jovem no mercado, Fábio Rossi diz que a escolha destas pessoas é reflexo da idade. “Eles escolhem um apartamento onde devem ficar por um prazo de cinco a oito anos. Depois, devem se mudar para outro tipo de imóvel já com sua família. Isso porque a vida muda. Então, o imóvel deve se comunicar com a pessoa – que era solteira, mas que casou, teve filhos, e que depois os filhos cresceram, saíram de casa, e assim por diante."<br />
<br />
Marina Pinhoni concorda. Ela diz que, embora ela e o namorado estejam satisfeitos com o tamanho do atual apartamento, não deixa de pensar que seus gostos e necessidades podem mudar depois de um tempo. "No futuro, quando tivermos filhos, talvez a gente pense em mudar para um lugar maior, mas muito no futuro. Por questões práticas, esse apartamento agora é perfeito."<br />
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Fonte: G1]]></description>
				<pubDate>29/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Brasil seguirá atraindo capital estrangeiro, diz economista</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/brasil-seguira-atraindo-capital-estrangeiro/198/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1314387372.jpg" /><br /><br />O Brasil vai continuar recebendo um fluxo elevado de capital internacional nos próximos anos, o que tende a manter a taxa de câmbio valorizada no país, avalia Ilan Goldfajn, ex-diretor de Política Econômica do Banco Central e economista-chefe do Itaú Unibanco. <br />
<br />
Segundo ele, há excesso de poupança no mundo e o Brasil enfrenta justamente a escassez de poupança. "A poupança internacional vai buscar retornos maiores e deve haver realocação para países com um bom mercado interno, como o Brasil", afirmou. <br />
<br />
Goldfajn destacou a atração de investimentos no Brasil, tanto pelos eventos esportivos como Copa do Mundo em 2014 e Olimpíada em 2016, quanto do setor imobiliário. <br />
<br />
Ainda assim, o economista vê a economia brasileira crescendo menos de 4% este ano, em função, principalmente, dos desdobramentos da crise internacional.<br />
<br />
Em um cenário básico, o Itaú estima que o país cresça 3,6% em 2011 e 3,7% no ano que vem. Mantidas as condições atuais, o país encerraria o ano com juro básico de 12,5% e inflação pelo IPCA em 6,5%. As projeções consideram o mundo crescendo 3,9% neste ano.<br />
<br />
Segundo Goldfajn, o cenário básico, no entanto, começa a migrar para um cenário mais pessimista, em função dos desdobramentos da crise de dívida na Europa e do baixo crescimento das principais economias do mundo. <br />
<br />
Nessa visão mais pessimista, o Brasil cresceria neste ano 3,1%, com o mundo se expandindo em torno de 3,3%, e a meta da taxa Selic fecharia o ano em 12%, com inflação na casa de 6,1%. No caso de uma ruptura internacional, considerando a quebra de alguma economia europeia ou uma corrida bancária, os números seriam outros. <br />
<br />
Isso porque a capacidade de reação das economias do mundo atualmente é muito menor do que em 2008, já que a "política monetária já está amarrada e a municação está acabando". <br />
<br />
Nesse cenário, chamado pelo economista de ultrapessimista, o PIB brasileiro teria crescimento de apenas 0,1% neste ano, o juro cairia a 11% até dezembro, com inflação de 5,4% e crescimento mundial de 2,6%. Em relação à inflação, Goldfajn vê índices ainda acima do centro da meta de 4,5% em função dos preços de commodities ainda altos. <br />
<br />
"Diferentemente da crise em 2008, as commodities que são mais relevantes para a inflação não estão caindo, então o alívio desses itens nos índices vai ser menor do que naquela época", disse. <br />
<br />
O ex-diretor do BC diz que o que vai determinar a migração do cenário atual para os cenários pessimista e ultrapessimista é o desdobramento das turbulências internacionais. Para ele, os maiores riscos estão concentrados na Europa, em especial Espanha e Itália, onde há risco real de ruptura econômica. <br />
<br />
Fonte: IG]]></description>
				<pubDate>26/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Brasileiros aquecem mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/brasileiros-aquecem-mercado-imobiliario/197/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1314387182.jpg" /><br /><br />Cada vez mais clientes brasileiros têm investido no mercado imobiliário internacional. Imóveis de prestígio em Paris vêm atraindo as novas fortunas dispostas a desembolsar uma média de 10mil euros por metro quadrado. Com o real forte e o aumento dos preços dos bens no Brasil, eles têm se dirigido para o aquecido mercado da capital francesa, ainda sinônimo de luxo.<br />
<br />
"Desde o início do ano, começamos a sentir a chegada de duas novas nacionalidade: brasileiros e chineses", revela Jean-Philippe Roux, diretor da agência imobiliária de luxo John Taylor. Esses novos compradores têm um pedido especial: a vista para a Torre Eiffel. "Isso é o que lhes interessa mais do que um bom endereço", diz mostrando que o clichê ainda move as vendas.<br />
<br />
O perfil de imóvel que procuram é antigo, com paredes em pedra, recentemente reformado e de dois ou três quartos, usado para receber amigos e desfrutar de temporadas na Europa. O valor da compra fica entre dois e três milhões de euros. "Não se trata de investimento, como é o caso de nossos clientes italianos ou ingleses, que procuram apartamentos menores para curtas temporadas e alugar quando não estiverem. É uma compra por prazer", define.<br />
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Fonte: Correio do Estado]]></description>
				<pubDate>24/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Bancos esperam procura maior por crédito imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/bancos-esperam-procura-maior-por/196/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1314386786.jpg" /><br /><br />Mesmo com a crise financeira internacional e a esperada desaceleração da economia brasileira, bancos não esperam arrefecimento na demanda pelo crédito imobiliário no terceiro trimestre de 2011. Pesquisa divulgada hoje pelo Banco Central (BC) mostra que instituições financeiras esperam aumento da procura por empréstimos para compra de casas.<br />
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O levantamento trimestral "Indicadores de Condições de Crédito" realizado pelo BC mostra que a expectativa para a demanda de famílias pelos financiamentos para a compra da casa própria cresceu de 0,75 ponto em março para 0,88 ponto em junho.<br />
<br />
A pesquisa é feita com perguntas qualitativas sobre a expectativa dos bancos para o próximo trimestre em três temas: oferta, demanda e aprovação dos empréstimos. As respostas são divididas em segmentos: grandes corporações, pequenas e médias empresas, pessoas físicas e financiamento imobiliário.<br />
<br />
Instituições podem responder ao questionário com respostas numéricas entre "-2" (cenário consideravelmente mais restritivo) e "+2" (cenário consideravelmente mais flexível). A resposta "-1" sinaliza cenário moderadamente mais restritivo e, ao contrário, "+1" aponta para quadro moderadamente mais flexível. O "zero" mostra cenário neutro para os próximos três meses.<br />
<br />
Em linha com a maior demanda, bancos esperam que a aprovação dessas operações deve crescer e a expectativa de realização dos empréstimos passou de 0,25 ponto em março para 0,50 ponto em junho. Apesar disso, a expectativa para a oferta seguiu em iguais 0,13 ponto entre as duas pesquisas.<br />
<br />
Para as micro, pequenas e médias empresas, a pesquisa mostrou ainda que a expectativa de demanda aumentou de 0,38 ponto para 0,67 ponto entre os dois estudos.<br />
<br />
A pesquisa foi feita com 46 conglomerados e instituições financeiras distintas em junho de 2011. Nas perguntas sobre crédito imobiliário, foram ouvidas oito casas que respondem por 99,7% de todos os financiamentos do setor. No caso das micro, pequenas e médias empresas, 40 bancos responderam às perguntas. O grupo representa 90,5% do mercado.<br />
<br />
Fonte: O Estado de S. Paulo]]></description>
				<pubDate>22/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Alckmin aceita proposta do Secovi-SP para o Minha Casa SP</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/alckmin-aceita-proposta-do-secovisp/195/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1313680330.jpg" /><br /><br />Em reunião com associados do Secovi-SP e lideranças do setor imobiliário (17/8), o governador Geraldo Alckmin aceitou o desafio apresentado pelo presidente do Sindicato, João Crestana, de complementar os recursos necessários para que o programa federal Minha Casa, Minha Vida 2 (MCMV) seja viabilizado no Estado de São Paulo.<br />
 <br />
Denominado por Crestana como “Minha Casa SP”, a ideia é que o governo estadual forneça recursos para bancar a diferença de R$ 20 mil que existe entre o valor máximo financiado pelo MCMV (R$ 65 mil na Região Metropolitana de São Paulo e R$ 57 mil no Interior) e a realidade do mercado imobiliário paulista (valores de R$ 85 mil e R$ 77 mil, respectivamente).<br />
 <br />
“O complemento viria por meio de convênio com a Caixa, o Banco do Brasil e recursos do ICMS já destacados para habitação. Seriam atendidas as faixas de renda familiar de até R$ 1,6 mil e desse patamar até R$ 3,1 mil. O déficit habitacional, de um milhão e 60 mil moradias, poderá ser liquidado em 12 anos se contarmos com investimentos anuais da ordem de R$ 1,67 bilhão,”, disse Crestana.<br />
 <br />
Geraldo Alckmin considerou que a proposta tem lógica. “Somos o único estado do País que destina recursos orçamentários para habitação. Vamos fazer uma agência para buscar recursos no SFH e mais subsídios para financiar a baixa renda. E já conversamos com a presidente Dilma Rousseff, informando que vamos complementar o MCMV, pois, sem isso, não haverá casa para quem precisa em São Paulo.”<br />
 <br />
Acompanhado dos secretários estaduais Silvio França Torres (Habitação), Bruno Covas (Meio Ambiente), Edson Aparecido (Desenvolvimento Metropolitano), Paulo Alexandre Barbosa (Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia) e Jurandir Fernandes (Transportes Metropolitanos), além do presidente da Cetesb Otávio Okano, o governador debateu vários temas relacionados ao desenvolvimento urbano e destacou as ações com vistas à mobilidade.<br />
 <br />
Quanto às dificuldades na análise ambiental e aprovação de projetos, Alckmin reconheceu que o setor imobiliário pode ser o grande “parceiro ambiental” do governo, especialmente no que se refere à recuperação de áreas contaminadas. “São Paulo deixou de ser industrial e tem uma nova vocação: serviços. Há um grande número de terrenos, inclusive bem localizados, que podem ser remediados. Contamos com a parceria do setor e vamos aumentar os quadros da Cetesb para acelerar as aprovações, dentro dos critérios da lei”, garantiu.<br />
<br />
Fonte: Portogente]]></description>
				<pubDate>18/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Caixa tem R$ 39 bi para financiar a casa própria</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/caixa-tem-r-39-bi/194/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1313680257.jpg" /><br /><br />A Caixa Econômica Federal ainda tem R$ 39 bilhões disponíveis para emprestar para quem quiser comprar a casa própria até o fim do ano. Dos R$ 84 bilhões previstos para serem destinados ao setor de habitação em 2011, R$ 45 bilhões já foram contratados até o início de agosto. <br />
<br />
O Estado de São Paulo corresponde a 25% da demanda por crédito para moradia, o que, nesse total de recursos, representa R$ 9,75 bilhões.<br />
<br />
O dinheiro destinado para o financiamento de imóveis pode ser ainda maior, de acordo com o banco estatal. Como o movimento de contratação dos financiamentos costuma ser maior no segundo semestre, a previsão para o ano deve ser analisada nos próximos meses e pode chegar a R$ 90 bilhões. Essa seria a segunda revisão para cima do volume destinado ao financiamento feita pela Caixa.<br />
<br />
No primeiro semestre deste ano foram realizados R$ 34,7 bilhões em negócios imobiliários pelo banco. O valor é 20% maior do que o movimentado no mesmo período do ano passado, informou ontem o vice-presidente de governo e habitação do banco, José Urbano Duarte. <br />
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"Esse crescimento não contabiliza os contratos do programa Minha Casa, Minha Vida de zero a três salários mínimos feitos no primeiro semestre do ano passado, pois não tivemos esse tipo de contratação nos primeiros seis meses deste ano", explicou Duarte. <br />
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Se essa modalidade estivesse contabilizada, o volume de crédito imobiliário concedido seria 3,4% superior na comparação entre o mesmo período dos dois anos.<br />
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Ao todo foram 496.351 unidades financiadas nos seis primeiros meses deste ano, sendo 51% dos contratos para pessoas que ganham até dez salários mínimos e se incluem programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.<br />
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Desempenho<br />
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A Caixa detém 75% do mercado de financiamento imobiliário nacional, com uma carteira de R$129,3 bilhões emprestados. São três milhões de contratos, com prazo médio de pagamento de 181 meses e 80,4% dos clientes com idade de até 45 anos. A taxa de inadimplência em junho deste ano ficou em 1,72%.<br />
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Dos recursos da Caixa para financiamento imobiliário, 49,2% vêm do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e 49,8% são de recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo - SBPE).<br />
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Na opinião do presidente da instituição Jorge Hereda, não há temor de escassez de recursos para o financiamento imobiliário, como o setor de habitação já manifestou. "Estamos equacionados até 2013 e os recursos não vão acabar. A poupança não vai acabar. Se no ano que vem for necessário crescer 30% nesse setor, vamos crescer", disse.<br />
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Hereda afirma que um possível agravamento da turbulência econômica que atinge Europa e Estados Unidos já está em discussão na instituição. <br />
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"Não vamos tomar uma medida prévia e adiantar a crise. Os bancos privados erraram em 2008 ao limitar o crédito e perderam mercado. Vamos cumprir o nosso papel, se o governo precisar", afirmou Hereda.<br />
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A Caixa já analisa outras formas de levantar recursos para o crédito imobiliário. Uma seria a securitização dos ativos imobiliários, ou seja, transformar a dívida de financiamento em títulos comercializados no mercado financeiro. <br />
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Um teste já foi feito com esses títulos, no valor de R$ 250 milhões, para investidores com capital a partir de R$ 10 mil. "Tivemos êxito, com 1,6 mil investidores comprando esses títulos. Foi importante para sentir o apetite do investidor", declarou Márcio Percival vice-presidente de finanças da Caixa.<br />
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Fonte: O Estado de S. Paulo]]></description>
				<pubDate>16/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>A mão vísivel do mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-mao-visivel-do-mercado/193/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1313179003.jpg" /><br /><br />Se o trânsito vive paralisado, o metrô lotado e a poluição é intensa, tudo isso ainda é pouco. Segundo arquitetos, engenheiros e urbanistas que trabalham no mercado imobiliário, São Paulo é pouco adensada e, nos próximos anos, a expansão imobiliária vai aumentar o concentração de pessoas nas regiões da cidade – incluindo nas áreas centrais. Diversos especialistas foram ouvidos durante evento na capital paulista, na noite terça-feira (9), sobre o impacto da operação urbana Água Espraiada para o mercado imobiliário, realizado no Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape).<br />
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Os prognósticos não param por aí: São Paulo tem várias e boas oportunidades de adensamento em locais com boa infraestrutura (leia-se: dentro do centro expandido) e que ainda não foram suficientemente explorados pelo mercado imobiliário. Outro dado: a cidade é muito bem-sucedida em operações urbanas consorciadas, instrumento urbanístico que permite que o poder público municipal crie programas de reurbanização, teoricamente de áreas degradadas ou em subdesenvolvimento, com participação da iniciativa privada – empreiteiras, incorporadoras e imobiliárias.<br />
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Em São Paulo, há quatro operações urbanas consorciadas. Duas foram muito bem sucedidas na visão dos empreendedores, Águas Espraiadas e Faria Lima. A operação urbana Água Branca deixou a desejar para o mercado imobiliário e a operação Centro caminha a passos lentos, travada pelas constantes reclamações de moradores e comerciantes da região da Luz, onde se prevê um grande volume de desapropriações em um bairro regular, por meio do projeto de requalificação da Nova Luz.<br />
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As duas operações campeãs foram pioneiras, na avaliação de especialistas, porque foram lançadas quando o mercado estava interessado nessas áreas.<br />
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Mercado contra interesse social<br />
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O que não é bem visto por empreendedores, pelo menos os presentes na discussão dos impactos das operações urbanas, são as Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis). O mercado tem resistência a Zeis, explicam. O motivo? Não é viável fazer habitação popular. Pelo menos não comercialmente.<br />
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Mas a existência de comunidades como a de Paraisópolis, ao lado do bairro nobre do Morumbi, é bem vista. "Paraisópolis é bem resolvida", conforme o empresariado, porque empregadores e trabalhadores ficam próximos. Ao receituário dos especialistas do mercado imobiliário, adicione-se "um cuidadozinho" oferecido pelo governo e tudo fica bem – "cada um na sua".<br />
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Vozes na plateia lembraram do bom exemplo de uma espécie de Zeis em Londres, na Inglaterra. Porque lá o pessoal é “diferente” e o governo administra os prédios, cobrando alugueis. As pessoas não tem a posse definitiva do local. “Favelados não querem viver em condomínio”, citou outra pessoa da plateia.<br />
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Com uma ou duas vozes discordantes dessa premissa, a plateia reclama da existência de habitações populares onde há operações urbanas. Esses instrumentos urbanísticos são baseados na venda de títulos – os Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) –, que dão sinal verde para a iniciativa privada construir além do permitido pela lei de zoneamento da cidade. Ou, como definiu um urbanista crítico à falta de objetivos claros nas operações urbanas: zonear a lei de zoneamento. <br />
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“É uma autorização para adensar”, define outro ouvinte. “É o pagamento por uma exceção. Construir a mais com pagamento de contrapartida.” Vozes e mais vozes dão sua contribuição ao significado das operações urbanas consorciadas e o que quer o mercado imobiliário com elas.<br />
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Nó<br />
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A questão principal parece estar na tal palavra "consorciada", que em seu significado mais subjacente parece dizer: se eu escolhi essa área para construir e vou comprar Cepacs da prefeitura, porque a população carente tem de estar lá se eu é que estou pagando? Terão alguma dificuldade seus clientes de abrir a janela pela manhã e ver um conjunto habitacional, ou crianças brincando na rua, com materiais improvisados, à moda antiga? Ou será a mentalidade de que só alguns podem viver em um local cotado a R$ 17 mil por metro quadrado?<br />
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A palestra mostrou-se esclarecedora.<br />
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Depois de ouvir, por meses seguidos as opiniões críticas e fundamentadas na falta de compromisso social dessas intervenções urbanísticas de especialistas como Nabil Bonduki, Lucila Lacreta, Kazuo Nakano, Suely Mandenbaum – sem esquecer do blogue de urbanismo da relatora da ONU Raquel Rolnik e testemunhar a opinião de promotores públicos sobre o mesmo assunto, ao longo de intermináveis audiências públicas –, cheguei a minha própria definição de operação urbana: são áreas definidas pela prefeitura e pelo mercado imobiliário, não necessariamente nessa ordem, para investimentos que vão trazer retorno financeiro ao mercado.<br />
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O adensamento, a valorização das áreas e o lucro do mercado imobiliário são certos. Em relação às transformações sociais, urbanísticas e estruturais, fica a dúvida.<br />
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Fonte: Brasil Atual]]></description>
				<pubDate>12/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Comprador da classe C merece atenção</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/comprador-da-classe-c-merece/192/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1313000552.jpg" /><br /><br />O cenário econômico global, aos poucos, vem mudando no século 21. Nações europeias, Japão e Estados Unidos sofreram fortes reveses na década passada, que teve na crise de 2008 seu momento mais dramático.<br />
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Por outro lado, Brasil, Índia, China e Rússia ganham destaque pelo volume expressivo de consumidores internos e pela extensão territorial.<br />
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Formado, predominantemente, por jovens em ascendência profissional e social, nosso País possui demanda para as próximas décadas. A mobilidade social, que propiciou um crescimento de 62% da classe C – um salto de 62,7 milhões de pessoas, em 2005, para 101,6 milhões, em 2010 –, mudou os hábitos de consumo.<br />
<br />
E atender as expectativas desse novo público é mais do que aumentar a escala de produção. Deve-se entender esse novo comprador. Com base em alguns estudos divulgados até o momento, os consumidores da classe C são mais solidários, conforme pesquisa do Instituto Datapopular. Outras características interessantes: a presença feminina como chefe de família é maior nesse segmento e 60% das pessoas passam dicas de compra aos seus conhecidos, contra 20% da classe A.<br />
<br />
Se a empresa não conhecer essas peculiaridades, a divulgação boca a boca de seus serviços ou produtos deixa de ser oportunidade para se transformar em risco, potencializado diante do poder das redes sociais, como blogs, Twitter e Facebook, acessíveis por 18 milhões de pessoas da classe C que usam a internet.<br />
<br />
O cuidado e a atenção com esses consumidores serão fundamentais para a manutenção do ciclo produtivo imobiliário. Mais do que um imóvel, jovens de 25 a 39 anos buscam conforto – mesmo em espaços pequenos, com 45 metros quadrados ou menos –, qualidade e segurança.<br />
<br />
Para atender a 23 milhões de candidatos a compradores de imóveis em 2022, de acordo com estimativas da Fundação Getúlio Vargas, temos de nos preparar. Não somente para lançar e vender bons produtos, mas também para administrar esses novos espaços e mantê-los em excelentes condições de uso, por muitos anos.<br />
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* João Crestana é presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e da Comissão Nacional da Indústria Imobiliária da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção<br />
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Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>10/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Profissional do setor imobiliário terá teste para certificação </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/profissional-do-setor-imobiliario-tera/191/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1312811874.jpg" /><br /><br />Aquela sensação incômoda de que o funcionário do banco não consegue elucidar todas as dúvidas sobre crédito imobiliário pode estar com os dias contados. A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) vai começar a certificar os profissionais que atuam com produtos desse segmento. <br />
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O primeiro teste ocorre no final deste mês e será aplicado a quem trabalha em bancos, securitizadoras e companhias hipotecárias. <br />
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O universo potencial é estimado em cerca de 20 mil pessoas, mas profissionais de áreas correlatas, como corretores de imobiliárias, podem se submeter ao teste. Haverá uma prova nos centros da FGV (Fundação Getulio Vargas) em todo o país para quem lida diretamente com o consumidor final e outra para os que atuam com empresas, como construtoras, por exemplo. Nos primeiros dois anos, a adesão será voluntária. "Depois a certificação começa a ser uma exigência", afirma Luiz Antonio França, presidente da entidade. <br />
<br />
Para o executivo, "por enquanto, não há problemas porque o mercado é pequeno, mas é preciso ter uma padronização mínima" nas informações e procedimentos, destacando a expansão do setor em ritmo acelerado nos últimos anos. <br />
<br />
As operações de crédito imobiliário com recursos da poupança atingiram R$ 37 bilhões no primeiro semestre deste ano, registrando o melhor resultado para esse período na série histórica, iniciada em 1967, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira. Junho, por sua vez, apresentou o melhor resultado mensal da série em valor (R$ 7,78 bilhões) e em quantidade (46,5 mil imóveis). Para todo o ano, a previsão é chegar a R$ 85 bilhões e 540 mil unidades. <br />
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NECESSIDADE <br />
<br />
França diz que a Abecip está antecipando uma necessidade porque o número de profissionais envolvidos vai continuar crescendo."E a operação tem que ser muito clara para o mutuário", completa, lembrando que os consumidores estão pouco acostumados a fazer financiamentos de longo prazo. <br />
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Em 2008, o crédito habitacional representava 2,1% do PIB (Produto Interno Bruto) e a previsão é atingir 4,1% ao final deste ano. Para 2014, a projeção é saltar para 11%. <br />
<br />
O executivo reiterou nesta quarta-feira, em coletiva de imprensa para divulgar os números do setor no primeiro semestre, que já em 2013 os recursos da caderneta de poupança não serão suficientes para financiar todo o potencial de clientes. <br />
<br />
A outra grande fonte de recursos do crédito imobiliário atualmente é o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), com taxas de juros menores --limitadas a 8,16% ao ano mais TR. A linha, no entanto, só está disponível para moradias de até R$ 170 mil e para famílias com renda até R$ 4.900 --valor que será elevado para R$ 5.400 em breve, após a publicação de portaria no "Diário Oficial da União". <br />
<br />
Considerando as duas fontes, os financiamentos chegaram a R$ 49,9 bilhões no acumulado dos seis primeiros meses do ano, com acréscimo de 38%. Em quantidade (645 mil), a expansão foi de 30%. <br />
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Fonte: Folha de S. Paulo]]></description>
				<pubDate>08/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Dicas para comprar o imóvel dos sonhos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/dicas-para-comprar-o-imovel/190/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1312377964.jpg" /><br /><br />Comprar um imóvel é um momento quase mágico para muitas pessoas. Afinal, é garantir a casa própria tão sonhada por toda a vida. Estamos passando por um momento em que o mercado está super aquecido e as ofertas são bem variadas, atendendo a todo tipo de demanda. Sem contar as formas de pagamento que estão cada vez mais facilitadas.<br />
<br />
Mas, antes de dar um passo tão importante, tanto quem está comprando pela primeira vez, quanto quem já está no segundo ou terceiro imóvel, deve ficar atento e seguir algumas dicas que podem ajudar a evitar problemas depois, afinal, não há compromisso financeiro maior do que este. Para te ajudar nesse momento tão importante, Luiz Carlos Kechichian, proprietário da Mirantte Soluções imobiliárias, a principal empresa do ramo na Zona Norte de São Paulo, destacou algumas dicas fundamentais. Anote aí:<br />
<br />
1 – Em primeiro lugar, defina o valor do seu investimento e quais serão as origens dos recursos. Ou seja, se o pagamento será `a vista, sinal ou escritura, financiamento direto com a construtora, financiamento através do SFH, o Sistema Financeiro da Habitação, consórcios e outros. Para cada caso, existe uma forma mais interessante de fechar negócio:<br />
<br />
- Se for direto com a construtora ou por consórcio, o ideal é uma compra programada, em que o comprador não tem a necessidade imediata do uso do imóvel.<br />
<br />
- Se for fazer o financiamento direto com a construtora, será necessário dar um pequeno valor de entrada e o resto será parcelado no decorrer da obra. Fique atento! Nesta fase não serão cobrados juros, apenas a correção do índice do CUB (Custo Unitário Básico) medido pelo Sinduscon (Sindicato da Industria da Construção) e/ou INCC (Índice Nacional da Construção Civil). Em média, levam 3 anos para entrega das “chaves”, e 30% do valor é parcelado até entrega de “chaves”, 20% com recursos próprios na entrega das “chaves” e 50% financiados diretos com a construtora e/ou através do SFH, onde também é possível utilizar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Já na fase, pós “chaves”, se financiado direto com a construtora, incidirá sobre o saldo devedor, juros de 1% ao mês, mais correção através do IGP-M (Índice Geral de Preço Mercado). Se direto com o banco através do “SFH”, juros médios de 10% ao ano, dependendo do valor financiado, mais correção através da TR (Taxa de Referência). O prazo do financiamento pode ser de até 30 anos, e as prestações são pagas através do sistema “SAC”. São decrescentes, mês a mês, o que possibilita fazer uma projeção desde a primeira até a última prestação, assim, o comprador tem uma idéia do custo do valor financiado.<br />
<br />
- Se optar pelos consórcios, é importante saber como funciona. Nesse caso, o maior atrativo é o custo final, onde o comprador paga uma taxa de administração, que gira em torno de 17% a 20%, mais as parcelas mensais. Não é cobrado juros. O valor da cota é atualizado enquanto não é contemplada. A cota pode ser contemplada por sorteio e/ou por lance. Uma vez a cota contemplada, o adquirente vai ao mercado escolher o imóvel dos seus “sonhos”.<br />
<br />
- Financiamentos através do “SFH” (Sistema Financeiro da Habitação) e/ou com recursos próprios, permite a posse e o uso imediato do imóvel.<br />
<br />
2 – Depois desse primeiro passo, com o valor do seu investimento e a forma de pagamento definidas, o comprador vai ter muito mais facilidade para encontrar o imóvel dos seus “sonhos”, procurando uma imobiliária conceituada, no bairro em que pretende adquirir o seu imóvel.<br />
<br />
- Na imobiliária procure profissionais competentes, aptos a esclarecer todas as suas dúvidas e a ajudar a identificar o imóvel que pretende comprar. É importante conferir se tanto a imobiliária, quantos o corretores que trabalham na mesma, são credenciados ao CRECI-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis).<br />
<br />
3 – Na hora de escolher o seu imóvel é fundamental considerar a localização e a proximidade com as facilidades oferecidas pelo bairro, como escola, supermercados, farmácias, padarias, transporte, etc. O ideal é ter tudo próximo, mas não na rua em que vai morar. Não se esqueça também de conhecer as condições das ruas, se acontecem feiras livres ou se ocorrem problemas com a chuva. Evite transtornos no futuro!<br />
<br />
4 – Ao assinar o contrato de compra e venda, é obrigação dos vendedores apresentarem as certidões instrumentárias previstas na Lei 7433/85 e regulamentadas pelo Decreto 93240/86, comprovando a transparência da negociação e que não há nenhum impedimento de ordem legal para a sua concretização.<br />
<br />
São elas:<br />
<br />
DO IMÓVEL<br />
A) – Titulo de propriedade devidamente registrado junto ao Oficial do Registro de Imóveis desta Capital;<br />
B) – Certidão de propriedade atualizada, com negativa de ônus reais, a ser expedida pelo oficial do registro de imóveis desta Capital;<br />
C) – Certidão negativa de tributos imobiliários, a ser expedida pela Prefeitura do Município desta Capital;<br />
D) – Certidão de pagamento das parcelas dos exercícios de 2003, 2004 e 2005, da taxa de resíduos sólidos domiciliares (Taxa do Lixo), a ser expedida pela Prefeitura do Município desta Capital;<br />
E) – Notificação do imposto predial territorial urbano (IPTU) do exercício atual, com as parcelas vencidas devidamente quitadas;<br />
F) – Últimos comprovantes de pagamentos da Sabesp (águas e esgoto); da<br />
Eletropaulo (energia elétrica); dos encargos do condomínio; da Comgás (consumo de gás);<br />
G) – Declaração quanto a inexistência de débitos do condomínio, assinado pelo Sindico, com firma reconhecida, e cópia autenticada da ata de sua eleição (no caso de apartamento)<br />
<br />
PESSOAIS DOS VENDEDORES<br />
A) – Certidão negativa forense dos distribuidores cíveis e da família;<br />
B) – Certidão negativa forense dos executivos fiscais das Fazendas Estadual e Municipal;<br />
C) – Certidões negativas dos 10 (dez) Cartórios de Protestos da Capital;<br />
D) – Certidão negativa forense da Justiça do Trabalho;<br />
E) – Certidão da Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP), do contrato social consolidado, no caso de pessoa jurídica;<br />
F) – Certidão negativa forense de Falências e Concordatas no caso da pessoa jurídica;<br />
G) – Certidão negativa forense do Distribuidor da Justiça Federal;<br />
H) – Certidão negativa da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, conjunta com a Certidão Negativa de Débitos de Tributos e Contribuições Federais;<br />
I) – cópias autenticadas das cédulas de identidade, dos cartões dos CPFs, da certidão de casamento, e comprovante de residência;<br />
<br />
Na eventualidade de qualquer das certidões serem apresentadas com fatos positivos, esta deverá ser acompanhada da respectiva certidão de objeto e pé e/ou esclarecedora, ou cancelamento de protesto.<br />
<br />
Não deixe de conferir todos os documentos e ficar atento à todas essas dicas. Assim, depois de adquirir o imóvel será só aproveitar a sua casa própria, sem surpresa desagradáveis.<br />
<br />
Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>03/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mais de 3% dos sorocabanos moram sozinhos, segundo IBGE</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mais-de-3-dos-sorocabanos/189/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1312204875.jpg" /><br /><br />Sorocaba, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), tem 586,6 mil habitantes, sendo que 19,4 mil moram sozinhos. Os dados levam em conta o censo demográfico de 2010 e mostram que na cidade mais de 3,3 % dos sorocabanos optam por morar sozinho. <br />
<br />
A pesquisa do IBGE aponta ainda que 14,8 mil dos solitários residem em casa e outros 3.928 em apartamento. O restante divide-se entre condomínios, aluguel de um cômodo ou submoradias. Para o economista e professor da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc), Alexander Itria, o aumento de residências com apenas um morador é uma tendência no Brasil e, segundo ele, este é um cenário típico de países em desenvolvimento.<br />
<br />
"A gente vê que com a industrialização houve aumento da facilidade de morar sozinho. Temos uma grande quantidade de opções de alimentos prontos e até o mercado imobiliário está adaptado a este público", comenta Itria. <br />
<br />
Sobre o fato de ser uma característica de países em desenvolvimento, o professor destaca o aumento do poder aquisitivo do brasileiro que também tem experimentado maior escolaridade. "A pessoa que antes precisava dividir apartamento com um amigo ou morar com os pais consegue se sustentar sozinha", pondera ele.<br />
<br />
Com um poder aquisitivo interessante e com poucos gastos com a família, o mercado formado pelos chamados solteiros, é de grande interesse para a economia. Itria destaca o surgimento de produtos vendidos em embalagens menores. "Isto é uma grande sacada. As empresas dão descontos nas embalagens maiores, que são para as famílias e, proporcionalmente, acabam cobrando mais por menos produtos", explica. Este segmento de consumidores, então, torna-se muito lucrativo.<br />
<br />
Embalagens menores<br />
<br />
Nos supermercados, as embalagens menores com menos produtos são chamadas single (solteiro em inglês) e estão cada vez mais presentes nas gôndolas. "Nos últimos anos percebemos o surgimento de muitos lançamentos direcionados especificamente para pessoas que moram sozinhas", pondera o gerente da unidade Árvore Grande do Coop, Augusto Cesar Joaquim. <br />
<br />
"Esta nova realidade reflete tanto nas embalagens e gramaturas como no segmento de comida pronta", diz Joaquim. Ele destaca que este segmento de consumidores também ganha hoje opções para produtos de limpeza e higiene. Como exemplo, o gerente cita marcas de sabão em pó e álcool que oferecem opções de embalagens com 500 gramas.<br />
<br />
O crescimento do número de pessoas que moram sozinhas pode ser facilmente percebido quando o assunto é alimentação. Joaquim destaca o surgimento de novas marcas de comida congelada e o lançamento de porções individuais. No estabelecimento há planos de que seja implantada uma rotisserie em breve. "Por enquanto vemos isto na padaria. Temos embalagens individuais e produtos soltos, que eles também procuram bastante", revela o gerente.<br />
<br />
Fonte: Cruzeiro do Sul]]></description>
				<pubDate>01/08/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Morar bem é uma tendência no Brasil</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/morar-bem-e-uma-tendencia/188/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1311944550.jpg" /><br /><br />Os últimos anos foram marcados pelo aquecimento do mercado imobiliário no Brasil e pelas diversificações para a aquisição dos imóveis pela população. Alguns optaram pela compra de apartamentos e casas financiadas por programas do governo federal e há aqueles que escolheram imóveis mais amplos e investiram economias para alcançar mais conforto. Segundo dados do Secovi (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), foram comercializadas em São Paulo, no mês de dezembro de 2010, 4.960 unidades. De qualquer forma, o que se tornou primordial para os brasileiros foi a aquisição de um espaço para a moradia. Se nas grandes cidades, como por exemplo, São Paulo, ocorreu o aumento no número de imóveis vendidos; outras cidades do interior passaram por uma modificação na paisagem. O mesmo estudo do Secovi aponta que só em São José do Rio Preto, o crescimento foi superior a 4.000% nos lançamentos residenciais. Em março de 2008 foram 80 e em maio de 2010 chegamos a 3.298. - <br />
<br />
Além destes lançamentos, algumas cidades do interior como Pindamonhangaba, Taubaté, Itu, Sorocaba, Indaiatuba e Piracicaba, dentre outras, contam também com a presença de empreendimentos de médio e alto padrão, os loteamentos de luxo. Muitos estão instalados próximos ou em grandes áreas verdes, respeitando aspectos legais, e são equipados com quadras poliesportivas e de tênis, piscinas, portarias com segurança e monitoramento 24 horas, rede wireless, heliponto e lagos para pesca. Há alguns munidos com fiação subterrânea, que, apesar do alto custo, com o passar dos anos será mais utilizada como um diferencial mercadológico e vantagem aos consumidores destes empreendimentos. O que leva o surgimento destes imóveis? Consideramos em um primeiro momento a incontestável qualidade de vida trazida às pessoas, pois conseguirão morar próximo a áreas verdes e se divertir em um mesmo ambiente. Além disso, dependendo da cidade escolhida, terão a facilidade de morar a poucos quilômetros de São Paulo, o que permite a vinda à cidade para estudar, trabalhar, divertir-se ou fazer compras. <br />
<br />
<br />
<br />
Tal fato ocorreu porque as grandes cidades já estão saturadas e não possuem espaços adequados para a construção desses empreendimentos. A realidade é que, há alguns anos, o sonho de muitos era estar nas grandes capitais para estabelecer-se financeiramente. Hoje as pessoas ainda pensam da mesma forma, desejam o mesmo, somado à qualidade de vida, pois tal aspecto interfere diretamente na saúde física e mental e compromete até os anos de trabalho que esta pessoa terá pela frente. Por outro lado, o grande avanço das telecomunicações, notadamente a Internet, possibilita hoje que inúmeras tarefas e trabalhos sejam realizados em qualquer lugar e não apenas em locais próximos fisicamente. Imagine a seguinte situação de um executivo: enfrentar grandes congestionamentos no deslocamento para o trabalho e, ainda assim, morando sem espaço adequado e sem tempo para exercícios físicos e em locais que podem representar insegurança para ele e a família. Em poucos anos o estresse irá tomar conta dele e da família, pois em muitos casos as crianças também não têm espaços adequados e seguros para as brincadeiras, prática de esportes ou convívio com outras. Além disso, morar nestes empreendimentos passa às pessoas a necessidade de manutenção mais efetiva do espaço público, pois em qualquer ação, que pode ser considerada errada, várias outras pessoas são afetadas. É a relação causa e efeito. <br />
<br />
<br />
<br />
Os aspectos positivos não estão direcionados apenas aos moradores dos condomínios. Há outra parcela que se beneficia com empreendimentos de médio e alto padrão. São os donos de áreas, de terras desocupadas ou de sítios que já não são mais ocupados ou utilizados. Agora, podem realizar parcerias com as construtoras e estes donos passam a ter uma participação imediata nos lucros da venda de cada loteamento. O que antes eram espaços sem uso e passíveis de invasões e perdas de dinheiro, se tornam fontes de renda neste cenário. Podemos ver mudanças para o uso das terras do interior. Essas tendências sociais, econômicas e, por que não, culturais, remontam para outro aspecto, o de que ainda é possível que o homem viva em harmonia com a natureza, usufruindo dos seus benefícios, sem afetá-la. O desejável não é, por exemplo, tirar um lago do lugar. Ao contrário, até criar outros e realizar a manutenção efetiva dos mesmos. É tendência, sim, que as moradias nos próximos anos se tornem locais adequados para socialização das pessoas, para melhorar a relação com o ambiente, gerar rendas e, principalmente, para manter ou alcançar a qualidade de vida.<br />
<br />
Fonte: DCI]]></description>
				<pubDate>29/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Momento é propício para comprar imóvel</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/momento-e-propicio-para-comprar/187/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1311600999.jpg" /><br /><br />Quem espera melhores condições de compra para realizar o sonho da casa própria pode estar deixando passar a oportunidade de adquirir sua casa com preço mais atrativo. Para especialistas, a hora de comprar imóvel é agora.<br />
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Mesmo com velocidade de vendas menor nos primeiros cinco meses deste ano, dificilmente o valor das unidades lançadas cairá. "A inflação sobre o custo dos materiais de construção, mão de obra e terrenos não tem previsão de ficar menor nos próximos meses, e esses gastos são repassados ao comprador final", explica o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo, Celso Petrucci. Portanto, a regra é pesquisar muito e pechinchar. "O mercado está propício para isso. As construtoras querem vender."<br />
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E a venda e lançamento de imóveis no Grande ABC segue com vantagem em relação à Capital. Isso porque os preços das unidades comercializadas entre as sete cidades ainda são menores. Enquanto um imóvel de 55 m² e com dois dormitórios custa, em média, R$ 177 mil na região, o mesmo produto é encontrado a R$ 221 mil na Capital. "Isso explica por que a região atrai tantas construtoras de São Paulo. Muitas pessoas que moravam na Capital estão migrando para Santo André, São Bernardo e São Caetano, principalmente. Isso nos mostra que os imóveis na região tendem a continuar valorizando", aponta o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, Luiz Pompéia.<br />
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BOLHA - Apesar da forte valorização do preço dos imóveis nos últimos anos, o Brasil está longe de passar por uma bolha imobiliária. Segundo especialistas consultados pela equipe do Diário, o fenômeno é inviável diante do cenário econômico que o País se encontra. "O mercado nacional não precisa temer pela bolha, como aconteceu nos Estados Unidos. Lá, o setor imobiliário representava 65% do PIB do país. No Brasil é diferente, o setor não chega nem a 5% do PIB. Não vamos quebrar", afirma Pompéia.<br />
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Ele conta ainda que, mesmo com preços altíssimos, ainda há muitos brasileiros à procura da casa própria. "Com a alta demanda, as construtoras aproveitam esse momento para subir os preços e lucrar acima da margem de lucro. Enquanto estiverem vendendo, os valores não vão baixar", explica.<br />
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Outro fator positivo, que espanta os rumores da possível bolha, é o equilíbrio entre o crédito imobiliário e a inadimplência. O índice não ultrapassa 7% dos contratos de financiamento, segundo dados do Banco Central deste ano.<br />
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CENÁRIO - Pompéia acrescenta que antes de 2007 as regras de financiamento eram mais restritas e os preços ficaram um bom tempo estagnados, e depois, com a melhora do cenário e aumento dos prazos, de 20 para 30 anos, as construtoras procuraram ampliar seus ganhos. Mesmo com preços salgados, o economista do Secovi-SP acredita que o setor imobiliário deva crescer entre 5% e 10% pelo menos nos próximos dez anos.<br />
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"Nossos financiamentos estão mais acessíveis a classes de menor renda, com prazos de até 30 anos. Além disso, a renda do brasileiro está crescendo e mais gente tem possibilidade de comprar sua casa. Ainda temos um deficit muito grande no Brasil. É preciso abastecer essa maioria", sinaliza Petrucci.<br />
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Para que isso aconteça, a saída dos empreendedores é comprar terrenos sub-ocupados, áreas industriais desativadas para lançar novos produtos. "É o caso do Espaço Cerâmica, em São Caetano. Uma área antiga e sem utilidade, que vai virar megaempreendimento residencial e comercial", cita o diretor da Embraesp.<br />
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Fonte: Diário do Grande ABC]]></description>
				<pubDate>25/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice, sem dúvida</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-sem-duvida/186/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1311360987.jpg" /><br /><br />Se você tem alguma dúvida sobre compra de imóveis, construção, decoração, ou mesmo sobre outras questões domésticas, aqui é o seu lugar!<br />
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Quais são as principais regras ao se mudar para um condomínio ou loteamento fechado?<br />
• Ter acesso à convenção condominial (caso de condomínios) ou Estatuto Social (caso de loteamentos fechados), juntamente com o Regulamento Interno e demais normas a serem seguidas; <br />
• Atualizar o cadastro junto à portaria e administradora; <br />
• Solicitar para a administradora uma certidão negativa de débitos das taxas condominiais/associativas por escrito da unidade adquirida; <br />
• Procurar conhecer o síndico/diretor/presidente apresentando-se como novo proprietário ou morador para tomar conhecimento de detalhes sobre o condomínio;<br />
• Participar, sempre que possível, das assembleias e reuniões marcadas.<br />
Fonte: Eliseu Martinez Munhoz, gerente de contas da administradora Miliani Serviços, de Sorocaba<br />
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O inverno se aproxima. É possível aquecer o ambiente mudando somente a decoração?<br />
A estação mais fria do ano está chegando e a decoração pode muito bem acompanhar o clima intimista que costuma caracterizá-la. A maneira mais fácil de esquentar o ambiente, seja ele residencial ou comercial, é se valer do uso da paleta de cores. Tons de vermelho e laranja nas paredes, nos móveis ou até em objetos de decoração, dão sensação de conforto. Outra dica é combinar materiais rústicos, como a madeira de demolição e a palha, a outros já existentes no ambiente.<br />
Fonte: Casa e Jardim (Ed. Globo)<br />
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Orquídeas dão ar de requinte, mas esta é uma flor que exige cuidados. Quais as regras básicas para cultivá-las em casa?<br />
Para ter um mini-orquidário em casa é preciso verificar se o local possui as seguintes características: luminosidade (luz do sol algumas horas pela manhã), ventilação (local bem arejado) e umidade controlada (a terra não deve estar muito seca nem com excesso de água). Deve-se atentar à escolha de espécies mais adaptáveis a este local, analisando como vivem na natureza. Após o florescimento da orquídea – sinal de que as condições de cultivo são boas –, ela pode enfeitar outro ambiente. Os cuidados são os mesmos. Pouca ventilação e regas muito frequentes são as causas mais comuns de morte das flores quando retiradas do orquidário. Mudanças bruscas de temperatura devem ser observadas, principalmente do calor para o frio. Para mais informações, acesse o site: www.orquideasdesorocaba.blogspot.com. <br />
Fonte: Miriam Ryuko Tanaka Riyis, associada, e Manoel Riyis Gomes, presidente do Conselho do Círculo Orquidófilo Sorocabano<br />
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Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>22/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>No Banco Pérola o melhor capital é o humano</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/no-banco-perola-o-melhor/185/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1311163669.jpg" /><br /><br />Alessandra França nasceu em uma família humilde do Paraná, filha de pai caminhoneiro e mãe costureira, mas foi vivendo em Sorocaba que encontrou, em plena adolescência, a oportunidade para expandir seus horizontes. Aos 15 anos a jovem conheceu o Projeto Pérola, associação de caráter social dedicada a capacitar jovens e investir em seu potencial. Alessandra não desperdiçou o curso de informática e, em seguida, a bolsa de estudos conquistada para cursar o ensino médio em uma escola particular.<br />
Não parou aí. Ela graduou-se em marketing e fez MBA em gestão de pessoas. Sua forma de retribuir a essa oportunidade que com certeza mudou os rumos de sua vida foi continuar se dedicando ao Projeto Pérola, inicialmente como uma das instrutoras da própria ONG que a atendeu e hoje como coordenadora do Banco Pérola, que concede microcrédito para jovens empreendedores. <br />
Como explica Leonardo Ribeiro Balter, agente de crédito do Banco Pérola, para pleitear um empréstimo o jovem deve atender a algumas exigências. As principais são estar na faixa etária entre 18 e 35 anos e pertencer às classes C, D ou E. Os valores concedidos podem variar de R$ 50 a R$ 50 mil, mas o pagamento precisa ser feito em no máximo sete vezes. Por isso é feita uma avaliação criteriosa da sua capacidade financeira, para honrar o compromisso sem se “enforcar”. <br />
Outra prerrogativa é que o débito seja assumido por um grupo de três a cinco pessoas. Apesar desses critérios e cuidados, o objetivo é desburocratizar o processo e facilitar o acesso ao crédito para um perfil de pessoas que em geral não têm essa possibilidade junto às instituições bancárias tradicionais. Concedido o crédito, o Banco Pérola também faz um acompanhamento sistemático e periódico para verificar a aplicação correta do dinheiro. O sinal de eficiência do modelo adotado é que até agora não houve nenhum caso de inadimplência.<br />
Acompanhe a seguir os principais trechos da entrevista.<br />
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SPLICE MAGAZINE: Seu primeiro envolvimento com o Projeto Pérola  foi como beneficiada, ao fazer um curso de informática. Desde quando está no projeto e qual a importância dessa experiência?<br />
ALESSANDRA FRANÇA: O projeto nasceu em 2000. Estou nele desde 2001, quando fiz parte da segunda turma de alunos. Diria que esse contato foi transformador em minha vida, pois me abriu portas, me fez sonhar e acreditar nos meus sonhos. Antes disso meu mundo era o meu bairro. O curso me fez pensar, consegui cursar uma faculdade.<br />
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SPLICE MAGAZINE: Como foi sua trajetória acadêmica e também no Projeto Pérola?<br />
ALESSANDRA FRANÇA: Primeiro eu consegui entrar como bolsista em uma escola particular de ensino médio. Depois me formei em marketing e em seguida fiz uma especialização em Gestão de Pessoas. Paralelo a isso continuei trabalhando com o Projeto Pérola, inicialmente como instrutora e em 2008 para 2009 eu já era coordenadora. Foi nesse contato com os jovens atendidos nas comunidades que eu percebi que muitos tinham boas ideias, mas elas esbarravam na falta de dinheiro.<br />
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SPLICE MAGAZINE: Como surgiu a ideia de criar o banco?<br />
ALESSANDRA FRANÇA: A ideia de banco de microcrédito não é nova. Aqui no Brasil ela começou a ser aplicada, ainda que de forma insipiente, há 21 anos. Mas o que me referenciou realmente foi o trabalho do bengali Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2006, por ter criado um projeto eficiente de microcrédito em Bangladesh.<br />
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SPLICE MAGAZINE: O diferencial de vocês, no entanto, é focar no público jovem.<br />
ALESSANDRA FRANÇA: Sim. Acredito que esse foi um direcionamento natural, pois já trabalhávamos com o jovem antes, observando seu potencial.<br />
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SPLICE MAGAZINE: É um trabalho ainda em início, uma vez que o Banco Pérola foi lançado em 2009, há menos de dois anos. O quanto vocês estimam crescer?<br />
ALESSANDRA FRANÇA: Nossa equipe de trabalho ainda é pequena, com apenas cinco pessoas nas funções-chave. Mas nós temos a meta de nos estruturar para conseguir atender aproximadamente dois mil jovens em Sorocaba e também expandir para outras cidades onde o Projeto Pérola tem atuação. Pretendemos atingir essa expectativa em cerca de dois anos.<br />
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SPLICE MAGAZINE: Quais os principais desafios para concretizar esses objetivos?<br />
ALESSANDRA FRANÇA: Manter a inadimplência baixa e expandir o número de jovens atendidos. <br />
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Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>20/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Apoio ao terceiro setor é tradição no Grupo Splice</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/apoio-ao-terceiro-setor-e/184/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1310996344.jpg" /><br /><br />A responsabilidade com o próximo e com o meio ambiente é um dos principais valores dos fundadores do Grupo Splice, do qual faz parte a empresa Splice Desenvolvimento Urbano. Por essa razão, agir de forma socialmente responsável está no DNA das suas empresas, que historicamente são comprometidas com o desenvolvimento econômico, social e ambiental da sociedade.<br />
Confiante nessa premissa, o Grupo Splice vem apoiando dezenas de organizações sociais. Para conhecer um pouco melhor estas ações de responsabilidade social, nesta e nas próximas edições da Splice Magazine, você poderá conhecer algumas iniciativas apoiadas.<br />
Uma delas é o ConSePS – Concurso de Seleção de Projetos Sociais, organizado anualmente pela Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS), cuja mantenedora faz parte do Grupo Splice.<br />
O Concurso foi criado em 2006, com o objetivo de dar uma resposta satisfatória às muitas solicitações de doações que vinham sendo recebidas pela instituição de ensino.<br />
Sensibilizadas com os pedidos, as assistentes sociais do CAS – Centro de Atendimento Social da FACENS idealizaram um projeto para prover a doação de materiais para instituições filantrópicas da região. No ano seguinte a ideia foi aprimorada e o projeto recebeu a nomenclatura ConSePS. <br />
O Concurso é aberto a todas as ONGs (Organização Não Governamental), associações sociais e entidades sem fins lucrativos cadastradas no CMDCA – Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, sendo vedada apenas a participação do Poder Público. Os projetos sociais inscritos devem ter ênfase no atendimento aos direitos das crianças e dos adolescentes de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social, sendo aceito apenas um projeto por entidade.<br />
Assim, são selecionados projetos sociais que necessitem de investimentos para ampliar ou melhorar a qualidade das ações dirigidas ao público infanto-juvenil.<br />
Desde seu surgimento, o ConSePS já beneficiou 13 projetos. <br />
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Projetos beneficiados pelo ConSePS<br />
2007<br />
AMAS (Associação Amigos dos Autistas de Sorocaba) - Projeto: “Inclusão Digital no Mundo do Autista”; Associação Educacional e Beneficente Vale da Benção - Projeto: “Descobrindo Sorocaba”; Doce Lar do Menor Irmã Rosália - Projeto: “Curso de Panificação, Confeitaria e Culinária”.<br />
2008<br />
AMAS (Associação Amigos dos Autistas de Sorocaba) - Projeto: “AMATE- Oficina Terapêutica Artesanal”; Associação Pró-Ex de Sorocaba - Projeto: “Playground Especial”; COESO (Centro de Orientação e Educação Social) - Projeto: “Fan Cultural”.<br />
2009<br />
APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Sorocaba) - Projeto: “Porta para o Conhecimento”; Associação Bethel Casas Lares - Projeto: “Nossa Sala Organizando Nossas Vidas”; Fundação Melaine Klein de Educação Especial - Projeto: “Reabilitação”.<br />
2010<br />
AFISSORE (Associação dos Fissurados Lábio-palatais de Sorocaba e Região) - Projeto: “Cárie Zero - Sorriso Dez”; ASAC (Associação Sorocabana de Atividades para Deficientes Visuais) - Projeto: “Criança Visão Total”; Associação Bethel Casas Lares - Projeto: – “COMvivendo minha história”; Centro Social São José - Projeto: “De mãos dadas com a Harmonia”.<br />
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Instituições premiadas podem concorrer com novos projetos no ano seguinte. A FACENS divulga o edital em seu site www.facens.br, através do CMDCA e enviando correspondência para as entidades.<br />
No futuro a FACENS pretende ampliar as ações do Concurso, de modo a envolver seus alunos nesse processo, estimulando e contribuindo para a consciência da responsabilidade social desses jovens. <br />
Após cada edição, a equipe organizadora avalia o processo e o impacto na população atendida. Em uma dessas avaliações foi identificada a dificuldade das entidades assistenciais em descrever objetivamente seus projetos. A partir disso, em 2008, uma parceria entre o Sebrae e a FACENS permitiu treinar e ajudar as instituições candidatas na elaboração de seus projetos. O trabalho resultou numa cartilha, o “Roteiro de Apresentação de Projeto Social”, hoje difundido entre todos os participantes.<br />
A escolha dos projetos vencedores é feito por um corpo de cinco jurados convidados, desvinculados da FACENS e sua mantenedora, para garantir sua isenção. Cada um dos três primeiros colocados recebe valor equivalente a R$ 10.000,00, convertidos nos materiais apropriados para a concretização do projeto apresentado. Os contemplados são depois visitados por representantes da FACENS, que constatam a correta utilização do material doado.<br />
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Fonte: Splice Magazine nº 05]]></description>
				<pubDate>18/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Ciclovias e parques: para onde (e por onde) ir</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/ciclovias-e-parques-para-onde/183/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1310737789.jpg" /><br /><br />O que vem à mente quando falamos de qualidade de vida? Um bom emprego, casa para morar e condições financeiras para sustentar a família são, provavelmente, as três prioridades. Ultimamente, no entanto, o termo também se associa às ideias de sustentabilidade, saúde e bem-estar. A boa notícia para quem mora em Sorocaba é que, segundo o ranking IFDM (Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal) de 2010 a cidade ocupa a 29ª posição entre os 645 municípios do Estado de São Paulo.<br />
A boa colocação não ocorre por acaso. Afinal, além das inegáveis conquistas econômicas e avanço no desenvolvimento industrial recente, uma série de iniciativas têm estimulado a prática de atividades físicas dos munícipes, o que contribui para sua saúde e, consequentemente, qualidade de vida.<br />
Entre essas novas medidas está a construção e manutenção de parques, e a elaboração de um plano cicloviário municipal. Esses espaços propiciam a prática de esportes e mesmo a simples contemplação da natureza.<br />
 <br />
Rodas, para que te quero                                                            <br />
Sorocaba possui hoje a segunda maior ciclovia do país (Rio de Janeiro possui a maior), são 70 quilômetros de extensão com pistas específicas para os ciclistas e padrão de pintura vermelha, sinalização viária com placas e pintura, calçada para caminhada, sistema de iluminação e paisagismo, com gramado, arbustos e arborização. O projeto da ciclovia nasceu de outros dois já instalados em Sorocaba, o “Cidade Saudável” e o “Cidade Educadora” e prevê a ampliação da ciclovia para 100 quilômetros de extensão até o fim de 2012 e a instalação de bicicletários públicos. <br />
Os trechos mais belos da pista para bikes encontram-se no Parque das Águas e no Parque dos Espanhóis – ambos na Zona Leste da cidade – e no Parque “Carlos Alberto de Souza”, no bairro Campolim – Zona Sul. Um programa do governo municipal, o Pedala Sorocaba, também promove passeios e outras ações recreativas e culturais, inclusive passeios ciclísticos noturnos.<br />
<br />
Espaços de lazer                                                            <br />
Já os seus parques municipais são um capítulo à parte. Com 21 pontos espalhados por toda a cidade, os parques representam, para muitas famílias, uma das poucas opções de lazer acessíveis. Por isso é importante que sejam mantidos bem cuidados e equipados com brinquedos, circuito fitness, entre outros recursos.<br />
A Unidade de Preservação Governador Mário Covas, no Cajuru, e a Reserva Florestal Bráulio Guedes da Silva, próximo à Avenida São Paulo, são áreas fechadas para visitação do público, mas que resguardam a natureza e contribuem para a boa qualidade do ar. Já o Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros” é reconhecidamente um dos mais bem equipados zoológicos da América Latina, enquanto o Parque da Biquinha tem sido cenário de muitas ações de educação ambiental, voltadas principalmente para o público infantil.<br />
Mas o certo é que, esteja onde estiver, nos quatro cantos da cidade há vários parques que inspiram momentos de recreação ou, simplesmente, contribuem para embelezar a paisagem local.<br />
Como pode ver, são muitos os motivos para não ficar parado em casa e aproveitar as opções de lazer ao ar livre em Sorocaba.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>15/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Belas artes inspiram Atelier Vila Romana</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/belas-artes-inspiram-atelier-vila/182/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1310561518.jpg" /><br /><br />Quando um projeto é inspirado em belas obras de arte, o resultado só pode ser magnífico. Assim se define o Atelier Vila Romana, empreendimento com assinaturas de premiados parceiros – Splice, Rossi e Paulo Mauro Construtora. Localizado em bairro homônimo em São Paulo, a tradicional e acolhedora Vila Romana, a estética e o ritmo de vida locais contribuem para tornar a região um dos poucos e privilegiados recantos paulistanos com jeito de cidade do interior. <br />
Cercado por esse ar tranquilo, mas próximo dos centros pulsantes da cidade, o residencial vertical reúne a praticidade e o conforto de se morar no coração econômico do país ao requinte de sua arquitetura e projeto paisagístico.<br />
A Vila Romana proporciona fácil acesso às marginais Tietê e Pinheiros e está próxima de bairros nobres, como o Alto de Pinheiros, City Lapa, Butantã, Pompéia e Perdizes, a poucos minutos da USP,  de grandes shopping centers e hipermercados, cercado por excelentes opções de lazer e gastronomia.<br />
O projeto residencial foi pensado para trazer o máximo de privacidade, com a divisão de três grandes edifícios, que levam os sugestivos nomes de Aquarela – dois deles – e Galeria. <br />
Oferece ainda a estrutura de um verdadeiro clube, com piscinas, academia com sala de ginástica e fitness, cinema, sala de jogos, salão de festas adulto e infantil decorados e equipados, estação de estudos e até um charmoso orquidário.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>13/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/65/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1310561608.jpg"><br /><br />Editoria Mais Cruzeiro, coluna Presença.]]></description>
				<pubDate>13/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>O nome é Boa Vista, mas pode chamar de “boa vida”</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/o-nome-e-boa-vista/181/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1310395046.jpg" /><br /><br />"Procuramos projetar lugares onde as aspirações humanas encontrem abrigo e condições de se tornarem reais”, afirma o arquiteto Celso Primi, um dos sócios da empresa Primi&Appoloni Arquitetura e autor do projeto Boa Vista Praças Residenciais, em Sorocaba. O novo empreendimento, a propósito, torna concreta essa aspiração.<br />
O Boa Vista é um condomínio horizontal e fechado, formado por edifícios de cinco andares, cercados por praças, um belo projeto paisagístico e ampla estrutura de lazer, que inclui piscinas adulto e infantil, quadra recreativa, churrasqueira, playground, pergolado, salão de festas e equipamentos de fitness externos. <br />
Toda essa estrutura e mais a arquitetura dos edifícios foram pensados para proporcionar aos moradores sensação de aconchego e muito conforto.<br />
Trata-se do novo conceito em moradia que a Splice Desenvolvimento Urbano, em parceria com a Rossi, vem consolidando em vários projetos de sucesso, denominados Praça Residenciais (leia matéria na página 7).<br />
O objetivo é estimular um novo jeito de viver, reunindo o que há de mais avançado em termos de projeto arquitetônico e uso de materiais ao resgate dos valores humanos proporcionados pela vida em comunidade, como era comum nas pequenas vilas e cidades interioranas. <br />
Outro ponto essencial do projeto é o baixo custo de manutenção aliado ao alto padrão de qualidade e excelência, uma marca dos empreendimentos Splice e Rossi.<br />
A escolha do local também foi importante. O Boa Vista está localizado no bairro Alto da Boa Vista e concentra outros empreendimentos das incorporadoras parceiras justamente por configurar um dos novos eixos de desenvolvimento da cidade. Ele está estrategicamente próximo aos principais acessos à cidade, as vias Raposo Tavares e Castello Branco, e se avizinha de referências como a Prefeitura, a Biblioteca e o Teatro Municipais, a sede regional do Ciesp, os fóruns e grandes faculdades. Também está a poucos minutos do centro da cidade e dos mais importantes centros de compras, como o Shopping Esplanada e Villàggio Shopping. No bairro Alto da Boa Vista encontramos importantes condomínios residenciais, entre eles o Encanto Praças Residenciais, também da parceria Splice e Rossi, e o loteamento fechado Residencial Colinas do Sol.<br />
O projeto possui 200 unidades com 63 m² e 73 m² de área privativa. Os apartamentos possuem dois ou três dormitórios com suíte e a opção de uma ou duas vagas de garagem. <br />
O condomínio conta ainda com portaria única, que funciona 24 horas, o que proporciona mais segurança aos moradores. Sua imagem mais perfeita é a de uma ilha de tranquilidade cercada de conveniências por todos os lados.<br />
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VOCÊ SABIA?<br />
• Que todas as áreas de lazer do Boa Vista Praças Residenciais serão entregues equipadas e decoradas?<br />
• Que todos os prédios do Boa Vista são edifícios de cinco andares, que possuem elevadores?<br />
• Que além das muitas opções oferecidas pela área de lazer do condomínio é possível ir à pé do empreendimento até a sede da Prefeitura e usufruir do amplo espaço externo do Paço Municipal para fazer caminhadas, andar de bicicleta e realizar outras atividades recreativas?<br />
• Para oferecer mais segurança a área onde estão localizadas as piscinas é toda cercada por grades?<br />
• Outro detalhe pensado que garante mais segurança nas piscinas é sua borda arredondada e de material antiderrapante?<br />
• Que o salão de festas é equipado com churrasqueira, banheiros e entregue decorado?<br />
• Que existe um espaço fitness na área externa do condomínio, para você e sua família poder se exercitar ao ar livre?<br />
• Que os telhados se projetam sobre as fachadas, protegendo a pintura contra o escorrimento de água das chuvas, aumentando sua durabilidade?<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>11/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mais que um empreendimento, um verdadeiro privilégio</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mais-que-um-empreendimento-um/180/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1310151955.jpg" /><br /><br />O Residencial Mont Blanc alcançou pleno sucesso em seu lançamento, já que trouxe um novo conceito de moradia e lazer, aliando as vantagens de uma das áreas mais nobres de Sorocaba à tranquilidade de um loteamento fechado.<br />
A parceria entre o empresário Sérgio Cepellos e a Splice gerou crescimento ao redor do Mont Blanc, que apresenta características marcantes e fundamentais de um loteamento residencial de alto padrão. Conforto, privacidade, exclusividade e sofisticação são alguns dos adjetivos do residencial. “Não queríamos fazer nada parecido com o que encontrávamos na cidade, pois a concepção era diferente. O projeto era inovador, reunindo requinte e qualidade de vida aos moradores”, diz Cepellos.<br />
A localização é privilegiada, está próximo ao bairro Campolim, com praticidades como o Esplanada Shopping, excelentes bares e restaurantes e a possibilidade de passeios ao ar livre no Parque Campolim.<br />
As áreas comuns foram planejadas para reunir moradores, amigos e familiares. Para a fisioterapeuta e professora universitária Marion Vecina, é a concretização de um sonho. “Aqui no Mont Blanc consegui com que minha filha tivesse a mesma infância que eu tive e que a prática de esportes se tornasse ativa para nós”, conta.<br />
A infraestrutura do local contempla praças temáticas – como a Praça do Fogo e a Praça de Leitura –, espelho d’água, bosque com trilha para caminhada, playground, quadra poliesportiva, de tênis, vôlei de areia e futebol. Os espaços de convivência tornam o ambiente residencial convidativo e aconchegante.<br />
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Pioneirismo<br />
Quando lançado, o Residencial Mont Blanc foi um marco de pioneirismo na região, em virtude do progresso proporcionado pela Splice, já que a Avenida Adolpho Massaglia (Estrada da Vossoroca) – antes sem pavimentação – recebeu asfalto e passou a contar com novos empreendimentos. Na ocasião da entrega do Mont Blanc, as altas expectativas dos novos proprietários foram confirmadas pelo excelente padrão de moradia.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine nº5]]></description>
				<pubDate>08/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Em busca de segurança</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/em-busca-de-seguranca/179/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1309962217.jpg" /><br /><br />O fato de regiões como Sorocaba e outras no interior paulista atraírem mais moradores, até da capital, sinaliza seu ritmo acelerado de desenvolvimento, mas gera preocupações, como a segurança pública.<br />
A atenção dada por especialistas da área confirma essa visão: o crescimento populacional torna os centros urbanos mais vulneráveis à criminalidade.<br />
Felizmente esse não é um caminho sem volta e há formas de atuar preventivamente. Uma das primeiras providências é mapear a situação. <br />
Segundo dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo, a maioria dos casos de invasão a prédios e residências (82%) acontecem entre 18h e 6h, quando moradores chegam em casa ou saem para trabalhar. Os objetos mais procurados são eletroeletrônicos (88%), dinheiro (81%) e joias (59%), com informações do Secovi-SP – Sindicato da Habitação.<br />
Buscando mais proteção, muitos têm optado por se mudar para condomínios fechados. Para que a medida realmente ofereça segurança, o diretor do Grupo Única Deny Alexandre Henare da Silva, fala que recursos como câmeras de vigilância e cerca elétrica somente não bastam. “O uso da tecnologia é importante, responsável por no máximo 35% a 40% de segurança. O restante está no comportamento humano e na adoção de medidas preventivas”, afirma.<br />
<br />
Fator de risco<br />
Como explica o diretor da empresa, que há dez anos atua no ramo, o fator humano vale para os funcionários da segurança, que precisam estar bem treinados e capacitados, e para os moradores, que devem seguir à risca as normas de segurança do condomínio. “Não adianta achar que as regras valem só para seus vizinhos.”<br />
Silva compara a Sorocaba de hoje com a cidade norte-americana de Chicago do século 19, que se desenvolveu muito rápido, após a industrialização.<br />
Uma oportunidade para se informar sobre segurança será oferecida por evento do Grupo Única, o 1º Encontro sobre Segurança e Sustentabilidade, que acontece no dia 29 de junho, das 14h às 22h, no Cadoff Eventos. Entre os palestrantes, o especialista em segurança pública e consultor do grupo Cesar Caracante. O Cadoff fica na Rua Aparecida, 1470, e as palestras têm início às 18h, com entrada franca.<br />
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Fonte: Splice Magazine nº 05]]></description>
				<pubDate>06/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Praças residenciais, um novo conceito</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/pracas-residenciais-um-novo-conceito/178/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1309791027.jpg" /><br /><br />O nome Encanto Praças Residenciais não poderia ser mais apropriado. Seu aspecto acolhedor se mostrou fascinante para o público. “Procurávamos um apartamento quando encontramos a obra do futuro empreendimento Encanto. Ficamos encantados pelos apartamentos de cinco andares com elevadores”, conta o comerciante Alexandre Arantes. No evento de entrega, ele e sua esposa Marta Coelho Lobo Arantes estavam entre os mais sorridentes novos proprietários. E, quando se mudarem, a família terá aumentado: o casal aguarda ansioso os primeiros filhos, os gêmeos Nicolas e Lorena, o que torna a escolha da nova moradia mais especial. As crianças serão bem recebidas, pois além do conforto do apartamento, com suíte e terraço com churrasqueira, a área de lazer é ampla. Há piscinas, adulto e infantil, playground, salão de festas e quadra esportiva. As praças ajardinadas são locais propícios para o convívio.<br />
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Convivência em harmonia<br />
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Outra futura moradora entusiasmada com o projeto paisagístico é a administradora de empresas Rita Barbosa, prestes a se mudar da capital paulista em busca da tranquilidade no novo condomínio. “Vim para Sorocaba e descobri o Encanto. Me dispus a assumir a função de síndica para promover a convivência mais harmoniosa possível entre todos. Vou me empenhar para que nossos vizinhos formem uma grande família, pois é um lugar que inspira vida e alegria.”  Esse mesmo conceito, projetado no Encanto, se repete em outros empreendimentos da Splice e Rossi, o Verano, recentemente entregue em Piracicaba, e o lançamento Boa Vista Praças Residenciais, projeto com a mesma excelente localização, com a praticidade do bairro Alto da Boa Vista. As faculdades Facens, Fatec e Unip, a Biblioteca e o Teatro Municipal, restaurantes, espaços como o Clube de Campo e o Paço Municipal com ciclovias e pistas de caminhada, além da proximidade com as principais rodovias de acesso à cidade, Raposo Tavares e Castello Branco. Todos os edifícios possuem até cinco andares e projeto arquitetônico e paisagístico convergindo para praças que convidam ao relaxamento. A área de lazer é o ponto central e a área útil dos apartamentos é inteligente e funcional.  “O conceito de moradia das Praças Residenciais trazem a Sorocaba a possibilidade de manter viva uma das boas características interioranas, o bom convívio em comunidade”, afirma o diretor da Splice Desenvolvimento Urbano Araldo Marcondes.<br />
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Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>04/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mais um projeto de encantar os olhos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mais-um-projeto-de-encantar/177/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1309790802.jpg" /><br /><br />A recente entrega das unidades do Encanto Praças Residenciais superou as expectativas do empresário Eduardo Rainha, proprietário do terreno onde foi constituído o empreendimento e parceiro da Splice e Rossi nesse projeto.<br />
“Conheci a parceria Splice e Rossi na noite de lançamento do condomínio empresarial Praça Maior e fui surpreendido com o seu sucesso imediato e absoluto”, conta Rainha, que  viu todas as unidades do empreendimento serem vendidas naquela única noite. Isso motivou uma parceria com as incorporadoras para um novo e excelente negócio. <br />
Localizada em uma das principais vertentes de crescimento da cidade, o Alto da Boa Vista, a propriedade do empresário, de 14.862 m², seria o local perfeito para um projeto inovador pensado e preparado para pessoas que valorizam qualidade de vida e o acesso às redes urbanas. Ali, hoje temos o Encanto Praças Residenciais, um empreendimento com características únicas e arquitetura diferenciada, assinada por Celso Primi.<br />
O empreendimento oferece 150 apartamentos com áreas úteis variando entre 56 m², 74 m² e 83 m², com plantas que podem ter dois ou três dormitórios com suíte e até duas vagas na garagem. Além de sistema de vigilância com segurança 24h e portaria, dos 14.862 m² de terreno, 3.020 m² foram destinados a área verde e 1.200 m² ao lazer, com espaço de integração completo com quiosques, churrasqueiras, playground, piscinas adulto e infantil, pista de cooper, quadras poliesportivas e estação de ginástica. <br />
“A sensação é muito boa. Posso dizer que foi um empreendimento de muito sucesso e todos os objetivos desta parceria foram alcançados. É muito bom saber que temos empresas e empresários muito sérios atuando em nossa cidade, que conhecem as necessidades do mercado local e estão comprometidos com o crescimento de Sorocaba. Parabéns a todos que participaram deste empreendimento”, conclui Eduardo Rainha, mostrando-se feliz com todo esse sucesso.<br />
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Fonte: Splice Magazine nº05]]></description>
				<pubDate>01/07/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Universitários movimentam setor imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/universitarios-movimentam-setor-imobiliario/176/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1309374533.jpg" /><br /><br />Segundo dados da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), 20% dos jovens brasileiros estão na universidade, enquanto no Chile o percentual é de 43% e na Argentina 61%. Mesmo assim o número de universitários aqui no Brasil cresceu mais de 46% nos últimos seis anos, atingindo a marca de 6,5 milhões de estudantes. “Este crescimento influencia direta e indiretamente vários setores econômicos, como o imobiliário”, aponta Bárbara Silva Freitas, diretora financeira e administrativa da Primar Administradores de Bens.<br />
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Os estudantes buscam conquistar a sua vaga nas melhores universidades e muitos acabam tendo que mudar de cidade ou estado para dar continuidade aos estudos. Outros mesmo dentro da própria cidade optam por se mudar para bairros mais próximos da faculdade, reduzindo os custos com transporte e o tempo gasto durante o deslocamento. “Às vezes o aluguel fica um pouco mais caro do que o gasto com transporte, mas a comodidade de morar próximo a faculdade acaba compensando”, ressalta.<br />
<br />
Os meses de janeiro, fevereiro e julho são os preferidos dos universitários para buscar um imóvel. Antes era comum vários estudantes dividirem um mesmo espaço, as famosas repúblicas, mas a falta de privacidade e a desordem comum nestes locais fez com que muitos desistissem de morar em grupo. “Hoje ou eles moram sozinhos ou dividem o aluguel com algum parente, amigo ou colega muito próximo”, afirma.<br />
<br />
O contrato de aluguel neste tipo de situação é o padrão, com duração de pelo menos 30 meses e cobrança de multa proporcional em caso de rescisão. “Não é possível determinar uma duração diferenciada, como nas locações de temporada. Como os estudantes são mais instáveis e durante a faculdade podem mudar de curso ou e ir morar com outro colega, por exemplo, é possível através de negociação propor a inclusão de uma cláusula no contrato que reduza ou dispense a multa rescisória”, explica.<br />
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O fator que mais influencia a escolha do imóvel pelos universitários é a proximidade com o local de estudo, já que eles precisam sair muito cedo ou chegar tarde da noite em casa. “Uma dica é analisar a vizinhança e verificar se há bares, obras, trânsito pesado ou qualquer outra situação que possa atrapalhar a tranquilidade durante os momentos de estudo. No caso de imóveis mobiliados, fique atento a descrição de tudo o que está no contrato e verifique o estado de cada item”, recomenda.<br />
<br />
Quando os estudantes decidem dividir o aluguel, é preciso atenção com relação ao contrato. Se ele for feito apenas no nome de uma pessoa, esta será a responsável legal pela locação. “Ao deixar a casa é importante que o contrato seja alterado e fique no nome de alguém que continuará no imóvel. Pois mesmo que o estudante não esteja mais morando na casa ou apartamento, ele pode responder judicialmente se algum problema acontecer e ele estiver como inquilino”, alerta.<br />
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Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>29/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Caixa inicia 2ª fase do Minha Casa, Minha Vida na próxima semana</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/caixa-inicia-2-fase-do/175/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1309373098.jpg" /><br /><br />A portaria com a regulamentação técnica da segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida deve ser definida pelo governo até a próxima segunda-feira, segundo o diretor de Habitação e Infraestrutura da Caixa, Teotônio Rezende. Com a publicação da portaria, a Caixa já poderá começar a trabalhar na segunda fase do programa, lançada no último dia 16 pelo governo. <br />
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Em entrevista à Agência Brasil, o diretor informou que a regulamentação foi discutida internamente pela Caixa e seguiu para análise dos ministérios das Cidades e do Planejamento. <br />
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A segunda fase do programa prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais, número que ainda pode ser ampliado em 600 mil a depender do andamento do programa. Serão investidos R$ 125,7 bilhões. <br />
<br />
De acordo com Rezende, a portaria irá formalizar questões técnicas do programa, como a definição de valores máximos dos imóveis para cada cidade. <br />
<br />
Segundo ele, o volume de novas contratações de crédito habitacional da Caixa, até o dia 17 de junho, chegou a R$ 30,8 bilhões, um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2010 (R$ 29,6 bilhões). <br />
<br />
"Quando se compara com o ano passado, estamos quase no mesmo nível. Mas isso acontece porque no início do ano passado, operamos com quase todas as linhas, inclusive com a faixa um [até três salários mínimos] do Minha Casa, Minha Vida", afirmou. <br />
<br />
A Caixa está aguardando a regulamentação da segunda fase do programa, para iniciar a operação com a primeira faixa de renda (até R$ 1,6 mil por mês na área urbana) neste ano. Segundo Rezende, na comparação com 2010 (excluídos os resultados referentes à primeira faixa de renda), o crescimento do crédito imobiliário da Caixa este ano é 17%. A expectativa da Caixa é fechar este ano com R$ 81 bilhões de novas contratações de crédito habitacional. <br />
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Fonte: Folha.com.br]]></description>
				<pubDate>27/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Diário de Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-diario-de-sorocaba/64/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1309803356.jpg"><br /><br />Coluna Diário nas Empresas destaca lançamento dos empreendimentos Infinita e Mistral Campolim.]]></description>
				<pubDate>26/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/63/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1309803294.jpg"><br /><br />Coluna Simone Sanches destaca lançamento dos empreendimentos Infinita e Mistral Campolim.]]></description>
				<pubDate>25/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Ipanema</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-ipanema/62/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1309803227.jpg"><br /><br />Coluna Ale Scapol destaca lançamento dos empreendimentos Infinita e Mistral Campolim.]]></description>
				<pubDate>25/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal VGV</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-vgv/61/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1309962262.jpg"><br /><br />Site publica release sobre lançamento dos empreendimentos Infinita e Mistral Campolim.]]></description>
				<pubDate>22/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Rossi e Splice lançam dois empreendimentos de alto padrão</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/rossi-e-splice-lancam-dois/174/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1309373151.jpg" /><br /><br />A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, e a Splice Desenvolvimento Urbano lançaram no último dia 14, em Sorocaba, o Infinita e o Mistral, dois empreendimentos de alto padrão, em Campolim, bairro mais valorizado da cidade e que experimenta um momento especial de crescimento.<br />
O Mistral Campolim apresenta duas torres, disponibilizando 120 unidades, com uma área de lazer completa. Os apartamentos serão oferecidos nas opções de 121 metros quadrados, que oferecem plantas de quatro dormitórios com duas suítes ou três suítes e home theater. As unidades de 87 metros quadrados possuem três dormitórios com uma suíte. Todos os imóveis são compostos por varanda gourmet.<br />
Já o Infinita Campolim terá torre única com 42 apartamentos de 167 metros quadrados, sendo quatro dormitórios com duas suítes ou três suítes e home theater, também com varanda gourmet.<br />
Os empreendimentos possuem complexos de lazer completos, com atrativos como piscinas e deck molhado, brinquedoteca, quadra esportiva, espaço fitness, sauna e pergolado, entre outros. Todas as áreas comuns serão entregues equipadas e decoradas. <br />
As portarias terão funcionamento 24 horas e as unidades, acesso independente para a área de serviço, garantindo mais privacidade e segurança. Ambos os empreendimentos possuem fachadas de arquitetura moderna, assinadas pelo escritório Primi & Appoloni, e projeto paisagístico de Marcelo Novaes. <br />
Infinita e Mistral Campolim são os lançamentos mais aguardados da região para quem busca morar ou investir em um empreendimento de alto padrão, que oferece conforto e qualidade aliados a um alto potencial de valorização.<br />
<br />
Plantão de Vendas Infinita e Mistral<br />
Endereço: Rua Ana Carmela Jurado Ferro, s/n, próximo ao Objetivo Portal da Colina<br />
Horário: 09h às 19h <br />
]]></description>
				<pubDate>20/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Ipanema</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-ipanema/58/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1307638802.jpg"><br /><br />Jornal publica release sobre o lançamento do Jardim Residencial Guaporé, na editoria Espaço Empresarial.]]></description>
				<pubDate>04/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Bom Dia Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-bom-dia-sorocaba/57/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1307638730.jpg"><br /><br />Jornal comenta, em coluna da Jak Catena, sobre o lançamento do Jardim Residencial Guaporé.]]></description>
				<pubDate>02/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Boa Vista Praças Residenciais é o mais recente empreendimento da parceria Splice e Rossi e reúne qualidade e lazer na mais nova região de desenvolvimento de Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/boa-vista-pracas-residenciais-e/172/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1306943429.jpg" /><br /><br />Em uma parceria de sucesso Splice Desenvolvimento Urbano e a Rossi acabam de lançar mais um empreendimento imobiliário em Sorocaba, o Boa Vista Praças Residenciais.<br />
<br />
Reafirmando a aposta no potencial de crescimento desta região, o bairro escolhido para receber a nova incorporação é o Alto da Boa Vista, localização que concentra outros empreendimentos das Incorporadoras parceiras. Ele está estrategicamente próximo aos principais acessos à cidade, as vias Raposo Tavares e Castello Branco, e a poucos minutos do centro. E se avizinha de referências como a Prefeitura, estruturas de lazer como as pistas de caminhada, ciclovias,  Biblioteca e Teatro Municipais e também ao lado de excelentes restaurantes, da sede regional do Ciesp, dos fóruns e de grandes Faculdades. No Bairro do Alto da Boa Vista encontramos importantes condomínios residenciais como o Encanto, também da parceria Splice e Rossi, o loteamento fechado Residencial Colinas do Sol , Lago da Boa Vista, Saint Claire e Villa Azul.<br />
<br />
O projeto possui 200 unidades com 63 metros quadrados e 73 metros quadrados de área privativa, distribuídas em 10 torres de cinco andares. Os apartamentos são divididos em dois tipos: dois dormitórios e três dormitórios com uma suíte e a opção de uma ou duas vagas de garagem. <br />
<br />
O conceito Praças Residenciais atende a quem busca satisfazer sua necessidade de moradia com um diferencial, resgatar a tranquilidade e modo de vida típicos das pequenas cidades do interior. Por isso mesmo os espaços de lazer e as praças foram pensados e planejados para estimular o convívio entre os moradores e integram piscina adulta e infantil, quiosque com churrasqueira, fitness externo, quadra recreativa e playground. <br />
<br />
Além disso, todos os apartamentos possuem terraço com churrasqueira.<br />
<br />
Como resultado o empreendimento oferece excelente qualidade de vida e lazer combinada com um baixo custo de manutenção.<br />
<br />
O condomínio é fechado com portaria única que funciona 24 horas, o que proporciona mais segurança aos moradores.<br />
<br />
Fonte: Assessoria de imprensa Splice/Rossi]]></description>
				<pubDate>01/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal Sorocaba Fácil</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-sorocaba-facil/56/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1307638660.jpg"><br /><br />Site dá matéria sobre lançamento do Boa Vista Praças Residenciais.]]></description>
				<pubDate>01/06/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi preparam mais dois lançamentos de alto padrão para a região do Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-e-rossi/173/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1306943391.jpg" /><br /><br />Um espaço privilegiado e reservado no coração do Campolim já está urbanizado e preparado para receber os dois novos grandes empreendimentos da parceria entre Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi.<br />
 <br />
O Jardim Residencial Guaporé, como deverá se chamar, está situado próximo ao Parque Campolim, entre o Portal da Colina e Jardim Judith, e foi planejado para se tornar mais um endereço nobre em Sorocaba, pois está perto de tudo que um bairro como o Campolim oferece, como conveniências, sofisticadas padarias, excelentes supermercados, os melhores bares e restaurantes, Shopping  Center, bancos, espaço de lazer com pistas de caminhada, ciclovias e amplas áreas verdes. Além, é claro, do fácil acesso às rodovias Raposo Tavares e Castello Branco.<br />
<br />
Até o momento mais de 140 milhões já foram investidos pela parceria no desenvolvimento na região. A expectativa é que o novo projeto siga a trilha de sucesso do Dueto e do Reserva Campolim, empreendimentos que também levam a assinatura Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi Residencial e que estabeleceram um novo conceito de moradia na cidade. Mais que um empreendimento, esse novo projeto propõe um estilo de vida, que atenderá à demanda crescente do público de alto padrão nesta área.<br />
<br />
Fonte: Assessoria de imprensa Splice/Rossi]]></description>
				<pubDate>30/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal Viva Cidade</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-viva-cidade/55/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1307638573.jpg"><br /><br />Site dá matéria sobre lançamento do condomínio Jardim Residencial Guaporé.]]></description>
				<pubDate>30/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Lançamentos de imóveis em SP caem quase à metade em março</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/lancamentos-de-imoveis-em-sp/171/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1306352524.jpg" /><br /><br />O mercado imobiliário desacelerou em março, mostrando queda no número de lançamentos e de vendas de casas e apartamentos novos. Uma pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulgada nesta terça-feira (17) mostrou que, no terceiro mês do ano, as construtoras lançaram 1.530 unidades; em fevereiro, foram 2.902. A queda foi de 47,3%.<br />
<br />
Na comparação com o ano passado, a queda é ainda maior. Em março de 2010, foram lançadas 3.959 unidades, segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio). A proporção é 2,6 vezes maior que a dos imóveis colocados em oferta no terceiro mês deste ano.<br />
<br />
As vendas chegaram a 3.899 unidades nos 39 municípios da Grande São Paulo. Só a cidade de São Paulo concentrou 4 em cada 10 desses negócios. O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, explica que o setor passa por uma fase menos favorável em relação ao início de 2010 principalmente por causa do aumento da inflação e da elevação das taxas de juros.<br />
<br />
- Em março de 2010, o Brasil estava a todo vapor, com notícias positivas e grande expectativa de crescimento do PIB.  O mercado imobiliário, pelo valor considerável dos imóveis e por se tratar de um bem patrimonial, não pode crescer de forma infinita. O setor se ajusta de forma responsável. Essa adequação, salutar, não será a primeira nem a última.<br />
<br />
Ele diz que a falta de terrenos disponíveis para empreendimentos também aparece nesses números, diminuindo os lançamentos e aumentando o preço dos imóveis disponíveis.<br />
<br />
- Enquanto persistir essa situação, a capital paulista tende à continuidade do processo de perda de participação diante do crescimento das atividades imobiliárias nos municípios que a cercam.<br />
<br />
Dois quartos<br />
<br />
As vendas de imóveis de 2 quartos foram as mais expressivas. Quase metade das casas e apartamentos vendidos em março (ou 754 unidades do total) era de 2 dormitórios. Os preços médios desse segmento é bastante amplo, variando de R$ 120 mil a R$ 250 mil ou superando os R$ 700 mil no caso dos imóveis de 2 quartos de alto padrão.<br />
<br />
Os imóveis de 3 dormitórios representaram 1 em cada 4 (ou 411 unidades) dos negócios. As vendas concentraram faixas de valores entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão.<br />
<br />
Os de 4 dormitórios responderam por 208 unidades das vendas. O segmento de 1 quarto se destacou com 193 unidades vendidas. Elas equivalem a 12,3% do total negociado no mês, quando, historicamente, o nicho contribui com 7% do volume comercializado.<br />
<br />
Do total vendido no mês, quase 9 em cada 10 unidades possuíam área útil média de até 130 m². Imóveis com área útil média entre 46m² e 65m² tiveram participação de 44,8% do total.<br />
<br />
Considerando os negócios realizados entre janeiro e março, as vendas caíram à metade em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre de 2011 foram negociadas 4.265 unidades. Um ano antes, foram 8.461. Em 2009, o primeiro trimestre teve 4.831 vendas.<br />
<br />
Petrucci diz que o momento ainda não é de pessimismo, mas reconhece a desaceleração. Para ele, o ano só terá uma tendência definida a partir do segundo semestre, que é a época que concentra a maior parte dos negócios do ano.<br />
<br />
- Por enquanto, fica a impressão de desaceleração no ritmo de comercialização para um ajuste técnico, devido à valorização dos imóveis e dos insumos. Além da perspectiva de retomada do crescimento gradual, com concentração do volume de negócios no segundo semestre, conforme acontece tradicionalmente.<br />
<br />
Fonte: R7<br />
]]></description>
				<pubDate>25/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Votorantim ganhará 16 mil unidades imobiliárias</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/votorantim-ganhara-16-mil-unidades/170/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1306175036.jpg" /><br /><br />Os novos empreendimentos imobiliários já em construção ou em fase de planejamento estão transformando a região da avenida Gisele Constantino, em Votorantim. O momento do mercado é especialíssimo na área considerada uma das mais nobres da cidade. Há a certeza entre os investidores de que a cidade tem capacidade para absorver esse novo cardápio de ofertas habitacionais destinado especialmente ao público das classes A e B, com a previsão de abertura de 16 mil unidades imobiliárias na região nos próximos 5 anos. Embora um boom imobiliário traga consigo sempre alguns perigos - especulação e crescimento desordenado - o município apresenta sinais de que está preparado para as mudanças na sua geografia imobiliária e comemora os efeitos positivos provocados pela abertura dos novos empreendimentos. <br />
<br />
Belvedere I e II, Aldeia da Mata, Parque Esplanada são alguns dos empreendimentos abertos recentemente e que juntos somam 1.400 unidades imobiliárias. O valor do terreno nesses condomínios destinados à classe B custa aproximadamente R$ 200 o metro quadrado. Já no Alpha Plus e Alpha Nova Esplanada, que somam mais 700 unidades, o metro quadrado de área não sai por menos de R$ 400. Em fase de aprovação nesta região existem outros vários projetos na Prefeitura, que representam mais 12 mil unidades imobiliárias. Na região, é possível perceber a evolução do comercial com a abertura de estabelecimentos que visam atender o segmento da construção civil, arquitetura e decoração - lojas que vendem cozinhas moduladas, lustres, pisos, materiais de construção, churrasqueiras e jardinagem. <br />
<br />
"Podemos identificar essa região como uma das áreas nobres da cidade, inclusive como prevê nosso plano diretor. É muito positivo a implantação desse tipo de empreendimento porque os futuros moradores utilizam pouco os serviços públicos nas áreas de saúde, educação e promoção social", afirmou o prefeito Carlos Augusto Pivetta, que também cita como ponto positivo a melhoria do perfil comercial na região: "Os comerciantes estão investindo cada vez mais para atender essa nova clientela. Afinal, a expectativa é que além das unidades imobiliárias que já foram lançadas, serão abertos novos empreendimentos que receberão moradores com grande potencial de consumo", explicou o prefeito. <br />
<br />
Pivetta também cita como fator positivo a abertura de milhares de vagas de emprego na área da construção civil. "Estudos indicam que para cada nova unidade imobiliária em um empreendimento de alto padrão como o Alphaville são abertos pelo menos 10 postos de trabalho. Isso significa um grande impulso na economia local", declarou. <br />
<br />
Perigos <br />
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Embora comemore os efeitos positivos gerados pelos novos empreendimentos, o prefeito Carlos Pivetta declarou que o Poder Público precisa ficar atento aos problemas que serão gerados à médio e longo prazo na região. "O papel da Prefeitura será essencial como uma espécie de sócio da iniciativa privada. Em primeiro lugar, deve continuar fiscalizando e garantindo a ocupação ordenada do solo, agilizando na medida do possível os processos de análise dos empreendimentos, mas mantendo a rigidez em questões como a ambiental, por exemplo. Em segundo lugar, facilitando e promovendo o desenvolvimento econômico da cidade não apenas nessa região. E, por último, agindo com as ferramentas que possui para qualificar trabalhadores e garantir uma importante fatia de mão-de-obra para a construção civil. Essa parceria público-privada informal é fundamental no atual cenário de otimismo", explicou Pivetta, que ainda demonstrou outras duas preocupações. <br />
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Uma delas é com o transporte e sistema viário. "Imagina que dentro de 5 anos teremos mais 15 ou 16 mil novas moradias no local. O tráfego de veículos na avenida Gisele Constatino, por exemplo, se tornará impraticável. Por essa razão, já estou em contato com a Prefeitura de Sorocaba para encontrar alternativas para essa questão. Afinal, a avenida é continuação da Antônio Carlos Comitre uma das mais importantes de Sorocaba." Outro problema citado pelo prefeito em relação ao boom imobiliário foi o aumento dos preços dos imóveis em toda a cidade provocado pela expansão. "O mercado imobiliário está inflacionado em todas as regiões. Isso dificulta a aquisição de áreas pela Prefeitura para lançamento de loteamentos populares em outras regiões", alertou Pivetta.<br />
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Fonte: Cruzeiro do Sul]]></description>
				<pubDate>23/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi participam do 7º Feirão da Caixa – 2º Salão de Imóveis de Sorocaba, destacando o empreendimento Villa Flora</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-e-rossi/169/</link>
				<description><![CDATA[A empresa Splice Desenvolvimento Urbano estará presente, de hoje a domingo, no 7º. Feirão da Caixa – 2º. Salão de Imóveis de Sorocaba, no Esplanada Shopping.<br />
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No evento o público terá a oportunidade de conhecer um dos empreendimentos da incorporadora feito em parceria com a Rossi Residencial e que já é um sucesso de vendas no portfólio das duas empresas, o Villa Flora.<br />
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Trata-se de um empreendimento com conceito inovador, um bairro fechado composto por vários condomínios. Até o momento quatro condomínios do Villa Flora já foram entregues. Em junho mais um deverá ser lançado, o condomínio Acácia, e até o fim de 2011 há previsão de lançar outros três. <br />
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O VGV (Valor Geral de Vendas) de lançamentos do ano, somente no projeto Villa Flora, é de R$ 69,7 milhões, com verba de marketing de R$ 1 milhão.<br />
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O Villa Flora, que já é uma realidade para mais de 400 famílias, inclui apartamentos de 45 a 63 metros quadrados e casas de 64 a 91 metros quadrados. O local dispõe de um total de 14 mil metros quadrados de área de lazer e convívio e está em fase de acabamento uma segunda entrada ao conjunto de condomínios, que dará acesso à Avenida Gisele Constantino.<br />
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Além deste empreendimento, Splice e Rossi preparam os próximos lançamentos em Sorocaba. O Boa Vista, na bairro Alto da Boa Vista, ao lado da Prefeitura, e o Residencial Guaporé, em localização nobre do Campolim, com VGV previsto em R$ 39 milhões e R$ 80 milhões respectivamente.<br />
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Fonte: Assessoria de imprensa Splice]]></description>
				<pubDate>20/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Feirão espera mais de 20 mil pessoas</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/feirao-espera-mais-de-20/168/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1305745050.jpg" /><br /><br />O 7º Feirão da Caixa da Casa Própria começa nesta sexta-feira e trará a oferta de 7.500 imóveis, sendo que seis mil deles estarão enquadrados no programa federal Minha Casa, Minha Vida. O atendimento ocorrerá no Salão de Eventos do Esplanada Shopping, das 10h às 22h e, no domingo, das 14 às 20h. São aguardados 21 mil visitantes.<br />
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Nesta edição, os investimentos da Caixa ultrapassam os R$ 600 milhões. O valor representa crescimento de 18%, em relação a 2010, quando foram ofertadas quase 500 unidades a menos (7.045). Segundo o superintendente regional da Caixa, Sandro Vimer Valentini, a expectativa é de movimentar, em três dias de evento, mais de R$ 120 milhões.<br />
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A agência disponibilizará 200 empregados e 25 guichê de atendimento, além das 17 construtoras e imobiliárias que estarão no local expondo o modelo dos imóveis novos, usados e os que ainda estão na planta.<br />
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Os valores dos 6 mil imóveis do Minha Casa Minha Vida variam entre R$ 70 mil e R$ 130 mil. As outras 1.500 unidades custam acima do valor máximo do programa federal. Os municípios atendidos pelo Feirão são  Sorocaba, com 4.568 imóveis; Votorantim, 1.520; Itu, 558; e Itapetininga, 854 unidades.<br />
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No primeiro trimestre deste ano no Brasil foram feitos 226.381 contratos habitacionais, totalizando R$ 14,7 bilhões.  Em Sorocaba,  foram 4.113 contratos, equivalente a R$ 188,8 milhões. Somados aos negócios, a previsão é de atingir R$ 1,1 bilhão na região.<br />
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Fonte: Bom Dia Sorocaba]]></description>
				<pubDate>18/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Estadão aponta os destaques do mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/estadao-aponta-os-destaques-do/167/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1305574729.jpg" /><br /><br />O Estadão entregou na noite desta quinta-feira (12) os prêmios aos vencedores da 18ª edição do Top Imobiliário, nos segmentos Incorporadoras, Construtoras e Vendedoras, além da Personalidade do Mercado Imobiliário. A realização do Top Imobiliário é uma iniciativa do jornal, em parceria com a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), com patrocínio da Caixa e apoio do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). O objetivo do prêmio é reconhecer aqueles que engrandecem esse setor, sejam empresas ou pessoas.<br />
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A festa, realizada no Terraço Daslu para homenagear os destaques do mercado imobiliário, teve participação dos principais empresários e dirigentes do setor no País e um total de 1,2 mil convidados e também contou com as presenças do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, do prefeito Gilberto Kassab, do secretário municipal de Habitação, Ricardo Pereira Leite, do presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador José Police Neto. <br />
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Para Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado, o evento celebrou o bom momento pelo qual o mercado imobiliário passa. "No ano passado o mercado lançou mais de 70 mil unidades. Um número recorde em mais de 25 anos de pesquisas da Embraesp. Esse desempenho mostra que o mercado imobiliário sempre foi e sempre será de grande relevância para a economia do País. O Estadão se orgulha de acompanhar esse desenvolvimento e ser um parceiro desse setor", disse. <br />
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As empresas vencedoras foram: Cyrela Brazil Realty (Incorporadoras), Gafisa (Construtoras) e Lopes (Vendedoras). Elie Horn, da Cyrela Brazil Realty, foi eleito Personalidade do Mercado Imobiliário. A escolha foi realizada por meio de votação pela internet, com escolha dos próprios profissionais do setor. <br />
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Fonte: AdNews]]></description>
				<pubDate>16/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Dá para comprar imóvel no Feirão da Casa a partir de R$418 por mês</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/da-para-comprar-imovel-no/166/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1305311910.jpg" /><br /><br />O brasileiro da baixa renda vai encontrar boas oportunidades de negócios para comprar um imóvel durante o 7º Feirão da Casa Própria em São Paulo, que começou nesta sexta-feira (13) e vai até domingo (15) em São Paulo. De acordo com a Caixa Econômica Federal, é possível comprar um apartamento de R$ 77 mil com parcelas que começam em R$ 418 na capital paulista.<br />
A aquisição é possível por meio do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal. Segundo o vice-presidente de atendimento e distribuição da Caixa, José Henrique Marques da Cruz, não é preciso dar entrada – a Caixa financia 100% do imóvel – e o valor da parcela diminui com o tempo.<br />
- É possível para uma família que tem renda de R$ 1.395 comprar um imóvel aqui em São Paulo de R$ 77 mil, com subsídio de R$ 23 mil [do governo federal]. Em 25 anos, a família paga uma prestação de R$ 418 e, pelo SAC [Sistema de Amortização Constante], a prestação cai ao longo do tempo.<br />
De acordo com o vice-presidente, são 195 mil imóveis à disposição em São Paulo “com todas as faixas de preço, para atender a todas as faixas de renda, e esse é só um exemplo prático da condição para ter o sonho da casa própria hoje”.<br />
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Cuidados antes de fechar<br />
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O presidente do Canal do Crédito, empresa especializada em pesquisar e encontrar boas condições de financiamento, Marcelo Prata, recomenda que o mutuário use o Feirão para pesquisar preços e condições de financiamento - e não para fechar o negócio.<br />
- Eu recomendo que as pessoas levem um caderno de anotações, porque existe uma cultura de que o feirão é quase uma feira beneficente. Tem gente que pensa que, se não for no Feirão, vai perder a “grande oportunidade da vida”. Não é verdade. Então, minha sugestão é: use o Feirão para pesquisar taxas de juros e outras condições.<br />
O especialista no mercado imobiliário brasileiro reconhece que as condições oferecidas pelo programa habitacional do governo federal para a baixa renda são muito boas para o mutuário, mas lembra que os bancos atualmente estão disputando o cliente “a tapa”.<br />
- Com exceção do Minha Casa Minha Casa Vida, para imóveis acima de R$ 170 mil, todos os bancos são muito competitivos... não tem mais só a Caixa. Então, acho que vale a pena visitar [o Feirão], pegar os contatos das construtoras e imobiliárias e ligar depois.<br />
O 7º Feirão da Casa Própria tem 195.310 imóveis à venda – entre novos, usados e na planta. Há casas e apartamentos para todos os bolsos, já que a moradia mais barata sai por R$ 75 mil e a mais cara, por R$ 1,3 milhão.<br />
A entrada no evento é gratuita e a organização oferece ônibus gratuito, que parte da estação Jabaquara do metrô, para quem não tem carro.<br />
As partidas começam a partir de uma hora antes do início do Feirão, e os retornos também seguem regras parecidas, com partidas a partir de uma hora depois do fim do evento.<br />
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Fonte: R7 Notícias]]></description>
				<pubDate>13/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Investidores de olho no Nordeste</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/investidores-de-olho-no-nordeste/165/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1305143296.jpg" /><br /><br />Em cada mesa uma negociação em andamento. A manhã do primeiro dia do AditInvest 2011 manteve uma movimentação promissora, animada pela presença de Gary Garrabrant, sócio do fundo de investimentos Equity International, um dos maiores investidores do mercado imobiliário no mundo. E as notícias são boas para os nordestinos. Para Garrabrant está na hora de investir em outras regiões brasileiras. “Passamos 10 anos investindo no eixo Rio/SP, mas perdemos temo em não ir para outras regiões”, afirmou. Ele disse ainda que espera que outras empresas sigam o exemplo deles e também vejam outros estados brasileiros como locais potenciais para investimentos.<br />
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André Cabral, da Trana Construtora, aposta que esses investimentos virão. “O Nordeste tem potencial para esse desenvolvimento, já que esteve muito tempo atrás de outras regiões”, acredita. Para Pascal Salvati, que atua na suíça Steinbock Financial, esse é o momento não apenas do Nordeste, mas do Brasil como um todo. “Entre investidores estrangeiros só se fala no Brasil”, revela. <br />
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Gary Garrabrant fez questão de ressaltar as diferenças entre os negócios feitos no Brasil e em outros lugares do mundo. Ele afirmou que vê como uma vitória o País ter crescido depois de enfrentar taxas de juros que alcançavam 500%. “Em 1990 quando eu vim ao Brasil pela primeira vez, ao sentarmos para jantar as pessoas brincavam que a gente precisava fazer o pedido logo antes que os pratos subissem de preço”, brincou. Mas o investidor reconheceu a capacidade de superação da economia brasileira, principalmente pela competência do povo brasileiro. “Os brasileiros são infinitamente melhores do que pensam que são”, avaliou.<br />
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Mas o que sobra de competência para os brasileiros ainda falta de infraestrutura no Brasil. Questionado se o país conseguiria ficar “pronto” para a Copa de 2014, Garrabrant disse que sim. “Mas vai ficar pronto uma hora antes de começarem os jogos”, brincou. Ele reclamou da estrutura dos aeroportos e contou ao público que no mês passado passou duas horas e meia na fila da imigração do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. “Durante este tempo todas as pessoas da fila reclamaram muito. Isso é muito ruim para o Brasil”.<br />
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Apesar dos problemas, o investidor mantém o otimismo e a confiança no potencial do mercado brasileiro. Atualmente, a Equity International participa do capital de seis empresas do segmento – entre elas a incorporadora Gafisa e a administradora de shopping centers BR Malls, mas este número pode chegar a 14 nos próximos anos. Entre os investimentos feitos pela empresa no Brasil está a aplicação de US$ 58 milhões na empresa de armazenagem de móveis GuardeAqui, realizada em fevereiro deste ano. Para os próximos negócios, o fundo de investimentos busca oportunidades nos mercados imobiliário, de infraestrutura, aeroportos, esportes e transportes.<br />
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Fonte: O Povo online]]></description>
				<pubDate>11/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/54/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1305144196.jpg"><br /><br />Coluna Presença, da editoria Mais Cruzeiro, dá nota sobre a entrega do Encanto Praças Residenciais.]]></description>
				<pubDate>11/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Destaques de 2010 no Top Imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/destaques-de-2010-no-top/164/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1304966919.jpg" /><br /><br />Para qualquer lado que se olhe, o mercado imobiliário nunca esteve tão agitado como agora. A expectativa dos empresários de incorporação, construção e vendas é ver, ainda neste ano, o setor passar dos atuais 3% para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. <br />
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A contratação de trabalhadores está prevista para 200 mil novos postos. E o aumento dos negócios deve girar entre 5% e 10% - taxas que, mesmo inferiores às de 2010, mantêm a tendência de crescimento sustentável para os próximos anos, segundo projeções dos executivos da área.<br />
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Nesse cenário favorável, será realizada a festa da 18ª edição do Prêmio Top Imobiliário, uma parceria do Grupo Estado com a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) e o Sindicato da Habitação (Secovi-SP). A cerimônia de premiação será na próxima quinta-feira, no Terraço Daslu, em São Paulo. <br />
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Na ocasião, serão conhecidos o profissional e as empresas que mais se destacaram durante 2010. Os quatro empresários que disputam a indicação são: Zeca Grabowsky, da PDG; Elie Horn, da Cyrela; Walter Lafemina, da Brookfield; e Henrique Borenstein, da Helbor. <br />
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O evento terá a presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, representando a presidente Dilma Rousseff; do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; e do secretário municipal de Habitação, Ricardo Pereira Leite.<br />
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"O Top Imobiliário chega à maioridade ao completar 18 anos contínuos de premiação", diz Silvio Genesini, diretor presidente do Grupo Estado. "Essa continuidade demonstra a relação muito próxima que o Estadão tem com o mercado imobiliário. O jornal impresso tem sido o canal de comunicação com os clientes que querem adquirir imóveis. Este ano, o setor imobiliário teve um crescimento muito grande. Graças a isso, há redução do déficit habitacional e há geração de empregos, que são fatos relevantes para a economia do País e para nós."<br />
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Ranking. O Top Imobiliário foi criado pelo Estado em 1993 com o objetivo de reconhecer a importância e acompanhar o desempenho do mercado imobiliário da Grande São Paulo - o maior do País - e também de focalizar as empresas de destaque no setor durante o ano. Há mais de mil companhias atuantes nesse mercado. Para identificar as vencedoras, o prêmio utiliza o ranking produzido pela Embraesp desde 1977, com base em pesquisas na Região Metropolitana de São Paulo. <br />
<br />
O prêmio contempla os três principais segmentos em que se dividem as atividades do setor - incorporação, construção e vendas - e seleciona as dez empresas que lideram o ranking da Embraesp. O ranking leva em conta itens como número de lançamentos, total de unidades, metragem construída e volume geral de vendas (VGV). Há ponderações distintas para cada segmento. Para as construtoras, por exemplo, pesa mais o critério de metro quadrado construído. Já para as vendedoras, é o VGV que tem maior expressão na pontuação final.<br />
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Fabio Costa, diretor de mercado anunciante do Grupo Estado, reforça que a decisão do jornal de prestigiar o setor desde 1993 é um reconhecimento do seu papel de "mola econômica" para a sociedade. "Há uma grande capacidade de geração de empregos e de incentivo ao crédito que faz os negócios girarem, além da sedimentação de uma opção de investimentos enraizada em nossa cultura", diz ele. "Por toda essa importância, conseguimos reunir nesse evento um grupo representativo para congregar e celebrar os esforços e os resultados obtidos, tão significativos para o País neste momento de crescimento."<br />
<br />
Há quatro anos, o Top Imobiliário introduziu uma premiação específica para o profissional que mais contribuiu para o desenvolvimento do setor: "Personalidade do Mercado Imobiliário". A votação é aberta pela internet e, neste ano, foi encerrada no dia 2 de maio.<br />
<br />
Os vencedores das edições anteriores foram, em 2007, Romeu Chap Chap, dono da construtora que leva seu sobrenome e liderança reconhecida do setor. Em 2008, o premiado foi o engenheiro Ricardo Yazbek, dono da Incorporadora Yazbek e vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. No ano seguinte, o vencedor foi o engenheiro civil Odair Senra, diretor de Relações Institucionais da Gafisa e vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo. No ano passado, foi a vez do empresário João Rossi Cuppoloni, um dos sócios-fundadores da Construtora Incorporadora Rossi. <br />
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Fonte: O Estado de S. Paulo online]]></description>
				<pubDate>09/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Bom Dia Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-bom-dia-sorocaba/51/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1305143553.jpg"><br /><br />Coluna Jak Catena aborda evento de entrega do empreendimento Encanto Praças Residenciais.]]></description>
				<pubDate>09/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/53/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1305143801.jpg"><br /><br />Coluna Presença, da editoria Mais Cruzeiro, cobriu evento tradicional de Sorocaba, a 14ª Italianíssima - Festa Italiana de Sorocaba, que a Splice Desenvolvimento Urbano patrocina todos os anos.]]></description>
				<pubDate>07/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Ipanema</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-ipanema/52/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1305143652.jpg"><br /><br />Coluna Espaço Empresarial dá notícia sobre o Encanto Praças Residenciais,]]></description>
				<pubDate>07/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Secovi-SP discute o Código de Defesa do Consumidor e as atividades imobiliárias</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/secovisp-discute-o-codigo-de/163/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1304539784.jpg" /><br /><br />Em vigor há mais de 20 anos, o Código de Defesa do Consumidor ainda desperta muitas dúvidas em profissionais que atuam nas variadas áreas do mercado imobiliário. A fim de contextualizar e atualizar esses profissionais sobre as principais leis do Código, o PQE (Programa Qualificação Essencial) do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) realiza na quinta-feira, 5/5, a palestra Contratos de Compra e Vendas e o Código de Defesa do Consumidor.<br />
 O evento é destinado às empresas de compra e venda, loteamento, locação e administração condominial. As explicações ficarão a cargo do desembargador James Alberto Siano.<br />
“Mais importante do que conhecer os requisitos necessários para ajustes em contratos de compra e venda, é preciso saber identificar as consequências e penalidades que isso acarretará”, aponta o desembargador.<br />
A proposta é atingir tanto o público leigo quanto especializado, sempre de forma didática e clara.<br />
Interessados poderão se inscrever pelos telefones 5591-1302 a 1307.<br />
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Fonte: Secovi - SP<br />
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				<pubDate>04/05/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Novo índice garantirá mais segurança para investidores de imóveis comerciais</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/novo-indice-garantira-mais-seguranca/162/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1304091576.jpg" /><br /><br />O IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), novo indicador de rentabilidade de imóveis comerciais, lançado pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) na primeira quinzena de fevereiro, deve garantir mais segurança e transparência para os investidores de imóveis comerciais, de acordo com o sócio-proprietário da imobiliária ATO, André Luiz de Souza Júnior.<br />
“Ele servirá de referência da rentabilidade e irá indicar a valorização dos empreendimentos no País, o que deverá contribuir para as vendas de imobiliárias e construtoras”, acrescenta Souza.<br />
Além disso, para ele, o índice irá possibilitar que aqueles que costumam investir no setor imobiliário tenham uma visão mais ampla e agregada do mercado e da rentabilidade dos imóveis. “Anteriormente, cada um só conhecia os resultados de sua alçada, sem conseguir relacioná-los aos do restante do mercado”, aponta.<br />
De acordo com Souza, o indicador também será útil para as vendas, na apresentação dos imóveis comerciais aos clientes. “Os corretores e donos de imobiliária poderão passar mais segurança ao cliente, baseados nos resultados de rentabilidade divulgados pelo índice”, afirma.<br />
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Flutuações do mercado imobiliário<br />
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Para o presidente do Creci–SP, Luiz Augusto Viana Neto, o IGMI-C vai proporcionar aos investidores uma ideia melhor das flutuações do mercado de imóveis.<br />
“Ele permitirá que o mercado identifique os fatores que estão influenciando as negociações de imóveis. Após a bolha imobiliária dos EUA, o receio de que isso aconteça no Brasil é muito grande e o índice irá mostrar que este risco não existe no País”, acredita.<br />
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Fonte: UOL]]></description>
				<pubDate>29/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice tem estande exclusivo na Feira de Imóveis de Taubaté</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-tem-estande-exclusivo-na/161/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1304539513.jpg" /><br /><br />A participação da Splice Desenvolvimento Urbano, responsável pelo lançamento do loteamento-clube Ouroville Taubaté, é uma das novidades este ano na Feira de Arquitetura, Móveis e Imóveis BR Design, que acontece de 28 de abril a 8 de maio no Taubaté Shopping.<br />
A empresa, com quase três décadas de tradição no setor imobiliário no interior de São Paulo, aposta no crescimento da região ao lançar seu primeiro empreendimento local, um loteamento com terrenos amplos, de 300 a 600 metros quadrados, e o conforto e lazer de um verdadeiro clube privado.<br />
Piscina adulto com raia e infantil com prainha, exclusivo bar da piscina, espaço fitness, quadras de esporte, salão de festas, espaço gourmet e pista de caminhada são alguns dos recursos disponíveis. Outro importante atrativo é a proximidade da Serra da Mantiqueira. O projeto paisagístico contempla um mirante em local onde esse cenário terá vista eterna.<br />
Integração à natureza é outro diferencial. Além da vista permanente para a serra, o empreendimento tem mais de 78 mil metros quadrados de área verde, com projeto paisagístico detalhado, com plantio de novas espécies. A fim de atender às demandas de quem pretende morar ou investir nesse importante polo industrial, um aspecto importante é a localização. O loteamento Ouroville está próximo às principais rodovias de acesso à região, as vias Dutra e Carvalho Pinto. Fica junto ao tradicional Bairro do Quiririm e fica a poucos minutos de alguns dos principais pontos de referência da cidade, como o Shopping Taubaté, o Hipermercado Makro e o Hospital São Lucas – Unimed.<br />
Para conceber o novo empreendimento a Splice fez importantes parcerias e conta neste projeto leva a assinatura dos arquitetos Sérgio Matos e Dennis Diniz, reconhecidos talentos da cidade. A empresa também buscou a experiência e respeitabilidade de algumas das principais imobiliárias de Taubaté. O público terá oportunidade de conhecer esse produto que ostenta o já reconhecido “padrão Splice” em stand exclusivo montado na Feira do Taubaté Shopping.<br />
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]]></description>
				<pubDate>28/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Aluguel novo tem maior alta desde 2008</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/aluguel-novo-tem-maior-alta/160/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1304011032.jpg" /><br /><br />Os contratos novos de locação firmados em março ficaram 2,1% mais caros em relação a fevereiro, maior índice desde julho de 2008. No acumulado dos últimos 12 meses, houve alta de 15,25%, percentual superior ao da variação dos índices que medem a inflação, tais como o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), com 10,95% no mesmo período. <br />
<br />
A alta foi puxada principalmente pelos imóveis de três quartos (3,6%) e dois quartos (2,7%), segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), responsável pela pesquisa. <br />
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A tendência de elevação registrada nos últimos meses se deve à oferta estagnada aliada ao aquecimento na demanda, segundo o economista e consultor de locação do Secovi-SP, Cícero Yagi. <br />
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Ele explica que esse aquecimento pode estar relacionado até com o trânsito caótico da capital, que faz com que mais pessoas queiram ficar mais perto dos locais onde estudam e trabalham. <br />
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Reversão de tendência <br />
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A perspectiva de alta nos novos contratos deve continuar. Com isso, segundo o vice-presidente do Secovi, Francisco Crestana, torna-se mais vantajoso ao locatário continuar no imóvel. <br />
<br />
O equilíbrio do mercado, fazendo com que os índices de reajuste caiam, só ocorrerá quando mais pessoas adquirirem imóveis com a finalidade de investimento e colocá-los para locação, diz Yagi.<br />
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Fonte: Destak Jornal]]></description>
				<pubDate>27/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cuidados na aquisição de imóveis</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/cuidados-na-aquisicao-de-imoveis/159/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1303753291.jpg" /><br /><br />por Raul Monegaglia - sócio do escritório Kurita, Bechtejew & Monegaglia – KBM Advogados<br />
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A economia brasileira passa por um período de estabilidade nunca antes experimentada. Com a estabilidade, veio o apetite pelo consumo, a tranquilidade para contrair dívidas de longo prazo e a oportunidade de adquirir a tão sonhada casa própria. Nesse cenário positivo, o mercado imobiliário também vem crescendo a cada ano. Segundo o Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), no ano de 2010 foram mais de 35.000 unidades residenciais vendidas. Esse número só contempla unidades novas.<br />
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Com esse aquecimento, além das unidades novas para moradia, muitos vislumbram uma oportunidade de investimento. Dessa maneira, acabam adquirindo imóveis usados, comerciais ou residenciais, muitas vezes para reforma e posterior venda ou locação.<br />
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Independentemente do motivo da aquisição, para se fazer uma compra de imóvel com segurança, seja novo ou usado, é preciso observar, ressalvadas as peculiaridades de cada situação, alguns pontos básicos:<br />
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- Para imóveis novos, é necessário que se verifique, primeiramente, se o processo de incorporação do empreendimento está corretamente registrado, bem como se foi constituído o patrimônio de afetação. Quando há patrimônio de afetação, significa dizer que o empreendimento está seguro.<br />
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O patrimônio de afetação é o conjunto de bens e recursos atribuídos a um determinado empreendimento, destacando-o dos demais empreendimentos ou bens de uma construtora. O empreendimento possui terreno, administração e contabilidade independente, não se confundindo com o patrimônio total da construtora/incorporadora. Assim, se ocorrer um comprometimento (falência) da empresa, o patrimônio de afetação (empreendimento) não será atingido por tal mazela, ficando seus compradores seguros. Normalmente, esse destaque de patrimônio se faz através de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE).<br />
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- Para imóveis usados, a primeira precaução é verificar se o vendedor é mesmo o proprietário do imóvel. Normalmente, imóveis que são vendidos por intermédio de imobiliárias são mais seguros com relação a isso, pois elas detêm essa informação, ou, ao menos, deveriam deter, por se tratar de uma obrigação legal da corretagem.<br />
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Outra precaução a ser tomada é exigir todas as certidões referentes ao imóvel objeto da compra, bem como as certidões referentes à pessoa do vendedor. A verificação das certidões serve para garantir que o objeto não possui qualquer pendência referente a tributos ou taxas e, no caso de imóveis em edifícios, nenhuma pendência condominial.<br />
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As certidões referentes ao vendedor, seja pessoa física ou jurídica, servem para verificar se a pessoa que está vendendo é idônea e não possui pendência judicial (execuções/cobranças) nem administrativa (protestos). Se existir alguma pendência é necessário solicitar maiores informações ao vendedor. A preocupação central, nesses casos, é verificar se o vendedor, ao se desfazer daquele imóvel, se tornará insolvente perante seus credores. Caso se confirme a inadimplência por parte do vendedor, seus credores poderão anular a venda e retomar o imóvel alienado, restando ao comprador apenas a possibilidade de ingressar com uma ação de regresso contra o vendedor.<br />
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Ante as oportunidades do mercado imobiliário e a ansiedade de se adquirir um imóvel, seja para moradia, seja para investimento, faz-se necessário a observação desses simples cuidados, para que sejam mitigados ou mensurados os riscos que envolvem a operação.<br />
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Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>25/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Conviver é uma arte</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/conviver-e-uma-arte/158/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1303330427.jpg" /><br /><br />O individualismo é traço marcante da vida moderna, reforçado pelas descobertas tecnológicas e até pela arquitetura urbana. Assim, promover o convívio em seus empreendimentos tem sido uma das preocupações e um desafio para a Splice Desenvolvimento Urbano. No condomínio empresarial Praça Maior, por exemplo, executado em parceria com a Rossi, a inspiração foi baseada no conceito de “escala humana”, ou seja, espaços com distâncias cômodas que permitam às pessoas interagir e sentirem-se protegidas. Já em incorporações residenciais, como o Dueto e o Reserva Campolim, complexos de lazer assemelham-se a clubes e incluem uma série de recursos que propiciam ou facilitam a vida em grupo.<br />
No Villa Flora tal preocupação foi ainda mais longe. A ideia principal deste conjunto de 24 condomínios integrados como um bairro fechado, em Votorantim, faz parte de um projeto maior que vem sendo replicado em várias cidades.<br />
“O Villa Flora compreende duas dimensões, uma física – com a proposta de integrar urbanismo, paisagismo e arquitetura – e outra humana – baseada no estímulo à boa convivência”, explica o autor do projeto Luciano Borghesi. O lema central é claro: o equilíbrio do indivíduo depende do equilíbrio da comunidade. “Para se chegar aí é preciso<br />
definir os valores que regem o senso comunitário e criar uma referência comum”, afirma o consultor. É algo difícil quando o grupo é heterogêneo, vindo de geografias diferentes. Para que funcione, a ONG Gira Sonhos vem realizando um trabalho de<br />
fundo, desde a pré-venda, que consiste basicamente em abrir um canal de comunicação entre os futuros moradores. “O objetivo é criar um sentido de identidade e de pertencimento ao grupo. É isso o que garante a fidelidade do grupo aos valores previamente identificados”, diz Borghesi.<br />
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DNA Social<br />
A responsável por fazer esse trabalho paralelo no Villa Flora, a ONG Gira Sonhos, criou um programa denominado DNA Social. A ONG foi criada em 1995 por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores, artistas e educadores. Trabalha com o objetivo de revitalizar valores humanos, como a paz, o respeito e a cooperação, utilizando para isso recursos ligados à educação e à arte.<br />
“O DNA Social contribui diretamente para o desenvolvimento e amadurecimento das comunidades, através da integração e formação dos moradores, o que reflete no protagonismo individual, no bem-estar e na qualidade de vida da coletividade”, afirma Marita Schmidt, da Equipe Gira Sonhos. “Em 15 anos de experiência temos visto que, independentemente do perfil do empreendimento (e consequentemente das pessoas), há em comum uma ‘carência’ de oportunidades para o convívio e diálogo entre<br />
os moradores. Quando o espaço para isso é criado, as comunidades se tornam mais saudáveis, mais harmônicas, encaram suas dificuldades como uma oportunidade de aprendizado e crescimento”, completa.<br />
Os participantes das atividades promovidas também são treinados para atuar como multiplicadores, buscando transmitir, por exemplo, a cultura de paz e a olidariedade. Antes mesmo de morar na comunidade, s pessoas são motivadas a se sentirem como parte do grupo e do local e, a partir do momento em que já estão lá, a participar de atividades em grupo, como a organização de uma festa junina, por exemplo.<br />
O grupo também incentiva as pessoas a manterem contato social e se engajarem nos projetos comunitários. Na prática, tem observado que a comunidade como um todo adquire maturidade e habilidade para solucionar dificuldades e conflitos que, de outro modo, poderiam ser muito estressantes.<br />
O resultado, um local que agrega tanta qualidade de vida, acaba repercutindo até na valorização dos imóveis, uma vez que a divulgação boca a boca do empreendimento gera um marketing autônomo e influencia positivamente a venda dos imóveis.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>22/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>A vez dos Municípios Verdes Azuis</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-vez-dos-municipios-verdes/157/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1303330006.jpg" /><br /><br />Não é nem preciso ler os jornais ou pesquisar artigos científicos para constatar que o clima do planeta vem mudando. Basta sair de casa e se aventurar debaixo da próxima chuva de verão. E não é só o clima, mas nosso dia a dia que está sendo impactado pelo descaso geral ao meio ambiente. A boa notícia é que a chave para começar a mudar o cenário por ora está democraticamente nas mãos de todos nós, cidadãos, e pode começar em pequenas atitudes diárias, como evitar os desperdícios (de água e energia, por exemplo), reciclar resíduos, substituir o uso de sacolas plásticas.<br />
Na esfera pública, também o tema da sustentabilidade não mais se limita às decisões de grandes cúpulas mundiais, pois entrou na pauta – urgente! – dos municípios.<br />
Em São Paulo uma boa iniciativa foi tomada pelo governo do Estado quando lançou, em 2007, o programa Município Verde Azul. O objetivo era promover políticas ambientais descentralizadas, dando visibilidade e reconhecimento às cidades mais empenhadas em preservar o meio ambiente dentro de seu próprio limite administrativo.<br />
Como avaliar se as ações municipais realmente estão funcionando? Simples: o programa é baseado em dez diretrizes – tratamento de esgoto; lixo mínimo; recuperação da mata ciliar; arborização urbana; educação ambiental; habitação sustentável; uso racional da água; controle da poluição do ar; estrutura ambiental e conselho ambiental – que devem ser seguidas. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente utiliza o IAA (Índice de Avaliação Ambiental), numa escala de 0 a 100 pontos, para avaliar a performance dos municípios em cada tópico. Aqueles que obtiverem a média de pelo menos 80 pontos são certificados como Município Verde Azul.<br />
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Exemplo a ser seguido<br />
Em busca da certificação, as Prefeituras têm cada vez mais adotado ações voltadas à preservação. Sorocaba é uma das cidades que se tornou exemplar. Em 2009 aparecia em um honroso 31º lugar, mas em 2010 já ocupava a 7ª posição no ranking estadual e o primeiro lugar entre as cidades com mais de 30 mil habitantes.<br />
Foi decorrente de uma série de ações conjugadas que se deu esse avanço. O exemplo mais notório recebeu o nome de Mega Plantio. Conseguiu reunir mais de dez mil voluntários para o plantio de 50 mil árvores. A iniciativa não foi aleatória, mas resultou de um diagnóstico da situação ambiental do município e faz parte de um bem elaborado plano de metas, que inclui, além da arborização urbana, recomposição da mata ciliar (aquela que se estende como uma faixa de proteção ao lado das margens dos rios, ajudando a absorver suas cheias), revitalização de córregos, combate às queimadas, educação ambiental e o estabelecimento de regras para o uso de madeira legal, entre outras.<br />
Por coordenar tais esforços, Sorocaba também foi merecedora, no ano passado, dos prêmios “Franco Montoro” (ao conquistar a maior pontuação somada entre os 34 municípios da Bacia Hidrográfica dos rios Sorocaba e Médio Tietê) e “Parceria Verde Azul (pela produção de<br />
mudas de árvores em parceria com a Penitenciária Dr. Danilo Pinheiro). Com este programa já foram produzidas 150 mil mudas de cerca de 80 espécies diferentes.<br />
Em sintonia com os esforços do poder público, a Splice Desenvolvimento Urbano tem se empenhado em compor, dentro de seus empreendimentos, significativos espaços de áreas verdes. Além de preservar muitos trechos de mata natural, nos casos em que isso é possível, também se esforça em pesquisar e plantar muitas mudas de espécies nativas, como é praxe em todos os seus empreendimentos. No loteamento Villa dos Inglezes, por exemplo, numa área total de 641 mil metros quadrados mais de 160 mil (25%) foram reservados ao verde, com o plantio de mais de dez mil árvores nativas.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>20/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Alto da Boa Vista cresce e aparece em Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/alto-da-boa-vista-cresce/156/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1303159600.jpg" /><br /><br />De acordo com ranking da Revista Você S/A (“As 100 melhores cidades para fazer carreira” - 2009), Sorocaba está na 21ª posição dentre os 645 municípios do Estado de São Paulo. O município de quase 600 mil habitantes também tem recebido investimentos expressivos em tecnologia industrial. O panorama impulsiona o comércio de imóveis e coloca regiões antes pouco procuradas na rota principal de negócios.<br />
Uma delas é, sem dúvida, o Alto da Boa Vista, onde estão localizados a Prefeitura, os fóruns jurídicos da cidade, a biblioteca pública municipal, as faculdades Facens, Unip e Fatec, entre outros. O bairro, que além disso sedia o Ciesp Sorocaba e dá acesso ao distrito industrial, é ponto estratégico. Está a poucos minutos do centro de Sorocaba e próximo às Rodovias Castello Branco e Raposo Tavares.<br />
A evolução local teve início após a instalação do Paço Municipal, na Avenida Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes. Com área urbana planejada, a ocupação tanto residencial quanto comercial tem sido gradativa, com empreendimentos de alto padrão.<br />
A Splice Desenvolvimento Urbano lança importantes empreendimentos no bairro, como o condomínio de escritórios Praça Maior (sucesso de vendas que se confirmou em poucas horas, no dia do seu lançamento) e o recém lançado Illimité Condomínios Empresariais, edifício comercial moderno, de torre única e salas modulares [veja mais na página 7].<br />
Quem apostou na região para morar bem, pode encontrar o loteamento Residencial Colinas do Sol, com lotes a partir de 300 metros quadrados, ou aguardar a entrega ainda este ano do Encanto Praças Residenciais – inspirado nas tradicionais praças europeias –, além do lançamento do Boa Vista Praças Residenciais, que também vem consolidar este conceito, com torres residenciais de poucos andares e muitas opções de lazer.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04).]]></description>
				<pubDate>18/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Villa Flora: um projeto inédito na região</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/villa-flora-um-projeto-inedito/155/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1302883910.jpg" /><br /><br />O Villa Flora, na região de Sorocaba, é um lugar diferenciado. Reúne 24 condomíniosresidenciais de casas e apartamentos e o projeto original também prevê o funcionamento de um centro comercial e um clube. A entrega tem sido feita por etapas, condomínio a condomínio. O projeto, da Splice em parceria com a Rossi, é de um bairro fechado, totalmente planejado dentro dos princípios do chamado Novo Urbanismo, cujo sentido é resgatar qualidade de vida em grandes centros urbanos proporcionando aos moradores o conforto e acolhimento hoje comuns apenas em vilarejos e pequenas cidades.<br />
Como conseguir isso na prática? Com um urbanismo que valoriza espaços de convívio como praças, amplas áreas comuns e paisagismo agradável. As ruas são mais largas que o atual padrão e há espaço de sobra para as crianças brincarem.<br />
É desse cenário que vem desfrutando a família de Edilene e Nivaldo Aparecido Vicente, ele funcionário público e ela advogada. “Nós mudamos para cá no dia 24 de dezembro e fomos os primeiros do Condomínio Tulipas. Conheci o lugar por uma amiga, que já morava aqui antes, em outro condomínio, e me encantei. É muito tranquilo, acordamos com o canto dos bem-tevis.<br />
Minha filha Gabriela, de 8 anos, está amando. Até aprendeu a andar de skate”, diz a moradora, que aponta outro ponto forte: o convívio. “Claro, ainda há poucos moradores, por enquanto, mas ficamos à vontade com o entrosamento, por saber quem são nossos vizinhos e poder contar com a segurança da ronda motorizada. Utilizamos bastante o parquinho, encontramos as pessoas fazendo caminhada. Era tudo que queríamos ter”, afirma entusiasmada.<br />
Edilene só aguarda com ansiedade a abertura depontos comerciais dentro do condomínio.<br />
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Conceito inovador<br />
O gerente comercial Fábio Caldeira é vizinho da família Vicente. Apesar de ter se mudado há apenas quatro meses, já conhecia bem o projeto, pois morou por mais de três anos no primeiro Villa Flora, construído na cidade de Sumaré, também no interior de São Paulo. “Eu gostava muito do condomínio. O ambiente é muito bom. Por isso indiquei o Villa Flora de Votorantim para o meu irmão, quando ele se mudou para a região. Como também acabei vindo para cá, não tive dúvidas e optei pelo mesmo local”, Fábio explica.<br />
Com praças que convidam ao passeio e ao convívio, o Villa Flora possui outros diferenciais, como mais de 61 mil metros quadrados de área verde, estrutura de clube, espaço para a instalação de um centro comercial e até um centro ecumênico.<br />
Esses espaços integram arquitetura, urbanismo e paisagismo. A concepção partiu do consultor Luciano Borghesi, que passou um mês viajando por países como Filipinas, México e Estados Unidos para conhecer algumas experiências locais. Todo o trabalho de pesquisa e idealização do projeto consumiu cerca de um ano e meio e eve como pilar conceitual o chamado Novo Urbanismo, movimento surgido na década de 1970.<br />
A excelência desse projeto já obteve importantes reconhecimentos. O trabalho pioneiro de Borghesi em Sumaré (SP) conquistou, em 2008, Menção Honrosa no Prix D’Excellence, maior prêmio mundial do setor imobiliário oferecido pela Fiabci (Federação Internacional das Profissões Imobiliárias). No ano anterior a Fiabci Brasil já havia concedido ao mesmo projeto o Prêmio Máster Imobiliário na categoria Empreendimentos.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>15/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Muito sossego e natureza preservada</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/muito-sossego-e-natureza-preservada/154/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1302708721.jpg" /><br /><br />O loteamento Chácara Ondina está localizado em uma das áreas mais valorizadas de Sorocaba, com fácil acesso às principais rodovias da região, a Castello Branco e a Raposo Tavares. O que garante privacidade e tranquilidade aos seus moradores, mesmo com a proximidade de vias movimentadas, é o recuo da portaria em relação à Avenida São Paulo, que proporciona acesso exclusivo aos moradores e visitantes.<br />
O conjunto composto por ampla área verde (aproximadamente 205 mil metros quadrados) e sistema de lazer que compreende praças para o convívio, circuitos para caminhada, quadras de esportes (tênis, poliesportiva, futebol society e vôlei de areia), estação de ginástica e playground, entre outros itens, valoriza o empreendimento.<br />
Com previsão de entrega da primeira fase até o fim de 2011, o projeto traz garantia de segurança, pela existência de muros e gradis com 3 metros de altura (um padrão dos empreendimentos da Splice Desenvolvimento Urbano), além da portaria 24 horas e entrada de serviço independente. Todos os lotes do Chácara Ondina terão área de 300 a 600 metros quadrados e o padrão de construção, como já ocorre em outros loteamentos da Splice, será assegurado pelas normas e pelos regulamentos da Associação de Moradores.<br />
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Encanto natural<br />
Mas sua atração principal é o Outeiro das Rochas, verdadeiro patrimônio da natureza preservada, que fica em ponto central do loteamento. É formado por grandes rochas naturais tornando-se um exemplar de beleza única em um dos pontos mais altos da cidade, por muito tempo utilizado por esportistas para a prática de escaladas.<br />
Para integrar essa preciosidade, o projeto paisagístico coube a um dos mais conceituados escritórios do Brasil nessa área, o LF Paisagismo. “O paisagismo dos loteamentos da Splice são um dos nossos diferenciais, com cuidados desde o projeto até a execução”, define o engenheiro Darby Fernandes Moreno, Gerente de Loteamento da Splice.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>13/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Projeto de vida: morar com qualidade no interior</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/projeto-de-vida-morar-com/153/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1302542265.jpg" /><br /><br />Na última década, 340 mil paulistanos fizeram as malas de vez para o interior, segundo dados do Núcleo de Estudos de Populações, da Unicamp. Somente em Sorocaba, o saldo migratório entre 2000 e 2007 foi de 58 mil pessoas. <br />
Para o setor imobiliário, a tendência significa aumento de empreendimentos residenciais, em especial condomínios fechados. Se na capital faltam terrenos para construção, a saída é ocupar outras cidades, preferivelmente as mais próximas. A meta tem nome e sobrenome: aumento de qualidade vida. Segundo o jornalista Daniel Piza, do jornal O Estado de S. Paulo, o interior não é mais como pensávamos: as cidades são limpas, proporcionam qualidade de vida e há muito deixaram de lado o “caipirismo”.<br />
A maioria das pessoas busca também conforto. Para o arquiteto Celso Primi, idealizador de vários empreendimentos da Splice Desenvolvimento Urbano, tais como o Reserva Campolim, a tecnologia hoje é uma aliada. “Materiais duráveis e com ‘consciência’ ecológica, jardins planejados e com baixo custo de manutenção, apartamentos desenhados em função de um estilo de vida voltado ao convívio social e familiar e que incorpore avanços tecnológicos são alguns exemplos”, diz Primi.<br />
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Interação entre as partes<br />
Há outro aspecto a considerar. “A estabilidade econômica do país e elevação da renda também têm tornado os compradores de imóveis um público mais exigente, tenham eles a finalidade de morar, trabalhar ou investir”, ele completa. Portanto, o conceito de qualidade de vida tornou-se mais complexo. Hoje inclui cuidados como o tipo de materiais utilizados no acabamento da obra e o estudo do arquiteto sobre como será a circulação de pessoas e os acessos, o desenho das áreas comuns.<br />
“Um condomínio é formado por vários elementos que se justapõem. Este conjunto só será harmônico se o planejamento levar em conta esta interação”, finaliza o arquiteto.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>11/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Illimité: centro empresarial renovado</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/illimite-centro-empresarial-renovado/152/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1302284563.jpg" /><br /><br />Em grandes cidades, os edifícios empresariais se<br />
aglomeram nos centros, gerando uma paisagem<br />
verticalizada e pesada. Sorocaba, no entanto,<br />
vem buscando soluções para continuar proporcionando qualidade de vida. Seu crescimento descentralizado e o surgimento de novos eixos de desenvolvimento contribuem<br />
para isso. Um desses novos eixos pode ser vislumbrado no Alto da Boa Vista [veja página 13]. É nesse lugar próspero, onde se avizinham os núcleos administrativo, jurídico e industrial da cidade, que futuramente se instalará o Illimité Condomínio Empresarial.<br />
O projeto vem de uma parceria da Splice Desenvolvimento Urbano com a Rossi e oferece salas comerciais modulares que podem ser agrupadas (resultando em área variável de<br />
36 a 480 metros quadrados). Assim, pode se adequar às necessidades e perfil de negócio de cada empresa ou profissional liberal. O projeto arquitetônico é assinado por Ricardo Bandeira e o paisagístico por Marcelo Novaes. <br />
A arquitetura de sua única torre é moderna e confere status e exclusividade às salas de desenho funcional. Segurança e conforto podem ser usufruídos antes mesmo de chegar às salas, com recursos como o serviço de valet e de identificação e controle de acesso aos visitantes. O ambiente tecnológico do centro de convenções é outra conveniência.<br />
Esse modelo de empreendimento já é sucesso consagrado em importantes centros empresariais do mundo. Em Sorocaba agrega a localização privilegiada e tende a ampliar potencial de valorização dessa região emergente.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>08/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Site Frias Neto Consultoria de Imóveis</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/site-frias-neto-consultoria-de/50/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1302884033.jpg"><br /><br />Sobre o Verano Praças Residenciais]]></description>
				<pubDate>07/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Parceria com raízes familiares</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/parceria-com-raizes-familiares/151/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1302106418.jpg" /><br /><br />"A família gostava de descansar sob as mangueiras e jabuticabeiras que ofereciam farta sombra e um frescor bastante bemvindo ao clima quente de Sorocaba. As árvores frondosas e o seu sombreado bastavam, não havia instalações como uma casa ou alpendre, só o terreno”. Assim começa a história de um dos loteamentos realizados pela parceria da Splice Desenvolvimento Urbano e Cyrela com a família Campos Andrade, onde se instalou o empreendimento Villa do Bosque. Quem nos conta é a tradutora Alvamar Helena de Campos Andrade Lamparelli, descendente da família, que acompanhou a transformação do terreno em projeto de qualidade.<br />
O projeto foi fruto de uma parceria fundada na confiança entre amigos – os representantes das duas empresas. As terras foram adquiridas no início da década de 50 pelo patriarca Mário de Campos Andrade e sua esposa Benedita – ou Didita, como era mais conhecida, por sua delicadeza física e no trato com as pessoas. Já a ideia de transformálo no atual Villa do Bosque partiu do filho, o advogado Francisco Roberto Brandão de Campos Andrade.<br />
“Coube a meu marido, o arquiteto José Condé Lamparelli, a tarefa de projetar o loteamento. Ele soube aproveitar as exigências legais de preservação da mata nativa de cerrado como referência paisagística. Criou, então, uma grande área verde no centro do loteamento, circundada por uma via perimetral de onde sai o eixo central, organizando todas as casas em pequenas vilas servidas por este eixo”, conta Alvamar. A beleza do lugar, outrora desfrutada pela família, é agora compartilhada com os proprietários da Villa do Bosque.<br />
Sobre a parceria com a Splice, Alvamar representa a família para dizer: “Sabemos que a Splice tem bases sólidas e uma enorme competência. Ter um parceiro assim é garantia de ver o projeto concretizado em sua forma excelente. Duas palavras que nos remetem à parceria: lealdade e aprendizado”.<br />
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Fonte: Splice Magazine (edição 04)]]></description>
				<pubDate>06/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Fundos imobiliários podem ser saída para negociar CRIs</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/fundos-imobiliarios-podem-ser-saida/150/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1301947943.jpg" /><br /><br /> A volatilidade do mercado acionário brasileiro deve abrir caminho para que os investidores busquem alternativas de investimento, como é o caso dos fundos imobiliários. Quem ganha com este tipo de aplicação são os emissores de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que passam a compor os fundos.<br />
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Para Ricardo Almeida, professor de Finanças do Insper, ainda há uma dificuldade de os pequenos investidores entenderem onde os fundos imobiliários estão aplicando seus recursos. "O pequeno investidor acaba optando por este tipo de investimento pelo nome do banco que vem por trás da operação", explica Almeida.<br />
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De acordo com Daniela Mesquita, diretora Financeira da Brazilian Finance Real Estate (BFRE), grupo que controla as empresas BM Minha Casa, Brazilian Securities, Brazilian Capital e Brazilian Mortgages, os negócios com CRI devem ficar ainda mais aquecido para 2011. "Os especialistas projetam que a poupança não será suficiente como fonte de recursos para o crédito imobiliário já a partir de 2012. E então, o papel do CRI será crucial para manter o crescimento desta linha de financiamento", afirma a executiva.<br />
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Apesar de ainda ser um instrumento de difícil acesso para o pequeno investidor, o CRI está mais próximo do varejo agora do que há alguns anos, afirma Daniela. "Depois que os fundos imobiliários foram autorizados a incorporar os CRIs ao patrimônio, os pequenos investidores podem investir indiretamente nestes títulos", explica Mesquita.<br />
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A (BFRE) registrou um lucro líquido de R$ 117 milhões no ano passado, um crescimento de 125% em relação ao ano anterior. Segundo Mesquita, o volume de CRIs emitidos em 2010 pela empresa foi de R$ 3,7 bilhões. "Este valor é cinco vezes o volume emitido no ano anterior, e supera a soma de todas as emissões feitas desde que começamos a operar, há oito anos", revela. Ela acredita que este número possa ser superado neste ano.<br />
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De acordo com os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o patrimônio líquido dos fundos imobiliários encerrou fevereiro em R$ 3,082 bilhões, com participação de 0,17% do mercado total.<br />
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Almeida acredita que os fundos imobiliários podem popularizar os CRIs. "Hoje, o grande investidor precisa comprar CRI de três empresas diferentes para pulverizar o risco, e com a entrada dos CRIs em fundos é possível diluir o risco gastando menos", acrescenta o professor do Insper.<br />
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A BFRE também tem um braço de gestão de recursos, que atua somente com fundos imobiliários. A Brazilian Capital registrou lucro líquido de R$ 11,690 milhões em 2010, um avanço de 75% em relação ao resultado apurado em 2009. "Temos R$ 2 bilhões em recursos administrados pela Brazilian Capital, que responde por uma gestão mais ativa dos recursos", explica a executiva da BFRE. Ela conta que um desses fundos de gestão ativa conta com ativos de 12 imóveis com patrimônio de R$ 367 milhões. "E neste fundo temos mais de mil pessoas físicas." <br />
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O professor de Finanças diz ainda que apesar de poder comprar participação em fundos imobiliários por meio do home broker, a falta de informação leva o pequeno investidor à aquisição de ações. "Pelo fato de o pequeno investidor não saber onde o fundo aplica, é mais fácil para ele aplicar seus recursos na compra de ações", diz Almeida.<br />
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A Brazilian Capital possui outros fundos, que são negociados na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa). As duas categorias somam R$ 4,9 bilhões em recursos. "Este valor corresponde a 38% do mercado de fundos imobiliários no Brasil." Daniela conta que a BFRE tem fundos para todo tamanho de investidor, com investimento inicial mínimo R$ 1.000,00. "Por ser uma boa opção para os investidores, acreditamos que os fundos imobiliários ainda têm grande potencial de crescimento." Para completar o ciclo de atuação no mercado imobiliário, a BFRE aposta no BM Sua Casa e na Brazilan Mortgages, braços de financiamento de imóveis do grupo. O BM Sua Casa teve lucro líquido de R$ 29,835 milhões em 2010, um avanço de 16% na comparação com o ano anterior. O crescimento do lucro neste segmento foi menor, o que se explica pelo bom resultado alcançado já em 2009, quando o BM Sua Casa puxou o lucro da BFRE, respondendo por praticamente 50% do resultado final. Já a BR Mortgages registrou ganhos de R$ 29,350 milhões, um crescimento de 51% em relação a 2009.<br />
<br />
E os planos para o BM Sua Casa são ambiciosos. Somente no ano passado, foram abertas 28 novas lojas, o que resultou em 47 unidades abertas ao fim do ano passado, em 30 cidades. "As operações estão mais concentradas em São Paulo, no interior e na capital", explica Daniela. A financeira de imóveis fechou 2010 crescimento expressivo na carteira de crédito. Já o BM Sua Casa, que atende somente pessoas físicas, registrou um salto de 82% na carteira em 12 meses. "Registramos um ritmo de concessão de crédito no ano passado de R$ 50 milhões por mês", conta Daniela.<br />
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Fonte: DCI]]></description>
				<pubDate>04/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Confira como investir em imóveis no curto, médio e longo prazo</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/confira-como-investir-em-imoveis/149/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1301676541.jpg" /><br /><br />O Brasil vive um momento de grande expansão no mercado imobiliário e ainda possui muitas expectativas em relação a um crescimento ainda maior nos próximos anos, principalmente por conta do aumento do poder aquisitivo das classes de menor renda.<br />
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Com isso, o investimento em imóveis é visto por muitos especialistas como uma boa opção e em alguns casos pode, inclusive, ser utilizado no curto, médio e longo prazo.<br />
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Para o diretor executivo da Consul Patrimonial, Marcus Vinícios de Oliveira Neto, o setor deve continuar se expandindo com força até o final da década, especialmente no Nordeste e no Rio de Janeiro.<br />
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Assim, ele cita maneiras de investir no setor com objetivos de curto, médio e longo prazo.<br />
<br />
Curto prazo<br />
Para o curto prazo, o profissional aconselha a compra de imóveis adjudicados - aqueles cujo proprietário não conseguiu arcar com o financiamento e que foram à leilão, por preço inferior -, para reforma e a venda posterior. Segundo Oliveira Neto, uma mudança recente na lei fez com que imóveis com três meses de inadimplência possam ser tomados pelo banco que o financiou.<br />
<br />
“Advogados especializados conseguem liberar o imóvel em mais 2 meses, mesmo se este estiver ocupado. A Caixa Econômica Federal, após realização de leilão, passa esses imóveis adjudicados para imobiliárias credenciadas venderem com descontos que podem chegar a 70% do valor de mercado”, afirma.<br />
<br />
Para o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, normalmente, imóveis em geral não são indicados para investimento de curto prazo. "Via de regra, não aconselho comprar imóvel como investimento de curto prazo", diz.<br />
<br />
Em relação aos adjudicados, ele afirma: “Não considero muito que isso seja exatamente uma operação rotineira de mercado imobiliário. Eu acho que, para esta exceção, pode ser que o curto prazo se aplique”, afirma.<br />
<br />
Custos altos<br />
O vice-presidente do Ibef – SP (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças de São Paulo), Luiz Roberto Calado, também acha que, no curto prazo, investir em imóveis pode não ser uma boa opção. “Você tem custos muito altos, com corretagem, despesas de cartório. Isso tudo pode chegar a 6% da operação”, afirma.<br />
<br />
Por isso, para o curto prazo, ele aconselha a compra apenas em casos de exceção, como uma grande oferta. "Mas, isso é muito difícil de acontecer”, aponta.<br />
<br />
No caso dos leilões, Calado ressalta que é preciso conhecer muito bem esse mercado para se dar bem. Quem compra um imóvel deste tipo precisa entender os trâmites burocráticos, fazer visitas no local. "Tem gente que acha que o metro quadrado está barato e nem conhece a região do imóvel”, diz.<br />
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Médio Prazo<br />
No médio prazo, o diretor executivo da Consul Patrimonial cita uma nova oportunidade que surge com a explosão de vendas de unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida e outros programas de moradia para baixa renda. “Torres de escritórios individuais para atender esses empreendimentos residenciais, com salas pequenas e que atendam essa demanda. Isso é uma aposta certeira”, aponta.<br />
<br />
Nesta caso, o presidente do Secovi-SP concorda. “Eu acredito que um país forte e com qualidade de vida precisa ter centros autossuficientes de vida, onde a sociedade possa morar, trabalhar, se divertir e se educar à distância de uma simples caminhada”, diz.<br />
<br />
Segundo ele, a cidade compacta, adensada, com moradias próximas de centros de serviços e escritórios é uma tendência mundial. “Você junta essa tendência com o fato de que o Brasil está construindo uma grande quantidade de residências para famílias de baixa renda, o resultado são oportunidades fantásticas de médio prazo para investidores de todos os tipos, para fazer não apenas salas, mas também grupos de lojas pequenas”, aponta.<br />
<br />
Além disso, ele ressalta que já existem administradoras de fundos interessadas neste modelo. "Eu sei que algumas das grandes administradoras de fundos imobiliários no Brasil que tiveram estudando este tipo de alternativa sim e eu vejo isso como uma grande tendência”, diz Crestana.<br />
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Longo prazo<br />
Segundo Oliveira Neto, da Consul Patrimonial, uma opção para investimento de longo prazo é a especulação com terrenos localizados nas fronteiras das grandes cidades.<br />
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“Terrenos ou até fazendas bem localizadas próximas às capitais podiam ser adquiridos há um tempo pelo valor de R$ 1 o metro quadrado. Como cada vez mais fica difícil encontrar terrenos nos centros urbanos, a solução será continuar os empreendimentos onde as rodovias nos levar”, aponta.<br />
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Risco muito alto<br />
Já para o presidente do Secovi-SP, este tipo de investimento é muito arriscado. “É um investimento de altíssimo risco e inútil, porque nunca se tem certeza de qual vai ser o próximo vetor de crescimento de uma cidade”, aponta.<br />
<br />
Luiz Calado, do Ibef, também ressalta este tipo de dificuldade. “É preciso conhecer muito bem o mercado para comprar terrenos com esse objetivo. Precisa conhecer a dinâmica de crescimento das cidades, ter boas informações sobre o mercado”, diz Calado.<br />
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Fonte: UOL Economia]]></description>
				<pubDate>01/04/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Brasileiro acha imóvel o melhor investimento em 2011</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/brasileiro-acha-imovel-o-melhor/148/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1301586246.jpg" /><br /><br />Os brasileiros acreditam que os imóveis serão os ativos com melhor desempenho em 2011, mostra levantamento da gestora de recursos Franklin Templeton. Perguntados sobre os mercados que teriam melhor performance neste ano, 34% dos entrevistados respondeu que seria o de imóveis, e 26% acreditam que o mercado imobiliário continuará liderando em performance nos próximos dez anos.<br />
<br />
Além disso, 39% das pessoas consultadas declararam que pretendem investir em imóveis em 2011. À frente desse percentual só ficou a renda fixa, presente nas intenções de investimentos de 53% dos entrevistados. Trinta por cento responderam ter a intenção de investir em ações em 2011.<br />
<br />
Depois do mercado imobiliário, os mercados que devem ter as melhores performances em 2011 são o de ações, apontado como o de provável melhor desempenho por 23% dos entrevistados, e o de commodities não metálicas, indicado por 14% das pessoas.<br />
<br />
A pesquisa da Franklin Templeton mostra, ainda, que o investidor brasileiro está bastante otimista em relação ao mercado nacional e também às oportunidades no exterior. Boa parte dos entrevistados acredita que a performance da Bolsa brasileira foi melhor do que de fato foi, e metade crê num desempenho ainda melhor em 2011.<br />
<br />
A média de retorno esperada pelos brasileiros é de 16,7%, bem acima da média global, de 11,5%. Para os próximos dez anos, cerca de 70% dos brasileiros pretendem investir fora do país.<br />
<br />
A pesquisa de sentimento global em relação a investimentos consultou, no mês de janeiro, 13.076 pessoas, com idades de 18 a 64 anos em 12 países (Brasil, Chile, México, Hong Kong, Coreia do Sul, Cingapura, Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá). No Brasil, foram ouvidos 1.004 adultos.<br />
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Fonte: Exame]]></description>
				<pubDate>30/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Nasce um novo mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/nasce-um-novo-mercado-imobiliario/147/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1301330488.jpg" /><br /><br />Impulsionado pelo volume de financiamento, surge novo e promissor mercado imobiliário, voltado a atender a demanda igualmente crescente de clientes, conforme apontam recentes pesquisas. Dados do Censo de 2010 mostram que o Brasil possui 191 milhões de habitantes, dos quais parcela importante tem entre 20 e 29 anos (faixa que inclui um em cada cinco brasileiros). Isso indica que, nos próximos 15 ou 20 anos, o País contará com população adulta, ativa e produtiva superior ao total de idosos e crianças. É o chamado bônus demográfico, já vivenciado pelos países desenvolvidos.<br />
<br />
Adicione-se a essa receita um ingrediente essencial: o aumento da confiança do brasileiro, o mais otimista entre os consumidores dos países emergentes, segundo estudo do banco Credit Suisse, incluindo integrantes do Bric, além de Egito, Arábia Saudita e Indonésia. O estudo comprova a mudança no perfil de consumo dos emergentes, ancorada na previsão de elevação da renda da população.<br />
<br />
Mais que isso, a sondagem ratifica que as características dos consumidores dos países em desenvolvimento se aproximam cada vez mais daquelas verificadas nas nações já consolidadas. Imóveis estão entre os bens que lideram a lista de intenções de gastos no Brasil e em países que ocupam um nível intermediário entre aqueles mais focados em bens essenciais e outros onde há forte consumo de itens de luxo.<br />
<br />
O bônus demográfico, reforçado pelo otimismo do consumidor com relação ao aumento de renda – aliado aos níveis crescentes de emprego formal – e o abundante volume de crédito imobiliário são ingredientes de uma receita de sucesso para as próximas duas décadas. A FGV – Fundação Getúlio Vargas estima em 63,6 milhões o total de famílias no País em 2010 e prevê cerca de 80 milhões em 2022. Ou seja, incremento de 16 milhões em doze anos. Isso é pura demanda!<br />
<br />
Além do avanço quantitativo, a estabilidade e o crescimento econômico propiciaram “salto” do patamar de renda, com migração de 30 milhões de famílias das classes carentes para a classe média no período de 2002 a 2009. A título de comparação, vale citar estimativa do Banco Central indicando financiamento habitacional equivalente a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2010. No México, corresponde a 11,2% (2000) e no Chile, a 18,5% (2008). Já os países europeus, com tradição no crédito imobiliário, a relação é de 67,5% do PIB em Portugal, 64,6% na Espanha e 47,6% na Alemanha.<br />
<br />
Apesar de ainda engatinhar no que se refere à participação do crédito imobiliário em relação ao PIB, o Brasil encontra campo fértil para crescer nesse sentido e também atrair investimentos. Recursos abundantes, demanda garantida, segurança jurídica e incentivos públicos garantem que o mercado imobiliário experimentará crescimento sustentado até 2015, 2020.<br />
<br />
Além de organizar o mercado em sistemas como a Rede Secovi de Imóveis – que estimula negócios em parceria –, o Secovi-SP mantém convênios com diversas entidades do setor imobiliário nos EUA, América Latina e Europa, o que permite intensa troca de informações e experiência, bem como qualificação e aperfeiçoamento. Uma delas, a Fiabci – Federação Internacional das Profissões Imobiliárias, fundada em 1949 e que concentra informações em mais de 60 países onde está presente, proporciona networking entre profissionais do mercado imobiliário, criando permanentemente oportunidades em iniciativas como o Prêmio Master Imobiliário e seu Congresso Mundial (que este ano acontece no mês de maio, em Chipre).<br />
<br />
Como se pode perceber, argumentos baseados em estudos, fatos e projeções reais permitem afirmar que surge novo mercado imobiliário em ambiente dos mais propícios para a indústria imobiliária.<br />
<br />
 <br />
<br />
(*) Elbio Fernández Mera é vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação)<br />
<br />
Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>28/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Crédito imobiliário do BB cresce 107% em 12 meses</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/credito-imobiliario-do-bb-cresce/145/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1301069672.jpg" /><br /><br />O Banco do Brasil (BB) informou hoje que sua carteira de crédito imobiliário atingiu o volume de R$ 4 bilhões. O número, que considera negócios realizados com pessoas físicas (83%) e empresas (17%), representa incremento de 107% no período de 12 meses.<br />
<br />
<br />
Segundo afirma em comunicado o vice-presidente de Novos Negócios de Varejos, Paulo Rogério Caffarelli, a previsão do banco para este ano é mais que dobrar sua carteira imobiliária em relação ao valor consolidado do fim de 2010. O banco espera chegar a R$ 7 bilhões em dezembro. Atualmente, o BB ocupa o quinto lugar neste mercado. A expectativa da instituição financeira é de ganhar duas posições no ranking até o fim de 2014.<br />
<br />
<br />
Fonte: O Estado de S. Paulo online]]></description>
				<pubDate>25/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Vendas de material de construção crescem 11,5% em fevereiro </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/vendas-de-material-de-construcao/138/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300980797.jpg" /><br /><br />As vendas de material de construção cresceram pelo 16º mês consecutivo em fevereiro. De acordo com o Índice de Vendas da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção), a alta foi de 11,46%, na comparação com o mesmo mês de 2010. Frente a janeiro, houve aumento de 5,52%. <br />
<br />
De acordo com o presidente da Abramat, Melvyn Fox, a tendência de crescimento deve se acentuar nos próximos meses. <br />
<br />
Em fevereiro, o número de postos de trabalho gerados pelo setor aumentou 9,32%, ante o mesmo período do ano passado. Ante janeiro, houve alta de 0,48%. <br />
<br />
O destaque no mês passado ficou por conta dos itens de acabamento, que tiveram crescimento de 19,29%. Os fabricantes de materiais de base, por sua vez, tiveram alta de 2,98%. <br />
<br />
"É provável que o comportamento se equilibre entre os materiais de base e acabamento nos próximos meses. Esse crescimento maior da indústria de acabamento está associado ao avanço das obras iniciadas na fase de elevado crescimento do setor, antes da crise", afirmou Fox, em nota. "O ciclo natural de uma obra pode durar de um ano e meio a dois anos em média." <br />
<br />
Para o ano, a previsão é crescimento de 9% nas vendas de material de construção. "O desempenho continua alinhado com o crescimento da construção civil, sustentado pelas medidas de incentivo ao setor, tais como a ampliação do prazo de desoneração do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados], os avanços das obras dos programas habitacionais e de infraestrutura, expansão do crédito imobiliário, e aumento da renda média das famílias", disse o presidente da associação. <br />
<br />
Fonte: Folha de S. Paulo online]]></description>
				<pubDate>23/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Empresas pagam mais que preço real da casa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/empresas-pagam-mais-que-preco/137/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300816610.jpg" /><br /><br />Em geral, vale deixar de lado o valor sentimental de uma casa pela compensação financeira de uma construtora interessada em comprá-la. <br />
<br />
"Se o imóvel ficar incrustado, o dono poderá nunca mais conseguir por ele a quantia oferecida pela empresa", avalia Marcelo Molari, sócio da Geoimovel, organização especializada em pesquisas imobiliárias. "É vantagem negociar. Há casos em que a incorporadora paga mais do que o imóvel vale." <br />
<br />
Mas o proprietário deve estar atento às condições da negociação. "O dono tem de estabelecer preço, forma de pagamento, analisar a idoneidade da empresa compradora e fixar prazo para a desocupação", diz o especialista em direito imobiliário Marcelo Manhães de Almeida. <br />
<br />
Para determinar o preço,o ideal, recomenda Molari,é pedir a ajuda de um engenheiro avaliador. <br />
<br />
As orientações se estendem também para a formade pagamento. "Se for em parcelas, será preciso prever garantias no contrato. É muito comum o pagamento ser mediante permuta de imóvel", acrescenta Manhães. <br />
<br />
"Um imóvel pode ser oferecido pela incorporadora ao proprietário da área onde será realizado o empreendimento como garantia da obrigação de entregar as unidades permutadas", explica. <br />
<br />
A aposentada KaterinaPapalardo, 75, trocou a casa em que morou com a família por 47 anos na Vila Olímpia (zona oeste) por quatro apartamentos na Vila Andrade (zona sul). "Para a família foi uma vantagem, os apartamentos ficaram para os meus quatro filhos", afirma. <br />
<br />
No caso de permuta, o morador deve atentar para o valor do condomínio que terá de pagar. "A única desvantagem que encontrei na troca da casa pelos apartamentos foi o condomínio; no início eu fiquei muito apertada", conta Papalardo. "Agora, o pagamento está na responsabilidade dos meus filhos." <br />
<br />
Regiões da cidade de São Paulo com grande adensamento de casas são as que têm maior potencial de verticalização, segundo a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). <br />
<br />
REGIÕES VISADAS <br />
<br />
Assim, atraem incorporadores interessados em comprar essas propriedades para compor terrenos onde lançarão os empreendimentos. <br />
<br />
"Ipiranga, Jabaquara, Vila Mariana, Interlagos [zona sul], Morumbi, Butantã, Perdizes [zona oeste], Penha, Vila Prudente [zona leste] e Santana [zona norte] são bairros com capacidade para futuras construções", especifica Luiz Paulo Pompéia,diretor da Embraesp. <br />
<br />
Alguns moradores desses locais se dizem contra a verticalização. "Traz problemas hidráulicos, falta de luz, calor e perda da qualidade de vida", diz o presidente da Amavm (Associação de Moradores e Amigos da Vila Mariana), Oswaldo Luiz Baccan. <br />
<br />
Fonte: Folha de S. Paulo online]]></description>
				<pubDate>21/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Imóveis em SP são mais caros do que em Miami por falta de infraestrutura</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/imoveis-em-sp-sao-mais/133/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300467989.jpg" /><br /><br /><br />
O mercado imobiliário de São Paulo está mais valorizado do que em outras grandes cidades estrangeiras, aponta o diretor-presidente da Vitacon Participações, Alexandre Lafer Frankel. "Hoje, comprar um apartamento em regiões privilegiadas da capital paulista é mais caro do que em cidades dos Estados Unidos".<br />
<br />
Ele cita o exemplo de Miami, onde há uma quantidade enorme de terrenos livres para as construções. "Aqui não há essa facilidade, o que torna a aquisição do imóvel mais restrita", compara.<br />
<br />
Além disso, ele lembra que em outras grandes cidades, como Tóquio, Nova York e Paris, a população encontra um eficiente sistema de transporte público, o que permite que as pessoas residam em regiões afastadas sem que haja problema para se deslocarem para o centro.<br />
<br />
"No Brasil, a situação é outra", avalia Alexandre. "Vivemos um caos urbano no transporte público, impactando diretamente no preço dos imóveis construídos em bairros consolidados e próximos ao centro".<br />
<br />
Preços em alta<br />
Em fevereiro, os valores dos imóveis residenciais do país registraram alta de 2,1%, de acordo com o índice da FipeZap. Um mês antes, em janeiro, o incremento foi de 1,7%.<br />
<br />
"Isso acontece porque o Brasil vive um momento econômico muito positivo. A ascensão de classe é uma realidade e o aumento do crédito impulsiona o mercado imobiliário", explica Alexandre.<br />
<br />
Essa valorização dos imóveis, segundo ele, deve continuar nos próximos anos, já que o aumento da demanda é um fator que incide diretamente sobre o preço dos imóveis.<br />
Fonte: UOL<br />
]]></description>
				<pubDate>18/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Na contramão dos mercados, ações de imobiliárias lideram os ganhos do Ibovespa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/na-contramao-dos-mercados-acoes/132/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300467939.jpg" /><br /><br /><br />
Contrariando o movimento negativo dos mercados nesta quarta-feira (16), as ações do setor imobiliário registraram forte valorização. Os papéis da Cyrela (CYRE3) subiram 3,61% - maior alta do Ibovespa -, fechando cotadas a R$ 15,50, seguidos logo atrás pelos da MRV (MRVE3), que valorizaram 2,37%, indo a R$ 13,85. Já as ações da Gafisa (GFSA3) tiveram a quarta maior alta do índice (+1,27%), ficando em R$ 10,33.<br />
<br />
Fora do Ibovespa, os papéis das imobiliáras também registram forte valorização. É o caso da Even (EVEN3) e da Tecnisa (TCSA3), cujos ativos registraram ganhos de 6,19% e 4,92%, respectivamente, ficando cotados a R$ 8,06 e R$ 10,23. As ações da EzTec (EZTC3), por sua vez, mostraram variação positiva de 2,90%, fechando na máxima do dia de R$ 13,15.<br />
<br />
Vale mencionar também que o IMOB, índice da BM&F Bovespa que compila as empresas do setor imobiliário, foi o único de todos os 14 índices da bolsa a registrarem valorização nesta tarde, fechando em alta de 0,98%. O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, fechou em queda de 1,50%, indo para 66.002 pontos.<br />
<br />
Inflação e Selic<br />
O investidor repercute, entre outros, a desaeleração da inflação apontada pelo IGP-10 divulgado pela manhã e a pesquisa da Febraban divulgada na véspera, mostrando que o mercado tem revisado suas estimativas para a alta da Selic.<br />
<br />
Vale lembrar que na última semana os papéis do setor responderam com forte valorização à interpretação dos mercados sobre a possibilidade de que o Copom (Comitê de Política Monetária) adote mais medidas macroprudenciais para conter o avanço inflacionário do País, sinalizando que o ciclo de alta do juro básico possa estar chegando ao fim.<br />
Fonte: UOL<br />
]]></description>
				<pubDate>16/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Entrega do Residencial Villa do Bosque</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/entrega-do-residencial-villa-do/136/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300470663.jpg" /><br /><br />Clientes e colaboradores se reuniram em noite de lançamento do Residencial Villa do Bosque.]]></description>
				<pubDate>15/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Fuga para o interior movimenta o mercado</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/fuga-para-o-interior-movimenta/131/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300467886.jpg" /><br /><br /> O mercado imobiliário do interior está em alta - e ganhando uma ajuda extra da capital. O bom momento vivido pelo setor estimula o ‘espírito bandeirante’ de muitos paulistanos que nos últimos anos resolveram ir em busca do sonho de uma vida com mais qualidade em municípios localizados a até 100 quilômetros da capital. Com isso, cidades como Sorocaba, Campinas e Jundiaí recebem boa parte desses novos moradores. <br />
Em Sorocaba, o vice-presidente de Interior do Secovi, Flávio Amary, afirma que, embora o setor imobiliário esteja num período de plena atividade em todo o País, o diferencial da cidade é a proximidade com a capital (92 quilômetros) e os indicadores sociais. "A cidade se destaca em quesitos como segurança, educação e emprego." <br />
A chegada de indústrias, como a montadora da Toyota, em fase de instalação, está atraindo para a cidade um público com perfil qualificado. Nos últimos três anos, foram lançados 15 condomínios horizontais de alto padrão. A cidade ganhou o terceiro shopping center e tem outros três em construção. <br />
A boa infraestrutura atraiu o engenheiro químico Rogério Damatto, de 45 anos. Morador de Perdizes, na capital, ele optou por Sorocaba por causa da segurança e da qualidade de vida. "Como o preço da terra era mais em conta do que comprar um imóvel em São Paulo, pudemos escolher um lugar agradável e construir de acordo com o nosso gosto." Se for preciso, ele vai fazer como o grande número de paulistanos que residem em Sorocaba e viajam para trabalhar na capital.<br />
As irmãs Rosilda, Rosa, Rosana e Regina Mitcovi são paulistanas, mas optaram, cada uma a sua vez, por morar no interior. Primeiro foi Rosilda, há quinze anos. Depois, Rosana, há três. Agora, Rosa e Regina acabaram de fechar negócio por meio de um financiamento no programa Minha Casa, Minha Vida. "Fiz propaganda mesmo porque aqui é tudo de bom. Não tem trânsito, nem poluição e é mais fácil conseguir escola, hospital, emprego", conta Rosana. O plano das irmãs é convencer a mãe, que é viúva, a trocar a capital pelo interior. "Ela sempre morou naquele bairro (Santo Amaro) e, por isso, resiste", diz Rosana. A quinta irmã, Aparecida, é a única que não tem planos de sair da capital.<br />
"Quem migra de São Paulo para Jundiaí (a 58 km da capital) busca casas ou apartamentos de 80 a 180 metros quadrados", afirma a diretora geral do Secovi local, Célia Benassi. Embora o sindicato não tenha números oficiais para mensurar esse movimento, os dirigentes regionais identificam qualitativamente a demanda. "As pessoas procuram muito os bairros com fácil acesso às rodovias, e buscam qualidade de vida ao sair da capital."<br />
O comerciante Edson de Assis, de 45 anos, que mora em Jundiaí há oito anos, também trabalhava na capital. Há quatro anos, decidiu ficar de vez no interior e apostar no comércio que abriu com o apoio da mulher.<br />
"Foi um projeto de vida. Vi outras cidades, mas escolhi Jundiaí porque é perto de São Paulo, com melhor acesso às rodovias", conta. "Minhas filhas são praticamente jundiaienses. E minha família, de São Paulo, vem para a cidade nos fins de semana. A qualidade de vida no interior é outra."<br />
Gerente internacional em um banco, Carlos Neumann, de 40 anos, não se importa de sair diariamente de Jundiaí para trabalhar em São Paulo. "Não vejo nenhuma desvantagem", afirma o morador do bairro Eloy Chaves, localizado perto do acesso às rodovias Anhanguera e Bandeirantes. "As condições de vida em Jundiaí são muito melhores."<br />
Polos. Em Campinas (a 95 km da capital), o diretor de incorporação do Secovi local, Flávio Bauer, diz que não há um levantamento quantitativo, mas projeta que 70% dos residentes não são da cidade. "É uma estimativa qualitativa. A migração começa nos polos universitários, onde quase 60% não são de Campinas e 70% desses que são de fora acabam ficando na cidade depois de concluírem os estudos."<br />
Segundo ele, o contingente mais expressivo vem de São Paulo, embora sejam identificados grupos do Rio, Paraná, sul de Minas e outros estados. "A partir da década de 1950, Campinas passou a crescer e tornar-se sede de muitas empresas. Há dois tipos de migrantes: os que fazem o trajeto até São Paulo diariamente e os que ficam de vez na região."<br />
O próprio Bauer é um exemplo. "Vim em 1979, transferido do Rio para cá por uma multinacional. A maioria vem e acaba gostando, é muito agradável viver aqui."<br />
<br />
<br />
Fonte: Estadão online<br />
]]></description>
				<pubDate>14/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Construtoras rumam ao Norte e ao Nordeste</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construtoras-rumam-ao-norte-e/130/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300467313.jpg" /><br /><br />Tidas como líderes em construção civil até os próximos cinco anos, com destaque para o período de eventos como a Copa do Mundo como agente impulsionador do setor, as regiões Norte e Nordeste se destacaram com quase duas mil obras na área da construção civil brasileira e a movimentação de U$ 58 bilhões, apenas no ano passado. <br />
Para a consultoria ITCnet, as regiões são a bola da vez no setor e, para 2011, a expectativa é um crescimento na casa dos 14% em números de obras, que elevaria as regiões a 2.276 novas construções este ano. O otimismo vem na onda do ano passado, que pode ser considerado de ouro para o setor de construção civil, com um movimento estimado de US$ 325,5 bilhões em todo território nacional entre obras comerciais, industriais e residenciais.<br />
A aposta em construção civil para os próximos anos também foi passada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que prevê investimentos de R$ 607 bilhões no Brasil até 2014, fatia superior aos outros investimentos do banco para o Brasil. "Obras como construção ou revitalização de estádios, melhoria e ampliação de rodovias, construção de shopping e hotéis são parte fundamental desse boom de construção civil que vive o norte e nordeste", afirmou Sheila Schavarria, professora de Engenharia Civil da FEI. <br />
"Boa parte dos investimentos anunciados pelo BNDS serão no Norte e Nordeste", disse a acadêmica, que completou, "mesmo sem dados oficiais, as tendências de mercado é que muitos investimentos públicos quanto iniciativas privadas migrem com mais força e mais dinheiro para essa regiões", disse.<br />
Para acompanhar o bom momento de investimentos nas regiões, a construtora e incorporadora Rossi Residencial anunciou recentemente uma parceria com a construtora Norcon para atuação na Região do Nordeste, de acordo com a empresa, o negócio tem potencial para valor geral de vendas (VGV) de R$ 300 milhões.<br />
Por meio da parceria, a Rossi atuará em Sergipe, Pernambuco, Alagoas e na Bahia com empreendimentos econômicos.<br />
Do VGV previsto para este ano, R$ 194 milhões caberão à Rossi, sendo o restante destinado aos parceiros no desenvolvimento dos projetos imobiliários.<br />
<br />
Joint venture<br />
E esta não foi a primeira intervenção do grupo Rossi para investimentos no nordeste. No final de 2010, a construtora lançou uma joint venture em Goiás para atuar, principalmente, no segmento econômico de imóveis de até R$ 250 mil. A nova empresa, com controle e lucro divididos meio a meio entre a Rossi e a goiana Toctao Engenharia, entrou em operação em janeiro e espera lançar R$ 4,1 bilhões em imóveis, sendo R$ 1,6 bilhão em cinco anos. A Rossi - que pretende aumentar a participação de mercado em Goiás de 5% para de 20% a 30% - será responsável por toda a governança corporativa da Toctao Rossi e vai coordenar o sistema de construção, as finanças e os recursos humanos.<br />
A Toctao entra com conhecimento da demanda regional, mão de obra já contratada e terrenos em "locais estratégicos" no estado. "A maior parte dos terrenos da nova empresa vem da Toctao", diz Cássio Audi, diretor Financeiro da Rossi. Mas, de acordo com o executivo, o estoque total de terrenos já neste início de operações da joint venture é suficiente para abrigar 19.360 apartamentos ou casas. "De 80% a 90% dos empreendimentos devem ser para o segmento econômico. Temos terrenos grandes para esse projeto", disse o executivo.<br />
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Estados em destaque<br />
Com 1.997 obras em 2010, e a expectativa de crescer 14% em 2011 os estados que se destacaram em 2010 na construção civil foram: Bahia, líder nos estados no segmento alimentício, com 13 novas fábricas; Ceará, que obteve 18 novas instalações para o segmento de energia e telefonia; e Pernambuco, que abriu ano passado 17 novas fábricas só de consumo. <br />
"Temos percebido um crescimento muito maior da Região Nordeste em relação à evolução média nacional. Nos últimos dois anos, Ceará está se destacando, com crescimento dos índices bem próximos aos de Pernambuco e Bahia, que historicamente sempre foram maiores", diz Viviane Guirão, diretora de Pesquisas do ITCNet.<br />
"Com a crescente importância desses estados, que se tornaram mais atraentes aos investidores nos últimos cinco anos, a tendência é manter essa crescente, já que é uma área que ainda tem muito potencial para crescer", completa Viviane . <br />
De acordo com a especialista, exemplos como o Ceará, que recebeu o maior número de obras em energia e telefonia dos estados, exemplifica este dado. "há uma necessidade crescente de aumento de tecnologia nessa região, dada a importância dela para o Brasil, por isso esse número alto de investimento", concluiu. <br />
De olho nesse bom momento, a Eternit Multiprodutos, especializada no segmento de coberturas, painéis e placas, anunciou a construção de uma nova fábrica , localizado no Distrito Industrial do Porto de Pecem, Município de Caucaia (CE). "A Eternit iniciou prospecção e estudos para instalação da nova fábrica em 2010, e concluiu que a Região Nordeste seria ideal para abrigar a nova unidade que atenderá também às demandas de outras regiões do País", afirma Élio A. Martins, presidente do Grupo Eternit.<br />
Ainda sem divulgar os números oficiais de investimentos para a construção da nova unidade, Martins afirmou apenas que a escolha da Região Nordeste também resulta do bom prospecto de crescimento dessa região na construção civil nos próximos anos. "Nosso trabalho é voltado também para atender crescimento de demanda da construção civil, achando soluções para as incorporadoras nos diferentes estados do País. Hoje oferecemos ao mercado linhas de telhas de fibrocimento, placas cimentícias para sistemas construtivos, telhas de concreto, telhas metálicas, louças sanitárias e sistemas de aquecimento solar, dentre outros produtos que serão muito mais usados no nordeste e norte nos próximos anos", diz Martins.<br />
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Fonte: DCI<br />
]]></description>
				<pubDate>11/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Não há bolha em imóveis, mas entusiasmo diminuiu</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/nao-ha-bolha-em-imoveis/129/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300466560.jpg" /><br /><br />Com certeza, não existe uma bolha imobiliária por aqui. No Brasil, ao contrário dos Estados Unidos e outros países, não ocorre o refinanciamento constante dos imóveis. Uma das causas da explosão norte-americana foram as seguidas hipotecas. Um cidadão que possuía uma casa de US$ 500 mil e devia US$ 100 mil, ao saber que o imóvel passou a valer US$ 1 milhão, fazia novo contrato, recebia um valor cash e passava a dever US$ 600 mil - ampliando o pepino para os bancos e o sistema e aumentando seu endividamento pessoal. Ocorre que os próprios bancos estimulavam essa operação, pois lucravam com juros sobre juros, passivamente aceitos por um cliente que iria se beneficiar da operação, como um todo. <br />
No Brasil, conforme análise de diversos especialistas, não há bolha e se vê pouco perigo dela. Mas a situação exige cautela. Dados de Cushman & Wakefield indicam que, quanto a imóveis comerciais, o Rio só perde para Hong Kong, Londres e Tóquio, o que é um verdadeiro absurdo, diante do nível de vida brasileiro em comparação com o mundo desenvolvido. Números de Fipe Zap apontam que, nos últimos 12 meses, os imóveis subiram 79% em São Paulo e 95% no Rio. <br />
Eduardo Pocetti, da BDO, alerta: "A situação do Brasil é bastante diversa da norte-americana, já que, apesar da grande oferta de crédito, nossas instituições financeiras são muito exigentes com as garantias requeridas dos tomadores. Além disso, não temos a cultura das "hipotecas múltiplas", e o crescimento do país parece ser capaz de dar sustentação à alta de preços. Mas nunca é demais alertar sobre o temor de que movimentos especulativos possam vir a provocar um eventual "estouro da bolha imobiliária", o que certamente resultaria em grandes estragos em nossa economia. Portanto, fiquemos atentos às altas nos preços dos imóveis". <br />
Cautela e caldo de galinha jamais fizeram mal. Quem tem visão especial é Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Confirma que não há bolha, pois a valorização é reflexo do aumento da massa salarial. "Não há pessoas comprando imóveis esperando uma valorização dos preços para revendê-los" - afirma. Com razão, lembra que, durante anos, os preços de imóveis ficaram represados e, agora, acabaram subindo mais do que a inflação. Mas, embora otimista, França declara que, para este ano, a Abecip espera estabilização nos preços: "As correções nos preços já foram feitas, e agora não deve mais haver alta. O preço atual é o justo para o momento". <br />
<br />
Menos dinheiro <br />
O presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Rio, Egydio Andreza, tem dito, nos últimos meses, que jamais houve um período tão bom para os profissionais do setor, com enorme valorização dos imóveis. Nesse início de 2011, ele nega crise, mas admite que o volume de recursos em circulação diminuiu. <br />
- Hoje, nota-se uma concentração de compras nos lançamentos, pois as construtoras oferecem imóveis com longos prazos de crédito e pagamentos módicos nas fases iniciais. Para imóveis usados, em que se exige mais capital do comprador, já se sente um pequeno arrefecimento entusiasmo no mercado - diz. <br />
<br />
Casa distante <br />
Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Crecisp), afirma que, além da queda de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões na verba para 2011 do Minha Casa, Minha Vida, o programa se defronta com outros problemas. Cita que, nas grandes capitais, há o encarecimento dos terrenos, falta de mão-de-obra qualificada e dificuldades na locação de maquinário. <br />
E, pior: "Os lançamentos destinados à parcela da população de baixa renda se concentram na periferia da periferia, o que levaria essas pessoas a longos deslocamentos diários entre moradia e trabalho". Sugere Viana que parte do dinheiro seja usado para reformar e adaptar imóveis vagos nas áreas centrais das cidades, como se pode ver com clareza em São Paulo e no Rio. Lembra que o Brasil tem 5 milhões de imóveis vazios. <br />
Dados do Crecisp indicam que a venda de imóveis usados residenciais e a locação de casas e apartamentos começaram o ano em baixa. Pesquisa com 501 imobiliárias da capital paulista mostrou queda de 28,56% nas vendas e de 5,77% no total de imóveis alugados em janeiro na comparação com dezembro de 2010. Para Viana, trata-se do " refluxo da bonança de Natal, quando as vendas cresceram 29,26% e a locação aumentou 10,66%". <br />
<br />
Febraban <br />
O informativo semanal da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) dá destaque a alguns dados importantes. Cita que, pela pesquisa dos agentes de mercado, a Focus, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano deve crescer 4,29% e os juros básicos deverão ser, em dezembro, de incríveis 12,5%. <br />
A inflação subiu 6,01% nos últimos 12 meses, mas a previsão para este ano é de 5,66%. As vendas de carros, em fevereiro, impressionaram, tendo sido de 430 mil veículos, ou seja, mais 11% sobre o mês anterior e 23% acima do registrado em fevereiro de 2010. Revela também que, nos últimos 12 meses, o índice geral da Bovespa caiu 1,2% e a Petrobras PN sofreu redução de valor de 20,3%. Em 30 dias, no entanto, a ação da estatal subiu 11,1%. <br />
<br />
Estradas e aeroportos <br />
Revela o Relatório Reservado não haver consenso na gigante CCR quanto ao investimento na gestão de aeroportos. Segundo a carta econômica, a Camargo Corrêa estaria francamente favorável à entrada da CCR no controle de aeroportos, enquanto outro grande acionista, a Andrade Gutierrez, estaria achando mais prudente se concentrar em rodovias. A CCR obtém alta lucratividade com a exploração de estradas pedagiadas, mas, em muitas regiões, é pressionada pelos usuários a fazer mais investimentos. <br />
Segundo o RR, a idéia da Andrade Gutierrez é de não envolver diretamente a CCR, mas criar sociedades de propósito específico (SPEs) para cada projeto de privatização de aeroportos - em associação com bilionários fundos de pensão. <br />
<br />
Safra <br />
Enchentes e seca, por todo o país, não chegaram a impedir novo recorde na safra de grãos. O total deve chegar a 154,2 milhões de toneladas, com alta de 3,4% sobre o ano anterior. <br />
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Rápidas <br />
Marcelo Mattos Lomelino é o novo diretor de Assuntos Institucionais da Alcoa América Latina e Caribe *** No próximo dia 5, o grupo IBC promove, em São Paulo, a 12ª edição da Conferência Anual de Inteligência Competitiva *** Será dia 14 de julho, em São José dos Campos (SP), a Expo Aero Brasil, a cargo de EAB e Exponor *** A Oeste Formas, de Mato Grosso - que produz formas e escoramentos metálicos há 30 anos - já entrou nos mercados de São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Amazonas e Distrito Federal. Agora a empresa anuncia ingresso para breve no Rio de Janeiro *** Nesta sexta-feira é comemorado o Dia do Bibliotecário *** A presença do "mensaleiro" João Paulo Cunha como presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal é, de certo modo, uma pressão política sobre o ministro do Supremo, Joaquim Barbosa, para que ele dê logo seu parecer sobre o "mensalão", o que deveria ter sido feito antes das eleições de 2010 *** A Brasilveículos, empresa do Grupo BB & Mapfre, obteve, no exercício de 2010, um lucro líquido de R$ 87,7 milhões, o que representa um retorno anualizado de 27,39% sobre o patrimônio líquido de dezembro de 2009. As vendas da seguradora apresentaram um montante em prêmio retido de R$ 1,5 bilhão, crescimento de 18,64% em relação ao exercício anterior *** Nesta quinta-feira, a bolsa caiu e o dólar subiu. <br />
<br />
Fonte: Monitor Mercantil<br />
]]></description>
				<pubDate>07/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Corte do "Minha Casa, Minha Vida" deixa ações de imobiliárias atrativas</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/corte-do-minha-casa-minha/128/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1299089243.jpg" /><br /><br />Após o anúncio do corte no orçamento do programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida", as ações do setor imobiliário caíram forte na segunda-feira e estenderam o mau momento para o pregão de terça-feira. A equipe de análise da Votorantim Corretora viu exagero na reação do mercado foi exagerada e acredita que o momento configura-se como uma boa oportunidade de entrada nos papéis setor.<br />
<br />
Marcos Pereira, João Arruda e Daniel Fonseca, analistas da corretora, avaliam que o anúncio deve ser encarado mais como uma realocação de recursos do que como um corte propriamente dito, em um leitura preliminar. Isso porque o montanto destinado ao programa, de R$ 7,6 bilhões, representa um aumento em relação ao que foi investido nos dois anos anteriores mesmo com o corte anunciado no começo da semana. <br />
<br />
A corretora acredita também que as empresas listadas em bolsa devem ser pouco afetadas, uma vez que o foco desse corte está nos subsídios concedidos pelo governo aos cidadãos com faixa de renda de até 3 salários mínimos, justamente o segmento com menor exposição por parte de construtoras como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3), PDG (PDGR3), Rossi (RSID3), Rodobens (RDNI3) e Gafisa (GFSA3).<br />
<br />
Visão positiva no longo prazo<br />
<br />
Com o anúncio feito pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última segunda-feira (28) as ações do setor imobiliário despencaram. Dentre todos os 14 papéis que compõem o IMOB (Índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa), 8 fecharam o pregão em baixa. As desvalorizações mais expressivas ficaram com MRV (-5,30%), Cyrela (-2,65%) e Even (EVEN3, -2,60%). O IMOB, por sua vez, caiu 1,14%. Nesta terça-feira o mercado continuou a penalizar estas ações, com Cyrela (CYRE3, -4,77%) e Rossi (RSID3, -4,65%) encabeçando as perdas do Ibovespa.<br />
<br />
Para os analistas da Votorantim, o fraco desempenho dessas ações está pautado em questões mais profundas, como as incertezas macroeconômicas, o aumento das expectativas futuras de inflação e uma elevação de juros na economia, o que reduziria a atratividade do setor. Porém, a visão é positiva  em um cenário mais amplo. <br />
<br />
"Reafirmamos nossa visão positiva para a demanda neste ano, uma vez que acreditamos não ter ocorrido alteração no racional do consumidor e as alterações de Selic e inflação não devem ter impacto significante", concluíram.<br />
<br />
O corte<br />
<br />
Pela LOA (Lei Orçamentária Anual) aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa, que era de R$ 12,7 bilhões, foi reduzido em R$ 5,1 bilhões. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.<br />
<br />
De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril.<br />
<br />
Fonte: UOL]]></description>
				<pubDate>02/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Bom Dia Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-bom-dia-sorocaba/49/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1299089337.jpg"><br /><br />Seção "Quem foi" relembra Alexandre Beldi Netto, fundador do Grupo Splice.]]></description>
				<pubDate>01/03/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Aluguel de imóveis tem alta de 1,2%</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/aluguel-de-imoveis-tem-alta/127/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1299089134.jpg" /><br /><br />Moradores que precisam locar imóveis tiveram de deixar mais dinheiro com os proprietários no mês passado. O valor do aluguel residencial subiu 1,2% em janeiro, segundo estudo mensal do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), divulgado ontem.<br />
<br />
Nos contratos em andamento, baseados no IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), o reajuste acumulado entre fevereiro de 2010 e janeiro foi de 11,5%.<br />
<br />
Por meio de nota, o vice-presidente de gestão patrimonial e locação da entidade, Francisco Crestana, destacou que o fato do aumento ser menor do que o desempenhado em dezembro, 1,9% e novembro, 1,6%, indica que os preços podem caminhar para a estabilidade neste ano. O estudo diz que o acréscimo médio das locações nos últimos 12 meses foi de 14,57%.<br />
<br />
No Grande ABC, as correções do aluguel estão atreladas aos da Capital. É o que aponta o delegado regional do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), Alvarino Lemes. Ele conta que proprietários que mantinham acordos com inquilinos conhecidos, morando no local há cerca de seis anos, preferiram ofertar seus imóveis para novos contratos, pegando carona no reajuste. "De 2006 para cá começaram a ter oscilações. Ano passado chegou a 15%. Ultimamente as taxas estão disparando", diz Lemes.<br />
<br />
Ele emenda que a grande quantidade de lançamentos para compras, com a pouca disponibilidade de imóveis residenciais para locação atrapalha, já que a demanda está "muito grande".<br />
<br />
PREÇOS - A perspectiva de manutenção nos preços é reforçada pelo corretor Miguel Colicchio, de uma imobiliária de Santo André. Ele afirma que, no caso de trajetória de aumento contínuo dos preços, os locatários terão mais dificuldades para desembolsar o valor do aluguel.<br />
<br />
O custo médio na região hoje para apartamentos de um dormitório é de R$ 900 a R$ 1.500 mensais, segundo o corretor Milton Casari, de uma imobiliária em São Bernardo. Fora despesas com condomínio - que flutuam entre R$ 300 a R$ 400, em média - e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). "Começou a entrar numa fase de mais imóveis para locação, em função do aquecimento do mercado imobiliário", diz.<br />
<br />
Unidade com um quarto tem correção acima da média <br />
<br />
O preço do aluguel de imóveis com um dormitório ficou acima da média, em janeiro. O balanço do Secovi destaca que a correção foi de 1,5%, contra 1,2% da média. Locação de dois quartos contou com o mesmo percentual.<br />
<br />
Casari afirmou que a demanda de locação é maior para imóveis menores, fazendo com que o porte sofra as maiores valorizações. "A procura, geralmente, é feita por descasados ou pequenos casais. Querem local próximo aos comércios. Esses imóveis geralmente são mais baratos, cabem no bolso deles", compara.<br />
<br />
Mas há falta de imóveis desse padrão na região. O corretor afirma que é mais vantajoso, para as construtoras, lançar empreendimentos com dois dormitórios. A valorização nesse caso é muito maior do que os que dispõem de apenas um quarto.<br />
<br />
O presidente da Acigabc (Associação dos Construtores Imobiliários e Administradoras do Grande ABC), Milton Bigucci, afirma que a diferença entre ambas as plantas é de 10 m², em média, o que ajuda a tornar ainda mais escasso apartamentos de um quarto. "O valor de venda de apartamentos de um e dois dormitórios também é muito próximo", sustenta.<br />
<br />
Fonte: Diário do Grande ABC]]></description>
				<pubDate>28/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Vendas de material de construção crescem 1,45% em janeiro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/vendas-de-material-de-construcao/126/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1298657690.jpg" /><br /><br />As vendas de material de construção cresceram pelo 15º mês consecutivo em janeiro. De acordo com o Índice de Vendas da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção), a alta foi de 1,45%, na comparação com o mesmo mês de 2010. Frente a dezembro, houve queda de de 2,64%. <br />
<br />
De acordo com o presidente da Abramat, Melvyn Fox, a queda na comparação com o último mês de 2010 é sazonal. "Essa variação é o resultado, em parte, do fato de ter havido compras e estocagem em dezembro, com previsões de maior consumo característico da época. Em janeiro, as compras se reduziram em função da queda típica do consumo no período", disse, em nota. <br />
<br />
Em janeiro, o número de postos de trabalho gerados pelo setor aumentou 6,86%, ante o mesmo período do ano passado. <br />
<br />
O destaque no mês passado ficou por conta dos itens de acabamento, que tiveram crescimento de 10,79%. Os fabricantes de materiais de base, por sua vez, tiveram queda de 3,24%. <br />
<br />
"Esse crescimento maior da indústria de acabamento está associado ao avanço das obras iniciadas na fase de elevado crescimento do setor, antes da crise", disse Foc, que acredita que os números devem se equilibrar ao longo do ano. <br />
<br />
Para o ano, a previsão é crescimento de 9% nas vendas de material de construção. "O desempenho continua alinhado com o crescimento da construção civil, sustentado pelas medidas de incentivo ao setor, tais como a ampliação do prazo de desoneração do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados], os avanços das obras dos programas habitacionais e de infraestrutura, expansão do crédito imobiliário, e aumento da renda média das famílias." <br />
<br />
Fonte: Folha de S. Paulo web]]></description>
				<pubDate>25/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Contrato novo de aluguel sobe 1,2% em janeiro em SP</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/contrato-novo-de-aluguel-sobe/125/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1298488455.jpg" /><br /><br />Os novos contratos de aluguel de residências na cidade de São Paulo registraram alta média de 1,2% em janeiro, na comparação com dezembro, de acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). No acumulado dos 12 meses encerrados em janeiro, a alta média é de 14,57%. <br />
<br />
Em nota, O Secovi-SP avaliou que o fato de o aumento mensal ter sido inferior às altas de dezembro (1,9%) e novembro (1,6%) sinaliza para uma possível estabilização dos preços nos próximos meses. Em janeiro, as unidades de um dormitório registraram a maior alta, de 1,5%, enquanto o aumento entre os imóveis de dois quartos ficou dentro da média do período (1,2%). Os imóveis de três dormitórios, por sua vez, informaram a menor variação, de 0 5%.<br />
<br />
A modalidade de garantia mais utilizada no período foi o fiador (50%). O depósito de até três meses participou com 30% e o seguro-fiança com 20%, de acordo com a pesquisa. Casas e sobrados foram alugados mais rapidamente que apartamentos, com um Índice de Velocidade de Locação (IVL) de 12 a 29 dias. No caso dos apartamentos, o indicador oscilou de 18 a 38 dias. <br />
<br />
Fonte: Cruzeiro do Sul web]]></description>
				<pubDate>23/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Fipe lança novo índice para preços de imóveis anunciados</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/fipe-lanca-novo-indice-para/124/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1298311058.jpg" /><br /><br />A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e o ZAP Imóveis lançarão, nesta quinta-feira (17), o índice Fipezap de preços de imóveis anunciados, que calculará a evolução dos preços imobiliários. Inicialmente, serão analisados os resultados de sete das principais regiões do País: os municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e o Distrito Federal.<br />
<br />
Segundo a Fipe, o índice será composto pela variação de preços dos imóveis anunciados no ZAP, que totalizam, em média, 190 mil unidades todos os meses. A Fipe fará a ponderação dos dados, utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br />
<br />
Na primeira divulgação, o índice apresentará as variações em São Paulo e no Rio de Janeiro desde janeiro de 2008, com dados mensais e anuais. A pesquisa é aberta ao público e poderá ser consultada no site da Fipe  e no ZAP Imóveis. <br />
<br />
"O Fipezap vem para atender o mercado imobiliário como um todo, agentes e consumidores, tão carente de informações confiáveis. Não existe, atualmente, um índice de valorização de imóveis que tenha tamanha abrangência. Queremos preencher essa lacuna", afirma Eduardo Gama Schaeffer, diretor de Marketing e Produto do ZAP.<br />
<br />
Fonte: Piniweb]]></description>
				<pubDate>18/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Financiamento imobiliário cresce 65% em 2010 e atinge novo recorde </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/financiamento-imobiliario-cresce-65-em/123/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1297867724.jpg" /><br /><br />O valor dos financiamentos imobiliários feitos com recursos da poupança cresceu 65% em 2010 e atingiu um novo recorde. No ano, foram concedidos R$ 56,2 bilhões em empréstimos para a compra de imóveis, R$ 22,2 bilhões a mais do que em 2009.<br />
<br />
Os dados foram divulgados hoje (15) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Eles levam em conta só os imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).<br />
<br />
De acordo com a Abecip, os bancos financiaram pelo SBPE a compra de 421,4 mil imóveis no ano passado. Em 2009, haviam sido 302,7 mil.<br />
<br />
Segundo a associação, o saldo das cadernetas de poupança atingiu valor histórico no final de 2010. Em dezembro do ano passado, R$ 299,9 bilhões estavam depositados em contas-poupança do país. Isso representa um crescimento de 18,8% em relação a dezembro de 2009, quando R$ 253,6 bilhões estavam em poupanças.<br />
<br />
<br />
Fonte: Bom Dia Sorocaba]]></description>
				<pubDate>16/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Setor de imóveis corporativos se aquece</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/setor-de-imoveis-corporativos-se/122/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1297694803.jpg" /><br /><br />O aquecimento da economia em 2010 agitou o mercado imobiliário no Grande ABC não apenas com grande número de lançamentos residenciais, mas também com impulso na procura por salas comerciais e galpões industriais.<br />
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Empresas que atuam no chamado segmento corporativo relatam que seus negócios cresceram até 40% em relação a 2009, estimulados também pela inauguração do Trecho Sul do Rodoanel - em março do ano passado. Os resultados seriam ainda melhores se não houvesse escassez de alguns produtos, como por exemplo, terrenos com mais de 200 mil m² e os que têm entre 4.000 m² e 6.000 m² na região.<br />
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A falta de imóveis contrasta com a realidade das últimas décadas. Embora ainda seja possível encontrar galpões abandonados no Grande ABC, essa realidade mudou bastante. Pedro Gobi, gerente de marketing de uma empresa de locação e vendas de imóveis sediada em Diadema, cita que as faixas de ‘vende-se' ou ‘aluga-se' refletem hoje mais a rotatividade natural do mercado do que o encalhe dos espaços.<br />
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E entre os municípios da região, Mauá concentra mais opções para o setor. A cidade leva algumas vantagens sobre outros municípios por ter áreas disponíveis para uso industrial e também pela proximidade de acesso ao anel viário. São Bernardo também tem terrenos, mas muitos destes são alvo de limitações de ocupação, por ficarem em áreas de manancial. "Só pode ocupar 20%", explica outro executivo do ramo, o gerente de vendas Edson Vasquez.<br />
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VALORIZAÇÃO - A chegada do Trecho Sul, no entanto, gerou forte majoração do preços. Simone Santos, diretora de serviços corporativos de uma grande empresa do ramo, calcula que o valor de terreno em Mauá aumentou dez vezes frente ao que era antes do Rodoanel. "Sai hoje por até R$ 400 o metro quadrado, o que é considerável". Pelas suas contas, 30 meses antes, havia opções a R$ 40.<br />
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O empresário Paulo Bio, proprietário de imobiliária na cidade, no entanto, discorda. Na sua avaliação, na média, os preços dobraram ou, no máximo, quadruplicaram. Ele cita que espaços bem situados, perto das alças de acesso e que saíam por R$ 200 o metro quadrado há dois anos, agora são encontradas por R$ 800.<br />
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Projeto de locação sob medida é tendência<br />
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Dentro do segmento corporativo, duas tendências de mercado têm se fortalecido na região: a locação de galpões construídos de acordo com projeto de grandes clientes (conceito conhecido em inglês como built to suit, ou seja, construído para servir) e a montagem de escritórios com mais de 300 m² de laje.<br />
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Em relação a esse último nicho, Simone Santos cita que, até o ano passado, praticamente o que havia no Grande ABC eram escritórios feitos com divisões de 30 a 50 m². "Agora, por causa da demanda, há construtoras e incorporadoras entrando nesse mercado (para oferecer salas mais amplas). Temos clientes que estão em prédios obsoletos e que precisam de salas de 2.000 m²".<br />
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Outra tendência em ascensão, o built to suit, são galpões construídos para atender demandas específicas das empresas interessadas em alugar os espaços e que se destinam à locação por prazo extenso (normalmente, mais de dez anos).<br />
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Paulo Bio cita que sua imobiliária firmou recentemente contratos desse tipo com grandes indústrias do ramo automotivo. Ele explica que, nesse conceito, é feita parceria com um locador investidor, dono do terreno, e sua empresa desenvolve o projeto, junto com consultorias especializadas.<br />
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Valorização de unidades em 11 anos atinge 737%<br />
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Os imóveis comerciais registraram supervalorização no Brasil de 737,9% nos últimos 11 anos. Na ponta do lápis, uma sala comercial que custava R$ 80 mil em 2000, passou a valer R$ 670,3 mil no fim de 2010.<br />
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A variação foi revelada pelo IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário - Comercial). O indicador foi lançado na sexta-feira pelo Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) em parceria com a BM&F Bovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo).<br />
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O IGMI-C é calculado com base em informações de investidores e empresas ligadas ao mercado imobiliário.<br />
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2010 - O ano passado teve a maior valorização dos imóveis comerciais da série histórica iniciada em 2000. De acordo com o Ibre/FGV, o retorno total dessas unidades avançou 33,5% no último trimestre de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior.<br />
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Fonte: Diário do Grande ABC]]></description>
				<pubDate>14/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>FGV lança o primeiro indicador de rentabilidade do setor imobiliário brasileiro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/fgv-lanca-o-primeiro-indicador/121/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1297446340.jpg" /><br /><br />Nesta sexta-feira (11) será lançado pela BM&FBOVESPA e a Fundação Getulio Vargas (FGV) o primeiro indicador de rentabilidade do setor imobiliário brasileiro, chamado de Índice Geral do Mercado Brasileiro - Comercial (IGMI-C).<br />
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A intenção é criar uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais - como escritórios, galpões e shoppings, e como consequência trazer mais transparência aos investidores em relação à formação dos preços de compra, venda e locação.<br />
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O índice foi desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV), com patrocínio e colaboração de 26 entidades e empresas do setor financeiro e imobiliário.<br />
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Futuramente um índice para imóveis residenciais também deve ser lançado.<br />
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Fonte: Economia SC]]></description>
				<pubDate>11/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Happy Hour Illimité Condomínios Empresariais</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/happy-hour-illimite-condominios-empresariais/141/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300989819.jpg" /><br /><br />Happy hour do Illimité com a presença da banda 2Friends. ]]></description>
				<pubDate>10/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cuidado com a bolha imobiliária</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/cuidado-com-a-bolha-imobiliaria/120/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1297351899.jpg" /><br /><br />O mercado imobiliário brasileiro anda aquecido. Por diversas partes do país, em especial nas capitais e grandes cidades, podemos perceber um enorme número de lançamentos, empreendimentos e construções em diversos estágios de acabamento, destinados a públicos de variados estratos sociais.<br />
Sabemos que, de fato, há no Brasil um grande déficit habitacional. Além disso, com a ascensão econômica nos últimos anos das classes menos privilegiadas, a procura por imóveis – e, por conseguinte, pela realização do sonho da casa própria – cresceu em proporção similar, em uma tendência que caminha para minimizar o problema social da falta de moradia.<br />
Mas não é só o mercado de imóveis novos que está aquecido. Ficamos sabendo que as residências usadas também vêm sendo muito procuradas, o que provoca o encarecimento do chamado “metro quadrado construído”. Por exemplo, o Creci-SP divulgou pesquisa neste início de fevereiro que revela a alta de quase 270% no valor de imóveis residenciais usados em algumas áreas da capital paulista, entre janeiro e dezembro de 2010.<br />
Outros fatores têm alimentado a valorização dos preços dos imóveis, como é o caso da cidade de Santos, no litoral paulista. Ali, a alta nos preços pagos pelos imóveis é justificada, em grande parte, pelo crescimento na procura em razão de a economia da cidade ter o potencial de ser profundamente movimentada pela exploração das reservas de petróleo e gás da área do pré-sal, na Bacia de Santos.<br />
Nada mais natural que, em razão das forças de mercado explicadas pela relação entre oferta e procura, os preços de imóveis tenham uma evolução mais significativa, principalmente pelo aumento da renda do brasileiro, pelo crescimento significativo de nossa economia, pela farta oferta de crédito barato e pela necessidade de que seja reduzido o déficit habitacional.<br />
A questão é quando a alta dos preços ocorre em razão de movimentos especulativos. Não podemos nos esquecer da crise de créditos hipotecários subprime nos Estados Unidos, que deu origem à depressão econômica internacional de 2008/2009, uma das piores já registradas globalmente.<br />
O problema ocorreu pela conjugação de uma série de fatores, como a elevação exagerada nos preços dos imóveis, a grande oferta de crédito barato e a falta de prudência das instituições financeiras, que concediam empréstimos exigindo pouca ou nenhuma garantia. Quando a bolha de preços dos imóveis estourou, gerando uma baixa geral nos preços de residências, surgiram os esqueletos de vultosos créditos hipotecários podres e irrecuperáveis concedidos pelas instituições financeiras norte-americanas, provocando uma série de quebras que culminou com a falência do banco de investimentos Lehman Brothers, em setembro de 2008, estopim da crise internacional.<br />
A situação do Brasil é bastante diversa da norte-americana, já que, apesar da grande oferta de crédito, nossas instituições financeiras são muito exigentes com as garantias requeridas dos tomadores. Além disso, não temos a cultura das “hipotecas múltiplas”, e o crescimento do país parece ser capaz de dar sustentação à alta de preços.<br />
Mas nunca é demais alertar sobre o temor de que movimentos especulativos possam vir a provocar um eventual “estouro da bolha imobiliária”, o que certamente resultaria em grandes estragos em nossa economia. Portanto, fiquemos atentos às altas nos preços dos imóveis.<br />
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Fonte: Jornal do Brasil]]></description>
				<pubDate>09/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Construção vê US$ 323 bi puxada por indústria</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construcao-ve-us-323-bi/119/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1297092707.jpg" /><br /><br />Enquanto a maioria do mercado imobiliário cresce os olhos aos projetos do programa "Minha Casa, Minha Vida", dos US$ 323,5 bilhões de toda área de construção movimentados no ano passado, no País, cerca de 89% vieram de contratos firmados para a construção na área corporativa, ou seja, de obras para a expansão e construção na área comercial e indústria, além do ramo hoteleiro e público. Um exemplo é a obra da usina de Belo Monte, cujo investimento é de US$ 30 bilhões. Há, ainda, destaque à área de infraestrutura viária e turismo. Com 218 obras e US$ 41 bilhões, as obras viárias representaram 37% do setor, e os hotéis e resorts, com 252 obras, renderam US$ 27 bilhões.<br />
A construção na indústria movimentou US$ 178 bilhões em 2010, e no varejo, US$ 109 bilhões. O crescimento dos dois segmentos, de acordo com a consultoria especializada na área de construção civil ITCnet, foi de 33%, e a expectativa para 2011 é de que o número cresça na casa dos 10%, acompanhando a economia. <br />
A tendência é que a iniciativa privada continue em busca de aumentar fisicamente sua atuação, e incorporadoras como Rossi, Eztec, Paranasa e Cesbe Engenharia seguem atentas. Para o analista de mercado e professor de Engenharia da FEI Alberto Canudo, a inserção de novas indústrias automotivas será o grande fundo de investimento em 2011. <br />
"Grandes fábricas e galpões estão previstos para serem instalados este ano: é um momento de euforia para a construção industrial, que passava por algumas dificuldades", afirmou o acadêmico. De acordo com o professor, de 2008 para 2009 o setor teve um recuo de 20%, que já foi recuperado. "Muitos projetos entraram na gaveta, até por recuo das grandes indústrias de apostar em novidades, mas o otimismo foi completamente restaurado", disse. <br />
Exemplo disso é a Cesbe Engenharia, que anunciou esta semana a assinatura de um contrato com a Novelis Brasil, indústria do ramo de alumínio, para execução de obras de ampliação da sua unidade em Pindamonhangaba, interior do Estado de São Paulo. Com investimento de R$ 300 milhões, a Novelis contratou o grupo de engenharia visando a aumentar sua capacidade em 50%. <br />
Além desta obra, a Cesbe também fechou recentemente um contrato com um braço da Brookfield, a Pezzi Energética S.A, e a Serra dos Cavalinhos II Energética S.A.; o contrato visa a construção de duas novas pequenas centrais hidroelétricas, que aproveitarão o potencial hidroelétrico do rio das Antas, no Rio Grande do Sul. A obra já está em andamento e deverá ser finalizada em 2012.<br />
"A construção industrial vem se recuperando, sobretudo nos segmentos em que os prazos necessários para a ampliação ou implantação de novas unidades demandam períodos superiores a um ano", afirma Paulo Talamini Espínola, diretor Comercial da Cesbe Engenharia. De acordo com o executivo, o número de projetos vem crescendo gradativamente. "A procura tem sido principalmente para projetos nas áreas de energia, petróleo, cimento, aço e da indústria automobilística", conta Espínola.<br />
Para Viviane Guirao, diretora da área de Pesquisa e Análise de Mercado da ITCnet, o número de obras no segmento de indústria foi menor do que no segmento comercial - 1.882 ante 3.388 -, porém o valor investido destoa para a economia. "A retomada da construção industrial tem sido ampla principalmente em segmentos como energia e agronegócios", afirmou a especialista.<br />
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Números<br />
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O presidente da ITCnet, Guillhermo Vidal, detalha a diferença de números. "As pessoas acham estranho que habitação tenha uma fatia pequena da construção civil, isso porque vemos muitas inaugurações habitacionais; a diferença é que na indústria cada obra custa doze vezes mais, além de equipamentos específicos, importados e mão de obra mais especializada", disse o executivo.<br />
De olho nessa grande fatia, a sulista Paranasa também conta com crescimento. De acordo com Roberto Orsini de Lima, superintendente de Novos Negócios do grupo, por causa da crise financeira de 2009 e começo de 2010, as indústrias estavam ainda mais preocupadas em enxugar seus custos e se tornaram mais criteriosas em relação a seus investimentos. O quadro, no entanto, já começa a mudar "O que não quer dizer que novos investimentos não possam ser realizados. As oportunidades de crescimento são reais e aliadas a um crescimento interno consistente, já que o Brasil apareceu como solução para a crise".<br />
Entre os construtores comerciais, a incorporadora Rossi também vê o bom momento do setor. Com quatro empreendimentos comerciais em andamento, o grupo tem recebido grande retorno de vendas. "Hoje, dos quatro empreendimentos comerciais que temos na Grande São Paulo, dois já foram totalmente vendidos antes da entrega, e os outros dois já estão nas últimas unidades", afirmou Rubens Júnior, dirigente regional da Rossi.<br />
Para o executivo vale ressaltar ainda que o volume de vendas comerciais ainda não é grande na Rossi, mas o setor está aquecido e é um bom momento para investir. "Hoje, as vendas comerciais representam em média 10% das unidades comercializadas, mas como a economia brasileira vai bem, e há uma grande demanda de serviços, empreendimentos comerciais são, sim, tendência". <br />
A construtora Eztec também está buscando uma fatia do mercado comercial. Este ano o grupo já lançou o empreendimento comercial NeoCorporate Offices em 2011, o primeiro do grupo este ano. O valor geral de vendas (BGV) próprio do edifício é de R$ 182 milhões, uma aposta alta no setor. De acordo com a empresa, o empreendimento paulista vendeu 85% das unidades no primeiro fim de semana.<br />
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No mundo<br />
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Os investimentos imobiliários comerciais no mundo cresceram 51% no ano passado, segundo a consultoria Jones Lang LaSalle. Um forte quarto trimestre, que superou estimativas do mercado, elevou o volume do ano para US$ 316 bilhões, o maior desde 2008. Pela primeira vez desde o início da crise financeira mundial, o volume trimestral ultrapassou a marca de US$ 100 bilhões. <br />
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Fonte: DCI]]></description>
				<pubDate>07/02/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/48/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1297794584.jpg"><br /><br />Publicação com a entrevista do diretor do Ciesp Sorocaba Antônio Roberto Beldi sobre desenvolvimento regional, empreendedorismo e o Grupo Splice.]]></description>
				<pubDate>31/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice chega a Taubaté com empreendimento inovador</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-chega-a-taubate-com/118/</link>
				<description><![CDATA[Bem antes de a revista Veja apontar Taubaté como uma das 20 “metrópoles do futuro”, a Splice Desenvolvimento Urbano, apostou no desenvolvimento da região e planejou para a cidade um empreendimento único e com um conceito inovador: o Residencial Ouroville é um loteamento-clube que atende, principalmente, a busca das famílias por tranquilidade e conforto. Seu projeto diferenciado conta com uma série de itens de lazer e comodidade em um único local e sem a necessidade de se deslocar da residência. Piscina adulto com raia e infantil com prainha, exclusivo bar da piscina, quadras de esporte, salão de festas, espaço gourmet e pista de caminhada são alguns dos recursos disponíveis. O sistema de segurança conta com portaria 24 horas, com câmera de segurança e cancelas para controle de acesso de moradores, visitantes e funcionários.<br />
<br />
Nas áreas comuns, elementos que unem praticidade e sofisticação foram a escolha dos arquitetos Sérgio Matos e Dennis Diniz, dois renomados talentos locais. “Se o morador optar por fazer uma festa, ele terá espaço suficiente para acomodar os serviços que quiser, sem incomodar outras pessoas. Isso foi pensado, assim como outros detalhes, para promover uma melhora significativa na qualidade de vida das pessoas que se utilizarão deles”, afirma Sérgio Matos.<br />
<br />
Integração à natureza é outro diferencial. A proximidade do loteamento da Serra da Mantiqueira fez com que projeto paisagístico contemplasse um mirante em local onde esse cenário terá vista eterna. Além disso, o empreendimento terá 78 mil metros quadrados de área verde, com um espaço especial com plantio de novas espécies. <br />
<br />
A fim de atender às demandas da cidade por qualidade de moradia e bom investimento o Residencial Ouroville está em excelente localização. A região é considerada o novo eixo de desenvolvimento da cidade, pois está próxima às principais rodovias de acesso, as vias Dutra e Carvalho Pinto. Fica junto ao tradicional Bairro do Quiri rim e está a poucos minutos de importantes pontos de referência da cidade, como o Shopping Taubaté, o Hipermercado Makro e o Hospital São Lucas – Unimed.<br />
<br />
Em parceria com a Salix Empreendimentos, o Residencial Ouroville é o primeiro empreendimento da Splice na região. Considerada umas das principais empresas do segmento de empreendimentos do Estado, a Splice Desenvolvimento Urbano trará para esse loteamento o mesmo padrão de qualidade consolidado em seu portfólio. Qualidade que começa pela infraestrutura e segue para detalhes que o cliente geralmente não vê, mas que são essenciais para um alto padrão de moradia. <br />
<br />
]]></description>
				<pubDate>28/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Construção civil criou 329 mil novos empregos em 2010</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construcao-civil-criou-329-mil/117/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1296145206.jpg" /><br /><br />O País criou 329.195 novas vagas de emprego no setor da construção civil entre janeiro e dezembro de 2010, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), para se chegar a esse número foram somados também 75.017 empregos declarados fora do prazo e resultantes de acertos de declarações de janeiro a novembro.<br />
<br />
Caso fossem considerados somente os números declarados dentro do prazo, o setor fecharia o ano com 254.178 novos empregos. O mês de dezembro foi responsável por uma grande queda nas estatísticas, com o fechamento de 79.598 vagas. Apesar disso, 2010 fechou com alta de 85,7% em relação ao ano anterior.<br />
<br />
Em valores absolutos, a região Nordeste foi a que mais contratou no ano, com 150.550 vagas, seguida pela região Sudeste, que abriu 163.353 novos empregos, e pela região Sul, que contratou 53.178 novos profissionais. As regiões Norte e Centro-Oeste abriram 35.404 e 28.727 novos postos, respectivamente.<br />
<br />
Em todos os setores, o país ultrapassou a meta de 2,5 milhões de novos empregos, criando 2.524.678 novos postos de trabalho. Se fossem considerados somente os números declarados dentro do prazo, o valor de contratações seria de 2.136.947.<br />
<br />
Fonte: Piniweb]]></description>
				<pubDate>27/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/47/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1297794430.jpg"><br /><br />Publicação sobre a arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas do Rio de Janeiro, da qual o Grupo Splice teve ampla participação.]]></description>
				<pubDate>25/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Imóveis de dois dormitórios são destaque na cidade de SP em 2010 </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/imoveis-de-dois-dormitorios-sao/116/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1295629502.jpg" /><br /><br />A Pesquisa do Mercado Imobiliário desenvolvida pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP  (Sindicato da Habitação) comprova que o setor imobiliário vive um bom momento. Conforme o estudo, de janeiro a novembro de 2010 foram comercializadas 31 mil unidades residenciais novas na cidade de São Paulo, número bem próximo ao registrado no mesmo período de 2009, que foram 30 mil unidades vendidas.<br />
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No período de janeiro a novembro de 2010, tanto em termos de lançamentos quanto de comercialização, imóveis de dois dormitórios tiveram maior participação percentual do total.<br />
<br />
As unidades de dois quartos registraram aproximadamente 40% do total das vendas, seguidas por imóveis de três e quatro dormitórios com, respectivamente, 32% e 17%. Os imóveis com um dormitório representaram 11%.<br />
<br />
Para os próximos anos, a diretoria do Secovi-SP acredita que o mercado imobiliário continuará apresentando resultados positivos, mantendo crescimento sustentado próximo à variação do PIB (Produto Interno Bruto).<br />
<br />
Fonte: Band online]]></description>
				<pubDate>21/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Balanço detalhado do Minha Casa, Minha Vida sai esta semana, diz Caixa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/balanco-detalhado-do-minha-casa/115/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1295453223.jpg" /><br /><br />A Caixa Econômica Federal deve divulgar até sexta-feira um balanço detalhado do programa "Minha Casa, Minha Vida" referente a 2010, além do desempenho apurado neste início de ano. Por conta do anúncio, a instituição adotou a política de não conceder entrevistas sobre a questão até o dia da divulgação. Entre os pontos que serão detalhados, a Caixa deve informar qual foi o volume contratado por faixa de renda. <br />
Originalmente, a meta do governo era contratar 400 mil unidades para famílias com renda de até três salários, outras 400 mil na faixa de três a seis salários e 200 mil na faixa de seis a dez. Com relação ao futuro do programa, especialistas do setor afirmam que o mais importante a ser definido é a questão que envolve os tetos por faixa de renda e os respectivos subsídios. Entre 2011 e 2014, a meta do programa é contratar mais dois milhões de moradias.<br />
Em 29 de dezembro, ao divulgar números nacionais do programa, o governo comemorou a superação da meta, com 1,003 milhão de habitações contratadas em todas as faixas de renda, atingindo R$ 52,98 bilhões em investimentos. Na ocasião do anúncio, o ministro das Cidades, Marcio Fortes, ressaltou que desde o início do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em 2007, até agora, foram investidos mais de R$ 250 bilhões em habitação.<br />
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) já tem aprovado um orçamento de R$ 46,9 bilhões para este ano, sendo R$ 30,6 bilhões para habitação em geral, incluindo o programa.<br />
Diante da expressiva valorização do mercado imobiliário, fontes do mercado avaliam que será preciso elevar o valor máximo do imóvel que pode ser financiado pelo FGTS de R$ 130 mil para algo entre R$ 150 mil a R$ 170 mil. "Se for mantido, o atual teto pode tornar o programa inviável para regiões como São Paulo, onde terrenos disponíveis são cada vez mais escassos e os preços continuam subindo", defende Alexandre L. Frankel, presidente da Vitacon Participações, empresa que é especializada em projetos de alto padrão e tem apenas um grande projeto em aprovação nesse faixa de renda, de R$ 100 mil a R$ 110 mil.<br />
<br />
Fonte: O Estado de S. Paulo]]></description>
				<pubDate>19/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Minha Casa foi o melhor incentivo da década para o setor habitacional, diz sindicato</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/minha-casa-foi-o-melhor/114/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1295290547.jpg" /><br /><br />A meta de construir mais de 1 milhão de moradias populares em dois anos foi o maior impulso que o setor habitacional poderia receber para se recuperar depois de mais de 20 anos sofrendo com a falta de crédito. Na avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (sindicato da habitação), Celso Petrucci, o Programa Minha Casa, Minha Vida foi o melhor incentivo dos últimos dez anos.<br />
<br />
Ele diz que, entre todos os avanços do setor verificados desde 2003 na economia brasileira, o mais significativo foi o programa de habitação que concedeu subsídios para que famílias de baixa renda pudessem comprar a casa própria.<br />
<br />
- O programa abriu as portas para uma política de habitação que deve ser levada adiante, se tornar perene. Não queremos só fazer mais 2 milhões de moradias nos próximos quatro anos. Queremos um projeto que independa da cor dos governos que ajude a reduzir a falta de lares no país e torne o processo de compra de uma casa tão fácil quanto o da compra de um carro.<br />
<br />
Em dezembro, a Caixa Econômica Federal divulgou que superou a marca de 1 milhão de contratos do Minha casa assinados na primeira etapa do programa. Até o dia 31 de dezembro, foram fechados 1.003.214 contratos, em todas as faixas de renda.<br />
<br />
O Minha Casa foi lançado em março de 2009 com o objetivo de aumentar o acesso das famílias de baixa renda à casa própria e gerar emprego e renda por meio do aumento dos investimentos na construção civil. A previsão era subsidiar R$ 34 bilhões nos contratos, principalmente para as famílias mais pobres. Ao todo, o programa concedeu R$ 52,98 bilhões em financiamentos.<br />
<br />
Petrucci apresentou nesta quarta-feira (12) o balanço de negócios do mercado imobiliário na região metropolitana de São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado. Ele aproveitou para fazer uma retrospectiva da década, do ponto de vista da habitação no país.<br />
<br />
- Nos anos 1980, entre 1986 e 1994, tínhamos uma inflação que chegou a bater na casa dos 2.400% ao ano e meia dúzia de planos econômicos que desestabilizaram nossa economia. Não havia financiamento imobiliário.<br />
<br />
Entre 2001 e 2002, ele destacou que as crises internacionais ainda jogavam muita incerteza no mercado interno, fazendo com que os bancos e as principais instituições de concessão de crédito evitassem investir no Brasil.<br />
<br />
- O grande fato dos anos 1990 foi a criação do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), cujos efeitos só começaram a aparecer na economia a partir de 2004. Neste ano, o marco regulatório trouxe maior garantia para bancos devido à consolidação da alienação fiduciária.<br />
<br />
Nos casos de atrasos de pagamento dos financiamentos, a alienação fiduciária tornou a retomada do imóvel muito mais rápida e derrubou a inadimplência para níveis baixíssimos. Antes do marco, os processos na Justiça duravam anos.<br />
<br />
Em 2002, o total de financiamentos com recursos da poupança, por exemplo, não chegou a 30 mil unidades. Para 2010, a previsão é dar crédito para mais de 450 mil imóveis.<br />
<br />
- O uso da poupança e a segurança jurídica foram os primeiros grandes impulsos para o retorno do financiamento.<br />
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Retomada do crédito e recordes<br />
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Em 2005, o setor assistiu à abertura de capital da Cyrela, a primeira incorporadora a entrar na Bolsa. Isso mostrou que as construtoras poderiam encontrar novas fontes de recursos, ao mesmo tempo em que encontravam segurança no mercado para apostar em negócios mais arriscados.<br />
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Além disso, bancos como ABN e Santander (que hoje estão unidos) passaram a conceder crédito e aumentaram a competição – que foi positiva para o mercado.<br />
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No ano seguinte, o governo começou a conceder desonerações de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) a alguns materiais básicos de construção para incentivar o setor. A mudança maior de 2006 foi a Caixa Econômica Federal ter passado a financiar também as construtoras, concedendo crédito às empresas antes de abrir os financiamentos aos consumidores. Isso levou a um “boom” sem precedentes no ano seguinte.<br />
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Em 2006, o total de recursos da poupança usado para financiar a casa própria era de R$ 9,3 bilhões, a 112 mil imóveis. Em 2007, os números quase dobraram, para R$ 18,3 bilhões e 195 mil unidades, respectivamente.<br />
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- Em 2007, o otimismo trazido pelo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e seus investimentos fez com que o setor habitacional batesse recordes.<br />
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A crise internacional fez com que o ano de 2008 começasse bem, mas terminasse mal. Apesar de o Brasil ter alcançado o “grau de investimento” (mostrando que o país era confiável a investidores estrangeiros), centenas de bancos quebraram nos Estados Unidos depois do Lehman Brothers e o crédito secou no mundo – inclusive no Brasil.<br />
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- O terceiro trimestre de 2008 foi o que concentrou o maior número de lançamentos já visto. A classe C também passou a ser alvo das construtoras. E isso abriu terreno para que 2009, que começou pessimista, terminasse otimista. Para nós, foi neste ano que ocorreu o acontecimento da década, que foi a criação do Programa Minha casa, Minha Vida.<br />
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Fonte: R7]]></description>
				<pubDate>17/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>São Paulo comercializou 31 mil imóveis residenciais em 2010</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/sao-paulo-comercializou-31-mil/113/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1295015554.jpg" /><br /><br />O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) divulgou o resultado do Balanço do Mercado Imobiliário 2010, que apontou vendas de 31 mil novas unidades residenciais na cidade de São Paulo entre janeiro e novembro. O resultado corresponde a alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2009. Segundo o sindicato, o volume só não foi maior porque as empresas não lançaram no mesmo ritmo novos empreendimentos. Estima-se que 2010 fechou com aproximadamente 36 mil novas unidades vendidas.<br />
O principal problema para lançamentos de empreendimentos é a escassez de terrenos em condições favoráveis para a incorporação. Segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 30 mil unidades, valor 19% maior do que o obtido no mesmo período de 2009 (25 mil unidades).<br />
Segundo João Crestana, presidente do Secovi-SP, "essa diminuição de lançamentos no município de São Paulo reforça a necessidade cada vez maior de o poder público e a iniciativa privada estudarem a metrópole de maneira estratégica, a fim de que ela possa atender às necessidades de moradia, trabalho, estudo, lazer e mobilidade de todos os seus cidadãos".<br />
As unidades de dois quartos registraram aproximadamente 40% do total das vendas, seguidas por imóveis de três e quatro dormitórios com, respectivamente, 32% e 17% do total das vendas. Os imóveis com um dormitório representaram 11% de participação. Com relação aos lançamentos, a participação de apartamentos de dois dormitórios foi de 48%, a de três dormitórios atingiu índice de 31%, seguida pelos empreendimentos com um quarto, com índice de 12%, e de quatro quartos, com 9%.<br />
Considerando o tamanho dos imóveis por meio da análise da área útil, o destaque ficou para as habitações com 46 m² a 65 m², com 39% de participação do total de unidades vendidas.<br />
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Fonte: Piniweb]]></description>
				<pubDate>14/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/46/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1297793955.jpg"><br /><br />Publicação sobre investimentos no setor de shoppings na região do Campolim, incluindo o Shopping Cianê.]]></description>
				<pubDate>13/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mercado imobiliário atinge ponto de equilíbrio, diz Secovi-SP</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mercado-imobiliario-atinge-ponto-de/112/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1294843654.jpg" /><br /><br />Para Sindicato, lançamento e vendas de imóveis de luxo e os voltados para a classe média alta deverão permanecer estáveis e os populares da classe média, continuar em destaque.<br />
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O mercado imobiliário de São Paulo já atingiu o ponto de equilíbrio em volume de vendas e preço, de acordo com João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). <br />
A partir de agora, observa, o lançamento e as vendas de imóveis de luxo e os voltados para a classe média alta deverão permanecer estáveis, enquanto as unidades populares destinadas para a classe média continuam em destaque nas estatísticas. Entretanto, o executivo alerta que haverá necessidade de maior agilidade na liberação do crédito, por parte dos bancos, e desenvolvimento de tecnologias construtivas e estratégias de marketing para conquistar o público.<br />
Pelos cálculos de Celso Petrucci, diretor do Departamento de Economia do Secovi, as vendas de imóveis na capital devem acompanhar o ritmo do PIB do País em 2011, crescendo 5%.<br />
Depois da forte alta apurada no ano passado - com os indicadores chegando a descolar da inflação - Petrucci reafirma que os preços tendem a se estabilizar este ano. "Esperamos que essa relação preço/inflação volte a convergir".<br />
Para 2011, Crestana espera ver mais investimentos de empresários, entidades do setor e governo na formação de mão de obra especializada. "Dessa forma, esse gargalo será solucionado, com a geração de mais empregos formais". Além do combate constante ao déficit habitacional, estimado hoje em 7 milhões de unidades, o mercado terá de atender a demanda vegetativa. Somente na cidade de São Paulo, são formadas 30 mil novas famílias por ano, observa a entidade.<br />
Ao fazer um balanço da década, Crestana destaca que o ano passado consolidou o movimento de retomada iniciado após a superação dos efeitos da crise financeira internacional do final de 2008 e início de 2009, com os compradores mantendo o ritmo de compra e os empresários o de lançamentos. "O Brasil passa por um momento de consolidação do crédito imobiliário como negócio, e a poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) apresentaram bons indicadores de incremento".<br />
No cenário macroeconômico, a entidade reconhece que 2010 marcou a história do Brasil, e os empresários do setor imobiliário apostam na continuidade dos níveis de crescimento em 2011, com manutenção da política econômica atual pela nova equipe do Ministério da Fazenda e do Banco Central, mas com a adoção de medidas que reduzam os gastos públicos.<br />
O debate com relação as novas fontes de recursos para a produção e aquisição de imóveis continua, apesar da abundância de crédito ainda registrada, diante da perspectiva de esgotamento dos recursos da poupança. "Acreditamos que serão investidos mais de R$ 65 bilhões de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)", ressalta a entidade, sobre as tendências para 2011.<br />
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Estoque<br />
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O escoamento de estoques no mercado imobiliário, tempo entre lançamento e a venda de um imóvel, está desacelerando em São Paulo, o que na avaliação do Secovi-SP, é um sinal de estabilização nos preços. O presidente da entidade, João Crestana, comenta que os lançamentos que foram mais ousados agora enfrentam dificuldade de venda. "Os lançamentos que antes se esgotavam em dois ou três meses agora estão levando de seis até sete meses para serem vendidos", disse o dirigente, durante encontro com a imprensa para fazer um balanço de 2010 e da década.<br />
Segundo Crestana, os lançamentos voltados para a alta renda são os que têm a maior possibilidade de testar os limites de preço, e portanto, são os primeiros a mostrar sinais de que se atingiu o teto.<br />
Apesar da alta de preços ter limitado os efeitos da política de escoamento de estoque adotada pelas empresas entre 2009 e 2010, essa estratégia também contribuiu para uma sensível redução de estoque de imóveis novos em construção na cidade de São Paulo, acrescenta a entidade.<br />
Para Celso Petrucci, diretor do Departamento de Economia do Secovi, diante do atual cenário o valor do metro quadrado em São Paulo atingiu um patamar que provavelmente está próximo do equilíbrio. Conforme a entidade, a classe média puxou o aquecimento do setor em 2010, com a compra de unidades de dois dormitórios de 45 metros quadrados a 60 metros quadrados. Performance que é creditada, principalmente, à mobilidade social e ao programa "Minha Casa, Minha Vida".<br />
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Fonte: O Estado de S. Paulo online<br />
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 ]]></description>
				<pubDate>12/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jovens são atraídos por mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/jovens-sao-atraidos-por-mercado/111/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1294675130.jpg" /><br /><br />O boom imobiliário trouxe um novo perfil de consumidor para o segmento. Segundo empresários, o número de jovens entre 25 e 35 anos que buscam a compra do primeiro imóvel no Grande ABC já ultrapassou os 50% do percentual de interessados. Para eles, a facilidade no acesso ao crédito dos últimos anos e programas como o Minha Casa, Minha Vida que concedem benefícios e descontos, são os principais fatores para a mudança.<br />
Com o aumento da procura pelo crédito, cresceram também os saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em 29% de janeiro a abril de 2010, frente ao mesmo período de 2009. O benefício pode ser utilizado na compra de imóveis.<br />
Casais em busca do primeiro imóvel e sem filhos também são o foco de vendas dos empreendimentos do Grande ABC, segundo o empresário Milton Casari. "Temos de ter em mente que há mercado para todas as faixas de renda na região, mas os jovens são a maioria absoluta na busca por apartamentos menores, de 42 m² a 70 m² e com preços de até R$ 150 mil."<br />
Cortejando esses consumidores, as empresas já modificam projetos e focam os novos empreendimentos do setor nesse público que prefere apartamentos menores. "Antes eles tinham muita dificuldade em conseguir crédito de R$ 50 mil até R$ 70 mil e hoje conseguem até R$ 200 mil. Eles foram trazidos para esse mercado e perceberam que têm poder de consumo para adquirir o sonho da casa própria", explica Aparecido Viana, outro empresário do segmento.<br />
Para atingir mais consumidores, uma empresa do setor lançou em Diadema empreendimentos que custam cerca de R$ 155 mil, sem vagas de garagem. A ideia é trazer preços menores para atingir, principalmente, os solteiros em busca da independência. "Queremos sentir como será a recepção desses conjuntos. Eles saem, em média, R$ 10 mil mais baratos do que os que possuem garagem e têm 46 metros quadrados. Sabemos que é nessa faixa de preço que há déficit habitacional e temos uma demanda enorme para receber esses imóveis", explica Mauro Silva, sócio do empreendimento que será lançado neste mês.<br />
Apesar do nicho de mercado, a escassez de terrenos na região já começa a mostrar as garras. É cada vez mais difícil para incorporadoras conseguir espaços para construir torres que entrem no valor do Minha Casa, Minha Vida - que contemplam preços de até R$ 130 mil. "Esperamos que neste ano o valor de subsídio possa chegar para imóveis de até R$ 150 mil."<br />
Com o casamento a caminho, Rafael Mônico é um dos muitos jovens que se apoiaram no programa federal para realizar o sonho da casa própria. Ele e a namorada, moradores de Santo André, compraram em Mauá um apartamento de 52 m² por R$ 115 mil. "Meu financiamento é diferente porque não tenho comprovação de renda por holerite e tive de fazer por comprovação bancária. Apresentei a documentação ao banco, que percebeu que minha renda ficava dentro do valor de subsídio. Por isso, no apartamento que valeria R$ 111 mil, ainda consegui R$ 14 mil pela Caixa. Vou pagar em 25 anos. A primeira parcela é de R$ 581 e a última, de R$ 300."<br />
No entanto, Mônico deixa claro que a perspectiva da família é migrar para um espaço maior em breve. "Sempre morei em apartamento pequeno, e se tiver só um filho dá para morar no apartamento, mas meu sonho ainda é morar em uma casa."<br />
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Fonte: Diário de Grande ABC online]]></description>
				<pubDate>10/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Brasil é o emergente com melhor economia para investimentos imobiliários, aponta pesquisa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/brasil-e-o-emergente-com/110/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1294411472.jpg" /><br /><br />Pesquisa realizada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) apontou que o Brasil é o país emergente mais propício para investimentos estrangeiros no mercado imobiliário no ano de 2011. No ano passado, o Brasil dividiu a segunda colocação com a Índia, ficando atrás somente da China. A Rússia, considerada uma das principais economias emergentes, ficou apenas com a décima colocação.<br />
Entre todos os países do mundo com mais chances de valorização, o Brasil ficou em quarto lugar, atrás de Reino Unido, China e Estados Unidos. Os EUA lideram com 65% dos votos dos investidores participantes da pesquisa, valor mais que seis vezes maior que o apresentado pela China, que obteve 10% dos votos.<br />
Segundo a pesquisa, a melhor cidade para investimentos imobiliários em 2011 é Nova York, seguida por Washington e Londres, que liderou no ano passado.<br />
Os EUA também lideram o ranking dos países para investimentos mais estáveis e seguros, ficando na frente de Alemanha, Canadá, Reino Unido e Austrália. Nenhuma das economias emergentes ficou entre os dez primeiro colocados do ranking.<br />
As imobiliárias e os investidores que responderam as questões da pesquisa controlam mais de US$ 627 bilhões em ativos imobiliários em todo o mundo. A pesquisa revelou ainda que cerca de 40% deste valor está dentro dos Estados Unidos.<br />
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Fonte: Piniweb]]></description>
				<pubDate>07/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Varanda Gourmet espaço sofisticado para quem mora em apartamento</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/varanda-gourmet-espaco-sofisticado-para/109/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1294238350.jpg" /><br /><br />Na atualidade um dos mais valorizados diferenciais em apartamentos são as varandas gourmet, espaço de lazer e convivência<br />
<br />
Um dos ícones mais atuais de viver com conforto, quando o espaço escolhido é um apartamento, recebe o elegante nome de varanda gourmet. O conceito evoluiu dos antigos terraços e, além da área ampliada, costuma somar várias facilidades. Churrasqueira, forno elétrico e bancada são os recursos mais óbvios, mas há quem queira incluir, em projetos mais elaborados, cooktops, grills, sistemas de exaustão, frigobares, caves para vinhos, entre outras comodidades. A escolha depende apenas do gosto e da funcionalidade que o morador deseja dar ao local, além, é claro, do orçamento. <br />
A tendência mais marcante tem sido a integração de ambientes e um exemplo é a planta do Reserva Campolim, condomínio vertical de alto padrão recentemente entregue pela Splice Desenvolvimento Urbano, em parceria com a Rossi Residencial.  No projeto modelo, assinado pelo arquiteto Celso Primi, da Primi e Appoloni, um dos destaques é justamente a fusão harmoniosa da varanda com outros espaços, como a cozinha, a sala de jantar e o living. O arquiteto também optou por um visual clean e compacto, que reforça a sensação de amplitude.<br />
“No nosso projeto a integração permite ampliação do espaço para convívio”, afirma José Bauab Neto, Gerente de Incorporação e Novos Negócios da <br />
Splice Desenvolvimento Urbano.<br />
“Os clientes entenderam esse grande diferencial”, ele acrescenta. A boa aceitação da novidade foi tão positiva que a incorporadora já planeja incrementar novos projetos com esse recurso. <br />
O aproveitamento da varanda poderá ou não se destinar ao uso com finalidade gourmet. Se for esta a opção, basta instalar os equipamentos desejados. O Reserva Campolim foi entregue sem a personalização do ambiente, mas isso só reforça a sua versatilidade. O denominador comum é a valorização do convívio em família, uma característica que tem sido buscada em todos os empreendimentos da Splice. “E todos os nossos clientes preferem este diferencial”, observa Bauab.<br />
As modernas varandas gourmet são hoje uma espécie de releitura dos antigos terraços, que permite agregar funcionalidade ao ambiente e têm ganho destaque nas edições mais recentes das principais mostras de arquitetura e decoração do país. Representam um motivo a mais para o convívio em família e entre amigos em casa.<br />
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Fonte: Splice Magazine - edição nº03]]></description>
				<pubDate>05/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>A natureza mora ao lado</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-natureza-mora-ao-lado/108/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1294072417.jpg" /><br /><br />O respeito ao meio ambiente é um dos compromissos assumidos pela Splice Desenvolvimento Urbano e, por isso, a empresa aplica em seus empreendimentos procedimentos ecologicamente corretos. Esta preocupação não se limita a projetar espaços verdes para as áreas de lazer, mas considera todo o ecossistema e o impacto ambiental de futuras instalações, priorizando sempre a harmonia com a natureza.<br />
Um exemplo disso é o levantamento planimétrico – que possibilita, entre outras coisas, delimitar com exatidão a extensão da cobertura vegetal existente em determinada área. Esse levantamento é feito em todos os loteamentos da empresa. A iniciativa atende à Lei 4.771, de 1965, que visa à proteção das APP (Área de Preservação Permanente), como determina o Código Florestal.<br />
Para realizar qualquer intervenção em uma APP é necessária uma licença ambiental específica, vinculada a um Compromisso de Recuperação Ambiental (RAD). Um exemplo das ações implementadas com este objetivo é o plantio de mudas de árvores nativas.<br />
O engenheiro Darby Fernandes Moreno, Gerente de Loteamentos da Splice, acredita que, dessa maneira, a empresa põe em prática o comprometimento com a responsabilidade social e ambiental que sempre norteou a filosofia do Grupo Splice. “Encontrar caminhos para a preservação da biodiversidade também implica positivamente nos conceitos voltados à qualidade de vida”, ele afirma.<br />
<br />
O QUE É UMA APP<br />
As Áreas de Preservação Permanente são áreas de grande importância ecológica, cobertas ou não por vegetação nativa, cuja função é preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, assim como proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. Exemplos de APP são áreas de mananciais, encostas com mais de 45 graus de declividade, manguezais e matas ciliares.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine - edição nº03]]></description>
				<pubDate>03/01/2011</pubDate>
			</item><item>
				<title>Muros com "padrão Splice"</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/muros-com-padrao-splice/107/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292872224.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano há muito se preocupa em manter alto nível de segurança e racionalização do sistema construtivo de seus empreendimentos. Por isso, desde 1998, vem desenvolvendo um muro com características diferenciadas em relação ao que geralmente se vê no mercado. Ele está sendo <br />
chamado de muro “padrão Splice”.<br />
Com pesquisa, coordenação de criação e patente a cargo do Gerente de Obras e Arquiteto Milton Festa Júnior, o muro foi desenvolvido com o objetivo de alcançar maior resistência e racionalizar o processo de fabricação e de montagem. Para o engenheiro Darby Fernandes Moreno, Gerente de Loteamento da Splice Desenvolvimento Urbano, o muro “padrão Splice” responde às melhores qualificações nesse setor. “A nossa empresa é certificada no Programa Brasileiro da Qualidade do Habitat (PBQP-H) no nível ‘A’, por isso os processos construtivos dos nossos empreendimentos são detalhados, com utilização de materiais e serviços controlados”, explica. <br />
O muro “padrão Splice” é feito de placas de concreto armado e tem 3 metros de altura. Sua resistência é vantajosa em relação aos muros comuns. Nestes, é possível abrir com facilidade buracos na alvenaria, o que fragiliza totalmente a segurança da construção. O mesmo não ocorre com o muro “padrão Splice”.<br />
Também sua aparência é diferenciada. Como o processo de fabricação é realizado em formas metálicas, todas as placas têm aspecto uniforme e não necessitam sequer de pintura. <br />
A solução desenvolvida pela Splice Desenvolvimento Urbano acaba atendendo, ao mesmo tempo, a questão da sustentabilidade. “Um dos pontos fortes do muro ‘padrão Splice’ é a ausência do uso de madeira e resíduos (entulhos) no processo construtivo, o que minimiza dois dos principais problemas ambientais mais recorrentes da construção civil”, conclui Darby.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine edição nº03]]></description>
				<pubDate>31/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Morar bem em Taubaté, metrópole do futuro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/morar-bem-em-taubate-metropole/106/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292872098.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano lança Ouroville, em parceria com a Salix Empreendimentos, seu primeiro projeto na cidade, que apresenta o inovador conceito de loteamento-clube.<br />
Este ano a revista Veja apontou Taubaté como uma das 20 “metrópoles do futuro”. A reportagem fazia uma análise da situação econômica de todos os 233 municípios médios do país (entre 100 mil e 500 mil habitantes) e Taubaté foi considerado um dos 20 mais promissores. O texto também argumentava que a crescente industrialização se dá sem prejuízos para a qualidade de vida.<br />
Em sintonia com essa visão e, no entanto, muito antes dessa reportagem, a Splice Desenvolvimento Urbano já havia identificado esse panorama positivo e fez sua aposta no crescimento de Taubaté ao planejar na cidade o empreendimento a ser lançado em janeiro de 2011, com grande expectativa. Trata-se de Ouroville, um loteamento-clube, o primeiro da Splice, em parceria com a Salix Empreendimentos, nesta região.<br />
Trata-se de um projeto pioneiro no município. Ouroville possui o mesmo padrão de excelência dos empreendimentos Splice em outras cidades e representa um notável investimento em qualidade de vida. O conceito de loteamento-clube, uma novidade em Taubaté e região, atende principalmente às famílias, que passam a contar com uma série de itens de lazer e comodidade em um único local e sem a necessidade de se deslocar de sua residência. Piscina adulto com raia e infantil com prainha, exclusivo bar da piscina, espaço fitness, quadras de esporte, salão de festas, espaço gourmet e pista de caminhada são alguns dos recursos disponíveis. Outro importante atrativo desse empreendimento é a proximidade da Serra da Mantiqueira. O projeto paisagístico contempla um mirante em local onde esse cenário terá vista eterna.<br />
Elementos que unem praticidade e sofisticação foram a escolha dos arquitetos Sérgio Matos e Dennis Diniz, dois prestigiados talentos locais. “Se o morador optar por fazer uma festa, ele terá espaço suficiente para acomodar os serviços que quiser, sem incomodar outras pessoas. Isso foi pensado, assim como outros detalhes, para promover uma melhora significativa na qualidade de vida das pessoas que se utilizarão deles”, afirma o arquiteto Sérgio Matos.<br />
Integração à natureza é outro diferencial. Além da vista permanente para a serra, o empreendimento tem mais de 78 mil metros quadrados de área verde, com projeto paisagístico detalhado, com plantio de novas espécies.<br />
A fim de atender às demandas de quem pretende morar ou investir nesse importante polo industrial, outro aspecto vantajoso é a localização. O loteamento Ouroville está próximo às principais rodovias de acesso à região, as vias Dutra e Carvalho Pinto. Fica junto ao tradicional Bairro do Quiririm e está a poucos minutos de pontos de referência da cidade, como o Shopping Taubaté, o Hipermercado Makro e o Hospital São Lucas – Unimed.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine edição nº03]]></description>
				<pubDate>29/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Guaporé, um bairro em desenvolvimento</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/guapore-um-bairro-em-desenvolvimento/105/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292871925.jpg" /><br /><br />Você sabe onde fica o Jardim Residencial Guaporé? Próximo ao Parque Campolim, faz limite com o Jardim Emília e Portal da Colina. É hoje uma das poucas e grandes áreas livres de Sorocaba em localização nobre, cenário que tende a mudar em breve. <br />
O Jardim Residencial Guaporé teve início em parte de uma propriedade extensa, de aproximadamente 18 alqueires de terra pertencente a sucessivos ramos de uma mesma família há pelo menos quatro gerações. <br />
Quem nos conta parte dessa história é o empresário Sérgio Lúcio Cepellos, cujas primeiras memórias desse lugar vêm de seus tempos de garoto, quando juntamente com seu pai e irmãs, nos finais de semana iam visitar seu tio-avô morador e proprietário da gleba.<br />
O acesso era pelo antigo lajeado (regato de leito rochoso), hoje Avenida Pereira Inácio, uma vez que não havia outra forma de acesso ao local, mas que hoje também se faz pelo Jardim Judith.<br />
Com o falecimento de seu tio-avô, a propriedade passou a pertencer aos herdeiros e sucessores diretos, um dos quais era seu pai. <br />
Juntamente com sua mãe Marina Bolina Cepellos e irmãs, foi então criada a empresa MBC Empreendimentos Imobiliários Ltda., para que <br />
em parceria com a Splice fosse implantado no local um loteamento de alto padrão.<br />
A ideia inicial era formar lotes residenciais visando a venda para abrigar residências unifamiliares, já que o próprio Parque Campolim e Portal da Colina ditavam essa tendência na época. <br />
Porém, após a implantação do empreendimento e, observando-se o desenvolvimento dessa região nos últimos anos, houve consenso entre as empresas de que o ideal seria direcioná-lo para o ramo da incorporação.<br />
Renovada a parceria, dessa vez envolvendo também a Rossi Residencial, selou-se o objetivo de escrever uma nova página na história do Jardim Residencial Guaporé.<br />
“Foi a confiabilidade nas empresas Splice e Rossi que nos levou a apoiar e a participar de um empreendimento à altura do padrão já consolidado nessa região. Sem dúvida, algo para Sorocaba se orgulhar”, afirma Sérgio. O desfecho dessa história você conhecerá em breve.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine edição nº03]]></description>
				<pubDate>27/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Loteamento-clube: conceito para se viver bem</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/loteamentoclube-conceito-para-se-viver/104/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292871703.jpg" /><br /><br />É cada vez mais difícil conciliar o lazer às múltiplas tarefas cotidianas. Isso explica porque o conceito de loteamento-clube vem sendo tão bem aceito. Vários itens se voltam para a qualidade de vida e resultam em alto padrão de moradia. Entre eles, pistas de caminhada com equipamentos de ginástica, praças para o convívio dos moradores, playground, áreas verdes para a contemplação da natureza, além da estrutura de clube.<br />
A Splice Desenvolvimento Urbano, atenta a essa tendência, aliou conforto e funcionalidade em seus empreendimentos, como o Residencial Ouroville, em Taubaté (SP) e o Chácara Ondina, entre outros, em Sorocaba. Priorizou a qualidade de vida de seus futuros clientes e uniu segurança à deliciosa sensação de liberdade das áreas de lazer, além de proporcionar privilegiado contato com o meio ambiente.<br />
Segundo o arquiteto Sérgio Matos, da empresa Arqtecto, de Taubaté, os projetos arquitetônicos foram pensados para valorizar, além da beleza do empreendimento, sua funcionalidade. “Os itens devem ser utilizáveis e não meramente ilustrativos. Deve-se focar, em primeiro lugar, o público que vai desfrutar desses itens e em que momento de vida se insere; considera-se também o ambiente do entorno, levando em conta tanto o conceito artístico do projeto quanto à preservação da ecologia do local”, comenta Matos, responsável pelos projetos arquitetônicos da portaria e do clube do Residencial Ouroville.<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine edição nº03]]></description>
				<pubDate>24/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Investir em imóveis é ganho certo</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/investir-em-imoveis-e-ganho/103/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292871532.jpg" /><br /><br />Com a economia estável e um verdadeiro boom imobiliário em Sorocaba, seria o momento de investir em imóveis? Na opinião dos especialistas, a escolha pode sim se revelar bastante rentável. “Este é um bom momento para a aquisição de imóveis, mesmo para moradia. E, para quem busca o investimento, o retorno financeiro tem sido ótimo. Em aplicações financeiras o rendimento concorre com a perda inflacionária. Já para imóveis em locação, além da valorização do imóvel, a possibilidade de obter ganhos imediatos, especialmente com propriedades comerciais, é uma vantagem a mais”, analisa Guido Cussiol Neto, um dos diretores do Secovi (Sindicato da Habitação) - Sorocaba.<br />
“A liquidez do imóvel pode não ser a mesma de muitos papeis, mas carrega consigo a segurança de rentabilidade certa, por meio da locação”, acrescenta o presidente do Secovi-SP, João Crestana, embora observe que a entidade apenas apoia o investimento em imóveis como fonte geradora de renda adicional. “Quanto aos investidores que pensam em comprar imóveis para especulação – comprar unidades com a perspectiva de valorização para posterior venda –, chamados no jargão do mercado financeiro de ‘qualificados’, o Secovi-SP não opina”, ele afirma. O fato é que ainda parece haver muito espaço para o crescimento de investimentos nesse setor. “Se usarmos como parâmetro de comparação a própria América Latina, veremos que países como Argentina e Chile estão bem mais adiantados que nós”, diz Neto. “Nosso mercado andou de lado nos últimos 15 a 20 anos. A expectativa agora é de manter o crescimento por pelo menos mais cinco ou seis anos”, completa.<br />
Há um paradoxo a ser vencido. Um dos sinais desse crescimento é a atual escassez de mão de obra na construção civil e Sorocaba também vivencia esse cenário. A dificuldade, apesar disso, é um sinalizador positivo, prova dessa expansão.  <br />
Há também uma mudança significativa: se no início da explosão imobiliária o foco eram os empreendimentos de alto padrão, hoje o segmento popular se mostra ainda mais promissor. “Há um notório déficit habitacional concentrado na baixa renda. Hoje o maior acesso ao crédito e iniciativas como o Minha Casa Minha Vida propiciam a recomposição desse déficit”, Neto afirma. Em Sorocaba, além disso, a tendência é a verticalização, resultado direto da valorização da terra.<br />
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Fonte: Splice Magazine edição nº03]]></description>
				<pubDate>22/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Boas expectativas imobiliárias para 2011 </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/boas-expectativas-imobiliarias-para-2011/102/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292857770.jpg" /><br /><br />Pesquisa feita pela Associação das Construtoras e Imobiliárias de Taubaté (Acist) confirma as vantagens de investir no mercado imobiliário em Taubaté. Nos últimos meses, o setor da construção civil cresceu cerca de 13% no Brasil. Mas na cidade, esse índice chegou a 20%. <br />
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O presidente da Acist, Fernando Mancilha dos Santos, atribui o crescimento e destaque de Taubaté no mercado imobiliário à sua localização geográfica privilegiada (Vale do Paraíba) aliada ao forte crescimento industrial da região e também à disponibilidade de financiamento de habitação promovida pelo governo federal.<br />
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A previsão da Acist é que esses índices em Taubaté melhorem ainda mais nos próximos meses, já que mais investimentos em construção estão sendo anunciados no mercado. “Há uma grande expectativa de crescimento para 2011, oscilando em um crescimento acima de 10%”, informou o presidente da Acist. <br />
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Está existindo em Taubaté uma segmentação de mercado para atender todos os públicos. Embora os imóveis mais procurados sejam casas e apartamentos de 2 dormitórios no valor máximo de R$ 110.000,00 , enquadrando-se no projeto Minha Casa, Minha Vida, outra fatia de mercado que tem merecido bastante atenção em Taubaté é a de luxo: “Em 2010 passamos a casa das mil unidades vendidas e a previsão para o próximo ano é que lançaremos aproximadamente mais três mil unidades entre apartamentos, casas e lotes em condomínios fechados. Percebemos que existia um mercado de alto poder aquisitivo que até então não estava sendo devidamente atendido. Hoje, levamos aos clientes as melhores oportunidades de negócios: lançamentos de produtos exclusivos, alto padrão e imóveis sob medida”, informou Rogério Resende, diretor comercial da Inmob Inteligência Imobiliária. <br />
<br />
Ainda de acordo com a pesquisa da Acist, Taubaté tem atualmente, entre lançamentos, unidades em construção ou disponíveis para venda, mais de 7 mil imóveis, distribuídos em 69 empreendimentos. O valor total destes empreendimentos é de R$ 1.200.000,000, sendo que deste total estava disponível para a venda 3.400 empreendimentos, compreendendo R$ 450.000.00,00.<br />
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Fonte: Diário de Taubaté]]></description>
				<pubDate>20/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Venda de imóveis novos em SP sobe 8,9% em outubro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/venda-de-imoveis-novos-em/101/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292598489.jpg" /><br /><br />A capital paulista registrou alta de 8,9% na venda de imóveis novos em outubro, ante o mês anterior, totalizando 3.034 imóveis, de acordo com a Pesquisa sobre Mercado Imobiliário do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). Em relação a outubro de 2009, o resultado corresponde a um avanço de 22,8%.<br />
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No período, também foram lançadas 5.143 unidades, segundo levantamento da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). A performance representa alta de 77,7% ante setembro e de 104,3% em relação a outubro do ano passado. Em nota, a entidade destaca que os segmentos de dois dormitórios (1.417 unidades) e três dormitórios (1.102 unidades) representaram 83% do total vendido.<br />
<br />
Conforme o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, o ritmo de comercialização medido pelo indicador de Vendas Sobre Oferta (VSO) recuou de 26,4% em setembro para 23,5% em outubro. A performance, porém, ainda é superior à velocidade informada em outubro de 2009, de 18,1%.<br />
<br />
No acumulado do ano, foram comercializadas 27.639 unidades na capital. O desempenho indica estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram vendidos 27.558 imóveis. Em reais, o volume de vendas cresceu 23,6% no mesmo intervalo, passando de R$ 8,8 bilhões para R$ 10,9 bilhões. Em lançamentos residenciais, o total colocado em oferta aumentou 23,1% no acumulado do ano, para 25.818 unidades.<br />
<br />
Embora tenha estimado no início do ano alta de 5% nas vendas da capital em 2010, o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, prevê atualmente estabilidade, com a comercialização entre 35 mil e 36 mil unidades e lançamentos entre 33 mil e 34 mil unidades.<br />
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Região metropolitana <br />
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Na região metropolitana de São Paulo, que engloba além da capital outros 38 municípios vizinhos, a venda de imóveis novos cresceu 13,6% em outubro ante setembro e 40,9% em relação a outubro do ano passado, para 5.367 unidades. No período, a capital paulista participou com 56,5% do total vendido, de acordo com o Secovi-SP.<br />
<br />
No mês foram lançadas 6.540 unidades na região metropolitana, com 78% concentrado na capital. A região do ABCDM, que compreende os municípios do ABC, incluindo Diadema e Mauá, representou 20% dos lançamentos. Além da expansão das atividades imobiliárias nas demais cidades da região metropolitana e da migração de produção para o interior do Estado, o Secovi-SP chama a atenção para a expansão dos lançamentos de conjuntos comerciais para pequenos escritórios. Entre janeiro e outubro, os lançamentos deste segmento na capital cresceram 19,6%, totalizando 3.505 conjuntos de escritórios. <br />
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Fonte: O Estado de S. Paulo (versão online)<br />
]]></description>
				<pubDate>17/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Expansão da construção civil se estenderá por pelo menos cinco anos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/expansao-da-construcao-civil-se/100/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292425033.jpg" /><br /><br />O ciclo de crescimento da construção civil brasileira deve se estender por pelo menos mais cinco anos. As obras de infraestrutura, puxadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o setor de habitação, a Copa do Mundo e as Olimpíadas no Brasil devem garantir um crescimento contínuo da cadeia do setor, que movimentou R$ 137,3 bilhões no ano passado. E, depois de registrar um avanço próximo de 10% em 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção crescerá 9% em 2011.<br />
 <br />
Na avaliação do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina (Sinduscon), Andrade Júnior, a construção civil vai crescer o dobro da expansão prevista por analistas para a economia brasileira, de 4,5%, em média.<br />
<br />
"O setor vive um momento excepcional. Se os problemas na economia mundial não afetarem o Brasil e o governo mantiver firmes os compromissos de controle da inflação, o atual ciclo positivo pode se prolongar até 2020", afirma.<br />
<br />
O forte crescimento do setor de construção civil continua puxando o desempenho dos empréstimos na habitação. O estoque total de linhas para a construção e a aquisição de imóveis atingiu o patamar recorde de R$ 166 bilhões, em agosto. O aumento no mês foi de 4,3%, um dos maiores registrados no sistema financeiro. Em doze meses, o saldo apresenta expansão de 45,9%. <br />
<br />
Do total, a maior parcela, R$ 120,656 bilhões, vem das operações de financiamento para as pessoas físicas, incluindo recursos livres dos bancos e linhas direcionadas da poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), tanto para imóveis novos quanto usados. O avanço em doze meses é de 51,1%.<br />
<br />
O restante, R$ 45,407 bilhões, são empréstimos para a cadeia do setor imobiliário, com crescimento de 33,9% nos últimos doze meses. Os recursos destinados para a incorporação e construção somam R$ 35,334 bilhões. Outros R$ 3,429 bilhões são destinados a outras obras, como terraplenagem. Por fim, R$ 6,643 bilhões financiam as imobiliárias. <br />
<br />
No Piauí, a venda de imóveis vem sendo sentida significativamente pelas empresas. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina, o empresário Andrade Júnior, este crescimento vem se dando tanto pela qualidade nos imóveis construídos, como também, e principalmente, pelas facilidades que o Governo Federal vem dando para o pagamento de imóveis. “A injeção abundante de crédito no setor imobiliário com taxas palpitantes, a exemplo do que vem fazendo a Caixa Econômica Federal, vem estimulando e permitindo que mais brasileiros adquirissem sua casa própria. Este fenômeno está ocorrendo em todas as classes sociais.”, revela Andrade Júnior.<br />
<br />
Este forte crescimento no setor vem alavancando outro forte fator de crescimento: a contratação de mais mão de obra. Um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego aponta que, de janeiro a junho deste ano, houve um incremento de mais de 50% de postos de trabalho na construção civil no Piauí. Em 2009, eram cerca 1.700 trabalhadores empregados no setor. No mesmo período de 2010, esse número subiu para mais de 6.500 pessoas. A maior parte deste crescimento se deve a inovação tecnológica que é uma realidade em algumas empresas do setor de construção civil de Teresina. <br />
<br />
“O potencial do segmento é enorme, mas ainda há grande carência de mão-de-obra. Precisamos formar novos profissionais e qualificar os que já atuam em algum ramo da construção civil. Além disso, o mercado exige profissionais alfabetizados, que é uma deficiência nesse setor. Temos uma ação de educação no canteiro de obra e a nossa expectativa é que daqui a cinco anos, a realidade seja outra”, conclui o presidente do Sinduscon, Andrade Júnior.<br />
<br />
CUSTOS <br />
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As construtoras também terão de buscar novas tecnologias que permitam imprimir mais produtividade e velocidade às obras. Além disso, o mercado aquecido exigirá mais planejamento por parte das empresas. "Hoje não há capacidade ociosa nos fornecedores de material de construção, que vêm investindo para dar conta da demanda. Não está faltando, mas também não está sobrando produto, o que requer programação", acrescenta Andrade Júnior.<br />
<br />
A crescente pressão de custos de terrenos e de mão de obra, que já impactam nos preços dos imóveis, permanecem como desafios para os próximos anos. Andrade Júnior considera que o setor de habitação popular deve continuar forte, graças à segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida.<br />
<br />
Com metas mais ambiciosas - de construir mais 2 milhões de moradias, o dobro da primeira fase - o Minha Casa, Minha Vida 2 terá, segundo o presidente do Sinduscon Teresina, que sofrer alguns ajustes, como a correção de valores dos empreendimentos. "Mas o programa foi um marco, sem dúvida nenhuma. O governo entendeu que uma parte significativa da população jamais conseguiria comprar um imóvel sem subsídio."<br />
<br />
O Sinduscon Teresina representa hoje 52 empresas associadas. O setor gerou 21,8 mil empregos no estado entre janeiro e outubro, 101%, mais do que no mesmo período do ano passado.<br />
<br />
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Fonte: 45 graus]]></description>
				<pubDate>15/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Expansão do setor imobiliário no Brasil é sustentável, dizem especialistas</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/expansao-do-setor-imobiliario-no/99/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1292262795.jpg" /><br /><br />O aumento do crédito, associado à queda da inadimplência e às condições macroeconômicas favoráveis contribuíram para o superaquecimento do setor imobiliário no Brasil. Apesar de a expansão evocar a bolha norte-americana, esse crescimento é sustentado, afirmam especialistas entrevistados pela revista AméricaEconomia, que, em dezembro, traz um especial sobre o mercado.<br />
<br />
De acordo com o presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antonio França, esse aquecimento tende a ser sustentável e prolongado. O executivo, no entanto, faz ressalvas quanto ao crédito imobiliário, uma vez que os empréstimos foram concedidos, até o momento, quase totalmente com recursos das cadernetas de poupança e do FGTS. “Em dois ou três anos, essas reservas se esgotarão e será preciso recorrer a novas fontes”.<br />
<br />
Segundo o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe, esse impulso no segmento resulta de décadas de demanda reprimida, cuja curva se inverteu em 2004. “Paralelamente, as ofertas no mercado de capitais permitiram que pouco mais de 20 empresas do setor captassem cerca de R$ 20 bilhões, o que colocou tanto imobiliárias quanto incorporadoras em um patamar mais elevado”, observa.<br />
<br />
O diretor da área de Crédito Imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, aponta uma das razões para o clima de otimismo no segmento. “O financiamento imobiliário tornou-se um produto extremamente confortável para se trabalhar. Não há especulação. Até 40% do valor total do negócio tem sido bancado com dinheiro da poupança. A pessoa compra porque realmente está realizando o sonho da casa própria”, diz.<br />
<br />
Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>13/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal VGV</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-vgv/45/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1292870906.jpg"><br /><br />Site especializado do setor imobiliário publica release de lançamento do condomínio vertical de salas comerciais, Illimité.]]></description>
				<pubDate>13/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/44/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1292870809.jpg"><br /><br />Coluna Presença, de Simone Sanches, publica lançamento do empreendimento Illimité.]]></description>
				<pubDate>12/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Internet expande as vendas no setor imobiliário no Estado </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/internet-expande-as-vendas-no/98/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1291907342.jpg" /><br /><br />Um apartamento no Rio de Janeiro, com valor de mercado calculado em R$ 250 mil está sendo leiloado pela Rossi com lance mínimo de R$ 0,01. A ação não irá trazer resultados diretos para a incorporadora, mas segundo Paulo Kendzerski, diretor de Marketing da WBI (empresa de soluções de comunicação para a internet), é um bom exemplo de uso de ferramentas da rede pelo mercado imobiliário. "A empresa irá conhecer o perfil de pessoas interessadas em comprar em breve um imóvel e poderá utilizar esses dados em ações posteriores", garante.<br />
<br />
<br />
O uso da web para alavancar a comercialização de imóveis foi tema de seminário realizado ontem pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS). Na ocasião, o diretor de novos negócios do Google, Alexandre Yokoyama, apresentou uma pesquisa realizada com 400 pessoas que haviam comprado imóvel recentemente, com o objetivo de apontar como os usuários de internet escolhem determinado empreendimento e quais são suas motivações para a compra. O levantamento mostrou que 88% deles utilizaram a internet ativamente em seu processo de escolha.<br />
<br />
<br />
Os sites das imobiliárias são os mais acessados nesse contexto, sendo em 57% dos casos a fonte mais utilizada, seguidos pelas ferramentas de busca (48%). Os resultados também mostraram que existe uma complementariedade de ferramentas no processo (sites de imobiliárias e de busca, canais de vídeos, mídias sociais etc) e a percepção pelos consumidores dos anúncios online como forte influência na lembrança da marca e no processo decisório.<br />
<br />
<br />
De acordo com Yokoyama, é preciso levar em conta ainda o longo tempo de duração do processo de decisão para a aquisição de um imóvel. Entre os compradores que fizeram parte da amostra da pesquisa, 13% efetuaram a compra em até uma semana e 70% após mais de um mês. Por isso, as incorporadoras e imobiliárias devem oferecer diferentes aproximações ao longo do período por meio da web. "Primeiro é preciso fornecer informações básicas aos clientes, esclarecendo qual é a sua marca e quais são seus produtos. Depois, em um segundo momento, devem ser passadas informações claras e precisas sobre financiamentos e formas de pagamento, sempre de forma transparente", esclarece.<br />
<br />
<br />
Os palestrantes ressaltaram ainda, a necessidade de buscar inovação no relacionamento com os consumidores. "O modelo que utiliza apenas o site da empresa para divulgação não serve mais, os consumidores já estão em uma fase mais avançada. É preciso propor ações diferentes e que atendam à demanda de uma forma que tenha como ponto principal a conveniência e que mantenham o relacionamento", recomenda Kendzerski. <br />
<br />
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Seguindo esta proposta, a Lopes Consultoria de Imóveis oferece ferramentas de busca de imóveis aliadas a aplicativos do Google, como um mapa que indica os imóveis disponíveis para compra e locação, além de manter uma equipe de corretores trabalhando exclusivamente online em São Paulo, com horários mais flexíveis. "O atendimento pela internet gera 12% das nossas vendas, por meio de contatos gerados pelo site. Nossa página tem o papel de informar os consumidores com a maior precisão e de oferecer atendimento a qualquer hora", explica Roberto Nascimento, diretor de Marketing e TI da empresa. <br />
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<br />
Fonte: Jornal do Comércio online]]></description>
				<pubDate>09/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Diário de Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-diario-de-sorocaba/43/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1292005417.jpg"><br /><br />Publicação sobre o lançamento do Illimité.]]></description>
				<pubDate>08/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul/42/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1291911089.jpg"><br /><br />Publicação sobre o lançamento do Illimité.]]></description>
				<pubDate>08/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Revista Especial Bom Dia Votorantim 47 anos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/revista-especial-bom-dia-votorantim/41/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1291911013.jpg"><br /><br />Publicação especial do Jornal Bom Dia, em comemoração aos 47 anos da cidade de Votorantim, deu destaque à Splice Desenvolvimento Urbano em uma de suas páginas.]]></description>
				<pubDate>08/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Lançamento do Illimité Condomínios Empresariais</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/lancamento-do-illimite-condominios-empresariais/140/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300989430.jpg" /><br /><br />Cerimônia de lançamento do Illimité, que reuniu corretores e contou com grande sucesso de vendas já em seu primeiro dia.]]></description>
				<pubDate>07/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal SEGS</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-segs/40/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1291907071.jpg"><br /><br />Portal Nacional de Seguros, Saúde, Informática e TI publica release do lançamento do Illimité, novo empreendimento da Splice Desenvolvimento Urbano.]]></description>
				<pubDate>07/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Foco nos condomínios é tema de suplemento especial</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/foco-nos-condominios-e-tema/97/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1291401245.jpg" /><br /><br />O jornal Cruzeiro do Sul publicou no último domingo, 28 de novembro, o suplemento especial Condomínios, onde a Splice Desenvolvimento Urbano surgiu como uma das empresas mais bem representadas no ramo em Sorocaba e região.<br />
Com cinco páginas dedicadas aos empreendimentos da Splice, o suplemento abordou temas como qualidade da obra, arquitetura europeia e projetos arrojados.<br />
Outros temas do mercado imobiliário foram abordados, como materiais ecológicos e novas técnicas, pagamento de taxas condominiais, cuidados na compra de imóveis e em seu registro, segurança condominial, inadimplência, administração de condomínios e suas responsabilidades.<br />
<br />
Fonte: Assessoria de imprensa ]]></description>
				<pubDate>03/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Classi On Line</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/classi-on-line/38/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1291400637.jpg"><br /><br />Site dá nota sobre a entrega do empreendimento Giverny.]]></description>
				<pubDate>03/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Ipanema</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-ipanema/39/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1291906959.jpg"><br /><br />Coluna Alê Scapol, do Jornal Ipanema online, dá nota sobre entrega do Residencial Giverny no Shopping M.]]></description>
				<pubDate>02/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Em dezembro, Bauru sedia Encontro Secovi do Mercado Imobiliário </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/em-dezembro-bauru-sedia-encontro/96/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1291225540.jpg" /><br /><br />Na próxima quinta-feira, das 13h às 15h, a unidade bauruense do Secovi-SP promove sua edição 2010 do Encontro Secovi do Mercado Imobiliário nas dependências do Quality Suítes Garden Hotel, centro da cidade.   <br />
 <br />
O presidente do Sindicato, João Crestana, prestigia a iniciativa por meio da palestra "O Futuro do Mercado Imobiliário", ao lado de Flavio Amary, vice-presidente do Interior da entidade, Riad Elia Said, diretor geral do Sindicato na cidade e demais representantes dos setores públicos e privados da região. <br />
 <br />
O evento, coordenado por Fernando Pegorin, diretor setorial da entidade em Bauru, ainda traz a palestra de Luiz Paulo Orelli Bernardi, diretor da Lob Peritos & Consultores, e conta pontos para o Programa Qualificação Essencial (PQE) do Secovi-SP. <br />
 <br />
Inscrições gratuitas, mediante a doação de um brinquedo em prol da Campanha do Projeto Ampliar. Outras informações pelo telefone (14) 3227-2616, 3234-4582, e-mail bauru@secovi.com.br. <br />
<br />
<br />
Fonte: Rede Bom Dia]]></description>
				<pubDate>01/12/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Convenção Residencial Ouroville Taubaté</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/convencao-residencial-ouroville-taubate/144/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300992695.jpg" /><br /><br />Evento realizado pelo Ouroville em Taubaté.]]></description>
				<pubDate>30/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mercado de imóveis se recupera e vendas aumentam 70% em setembro      </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mercado-de-imoveis-se-recupera/95/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1290447799.jpg" /><br /><br />Pesquisa do Secovi-SP mostra que unidades de 2 quartos tiveram participação de 37,8% no volume comercializado. O destaque, porém, ficou para o segmento de 4 dormitórios, com 32,6% do total vendido no mês<br />
O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou recuperação em relação a agosto, quando se verificou uma queda atípica nas vendas. A Pesquisa Secovi sobre o Mercado Imobiliário mostra que o volume comercializado em setembro foi de 2.785 imóveis, equivalente ao crescimento de 70% diante das 1.638 unidades novas escoadas no mês anterior.<br />
De acordo com o Departamento de Economia e Estatística da entidade, que realiza a pesquisa mensalmente, o resultado ficou abaixo do total vendido no mesmo mês de 2009 (5.049 unidades).<br />
O indicador Vendas sobre Oferta (VSO) foi de 26,4% em setembro. O índice mede o desempenho de comercialização e é expresso pela relação entre o número de unidades vendidas e a oferta no mês (unidades remanescentes acrescidas dos lançamentos).<br />
<br />
REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO<br />
A cidade de São Paulo integra a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), composta por 39 municípios, dos quais 25 apresentam atividade imobiliária relevante. A Pesquisa Secovi aponta que, em setembro, o mercado vendeu 4.723 unidades, 59% (2.785 unidades) somente na Capital. O total de imóveis escoados na RMSP foi 23,5% superior a agosto.<br />
O número de lançamentos na Região, conforme a Embraesp – Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio, totalizou 7.660 unidades no mês, com alta de 60,1% sobre agosto. O volume de 2.894 unidades residenciais lançadas em setembro na cidade de São Paulo representou 37,8% do total produzido na RMSP.<br />
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ACUMULADO DE 2010 <br />
O total de vendido na Capital entre janeiro e setembro deste ano, de 24.605 unidades, indica queda de 1,9% sobre igual período de 2009, quando se observou 25.087 imóveis escoados. O VSO médio nesses nove meses foi de 22,4% ao mês na cidade de São Paulo, enquanto na Região Metropolitana o indicador ficou em 18,3%. A RMSP acumula venda total de 46.445 imóveis no período.<br />
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CONSIDERAÇÕES E PERSPECTIVAS<br />
Em setembro, o grande destaque foi o segmento de 4 dormitórios, cujas vendas (908 unidades) superaram o volume lançado (746 unidades). Em termos de área útil, houve comportamento semelhante na cidade de São Paulo: foram vendidos 120 apartamentos com área útil superior a 180 m², contra 56 unidades lançadas.<br />
Diante do cenário positivo da economia, as perspectivas para o mercado imobiliário na cidade de São Paulo são de crescimento em relação a 2009. O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, estima terminar o ano com 36 mil unidades vendidas, enquanto os lançamentos podem atingir de 33 mil a 35 mil unidades, conforme indicam prévias sobre lançamentos.<br />
Para ele, é provável que os empreendedores estejam concentrando seus lançamentos no público de renda elevada porque não conseguem mais viabilizar unidades residenciais na cidade de São Paulo, principalmente de 2 dormitórios, voltadas para a classe onde existe maior demanda.<br />
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Fonte: Secovi-SP<br />
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				<pubDate>22/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Região perde 1.067 vagas na construção</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/regiao-perde-1067-vagas-na/94/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1290192499.jpg" /><br /><br />Mesmo com o crescimento do mercado imobiliário, o Grande ABC perdeu 1.067 postos de trabalho no segmento em setembro. Pesquisa do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) com a FGV (Fundação Getulio Vargas) aponta que no mês, a maioria das cidades da região fechou vagas na área. Apenas Ribeirão Pires e São Bernardo contrataram no período e trazem números positivos.<br />
Apesar da oferta de trabalho ter deflacionado em setembro, a comparação com o mesmo mês de 2009 ainda mostra melhora e, na comparação de janeiro até setembro, o número de empregos formais do setor ainda bate recorde.<br />
Para Rosana Carnevalli, diretora adjunta da regional do do SindusCon, a queda nos índices é normal e não mostra estagnação do mercado de trabalho. "De um mês para o outro sempre pode cair. Às vezes, acaba uma obra e não começa a outra logo em seguida e notamos essa queda no índice. É um período muito curto para análise, mas no ano, todas as cidades tiveram aumento de vagas na região. Se pegarmos os números gerais, de todas as cidades, vemos que são 14,19% mais postos neste ano do que em 2009", diz.<br />
Para a diretora, Ribeirão Pires é o grande destaque da pesquisa no mês, com alta de 150% nas contratações em relação ao mesmo período do ano passado. "Tivemos ainda aumento de 9,49% em Santo André, São Caetano teve 13,41%, seguido por São Bernardo com 11,53%, Diadema com 1,60%, Mauá com 26,39% e Rio Grande teve crescimento de 10,36% na oferta de vagas neste ano", atesta.<br />
As obras de infraestrutura do trecho Sul do Rodoanel Mário Covas e da interligação com a Jacú-Pêssego também garantiram a cidade de Mauá papel importante na demanda de trabalho neste ano. "Mauá vem na esteira do Minha Casa, Minha Vida. As obras de empreendimento de até R$ 130 mil são destaque lá e empregam muito, assim como o Rodoanel e a Jacú. Hoje, posso dizer que 80% nas nossas vagas são para a parte de infraestrutura."<br />
Rosana avalia ainda que Diadema é a cidade com maior potencial para o crescimento de empregos. "Existem muitos empreendimentos a serem lançados lá e, até o ano que vem, com certeza teremos muitos postos".<br />
NO BRASIL<br />
O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 0,94% em setembro ante agosto, com a criação de 26,5 mil postos de trabalho formais, segundo pesquisa do SindusCon-SP. Em 2010, o setor acumula aumento de 15,84%, com a inclusão de 389,2 mil trabalhadores. No acumulado de 12 meses, a alta é de 15,89%. O número de empregados formais na construção civil brasileira atingiu 2,846 milhões.<br />
Embora positivo, o resultado de é inferior ao informado em agosto, quando foram contratados 48,6 mil trabalhadores, e em julho, com 45,7 mil contratações.<br />
Em nota, o presidente da entidade, Sergio Watanabe, pondera que ainda não se pode afirmar se essa desaceleração é uma tendência ou não.<br />
No Estado de São Paulo, a desaceleração foi mais forte, com acréscimo de apenas 0,09% no indicador em setembro, com a contratação de 683 trabalhadores, ante 6.841 registradas em agosto e 7.132 em julho. No ano, foram agregados mais 66,7 mil empregados formais (+9,77%) e em 12 meses, mais 67,5 mil (9,91%)<br />
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Fonte: DGABC<br />
]]></description>
				<pubDate>19/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Perspectivas para imóveis continuam favoráveis</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/perspectivas-para-imoveis-continuam-favoraveis/93/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1289929635.jpg" /><br /><br />O crédito imobiliário cresceu substancialmente neste ano e continuará se expandindo pelo menos até o primeiro trimestre de 2011, segundo o gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi. Falta saber se continuarão atuando, com a mesma força, as condições que têm favorecido os compradores de imóveis, como o aumento da renda real e do poder de compra dos salários.<br />
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O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, segundo reportagem do jornal Valor, passou de R$ 90,2 bilhões, em 2005, para R$ 137 bilhões, em 2009, e está estimado em R$ 152 bilhões neste ano. Nas mesmas datas, o volume de financiamentos aumentou de R$ 8,9 bilhões para R$ 47,05 bilhões - e já atingiu R$ 47,69 bilhões até o início de setembro, segundo dados do Sinduscon e da Caixa Econômica Federal (CEF).<br />
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Como notou Rabi, "diferentemente de outras modalidades, como o cartão de crédito, o financiamento imobiliário trabalha com prazos muito longos, de até 30 anos, e juros relativamente baixos, de 12% ao ano, pontos que contribuem para estimular sua expansão futura". Além disso, a inadimplência superior a 90 dias é de apenas 1,5%.<br />
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As projeções - grandiosas - da Fundação Getúlio Vargas e da consultoria Ernst & Young indicam que 37 milhões de moradias deverão ser construídas entre 2007 e 2030, uma média de 1,6 milhão por ano. Mais novas famílias demandarão casa própria. O número de famílias deverá crescer em razão do aumento da idade média da população - de 32,5 anos, em 2017, para 36 anos, em 2030. Até 2017 o setor será estimulado pelas famílias de baixa renda e, a seguir, pela classe média.<br />
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Não apenas as operações com lastro no FGTS, gerido pela CEF, cresceram, mas também os empréstimos com base nas cadernetas, chegando perto das 400 mil unidades nos últimos quatro trimestres, 30% mais do que as 300 mil de 2009. A poupança já financia cerca de 40 mil imóveis por mês. A CEF, que usa o FGTS e as cadernetas, financiou 5.340 imóveis por dia em setembro.<br />
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As perspectivas são promissoras, mas poderão ser afetadas pelo aumento da inflação e seus efeitos negativos sobre a renda e o poder aquisitivo dos trabalhadores. Depois da fartura de crédito deste ano, talvez seja necessário reduzir um pouco o ritmo, em 2011, o que favoreceria o reequilíbrio fiscal. Um pequeno ajuste na demanda parece mais recomendável do que induzir os mutuários à euforia e, depois, arriscar um aumento da inadimplência. <br />
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Fonte: O Estado de S. Paulo online]]></description>
				<pubDate>16/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Imóveis do Minha casa, minha vida terão energia solar</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/imoveis-do-minha-casa-minha/92/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1288973296.jpg" /><br /><br /> <br />
A preocupação com o meio ambiente chegou, enfim, ao programa habitacional “Minha casa, minha vida”. Ontem, a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, afirmou que 400 mil casas a serem construídas pelo projeto em 2011 terão energia solar. <br />
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— No próximo ano, vamos contratar mais dois milhões de moradias em todo o Brasil, sendo 1,2 milhão para famílias com renda de zero a três salários mínimos. As casas com esse perfil, construídas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, serão obrigadas a ter a energia solar para aquecimento de água, basicamente chuveiro, o que dá em torno de 400 mil casas — disse a secretária, durante o seminário Planejamento Urbano e Construção Civil Sustentáveis com Eficiência Energética para Áreas de Baixa Renda das Américas, realizado no Palácio do Itamaraty, no Rio.<br />
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Fonte: Extra Online]]></description>
				<pubDate>05/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cruzeiro do Sul</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/cruzeiro-do-sul/37/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1288900158.jpg"><br /><br />Coluna Presença, de Simone Sanches, aborda a 12ª Oktoberfest de Sorocaba, na qual a Splice Desenvolvimento Urbano foi patrocinadora.]]></description>
				<pubDate>04/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Índice de inflação para medir o mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/indice-de-inflacao-para-medir/91/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1288803244.jpg" /><br /><br />O governo estuda criar no ano que vem o Índice Nacional dos Preços de Imóveis, em parceria com o IBGE. Isso porque o setor está em expansão - nos 12 meses, o crédito para casa própria cresceu mais de 50% - e a equipe econômica quer evitar "bolha imobiliária" como a que provocou a quebradeira nos bancos americanos a partir de setembro de 2008, causando a maior crise financeira mundial.  Segundo especialistas, o mercado imobiliário brasileiro é bastante cauteloso. Mas é preciso criar mecanismos, como o novo índice de preços de imóveis, para um acompanhamento mais próximo.<br />
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O presidente do Secovi-SP, João Crestana, diz que o novo indicador é bem-vindo para dar um parâmetro sobre o comportamento dos preços de imóveis no País.  A  casa própria no País é financiada com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da caderneta de poupança. Esta já financiou este ano, até agosto, 263.701 unidades, totalizando, R$ 34 bilhões. O montante é 74% maior do que o liberado no mesmo período do ano passado. A previsão da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança) é que o País precise, já em 2013, de R$ 100 bilhões de recursos adicionais para financiar o setor imobiliário. O déficit habitacional é de quase seis milhões de moradias. <br />
Para o diretor da Basimóvel, Ariovaldo Rocha Filho, criar um índice específico  só se houver um deslocamento no indicador  setorial. Atualmente, existem o CUB (Custo Unitário Básico da Construção), INCC (Índice Nacional da Construção Civil) e ICC (Índice do Custo da Construção). "Não vejo necessidade ainda da criação de um índice. O próprio mercado se autorregula. O setor  está vivendo um momento atípico, de glória, mas quando tiver a desvalorização como será?" questiona o diretor. <br />
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Fonte: O Dia online<br />
]]></description>
				<pubDate>03/11/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>O que é Habite-se? Saiba o significado deste termo tão comum no mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/o-que-e-habitese-saiba/90/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1288372982.jpg" /><br /><br />Você, futuro morador de um apartamento novo, já deve ter ouvido muito falar de um documento que dependemos diretamente para a entrega do imóvel depois de construído, o Habite-se. Mas afinal, você sabe o que é o Habite-se?<br />
É um documento, emitido pela prefeitura local, atestando que o imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação municipal onde o empreendimento está localizado. Enfim, é uma certidão que aprova o imóvel como “pronto para ser habitado”.<br />
Para retirar o Habite-se, o proprietário do imóvel, no caso a construtora, faz a requisição junto ao órgão competente da prefeitura, que providencia uma vistoria no local para constatar se o que foi construído realmente condiz com o projeto inicial aprovado na prefeitura.<br />
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Fonte: Portal VGV]]></description>
				<pubDate>29/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Ambientes corporativos: muito mais que aparência</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/ambientes-corporativos-muito-mais-que/89/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1288190568.jpg" /><br /><br />Passar mais de oito horas em um mesmo local pode e deve ser agradável. Por isso, profissionais que criam ambientes de trabalho tomam diversos cuidados. São alguns detalhes que irão proporcionar agradáveis sensações - tanto para o cliente quanto para os colaboradores. Algumas das grandes empresas, que são referências para o segmento em que atuam, demonstram essa preocupação em seus projetos arquitetônicos.<br />
De acordo com o arquiteto Marcelo Sodré, um dos principais critérios que devem nortear os escritórios, consultórios e ambientes corporativos em geral é o fator sustentabilidade. Economia energética, por exemplo, é um dos assuntos que merecem atenção. Aproveitar muito bem a iluminação natural, usar o dimmer (um variador de luminosidade) para “escolher” a quantidade de luz ideal, trabalhar as proteções nas janelas para utilizar melhor o ar condicionado, especificar o mobiliário com madeira certificada são algumas das suas orientações. “São pequenas atitudes que certamente fazem muita diferença”, completa.<br />
Independente do ramo de atividades, também é importante estar atento a detalhes como a flexibilidade. É ela que vai garantir o melhor aproveitamento dos espaços e, também, da ocupação do tempo. “Também preciso pensar em soluções que permitam tanto a integração para os trabalhos em grupo, como os individuais, que requerem mais concentração. O objetivo é aproveitar todo o potencial dos colaboradores”, salienta Sodré. <br />
Outro aspecto a ser observado é a mobilidade. Com a evolução da tecnologia, é preciso pensar em pessoas que, às vezes, passam rapidamente pelo escritório. “São funcionários que não necessitam de estações de trabalho fixas, são os chamados free adress”, define o arquiteto.<br />
Aspectos como ergonomia, conforto e segurança, aliados ao perfeito entendimento das reais necessidades e aspirações do cliente deverão determinar a melhor solução para o projeto. “O que resulta em satisfação dos funcionários e melhora na produtividade. Isso faz com que a empresa seja mais competitiva no mercado”, finaliza Sodré.<br />
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Surpreender<br />
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Ainda de acordo com Sodré, nesse caso deve proporcionar conforto e bem-estar tanto para o profissional como para os pacientes. “A intenção deve estar intimamente ligada com o foco da nossa profissão – o ser humano”, completa.<br />
Um consultório planejado pelo arquiteto exemplifica isso. A ideia foi surpreender o paciente – principalmente se ele comparar com o que está habituado. O ambiente do consultório faz com que a pessoa atendida sinta-se em meio a um jardim. “Desta forma, a tensão comum a esses ambientes cede lugar a um clima mais agradável e tranquilo”, exemplifica.<br />
O corredor também tem sua versatilidade. De um lado, está a esterilização - que ao subir à persiana, pode ser vista por clientes. Do outro, fica o escritório, que segue o mesmo conceito: privacidade, quando necessário. “O vidro tem papel fundamental porque ajuda na iluminação e divisão do local”, propõe o arquiteto.<br />
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Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>27/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Plantação de mudas garante sustentabilidade </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/plantacao-de-mudas-garante-sustentabilidade/88/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1288028863.jpg" /><br /><br />Os loteamentos da Splice Desenvolvimento Urbano vão além da qualidade e excelentes localizações. Muitos nem imaginam todo o cuidadoso trabalho que é feito em relação ao meio ambiente.<br />
De acordo com o engenheiro agrônomo, Rubens Cury Basso, da empresa GAIA Projetos Ambientais, antes de qualquer intervenção nos lotes, é feito um estudo minucioso da área. Com isso, o levantamento mostrará qual o tipo de solo, acidez e sua qualidade física e química. Depois dessa etapa, é apresentada uma proposta com 80 espécies de plantas nativas. <br />
“Antigamente, as pastagens, plantações e áreas rurais ocupavam as terras sem direcionamento. Entretanto, hoje em dia, existem normas – como a que prevê na área de preservação  preservar uma distância de 30 metros de córregos e 50 metros nascentes – que orientam todos os passos a serem dados”, explica o engenheiro.<br />
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Com o PRAD, mais ar puro<br />
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O principal objetivo do PRAD – Projeto de Recuperação de Área Degradada - é tentar chegar mais próximo à formação de uma floresta. Para isso, são tomadas algumas providências. Após saber quais mudas devem ser utilizadas, é feita a demarcação das mudas e a abertura do “berço” (buraco) onde são depositados terra orgânica e adubo químico. <br />
Na sequência rega-se a planta e coloca-se uma estaca de bambu (tutor), para impedir que a muda tombe. Também é realizado o ‘embaciamento’ (buraco ao redor da muda para conter a água) e, por fim, faz-se o controle de formigas. <br />
Todo o procedimento é relativamente rápido e garante que, em média, com a cobertura de 20% do empreendimento utilizando esse processo já esteja de acordo com as normais de responsabilidade ambiental.<br />
O engenheiro afirma ainda que existe um aproveitamento das árvores do local, onde os maciços florestais são respeitados conforme sua localização. Ele também acrescenta que a melhor época para que as mudas sejam plantadas é o período de chuvas.<br />
A formação destas matas garante a infiltração de água no solo, perpetuando as nascentes e dando condições para que a fauna volte a ocupar uma região que antes estava deteriorada.<br />
Todos têm a ganhar com a recuperação destas áreas degradadas, melhorando a qualidade do ar, aumentando as áreas de lazer e tornando o convívio entre o homem e a natureza o mais agradável possível. <br />
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Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>25/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Antes de adquirir um lote... </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/antes-de-adquirir-um-lote/87/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1288028518.jpg" /><br /><br />Na hora de adquirir um lote de terreno para construir a casa dos seus sonhos ou para um bom investimento é imprescindível que se tomem alguns cuidados que irão, certamente, evitar futuras dores de cabeça. Porém, por onde começar? Abaixo algumas dicas que devem ser seguidas antes de fechar o negócio.<br />
Alexandre José Ribeiro, responsável pelo setor de Contratos e Aprovações da Splice Desenvolvimento Urbano, explica que é fundamental levantar algumas informações antes de efetivar a compra. O primeiro passo é verificar a idoneidade da empresa responsável pelo empreendimento. “É preciso conhecer o histórico da loteadora, seus produtos e, se possível, buscar a recomendação de clientes dessa empresa”, complementa. <br />
Em seguida, é indicado que a pessoa certifique-se de que o projeto passou pela análise do GRAPROHAB - Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo. Esse órgão é o responsável por centralizar e agilizar os procedimentos administrativos de aprovação de loteamentos do Estado.<br />
Deve-se também verificar na Prefeitura se o loteamento está aprovado e se está registrado junto ao Cartório de Registro de Imóveis responsável, pois somente com isso pode ser iniciada a venda dos lotes. <br />
Outro ponto fundamental na hora da compra do imóvel é conferir se existe uma associação de moradores devidamente constituída, em caso de loteamentos fechados. ”A Associação de moradores, que fará a administração do loteamento deve ser previamente constituída pelos loteadores. O estatuto, regulamentos e normais internas, deverá ser implantado para que todos possam respeitar os limites da construção, as regras que vão auxiliar a boa convivência no residencial”, esclarece Alexandre.<br />
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Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>25/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Villa dos Inglezes: marco na região</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/villa-dos-inglezes-marco-na/86/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287754455.jpg" /><br /><br />O Residencial Villa dos Inglezes conquistou, em primeiro lugar, os moradores do próprio bairro que estavam em busca de mais segurança e conforto para morar. Localizado em uma área total de 641.800 metros quadrados, o empreendimento conserva 160.000 metros quadrados de áreas verdes e mais de 10.000 árvores nativas foram plantadas. <br />
Entregue em 2004, o loteamento fechado tornou-se referência pela alta valorização da região e revolucionou o conceito de paisagismo. O sucesso do empreendimento pode ser notado pela rapidez com que as residências foram construídas, modificando a paisagem da região, motivo de geração de empregos. Desde o seu lançamento já passaram no Villa dos Inglezes mais de 10.500 funcionários.<br />
A área cultivada pelos proprietários por mais de 70 anos resultou em uma significativa reserva de mata nativa dentro do bairro. Essa característica, tão especial para o bem-estar dos cidadãos locais, ganhou corpo e alma com o projeto da Splice Desenvolvimento Urbano.<br />
ÁREAS<br />
Área do Empreendimento: 641.845,78 m²<br />
Área de lotes: 294.154,08 m²<br />
Áreas Verdes / Lazer: 160.709,68 m²<br />
Sistema Viário: 154.613,08 m²<br />
Área Institucional : 32.368,94 m²<br />
Total de lotes: 1070 unidades<br />
Área Lote Padrão: 250 m² <br />
LOCALIZAÇÃO<br />
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Av. Dr. Luiz Mendes de Almeida, 1.170 - Jardim São Paulo – Sorocaba (SP)<br />
<br />
Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>22/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mini-horta: bons resultados com pequenos cuidados</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/minihorta-bons-resultados-com-pequenos/85/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287754376.jpg" /><br /><br />Nos últimos anos, o cultivo de plantas ornamentais em varandas vem sendo substituído com frequência pelas mini-hortas, onde é possível plantar ervas medicinais, hortaliças e condimentos. A ideia é simples: o cultivo pode ser feito em varandas individuais ou em hortas coletivas, geralmente em áreas comuns dos prédios.<br />
Além da agradável experiência de cuidar da terra, alguns cuidados são necessários para que a mini-horta dure por longos períodos. O primeiro deles é a escolha do local. Eleger o ambiente adequado implica verificar, por exemplo, a incidência de luz ou sombra, adequando as características do local às necessidades específicas de cada planta. <br />
Também é muito importante saber selecionar as espécies que ocuparão a mini-horta. No caso das varandas, as plantas de pequeno porte são as preferidas, com exceção daquelas que possuem raiz comestível – como cenouras, beterrabas e mandiocas. Em se tratando de ervas medicinais e condimentares, as melhores escolhas ficam entre salsa, cebolinha, coentro, alecrim, manjericão, manjerona, orégano, melissa e tomilho. As hortaliças podem ser boas opções para a mini-horta, incluindo as pimentas e folhosas em geral, como alfaces, almeirões, chicórias e rúculas. <br />
Depois de definidas as espécies, deve-se pensar na melhor época para o plantio. Melhores resultados geralmente são obtidos nas estações mais quentes do ano e, dependendo da espécie, até mesmo no outono. Outra preocupação pertinente é com relação à adubação da terra e com o controle de possíveis pragas, como a cochonilha e os pulgões – que podem acometer somente a raiz da planta ou avançar para a parte aérea, maltratando toda a planta.<br />
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Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>22/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Moradores celebram entrega do Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/moradores-celebram-entrega-do-reserva/84/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287598553.jpg" /><br /><br />Os condomínios residenciais de alto padrão entregues pela Splice Desenvolvimento Urbano já têm espaço garantido em Sorocaba. Seus projetos inovadores proporcionam o que há de melhor aos seus futuros moradores. Exemplo disso é o Reserva Campolim, empreendimento de sucesso com um conceito que o diferencia dos demais: ser um espaço de sofisticação no qual a ampla varanda gourmet integra a cozinha ao living, proporcionando mais espaço para lazer e bem-estar. <br />
A partir de seu lançamento, o condomínio obteve valorização de vendas de 30% e está localizado em uma das áreas mais nobres da cidade, próxima a pontos de referência. São 7.646 metros quadrados em um quarteirão privativo no bairro Campolim, com 102 apartamentos de três ou duas suítes (quatro dormitórios), além de opções diversificadas de lazer.<br />
A entrega das chaves para os novos proprietários, realizada em junho, foi a oportunidade de, mais uma vez, admirar o belo trabalho de construção. “Sou fã da Splice – onde há esta marca, vou atrás. Prova disso, são os lotes que já adquiri no condomínio Vila dos Inglezes”, informou empolgado Marcos Valério Guite, um dos compradores do Reserva Campolim. <br />
As confortáveis instalações e o arrojado projeto paisagístico proporcionaram igual contentamento a outra moradora: “Gostei bastante do empreendimento! É maravilhoso por dentro e por fora”, disse Maria Zélia Martins Reis.<br />
A união de duas fortes empresas no segmento imobiliário, Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi, com certeza contribuiu para o bom desempenho de vendas desde a planta, como já havia acontecido com o Dueto, pioneiro condomínio residencial de alto padrão em Sorocaba.<br />
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Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>20/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Parcerias que geram bom frutos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/parcerias-que-geram-bom-frutos/83/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287598150.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano planeja incorporações com o mesmo fôlego que projeta seus empreendimentos. E as parcerias têm desempenhado papel fundamental no sucesso recorrente de cada novo projeto.<br />
A empresária Nidia Cepellos de Sampaio é parceira no loteamento Residencial Giverny. “A credibilidade do nome Splice Desenvolvimento Urbano é algo a se apostar. Afinal, a marca Splice já se tornou sinônimo de boa performance de vendas. Exemplo disso é o sucesso de seus empreendimentos”, relata.<br />
As primeiras parcerias da Splice tiveram início ainda na década de 80, como relembra Sérgio Lúcio Cepellos, arquiteto de formação e empresário. Ele foi um dos primeiros a participar da então nova concepção de negócio, e para o futuro outros projetos já se iniciaram, com a implantação do Jardim Residencial Guaporé, que receberá, em breve, um complexo de prédios de alto padrão. “O loteamento Residencial Mont Blanc é outro exemplo de que uma parceria segura, feita com idoneidade e responsabilidade, pode resultar ao cliente final produtos de qualidade.”, diz Cepellos.<br />
Todo o planejamento é analisado em conjunto, para assim definir os pontos importantes para o empreendimento, como a área, a localização, o público a se atingir e os conceitos determinantes para o projeto. A partir disso, surgem os empreendimentos de êxito que a Splice Desenvolvimento Urbano proporciona à Sorocaba e região.<br />
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Fonte: Splice Magazine - edição 02]]></description>
				<pubDate>20/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Reformas aquecem mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/reformas-aquecem-mercado-imobiliario/82/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287427303.jpg" /><br /><br />O retrofit, palavra ainda pouco conhecida, se tornou uma alternativa para quem quer morar no centro e sofre com a escassez de terrenos para lançamentos. <br />
Essas reformas, além de revitalizarem a região, aquecem o mercado imobiliário, já que as empresas que fazem o serviço costumam vender as unidades por um preço entre 10% e 20% menor do que os geralmente praticados. <br />
O retrofit consiste na reforma estrutural de imóveis antigos deteriorados, mantendo a fachada, e tem se mostrado mais barato do que erguer um imóvel do zero. A intervenção varia conforme o grau de degradação. Em alguns casos, preservam-se apenas as paredes. O edifício antigo fica com cara de novo. <br />
Além de oferecer rentabilidade de 30% ao construtor, permite preços mais palatáveis ao consumidor. <br />
O administrador Henrique Staszewski atua há 12 anos neste ramo com a empresa Centro Vivo. Ele já reformou vinte edifícios da capital desde 2005, quatro só neste ano. "Vendo rápido, em uma semana, em média, já está esgotado", disse Staszewski ao Destak. <br />
Recentemente ele reformou um prédio na rua Frei Caneca, na região da Consolação. Além de trocar a parte hidráulica e elétrica do edifício e instalar câmeras de segurança, um espaço antes inutilizado virou área de lazer, com academia, churrasqueira, forno a lenha e também um espaço zen. <br />
Os apartamentos, de 104 m² e 124 m² (dois e três quartos), foram vendidos por R$ 300 mil. "Hoje, eles estão sendo revendidos pelos compradores a R$ 400 mil", afirma o administrador. <br />
O arquiteto Pierre Mermelstein, que trabalha há quatro anos com um grupo de investidores restaurando prédios antigos, já reformou cinco edifícios no centro - todos vendidos em um prazo médio de dois meses. <br />
Para ele, o retrofit se firma cada vez mais como uma tendência na capital, especialmente para revitalizar a região central. <br />
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Fonte: Destak Jornal SP]]></description>
				<pubDate>18/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Um ano em três meses</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/um-ano-em-tres-meses/81/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287176549.jpg" /><br /><br />O mercado imobiliário começa a viver o que deverá ser o melhor trimestre de vendas da história do setor. A previsão de incorporadoras e imobiliárias é que nos três últimos meses do ano sejam lançados de 8 bilhões a 10 bilhões de reais em imóveis residenciais e comerciais na Grande São Paulo, volume que praticamente equivale a todos os outros nove meses do ano, quando os lançamentos imobiliários somaram 10,7 bilhões de reais na região. Fatores como aumento da oferta de crédito, estabilidade de emprego e demanda reprimida, além da rápida recuperação da crise financeira, são apontados como os responsáveis por esse resultado.<br />
Os apartamentos de dois quartos com preços de até 500 000 reais são os grandes campeões de vendas. Especialistas do setor dizem que o último trimestre de 2010 já é indicação de um forte crescimento para 2011, quando os lançamentos devem superar os 24 bilhões de reais na Grande São Paulo.<br />
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Fonte: Revista Exame (edição 978)]]></description>
				<pubDate>15/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano chega a Taubaté com lançamento imobiliário inovador</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-chega-a/80/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1287000812.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano chega a Taubaté para fazer um lançamento imobiliário com conceito inovador e que promete ser um novo marco na cidade.<br />
Empresa integrante do Grupo Splice, a Splice Desenvolvimento Urbano tem origem em 1983, quando a então SPL – Construtora e Pavimentadora dá início à atuação do Grupo no setor da construção civil, desenvolvendo e implantando projetos de loteamentos e incorporação.  A partir desse momento, a Divisão passa a lançar importantes empreendimentos residenciais e empresariais em cidades do interior de São Paulo e também na capital, alguns deles em parceria com outros grandes empreendedores do setor imobiliário, como a Rossi e Cyrela.<br />
A Splice mantém certificação no nível “A” do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), instrumento do Governo Federal que organiza e avaliza práticas do setor da construção civil caracterizadas pela melhoria da qualidade do habitat e pela modernização produtiva.<br />
Ranqueada entre as maiores e melhores incorporadoras do país, a empresa lançou no mercado de loteamentos bairros prontos, onde os moradores tenham qualidade e estrutura para viver com conforto e segurança. São loteamentos planejados que oferecem segurança, completa infra-estrutura, áreas verdes e de lazer, além de excelente localização. Este é princípio primordial dos empreendimentos projetados pela Splice Desenvolvimento Urbano, que tem em seu portfólio condomínios fechados importantes como os residenciais Ângelo Vial e Villa dos Inglezes que foram sucesso de vendas e satisfação.<br />
Agora a Splice Desenvolvimento Urbano prepara-se para lançar este ano um projeto inovador para a cidade de Taubaté. O Residencial OuroVille é um loteamento Clube, com projeto diferente de tudo que a cidade já teve. A qualidade é Splice, garantia de ótimo investimento e a localização é excelente, a poucos minutos do Taubaté Shopping, Makro e Hospital São Lucas (Unimed), além do fácil acesso às principais rodovias da região, como a Dutra, ao lado do Bairro do Quiririm.<br />
A qualidade de vida e o lazer serão privilegiados neste projeto implantado em um terreno com mais de 400 mil metros quadrados e com 69 mil metros quadrados de área verde.<br />
Sobre o Grupo Splice:<br />
O Grupo Splice tem sua origem em 1962, com a constituição da Companhia Rede Telefônica Sorocaba (CRTS) – concessionária que viabilizou a estrutura de telefonia fixa na cidade de Sorocaba. Em 1971 foi criada a Splice do Brasil S/A, braço industrial do Grupo que se destacou no fornecimento de equipamentos de transmissão digital e infraestrutura de redes, chegando a gerar mais de 10 mil empregos no setor de telecomunicações. Uma mudança de estratégia da companhia resultou na alienação de parte de seu parque fabril e na aquisição de operações de TV a Cabo (junto a Canbrás), internet (Splicenet), Paging (Acess) e Telefonia Celular (BCP/BSE). No ano seguinte a empresa era a única 100% nacional a ganhar a concessão de telefonia celular no país. Nova decisão estratégica, em 2003, determinou a venda da TCO e NBT para a Vivo e a reestruturação do grupo, que se ampliou em cinco áreas de atuação: Financeira (Banco Credibel), Educação (Faculdade de Engenharia de Sorocaba – Facens e Centro Universitário Newton Paiva, em Minas Gerais), Imobiliária (Splice Desenvolvimento Urbano), Infraestrutura (BRVias) e Projetos (Controle e monitoramento de tráfego e serviços para telecomunicação).<br />
]]></description>
				<pubDate>13/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Seminário apresenta diversas modalidades de investimento no mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/seminario-apresenta-diversas-modalidades-de/79/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1286814528.jpg" /><br /><br />Um dos motores da retomada da economia no pós-crise global, o setor imobiliário vem permitindo que mais brasileiros tenham acesso à moradia. Mas também cria opções para quem já possui casa própria.<br />
Tradicionalmente adquiridos como reserva patrimonial, os imóveis ganham espaço como alternativa de diversificação de investimento.<br />
Seminário realizado ontem na Capital mostrou que, além da compra de unidades, há outras modalidades de investimentos em imóveis no mercado. Isentas do Imposto de Renda, as letras de crédito imobiliário, as letras hipotecárias e os fundos de investimento imobiliário têm ganho próximo da taxa Selic, hoje em 10,75% ao ano. Para aplicar nessas opções, é necessário dispor de R$ 10 mil.<br />
Com chance de rentabilidade pouco maior, mas destinada a quantias a partir de R$ 300 mil, os certificados de recebíveis imobiliários são indicados para aplicações de longo prazo, inclusive como estratégia de montagem de fundo para a aposentadoria.<br />
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Fonte: Zero Hora<br />
]]></description>
				<pubDate>11/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Com medo de bolha, governo vai criar indicador de inflação para o mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/com-medo-de-bolha-governo/78/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1286564724.jpg" /><br /><br />Para conter o forte avanço dos preços dos imóveis, o governo federal vai lançar um indicador para monitorar os preços dos imóveis no Brasil. O acompanhamento será realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).<br />
Só no Rio de Janeiro, as altas nos preços dos imóveis chegam a 81% este ano, de acordo com dados da Secovi-Rio. Seis dos 18 bairros pesquisados registraram aumentos acima de 40% só neste ano.<br />
Os cuidados estão sendo tomados com base na recente experiência de bolha imobiliária nos Estados Unidos, onde os juros baixos valorizaram os imóveis e, quando subiram, a inadimplência começou a se elevar.<br />
De acordo com matéria publicada no "O Globo", o governo brasileiro diz ter boas regras prudenciais. Mas, de qualquer forma, é necessário criar mais mecanismos de financiamento.<br />
Em entrevista ao jornal, o vice-presidente do Secovi-Rio, Manoel Maia, disse ver o novo índice com um pouco de descrença. Apesar da própria instituição também elaborar esse tipo de levantamento, Maia tem receio de que os indicadores produzidos pelo governo não acompanhem a rápida realidade do mercado.<br />
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Fonte: O Globo<br />
]]></description>
				<pubDate>08/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>A explosão do mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-explosao-do-mercado-imobiliario/77/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1286388513.jpg" /><br /><br />Nos últimos dois anos, o aquecimento da economia, o aumento do poder aquisitivo da população, a ascensão da classe C, a redução das taxas de juros e o expressivo aumento da oferta de crédito criaram um cenário extremamente favorável para o mercado de imóveis. Em São Paulo, bem como nos municípios em seu entorno, a expansão da malha viária e da rede de transportes metropolitana, com a inauguração do trecho sul do Rodoanel e de novas estações de trem e de metrô permitiram uma grande valorização de boa parte dos imóveis residenciais e comerciais.<br />
O aumento da demanda trouxe um boom de lançamentos e, especialmente no último ano, maior quantidade de imóveis usados colocados à venda, seja porque seus proprietários desejaram realizar imediatamente o lucro pela valorização ou porque, em outros casos, decidiram mudar para apartamentos ou casas maiores ou mais bem localizadas. O fato é que o mercado paulistano nunca esteve tão movimentado, com inúmeras possibilidades para quem deseja comprar para morar, revender ou alugar. O setor está mais do que nunca atraente, mas é preciso prudência e análise para que se possa fazer o melhor negócio.<br />
Com tantas ofertas e opções, é natural que muitos tenham dúvida de em qual ficha apostar. E, regra geral, há uma percepção generalizada de que, para morar ou investir, a melhor opção são os lançamentos imobiliários ou empreendimentos residenciais em construção. Muita calma nessa hora.<br />
Há inúmeras ofertas interessantes em lançamentos residenciais. E vantagens: o comprador receberá um imóvel totalmente sem uso, moderno e com áreas de lazer mais sofisticadas, como fitness e varanda gourmet, dentre outros. Além disso, terá facilidade no retorno, e ganho expressivo se desejar revender a unidade próximo à data de entrega das chaves.<br />
Mas há uma impressão equivocada de que o lançamento imobiliário é mais barato do que o imóvel usado. Proporcionalmente, na comparação do valor por metro quadrado, o preço de um imóvel pronto, usado, é de 20% a 30% menor do que o dos que estão em construção.<br />
A maior disponibilidade de financiamento bancário, que hoje já responde por mais de 40% das vendas realizadas, contra 20% há três anos, e a possibilidade de desconto dos proprietários para agilizar o fechamento do negócio tornam atraente a compra de usados.<br />
Os imóveis de terceiros têm a vantagem de serem disponibilizados praticamente no ato para os compradores, tão logo seja finalizada a transação financeira, sem necessidade de se aguardar por dois ou três anos até a entrega da unidade, que ainda terá de ser mobiliada e decorada, e muitas vezes depende ainda de colocação de pisos e alguns acabamentos.<br />
Além disso, as unidades prontas podem ser visitadas "fisicamente" pelos interessados. O cliente sabe exatamente aquilo que está comprando, e inclusive sabe de antemão informações precisas, como o valor do condomínio e do IPTU, e por isso a chance de arrependimento, no futuro, é menor.<br />
No caso de compra para investimento, o imóvel usado também é bom negócio, já que o proprietário pode começar a usufruir dos rendimentos da locação rapidamente, logo após a entrega das chaves, tendo retorno sobre o investimento realizado na compra da unidade.<br />
A expansão do financiamento imobiliário facilitou a compra de imóveis de terceiros, e cada vez mais esse tipo de negócio é realizado em São Paulo. Entretanto, alguns cuidados são essenciais para que a compra ocorra sem surpresas, como verificar se a unidade está com toda a sua documentação em ordem.<br />
O proprietário também não pode estar impedido legalmente de vendê-lo, como, por exemplo, ter seus bens indisponíveis por decisão judicial. Para verificar se o vendedor não tem problemas de idoneidade financeira recomenda-se procurar uma consultoria e, em São Paulo, solicitar certidão negativa dos dez cartórios de protesto, certidão do cartório de distribuidores cíveis e família, executivos fiscais, trabalhista e certidão da Justiça federal.<br />
Com o mercado aquecido, multiplicaram-se as possibilidades, e neste momento é necessário serenidade, informação e consultoria para fazer as escolhas certas.<br />
<br />
Fonte: DCI<br />
]]></description>
				<pubDate>06/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Varejo da construção agrega valor às vendas</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/varejo-da-construcao-agrega-valor/76/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1286211230.jpg" /><br /><br />Treinar vendedores para oferecer uma venda com maior valor agregado: assim empresas que antes atuavam apenas como fornecedores de material de construção tentam aproveitar o crescimento das classes C e D, que tem feito os consumidores correrem para as lojas de material de construção com interesse em investir em reformas para as festas de fim de ano e fazer um “puxadinho”, ou seja, um cômodo a mais na casa, graças ao aumento da renda da família. Um exemplo disso é a Portobello, uma das maiores fabricantes de revestimentos cerâmicos da América Latina, com mais de 100 lojas especializadas no Brasil, atualmente.<br />
“Nossa empresa tem como estratégia a utilização de vários canais de vendas para atrair o nosso público-alvo”, destacou o diretor comercial da empresa de revestimento, Mauro do Valle.<br />
Para demonstrar que a estratégia tem dado certo, no segundo trimestre deste ano o volume de vendas da Portobello aumentou 18% em relação ao mesmo período do ano passado, em consequência da estratégia comercial da companhia. Outro segmento em que a marca começa a atuar são as franquias. Este mês a Portobello inaugurou uma loja do segmento no litoral sul de São Paulo, na Praia Grande.<br />
Para reforçar a abertura de lojas e impulsionar as vendas, a marca criou um treinamento para os profissionais que atuam na área conseguirem atender de forma mais explicativa.<br />
Atualmente, a empresa possui um faturamento anual superior a R$ 500 milhões. Sua produção de 23,5 milhões de metros quadrados atende a países dos cinco continentes e também ao mercado interno, por meio ainda de revendas multimarcas.<br />
<br />
Fonte: DCI]]></description>
				<pubDate>04/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Secovi: mercado imobiliário brasileiro vive fase de otimismo acentuado</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/secovi-mercado-imobiliario-brasileiro-vive/75/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1285946992.jpg" /><br /><br />O Brasil ultrapassou com estabilidade a fase de incertezas da crise financeira originada nos Estados Unidos, cujo estopim esteve relacionado ao boom dos subprimes imobiliários.<br />
A situação favorável do País, ao contrário do que acontece nos EUA, é derivada de algumas situações como a elevação do ganho de renda das classes C e D, a reformulação dos bancos e o fortalecimento de programas como o Minha Casa, Minha Vida.<br />
Esta é a avaliação do presidente do Secovi-SP, João Crestana, em discurso durante o painel Atualidades do Mercado Imobiliário pelo Mundo, encerrada na quarta-feira (22).<br />
O executivo concluiu dizendo que o equilíbrio da inadimplência e o bônus demográfico instituído por uma população essencialmente jovemcontribuírampara um cenário que deverá prevalecer ainda nas próximas duas décadas.<br />
“Temos problemas, como a questão da insegurança jurídica, que levam alguns especialistas a dizer que no Brasil até o passado é imprevisível, ou mesmo a insistência de muitos órgãos públicos, mais nitidamente os municipais, em criar suas próprias leis, a despeito da Constituição Federal. Isso não pode acontecer”, avaliou.<br />
<br />
Experiência global<br />
<br />
Durante o evento, que contou com aparticipaçãode executivos de vários países, muitos presentes avaliaram a situação de suas regiões com a do Brasil.<br />
Em países como a Rússia e Inglaterra, o mercado ainda apresenta problemas de instabilidade, o que eleva o valor da terra e dificulta o acesso à habitação.<br />
<br />
Fonte: InfoMoney<br />
]]></description>
				<pubDate>01/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cruzeiro do Sul </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/cruzeiro-do-sul-/35/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1285966063.jpg"><br /><br />Coluna Presença, de Simone Sanches, fala sobre o patrocínio da Splice Desenvolvimento Urbano na 12ª Oktoberfest de Sorocaba.]]></description>
				<pubDate>01/10/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Construção deverá quadruplicar atrativos para segurar mão de obra qualificada</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construcao-devera-quadruplicar-atrativos-para/74/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1285772733.jpg" /><br /><br />"Com crescimento e ganho de produtividade de 1% ao ano, como vem ocorrendo, nos próximos 12 anos teremos uma situação preocupante em relação à mão de obra qualificada", explicou nesta segunda-feira (20/9/2010) o professor Fernando Garcia, da FVG - durante a reunião do Grupo de Trabalho de Mão de Obra com os GTs de Habitação e Infraestrutura, bem como as consultorias FGV e LCA, contratadas para o 9º Construbusiness, do Departamento da Indústria da Construção, Deconcic, da Fiesp.<br />
<br />
Dados do Sinduscon e FGV mostram que de julho de 2010 até agora houve um crescimento de emprego de 1% ao mês. O ritmo de contratações vem superando o de demissões e o estoque aumentando 1% ao mês desde janeiro de 2007 com tendência de alta. No segundo trimestre de 2010, segundo a FGV, houve um crescimento sustentável em todas as frentes: "De acordo com esses dados, o emprego na construção civil está crescendo em todas as regiões do País, de 9% a 10% ao ano nas regiões Sul e Sudeste e de 24% a 25% ao ano no Nordeste. A mão de obra qualificada nas construtoras e as vendas de materiais de construção de comércio varejista - que apontam também a demanda por produtos que vem do setor "formiguinha" e para construção de autogestão e que também vão demandar mão de obra para reformas - estão crescendo ao ano à taxa de 20% acima da inflação", alertou Garcia.<br />
<br />
O mercado brasileiro muito aquecido trouxe, de acordo com o professor da FGV, a queda da taxa de desemprego. "Um fenômeno que não acontece especificamente só na construção civil. Toda a atividade econômica está aquecida e há um ritmo de contratação muito forte em todos os setores. O País está chegando a um nível de desemprego a um patamar inferior a 7%. Em algumas regiões, particularmente na região metropolitana de Belo Horizonte, já chegou a 4% - considerado o nível mínimo de taxa de desemprego, que é o friccional (pessoa que sai de um emprego e está a procura de outro) ou seja, estamos chegando no pleno emprego da mão de obra", destacou Garcia.<br />
Durante o encontro, que contou a presença do coordenador do GT Habitação, João Claudio Robusti, do GT Infraestrutura Manuel Rossitto e os coordenadores da Mão de Obra Universitária e da Mão de Obra Especializada, respectivamente, Soridem Rodrigues e Dilson Ferreira, questões sobre capacidade instalada também foram discutidas.<br />
<br />
"Seja na indústria de materiais de utilização de capacidade instalada seja na economia como um todo - em que a taxa de desemprego teve forte redução - o contingente de mão de obra, que pode ser capturado rapidamente e treinado para ser colocado numa obra está desaparecendo. E a tendência é que nesse ciclo de crescimento com os eventos da Copa do Mundo, Olimpíadas e Pré-sal a demanda por de mão de obra aumente ainda mais. A expectativa é que a taxa de desemprego se reduza mais na próxima década e chegue ao patamar dos anos 70, época em que a cadeia de construção civil teve um bom desempenho no Brasil com taxa de desemprego de 3,5 a 4,5% ao ano", contou o professor da FGV.<br />
<br />
Garcia informou, ainda, que com o aumento do emprego formal e a melhora no nível de qualificação da mão de obra, o setor de construção vai ter de disputar mais os profissionais. "O setor vai ter que encontrar meios de tornar esse setor bastante atrativo", argumentou.<br />
Durante o encontro, Rossitto sugeriu estudar o mercado de São Paulo separadamente do resto do Brasil e Robusti propôs a divisão do trabalho em metas, a cada quatro anos com acompanhamento anual.<br />
A terceirização e a redução da jornada de trabalho também são preocupações do Grupo de Trabalho que estuda a mão de obra no Brasil.<br />
Segundo José Carlos de Oliveira Lima, vice-presidente da entidade, membro do Conselho Superior da Construção e diretor-titular do Deconcic, o futuro da mão de obra no Brasil é preocupante. "Assim criamos dois grupos especiais - Mão de Obra Universitária e Mão de Obra Especializada - para estudar formas de preparação adequadas para o setor", declarou.<br />
<br />
Fonte: AECweb ]]></description>
				<pubDate>29/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Boom imobiliário estimula mercado de drywall no país</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/boom-imobiliario-estimula-mercado-de/73/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1285343254.jpg" /><br /><br />A pressa das construtoras em entregar seus imóveis e a nova onda de apartamentos flexíveis - nos quais o morador escolhe o modelo da planta - está movimentando o segmento de drywall, as paredes de gesso. Com um consumo ainda muito baixo no Brasil quando comparado a outros países, e mais restrito ao alto padrão, os fabricantes procuram investir em novas tecnologias e aplicações, além da parceria com as construtoras para disseminar o uso do produto no Brasil. De qualquer forma, a resposta da demanda já reflete no aumento das vendas e até na ampliação da capacidade produtiva de algumas fábricas.<br />
<br />
No país, são três multinacionais que atuam no setor e dividem o mercado com participações muito próximas, na casa de 30% : a francesa Lafarge, a alemã Knauf e a Placo, do também francês Saint Gobain. Uma quarta fabricante, de capital nacional e menor porte, a Trevo Drywall, opera em Juazeiro do Norte (CE) e não integra a associação do setor no país. Para este ano, a meta da indústria é fechar com aumento de 25% a 30% nas vendas.<br />
<br />
A Lafarge, há 15 anos no mercado brasileiro, pretende crescer 15% este ano no país. Segundo Mário Castro, presidente da divisão de gesso da Lafarge, as construtoras já representam 25% das vendas e foi o canal que mais cresceu no ano passado, com um aumento de 40%. A empresa criou uma equipe de vendas própria para atender o segmento. "Estamos focando nas construtoras porque elas abrem mercado no futuro para as reformas", afirma Castro. "Por conta da necessidade da velocidade da entrega dos imóveis, todas as grandes construtoras voltaram a usar drywall e o mercado começa a se abrir para as pequenas e médias", acrescenta o executivo da Lafarge.<br />
<br />
A divisão de gesso tem um faturamento equivalente a 10% do grupo Lafarge, o que representa cerca de R$ 150 milhões no Brasil este ano. A companhia francesa tem duas fábricas no Brasil, ambas localizadas em Pernambuco, nas cidades de Petrolina e Araripina.<br />
<br />
A Placo, que também está há 15 anos no país, espera crescimento entre 15% e 20% este ano. A empresa, que já havia ampliado em 15% a capacidade produtiva de sua fábrica em Mogi das Cruzes (SP) no ano passado, vai atingir uma expansão de 50% este ano, chegando a 22 milhões de m2 de placas de gesso por ano. "A forte retomada do setor de construção civil nos fez adiantar os investimentos", diz Sandro Maligieri, diretor-geral da Placo. A empresa vai investir 35% do seu faturamento anual - que não revela - na ampliação. A Saint Gobain está reunindo várias áreas de materiais de construção, inclusive gesso, para desenvolver produtos mais baratos para imóveis populares.<br />
<br />
Já a Knauf, última entre as multinacionais a chegar ao Brasil, começa a estudar planos de expansão, que podem ser executados em dois anos. Por enquanto, de acordo com o presidente da companhia alemã, o complexo industrial de Queimados (RJ), inaugurado em 1999, tem capacidade instalada para atender à demanda crescente - hoje, as linhas podem produzir 13 milhões de metros quadrados ao ano. Além disso, a Knauf tem concentrado cada vez mais suas vendas no mercado interno, uma vez que as exportações deixaram de ser interessantes sob as atuais condições de câmbio. "Neste ano, devemos exportar a metade do que foi em 2009", diz Gunter Leitner, presidente da alemã e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall.<br />
<br />
Apesar da perspectiva positiva, os produtores sabem que têm um árduo trabalho pela frente: derrubar o estigma de que o drywall é um produto caro e não oferece resistência e isolamento adequados. "Isso ocorre por conta da comparação errada. O drywall pode ser mais barato, por conta da rapidez que confere às obras, e é o único que atende a todas as normas", defende Gunter Leitner. Nas salas nacionais de cinema, predomina o sistema de drywall, equipado com isolantes térmicos e acústicos. "Também por isso, as indústrias começam a usar a tecnologia."<br />
<br />
Além de ser uma construção mais rápida e limpa - sem a formação de entulhos e portanto, também, mais sustentável - a parede de gesso é mais fina e leve que a alvenaria convencional, o que diminui o gasto com estruturas e fundações. São justamente essas vantagens para as construtoras que fazem com que o produto ainda encontre uma certa resistência no mercado. Parede fina passa a impressão de isolamento acústico menor. "A culpa é da parede, mas o barulho passa por conta de uma série de outros itens, como laje, portas e janelas", diz Castro, da Lafarge. Para mudar essa imagem, as empresas comemoram o fato de o drywall ter sido o primeiro sistema construtivo a atender as normas térmicas e acústicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), criadas este ano.<br />
<br />
O mercado estima que o índice de adoção do sistema drywall no mercado imobiliário residencial esteja entre 10% e 15% em relação aos sistemas tradicionais de alvenaria, principalmente no médio e alto padrão. Se considerados também os projetos de baixa renda - onde o produto ainda é pouco usado - essa participação não passa de 5%. Já nos imóveis corporativos, as paredes de gesso representam 80% das divisórias internas.<br />
<br />
Fonte: Valor Econômico]]></description>
				<pubDate>24/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Promoções movimentam mercado imobiliário</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/promocoes-movimentam-mercado-imobiliario/72/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1285177456.jpg" /><br /><br />Quem decide fazer um investimento grande, como comprar um apartamento, normalmente adota cautela na hora de fazer as contas e adia planos como viajar ao exterior ou ter um carro novo na garagem. E se, ao fechar o contrato para comprar um imóvel, a passagem aérea ou uma Mercedes viessem de brinde?<br />
A proposta parece irresistível. Pressionadas pelo aumento da concorrência, construtoras e incorporadoras estão mais agressivas nas ações de marketing para a venda de imóveis para a alta renda. Nas últimas semanas, duas promoções se destacaram. A Eztec oferece uma Mercedes para quem comprar um dos 15 apartamentos selecionados, avaliados em cerca de R$ 1 milhão.<br />
A Agre fez uma parceria com a Multiplus e oferece até 1 milhão de pontos no programa de fidelidade para quem quiser trocar o bônus, por exemplo, por passagens aéreas. Essa pontuação máxima, atrelada ao valor do apartamento, seria o suficiente para garantir 16 tíquetes para a Europa, por exemplo, ou 50 passagens para a América do Sul. Se preferir, o prêmio pode render 25 viagens de avião para os Estados Unidos.<br />
No caso da Eztec, a promoção vale para imóveis em edifícios já entregues. São apartamentos que foram preteridos pelos consumidores e “sobraram”. Segundo Emílio Fugazza, diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, a promoção não teve como objetivo apenas zerar os estoques, mas atrair potenciais clientes para os outros estandes de venda.<br />
“Na média, o movimento dobrou em todos os estandes. Atrair público para esses lançamentos nem sempre é tarefa fácil. Com o tempo, é normal que o movimento caia. Então é preciso encontrar formas de chamar a atenção novamente”, explica o executivo da empresa.<br />
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Desconto<br />
A promoção da Mercedes C180, que custa cerca de R$ 120 mil, só caiu nas graças de um comprador. Em um mês de promoção, 11 apartamentos foram vendidos, apenas um cliente quis ficar com o carrão. Os outros compradores preferiram negociar um desconto no preço final.<br />
Não é de hoje que empresas imobiliárias como a Eztec adotam o brinde como chamariz para convencer o cliente a fechar negócio. “Depende do valor do imóvel. Podemos dar uma vale-compras na Saraiva de R$ 5 mil, uma churrasqueira, um forno para pizza ou seis meses de condomínio quitado. É a cerejinha do bolo”, exemplifica Fugazza.<br />
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Receita aprovada<br />
Animado com o efeito indireto desse tipo de promoção, que levou mais consumidores aos estandes, Fugazza acaba de investir em outro chamariz, desta vez um pouco mais modesto. Para zerar o estoque do empreendimento Clima do Bosque, na Vila Prudente (zona leste), a empresa ofereceu um Vectra de presente.<br />
O diretor da Eztec lembra que investir em brindes para zerar o estoque de um prédio pode ser mais econômico do que manter o apartamento vazio à espera de comprador. Isso porque é preciso manter uma estrutura de atendimento no local até que não haja mais imóvel para vender.<br />
Segundo a média de mercado, a venda de todos os apartamentos de um empreendimento pode demorar até 12 meses depois de ele ser entregue.<br />
No caso da Agre e da parceria com a Multiplus, a promoção dura até o fim de setembro e é preciso desembolsar cerca de R$ 3,5 milhões para garantir 1 milhão de pontos. É o preço, por exemplo, de um apartamento de 436 metros quadrados no sexto andar do empreendimento Hemisphere, próximo ao Parque do Ibirapuera, região valorizada de São Paulo, com previsão de entrega para fevereiro de 2012. Segundo uma das corretoras da Agre, assim como aconteceu na Eztec, a promoção atraiu clientes para outros imóveis.<br />
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Risco<br />
Coordenador de Marketing da Scopel, especializada na venda de terrenos, Fernando Mendes acha temerário que as construtoras entrem de cabeça na oferta de brindes para ganhar os clientes. “É preciso cuidado ao atrelar a venda a um bem de consumo de valor tão alto. O cliente pode fechar negócio no entusiasmo e não ter como manter seus compromissos depois. O resultado é inadimplência”, adverte.<br />
A funcionária pública Marta Rosi Gomes Silveira, de 48 anos, comprou um terreno da Scopel em Itatiba, interior paulista, em abril passado. Recebeu de presente uma TV de LCD de 32 polegadas, mas garante que isso não foi decisivo para assinar o contrato. “O que contou mesmo foi a localização do terreno, no mesmo condomínio onde mora a minha irmã. Como tinha acabado de mobiliar um apartamento novo, não tinha o que fazer com a TV e dei de presente”, conta. <br />
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Fonte: O Estado de São Paulo]]></description>
				<pubDate>22/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Semana Imobiliária deve atrair mais de 85 mil pessoas ao Anhembi</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/semana-imobiliaria-deve-atrair-mais/71/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1284997511.jpg" /><br /><br />A Semana Imobiliária de São Paulo, que acontece em São Paulo entre 23 e 26 de setembro, deve atrair mais de 85 mil pessoas ao Pavilhão de Exposições do Anhembi. O evento terá mais de 200 mil imóveis a venda no Brasil e no exterior e contará, também, com opções para quem planeja decorar, implementar projetos de paisagismo ou mesmo contratar serviços para condomínios. Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC e Banco do Brasil participarão do evento e vão ofertar diversas opções de financiamentos, taxas de juros e pagamentos.<br />
O evento é formado por quatro Feiras: SISP (5º Salão Imobiliário São Paulo), Expo Síndico Secovi Condomínio (16ª Feira de Novidades e Soluções para Condomínios, Residências e Empresas), Fiaflora Expogarden (13ª Feira Internacional de Negócios de Paisagismo, Jardinagem, Lazer e Floricultura) e Casa & Decoração Show (1ª Feira de Móveis, Produtos para Decoração e Complementos para o Lar) – e três eventos integrados – Prêmio Master, Ciclo de Palestras para Síndicos e Convenção Secovi.<br />
Ao todo, serão 80 mil metros quadrados de área de exposição, abrigando seis eventos e cerca de 700 expositores em sinergia com o setor na busca de intercâmbio, parcerias e novos negócios. “Empresários e compradores esperam a realização do SISP, o que demonstra a força desse segmento econômico. Os visitantes podem conferir em um único local várias ofertas, escolher o imóvel que cabe no orçamento da família e, assim, realizar o sonho da casa própria. Já os expositores percebem o crescimento da confiança pública nas suas empresas e nos seus produtos, o que beneficia institucionalmente todo o segmento da construção civil e imobiliária”, avalia João Crestana, presidente do Secovi-SP. Hoje o Salão Imobiliário São Paulo já consta no calendário oficial de atividades da capital paulistana.<br />
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Fonte: DCI]]></description>
				<pubDate>20/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Programa habitacional</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/programa-habitacional/70/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1284747423.jpg" /><br /><br />A estimativa da Caixa Econômica Federal, tal como foi tornada pública pela presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, de que a carteira de crédito imobiliário venha a ultrapassar este ano R$ 70 bilhões, afigura-se tanto mais digna de nota na medida em que não se trata, na avaliação da executiva, de um acontecimento sazonal ou isolado e sim de um ciclo virtuoso sustentável.<br />
De acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira, o volume aplicado pela CEF em habitação, até 3 de setembro, alcançou R$ 47,6 bilhões, tratando-se assim, como se verifica, além de um recorde, de montante equivalente a todo o volume atingido no ano passado (R$ 47,05 bilhões). Por outro lado, se a comparação for com igual período de 2009, o volume de crédito registrou alta de nada menos de 87,6%. O número de contratos de financiamento habitacional assinados este ano é de 773.247, correspondendo a uma expansão de 86,2% em relação ao total atingido em igual pe¬ríodo de 2009. Atualmente, como se informou, a Caixa empresta por dia mais de R$ 278,5 milhões para casa própria, com mais de 4,5 mil contratos assinados diariamente. Do total aplicado, R$21,4 bilhões vieram da caderneta de poupança e R$ 20,7 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), sendo o restante proveniente de outras fontes.<br />
Na visão da presidente da Caixa, os resultados se devem à política habitacional executada e à boa conjuntura econômica do país, destacando ainda serem “os fundamentos macroeconômicos em relação ao trabalho e à renda das famílias que possibilitam termos essa perspectiva não só para 2010, mas também o prosseguimento disso nos próximos anos”.<br />
Acresce que, do total dos contratos firmados este ano, 355.358 são relativos ao programa Minha Casa, Minha Vida, o qual alcançou, segundo a presidente, 63% da meta de 1 milhão de moradias, com 630.886 contratos, 292.229 referentes a habitações para famílias com renda de até três salários mínimos, faixa que teve, contudo, o menor número de moradias concluídas. No balanço total do programa, 160.883 unidades já foram entregues a seus adquirentes.<br />
A meta do programa para o Estado do Rio de Janeiro, até dezembro deste ano, é contratar 74.657 unidades habitacionais para as faixas de renda até dez salários mínimos, com orçamento de R$ 4,8 bilhões. Nesse sentido, a superintendente re¬gional da Caixa, Nelma Souza Tavares, explica que o aumento da oferta de imóveis, taxas de juros mais baixas, melhoria da renda e migração de pessoas das classes D e E para a classe C contribuíram para facilitar a compra de habitações, através do referido programa federal.<br />
Além e ao lado disso, os efeitos multiplicadores característicos da indústria da construção civil são potencializados em diferentes esferas, espelhando nesse setor resultados que guardam, decerto, consonância com o próprio perfil histórico da Caixa na captação de poupanças populares e em linhas de crédito que permitem o acesso à casa própria, influindo significativamente na redução de um déficit habitacional que tem, no gigantismo do processo de favelização, na periferia de regiões metropolitanas, a sua face mais visível.<br />
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Fonte: Jornal do Commercio]]></description>
				<pubDate>17/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>O mercado imobiliário disparou</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/o-mercado-imobiliario-disparou/69/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1284389823.jpg" /><br /><br /><br />
A compra de imóveis residenciais está em alta em todas as faixas de renda no país. A afirmação é do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, que esteve em Florianópolis para um evento imobiliário sobre negócios internacionais. Segundo ele, o crédito para todos os segmentos existe e a falta de mão-de-obra é o maior gargalo do setor. <br />
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Ao mesmo tempo, as tecnologias construtivas têm evoluído graças ao otimismo das cidades que vão sediar a Copa e as Olimpíadas. Para os entraves na infraestrutura, a Cbic defende um esforço concentrado em torno de soluções, mas o que ainda falta no país, na avaliação do empresário, são mais investimentos em educação e saneamento. Este último, aliás, terá campanha da entidade.<br />
<br />
E, quanto ao futuro governo do Brasil, as expectativas do setor são positivas, diz Safady. "Do ponto de vista econômico, atingimos um estágio no Brasil em que, independentemente do vencedor - Dilma Rousseff ou José Serra -, não vejo a menor possibilidade de grandes retrações. Acho que o país já termina o ano em um patamar de segurança e estabilidade que não deve mudar."<br />
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Além de presidente do grupo Wady Simão Construções e Incorporações, Paulo é engenheiro civil graduado pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 1971, membro do Conselhão do governo federal e presidente da Cbic desde 2003. Também foi presidente do Sinduscon-MG e do Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A Cbic representa a construção civil nacionalmente.<br />
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Fonte: Administradores.com<br />
]]></description>
				<pubDate>13/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Bom fim de ano à espreita</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/bom-fim-de-ano-a/68/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1284133863.jpg" /><br /><br />Levantamentos que tentam antever o comportamento do consumidor sugerem que o fim de ano será dos melhores para o comércio e a indústria do país. A combinação de inflação em queda, emprego e renda em alta, crédito farto e Selic estabilizada trouxe de volta as intenções de compra de bens duráveis. No Índice de Confiança do Consumidor (ICC/FGV), os planos de aquisição desses itens alcançaram em agosto o maior nível desde março de 2008, período de euforia que antecedeu a crise mundial. O indicador de duráveis bateu 89,5 pontos, seis acima da média histórica. Quase duas em cada dez famílias (16,6%) querem comprar.<br />
Em dezembro de 2009, a proporção era de 9,4%. “O consumidor parece ter reduzido o peso das prestações antigas no orçamento e, por isso, está com disposição para voltar a comprar”, diz Viviane Seda, responsável pela pesquisa. Os dados da Fecomércio-RJ ratificam a tendência. No perfil econômico do consumidor da Região Metropolitana do Rio, caiu de 42,4% para 41,1% a proporção de famílias pagando financiamentos. A inadimplência com contas fixas também está em queda. Assim, em julho, pouco mais de um terço dos entrevistados (36,1%) planejava comprar duráveis nos próximos meses. Christian Travassos, economista da entidade, diz que chama a atenção o interesse por veículos e imóveis.<br />
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Fonte: O Globo]]></description>
				<pubDate>10/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Crédito imobiliário deve representar 11% do PIB em 2014</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/credito-imobiliario-deve-representar-11/67/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1283953833.jpg" /><br /><br />Com o mercado aquecido pela maior oferta de crédito e aumento da massa salarial, a expectativa é de que essa relação fique entre 4% e 4,2% do PIB em 2010. O montante equivale a 500 bilhões de reais.<br />
A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve atingir 11% em 2014, de acordo com as projeções de Luiz Antonio de França, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Isso é equivalente a um volume da ordem de 500 bilhões de reais, meta que o executivo considera importante e factível.<br />
Com o mercado aquecido pela maior oferta de crédito e aumento da massa salarial, a expectativa é de que essa relação fique entre 4% e 4,2% do PIB em 2010, calcula França, ao lembrar que essa participação permaneceu estagnada entre 2,5% e 3% por muitos anos.<br />
João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), considera que o mercado imobiliário vive um momento único e que será preciso muito diálogo para se estruturar um novo modelo de financiamento sustentável para dar vazão a esse crescimento. “É fato que o setor terá de buscar novas fontes de recursos, mas além de buscar alternativas de funding temos de pensar em um modelo sustentado.”<br />
Para o presidente do Secovi a aproximação com os fundos de pensão, que tem 700 bilhões de reais em carteira, seria o casamento perfeito. “O problema é que no Brasil esses fundos não aplicam no setor porque não há uma cultura por aqui de incentivo a esse tipo de investimento. É preciso quebrar paradigmas, vencer resistências.”<br />
Segundo Teotônio Costa Resende, consultor técnico da vice-presidência da Caixa Econômica Federal, entre as alternativas de funding a securitização seria apenas mais uma. “A Caixa não trabalha de forma alguma com um cenário que indique para uma desaceleração no ritmo de concessão de crédito. Não pensamos em colocar o pé no freio. Estamos testando a demanda do mercado em securitização para ajudar a desenvolvê-lo”, acrescentou.<br />
França, Crestana e Resende participaram na manhã de hoje de debate sobre “Financiamento imobiliário – Alternativas para um mercado em expansão”, em São Paulo.<br />
<br />
Fonte: Veja / Agência Estado]]></description>
				<pubDate>08/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Crescimento acelerado de recursos da poupança para o crédito imobiliário pode gerar queda brusca dos fundos e impactar setor</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/crescimento-acelerado-de-recursos-da/66/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1283522479.jpg" /><br /><br />Para economista-chefe do Secovi-SP, é necessário aumentar o debate sobre fontes de recursos alternativos e estimular o mercado de securitização.<br />
"Risco da falta de funding da poupança"<br />
(*) Celso Petrucci<br />
A possibilidade de os recursos da caderneta de poupança destinados ao crédito imobiliário cumprirem a exigibilidade do governo daqui a dois ou três anos, conforme vêm anunciado representantes da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), traz para o setor o risco de uma possível queda bruta desse funding.<br />
<br />
A destinação de recursos para alimentar o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) cresceu de forma acelerada. Nos últimos oito anos, o montante saltou de R$ 1,77 bilhão, em 2002, para os atuais R$ 50 bilhões previstos pela Abecip até o mês de dezembro deste ano.<br />
<br />
Se calcularmos um crescimento desse volume em torno de 10% a 20%, teremos o investimento de R$ 65 bilhões a R$ 80 bilhões até 2013. A partir de 2014, porém, poderemos ter de retornar aos patamares de 2007, quando foram destinados pouco mais de R$ 18 bilhões para a aquisição e a produção de novos imóveis. Isso porque os bancos privados passarão a investir somente o montante de retorno dos valores captados. Cabe lembrar aqui que a caderneta de poupança continua surpreendendo a todos, tendo neste ano um incremento líquido nunca visitado. <br />
<br />
Essa queda pode gerar inúmeros impactos no mercado imobiliário, principalmente quanto ao volume de atendimentos com financiamento para a compra de imóveis, com juros e prazos adequados. Isto é o que podemos deduzir, visto que os parâmetros da economia em geral permitem estimar para os próximos anos um crescimento mínimo do PIB (Produto Interno Bruto) de 4,5% ao ano, e a quase certa manutenção do crescimento do mercado de crédito imobiliário. <br />
<br />
Talvez isso não signifique aumento das taxas praticadas pelos agentes financeiros na concessão de crédito tanto à produção quanto à aquisição, mas poderão ser criados critérios mais rigorosos que os atuais na avaliação desses créditos. Por outro lado, é sabido que para os bancos as operações com garantia imobiliária são mais atrativas para incrementar seus ativos e, consequentemente, valorizar suas ações.<br />
<br />
No Brasil, o crédito imobiliário precisa de estímulos constantes e permanentes, pois há um deficit habitacional a ser solucionado, além da necessidade de atender o crescimento vegetativo anual, estimado em mais de 1 milhão de domicílios.<br />
<br />
Só temos duas fontes de recursos para o financiamento: a poupança e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e esse último já é responsável por atender aproximadamente 70% de todo o mercado, principalmente para famílias de mais baixa renda.<br />
<br />
Agora se torna mais do que necessário intensificar os debates acerca de fontes alternativas de recursos para o setor imobiliário e estimular o mercado de securitização com lastro imobiliário, que ainda é muito pequeno. Atualmente, a oferta de títulos registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitidos como CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) é de menos de 1 bilhão - volume acumulado de janeiros de julho.<br />
<br />
Deve-se lembrar, sempre, que a construção civil e imobiliária sofre com as oscilações e mudanças de regra e depende de uma série de fatores para o seu sucesso.<br />
<br />
Esse segmento exerce preponderante papel social e econômico para o País. Devemos manter o equilíbrio do crédito, pois sem dinheiro não há como produzir imóveis, gerar empregos e renda".<br />
<br />
* Celso Petrucci é economista-chefe do Secovi-SP, diretor-executivo da vice-presidência de Incorporação Imobiliária do Sindicato e membro titular do Conselho Curador do FGTS<br />
<br />
FONTE: Pini Web]]></description>
				<pubDate>03/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano ganha mais uma ferramenta comunicacional</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-ganha-mais/65/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1283440706.jpg" /><br /><br />Uma das chaves para o sucesso das empresas é a comunicação com funcionários, colaboradores e público de interesse. Pensando nisso, a Atua Agência em sintonia com o departamento de Marketing da empresa, ajudou a elaborar mais um braço comunicacional para a Splice Desenvolvimento Urbano: a Splice Magazine. A publicação tem foco no setor imobiliário, com informações de qualidade e importância ao leitor.<br />
Com a primeira edição saindo das máquinas da Criação e do Jornalismo da Atua, a Splice Magazine teve lançamento oficial dentro da empresa – com distribuição de exemplares, para reconhecimento do público interno – e ação voltada para a imprensa, com o apoio do Departamento de Marketing da Splice Desenvolvimento Urbano.<br />
<br />
Primeira impressão<br />
Alexandre José Ribeiro, Coordenador do setor de Contratos, Advogado e, também, responsável pelo setor de aprovação dos loteamentos confirma que a iniciativa foi boa e elogia a forma de distribuição inusitada. “Este será um importante canal de comunicação. Além disso, é uma vitrine para demonstrar aos clientes a abrangência da atuação da Splice Desenvolvimento Urbano no setor imobiliário”, completa.<br />
]]></description>
				<pubDate>02/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Expansão do mercado imobiliário chega às salas comerciais </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/expansao-do-mercado-imobiliario-chega/64/</link>
				<description><![CDATA[A expansão imobiliária em Sorocaba, crescente nos últimos anos, não se restringe apenas à moradia. Salas e empreendimentos comerciais tornam-se cada vez mais notórios nos lançamentos de grandes incorporadoras, acompanhando um crescimento que tem sido registrado na própria economia da cidade. <br />
Nos últimos dois anos parte dos investimentos nesse setor começaram a se concentrar na região Leste da cidade, que compreende o trecho que vai da rua Nogueira Padilha até a Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, a Castelinho, com grande destaque para o Alto da Boa Vista. Na região foi entregue na última semana o condomínio empresarial ‘Praça Maior, empreendimento da Splice Desenvolvimento Urbano em parceria com a Rossi Incorporadora e Construtura. As empresas também lançam nos próximos meses mais um prédio de salas comercias na mesma região. <br />
Segundo o diretor de desenvolvimento da Splice Desenvolvimento Urbano, Araldo Alexandre Marcondes de Souza, faltava nas imediações esse tipo de empreendimento. É a região administrativa da cidade, onde temos universidades, órgão públicos, imprensa, é uma área carente desse tido de empreendimento; e a rapidez com que nós vendemos o Praça Maior nos dá segurança para lançarmos mais um prédio comercial nessa região, comentou. De acordo com Marcondes, o próximo lançamento, previsto para outubro, é um condomínio vertical de escritórios num terreno de 3 mil metros quadrados com 6 mil metros quadrados de área construída, localizado na Avenida Eng. Carlos Reinaldo Mendes, ao lado do Ciesp. Com investimentos de venda de R$ 35 milhões, serão 160 salas comerciais com tamanhos de 35 e 40 metros quadrados, no mesmo conceito do Praça Maior.<br />
Polo empresarial <br />
Entregue no último dia 23, o Praça Maior, localizado na avenida Rudolf Dafferner, 400, traz um conceito diferenciado. Projetado para tornar-se um polo empresarial, o empreendimento atende necessidades de profissionais e empresas dos mais diversos segmentos e portes do mercado. <br />
Implantado em uma área total de 18.319 metros quadrados, com espaço construído em 13.687 metros quadrados e 4.500 m2 entre área verde e praças de convívio, conta com 261 salas unidades de 38 a 540 metros quadrados (moduláveis e expansivas). <br />
Com investimentos de R$ 40 milhões, o empreendimento é resultado da aliança da Splice Desenvolvimento Urbano e da Rossi Incorporadora. <br />
Segundo o diretor regional da Rossi, Marcelo Araújo, a procura por esse tipo de empreendimento se dá em virtude da aceitação do produto e da flexibilidade na hora da compra. As unidades do Praça Maior foram vendidas na abertura do plantão de vendas. Todo empreendimento tem sua demanda, esse tipo de empreendimento ainda tem demanda; por ser um produto diferente, que não existia no passado, você acaba criando aí uma segmentação, e isso permitiu que aquele público que não conseguia comprar, por não ser um grande investidor ou uma grande companhia, passasse a ser um comprador comum, que tem como investir, um profissional liberal, um arquiteto, um médico, que tem condições de comprar um imóvel na planta, e isso criou esse nicho. Hoje, o financiamento para imóvel comercial também é acessível, ele consegue pagar tudo até o imóvel ficar pronto, comenta. <br />
De acordo com o diretor de desenvolvimento da Splice Desenvolvimento Urbano, Araldo Marcondes, 50% dos clientes que adquiriram salas no Praça Maior são investidores. Segundo dados do mercado, o retorno de capital gira em média 0,7% do valor de venda atual do imóvel. <br />
Entrega antecipada <br />
Com salas comerciais de diversos tamanhos (32,36 m2 com 1 vaga de garagem; 35,59 m2, 36,80 m2 e 53,12 m2 com duas vagas), o empreendimento Premium Office, lançado pela Construtora Magnum, está com obras aceleradas e previsão de entrega em dezembro de 2011. A empresa havia anunciado entrega para o primeiro trimestre de 2012. <br />
O prédio moderno, localizado em um dos trechos mais valorizados da cidade, próximo à Av. São Paulo (rua Fernando Silva, 190), conta com 9 pavimentos, com 13 salas em cada andar. Segundo Roger Willian Ribeiro, supervisor de vendas da Mendes Ortega, 80% das salas já foram vendidas. O perfil dos compradores são advogados, engenheiros, arquitetos e investidores, que se enquadram bem entre os clientes destes produtos. A maioria são profissionais que querem sair do aluguel, comentou. A localização do empreendimento também é privilegiada. A região conta com os melhores pontos gastronômicos, condomínios residenciais, além da facilidade de acesso para o centro da cidade, Prefeitura, Fórum, Parque Industrial e Rodovia Raposo Tavares, o que valoriza o negócio, comenta.<br />
Referência em saúde<br />
Lançado no começo de 2008, com previsão de entrega até o final de 2011, o Centro de Medicina e Saúde, um condomínio de consultórios localizado na Av. Comendador Pereira, também está com obras em andamento, com trabalhos na última laje da torre principal. <br />
São 12 pavimentos, sendo 9 destinados a consultórios (12 salas por andar) e três pavimentos exclusivos para área do mini shopping da saúde. Segundo Edson Roberto de Almeida Rosa, supervisor de vendas de lançamento da Mendes Ortega, 60% das salas já foram vendidas, desse total 20% adquiridas por investidores. É um empreendimento ímpar, não tem outro igual na cidade, é um prédio com aprovação da Anvisa, onde você tem a segurança, a comodidade e a rapidez de atendimento num só lugar, comentou. <br />
O centro reunirá consultórios médicos, ‘Day hospital‘ para pequenas cirurgias, academia, restaurantes, laboratórios, anfiteatro, farmácias, óticas, livrarias, lojas de artigos ortopédicos e hospitalares, boutiques de roupas brancas, entre outros serviços. <br />
<br />
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul]]></description>
				<pubDate>01/09/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>A importância da localização na escolha de um imóvel</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-importancia-da-localizacao-na/63/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1283201950.jpg" /><br /><br />A escolha por um imóvel, sem dúvida alguma, começa pela localização. Este fator deve ser analisado considerando o perfil de cada comprador, assim, o futuro morador poderá contar com a infraestrutura necessária para tornar sua vida mais prática e cômoda.<br />
Além do conforto, a escolha pela melhor localização, proporciona ao cliente qualidade de vida, tranquilidade e valorização futura do imóvel, portanto, a pesquisa sobre a localização se faz necessária para que se torne possível a identificação dos recursos disponíveis no bairro.<br />
Quando analisar a região, estude os pontos a seguir:<br />
•	Vias de acesso: observe a facilidade de deslocamento para outras localidades. Caso trabalhe em outro bairro, por exemplo, o trajeto será bem mais tranquilo.<br />
•	Transporte: confira as linhas de ônibus, trem ou metrô, além de pontos de táxi existentes no bairro. Mesmo que você possua carro, estas opções podem ser mais rápidas e baratas ou convenientes em dia de rodízio.<br />
•	Áreas de lazer: procure os parques e praças da região. Estas áreas, além de ideais para os momentos de descanso, melhoram a qualidade de vida e também valorizam o imóvel.<br />
•	Estrutura de comércio e serviços: este é um dos itens mais relevantes na escolha da localização, principalmente quando há centros de compras (shoppings) no entorno, afinal, ter, por exemplo, um supermercado ou farmácia próximo ajuda a minimizar a correria do dia a dia.<br />
•	Segurança: certifique-se se o bairro e a rua escolhida são realmente seguros. Verifique a iluminação e como é o movimento de pessoas também durante a noite e finais de semana.<br />
•	Educação: é interessante que existam escolas, universidades e cursos de idioma próximos, principalmente se tiver filhos.<br />
O bairro que conta com uma estrutura que abriga os tópicos acima, além de tornar o cotidiano do morador muito mais fácil, aumenta o poder de valorização do imóvel. Para fazer a escolha certa, sempre leve em conta o perfil da sua família. Bairros como Vila Madalena, por exemplo, são conhecidos pela vida noturna intensa. Para quem prefere uma região mais silenciosa, esta não seria a opção recomendada. Por outro lado, casais jovens, sem filhos, podem preferir localidades como esta, para estarem próximos de opções de diversão e do agito cultural.<br />
Antes de pesquisar a localização, estude a sua rotina, observe o que um bairro precisa oferecer para facilitar o seu dia a dia. Feito isso, a escolha pelo melhor bairro será muito mais simples e certeira.<br />
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Fonte: Tibério Construções e Incorporações<br />
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]]></description>
				<pubDate>30/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice participa do 2º Salão Habitare</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-participa-do-2-salao/62/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300993560.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano estará presente entre os dias 27, 28 e 29 de agosto no 2º Salão Habitare. <br />
Com um stand montado na entrada do evento, a empresa irá mostrar seus produtos e serviços, além de tirar dúvidas do público em geral. No local, um corretor de imóveis também vai estar disponível para atender aos interessados.<br />
O evento tem caráter beneficente: os ingressos custam R$ 2 e toda a renda será destinada à Associação Pró Ex Sorocaba. A arrecadação da cantina será revertida para a Associação de Fissurados Lábio-Palatais de Sorocaba e Região (Afissore).<br />
A exposição ocorre no Lar Escola Monteiro Lobato, que fica na Rua Antônio Aparecido Ferraz, 1.111, em Sorocaba. O horário para  visitação é das 10h às 21h.<br />
]]></description>
				<pubDate>27/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Condomínio empresarial Praça Maior é entregue com sofisticação em evento</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/condominio-empresarial-praca-maior-e/61/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1282849419.jpg" /><br /><br />O grande sucesso de vendas do primeiro condomínio horizontal de escritórios da cidade de Sorocaba foi comemorado em grande estilo na noite do dia 23 de agosto. Compradores, investidores e parceiros estiveram presentes no evento de entrega do Praça Maior, que teve a presença ilustre e animada de Big Chico Blues Band. <br />
Mirian Zacareli, consultora empresarial, é uma das clientes que compareceram ao evento e relatou uma história de confiabilidade com a Splice: “Já havia investido em outro empreendimento da empresa, no Colinas do Sol. Todos sabemos da credibilidade da Splice e da seriedade com que cumprem seus compromissos assumidos em relação à data de entrega e qualidade da construção, por isso foi uma decisão segura comprar também no Praça Maior”, enfatiza.<br />
Em parceria com a Rossi, a Splice Desenvolvimento Urbano tem orgulho de seu mais novo empreendimento, que está localizado na Avenida Rudolf Dafferner, 230, no bairro Alto da Boa Vista, em Sorocaba.<br />
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]]></description>
				<pubDate>26/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Site Focando noticia entrega do primeiro condomínio horizontal empresarial de Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/site-focando-noticia-entrega-do/34/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1282836005.jpg"><br /><br />Praça Maior é destaque no site.]]></description>
				<pubDate>26/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>"Praça Maior" apresenta conceito inovador de condomínio empresarial</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/praca-maior-apresenta-conceito-inovador/60/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1282747596.jpg" /><br /><br />Sorocaba mostra cada vez mais sua vocação para os setores empresarial e industrial. Considerada a 17ª melhor cidade para se viver do Brasil (de acordo com o levantamento feito pelo IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal), destaca-se por oferecer novidades específicas para os moradores que buscam qualidade de vida.<br />
Um dos principais municípios do interior de São Paulo, Sorocaba está na mesma sintonia do Estado, já que o número de condomínios industriais deverá crescer 25% este ano - segundo um levantamento realizado pela consultoria imobiliária Herzog. Participando dessa estatística, a Splice Desenvolvimento Urbano, em parceria com a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, entrega o primeiro condomínio horizontal de escritórios da cidade: o Praça Maior. <br />
Resultado da aliança estratégica entre essas duas grandes empresas brasileiras, o empreendimento tornou-se o mais novo e valioso centro de negócios da cidade. Prova disso foi o sucesso de vendas – todas as salas foram comercializadas na noite do lançamento.<br />
Para o diretor da Splice Desenvolvimento Urbano, Araldo Marcondes, Sorocaba está expandindo muito nesse setor. Por essa razão, a empresa acredita que a cidade está mais do que pronta para um condomínio empresarial desse porte. “A demanda crescente nos fez apostar nesse novo nicho do mercado imobiliário e, pra nossa satisfação, o ‘Praça Maior’ foi recebido em grande estilo”, comemora.<br />
”Sempre buscamos oferecer projetos inovadores aos nossos clientes e, como parte deste ideal, investimos e acreditamos no potencial do Praça Maior, que, hoje, é um dos maiores sucessos imobiliários da região”, finaliza o diretor regional da Rossi, Marcelo Araújo.<br />
Conheça o Praça Maior<br />
Projetado para tornar-se um polo empresarial, o Praça Maior vem com estrutura diferenciada para suprir todas as necessidades de profissionais e empresas dos mais diversos segmentos e portes do mercado.<br />
O empreendimento está implantado em uma área total de 18.319 metros quadrados, com espaço construído em 13.687 metros quadrados e 4.500 metros quadrados entre área verde e praças de convívio. Conta com 261 unidades moduláveis e expansivas a partir de 41 metros quadrados, com possibilidade de ampliação para até 540 metros quadrados. A disposição de seus edifícios foi planejada estrategicamente para proporcionar salas arejadas e naturalmente iluminadas, em espaços amplos e funcionais, com cabeamento estruturado e pontos de transmissão de dados e voz.<br />
Em uma localização privilegiada e próximo a órgãos públicos como Paço Municipal, Fórum Civil e Trabalhista, Receita Federal, CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e Distrito Industrial de Sorocaba, o Praça Maior é um condomínio de escritórios que pode alocar consultórios, estúdios, clínicas, lojas e multinacionais, além de empresas de todos os portes.<br />
Completo e inteligente, o Praça Maior engloba em um único lugar tudo que os profissionais e suas empresas precisam: escritórios modulares, ajustáveis ao porte e necessidades de cada negócio, alinhando o contato com a natureza à alta tecnologia, com segurança 24 horas, amplo estacionamento e permite variado mix de serviços. <br />
Sobre a Splice Desenvolvimento Urbano<br />
A Splice Desenvolvimento Urbano tem um currículo extenso na implantação de empreendimentos residenciais e comerciais. <br />
Uma das principais características dos seus projetos é ultrapassar as expectativas dos seus clientes. Nisto a Splice é especialista, pois emprega sua metodologia de trabalho com o mais alto grau de exigência e qualidade. Porém, mais do que transformar a vida de quem mora em seus empreendimentos, a Splice também transforma as regiões onde atua, colaborando para a urbanização e desenvolvimento de bairros.  <br />
Para mais informações visite www.splicedu.com.br<br />
Sobre a Rossi<br />
Completando 30 anos em 2010, com presença em mais de 70 cidades do País, a Rossi é uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. A empresa atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda. <br />
Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. <br />
A Rossi entende que sua missão vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile <br />
Ficha técnica:<br />
Investimento inicial: 40 milhões<br />
Área do Terreno: 18.319,00 m²<br />
Área Construída: 12.655,26m²<br />
Total privativa das unidades: 13.528,78m² <br />
Total de salas: 261 unidades<br />
Área das Salas: 38 a 540 m²<br />
Vagas na garagem: 345<br />
4.500 m² de área verde e praças de convívio<br />
<br />
Serviço:<br />
Condomínio Empresarial Praça Maior<br />
Avenida Rudolf Dafferner, 320 – Alto da Boa Vista<br />
<br />
]]></description>
				<pubDate>25/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal VGV divulga evento do Praça Maior</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-vgv-divulga-evento-do/33/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1282760717.jpg"><br /><br />Importante site do setor imobiliário destaca evento de entrega do primeiro condomínio horizontal de escritórios.]]></description>
				<pubDate>25/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Site MarketingImob publica evento do Praça Maior</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/site-marketingimob-publica-evento-do/32/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1282747307.jpg"><br /><br />Notícia foi publicada em um dos mais respeitados sites do setor.]]></description>
				<pubDate>25/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Site Jornal Ipanema destaca evento de entrega do Praça Maior</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/site-jornal-ipanema-destaca-evento/31/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1282747160.jpg"><br /><br />Nota foi publicada na coluna social de Alê Scapol.]]></description>
				<pubDate>25/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Entrega do condomínio de escritórios Praça Maior</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/entrega-do-condominio-de-escritorios/135/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300470386.jpg" /><br /><br />Clientes e colaboradores se reuniram em agradável noite de entrega do novo empreendimento, Praça Maior.]]></description>
				<pubDate>23/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Secovi-SP divulga balanço do mercado imobiliário no 1º semestre</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/secovisp-divulga-balanco-do-mercado/59/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1282594445.jpg" /><br /><br />As vendas de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo totalizaram 17.005 unidades nos primeiros seis meses de 2010. O volume é compatível com a estimativa de chegar ao final do mês de dezembro com 37 mil a 38 mil moradias comercializadas, mantendo a previsão feita pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) no início do ano. <br />
O Balanço do Mercado Imobiliário no Segundo Trimestre foi apresentado durante coletiva de imprensa realizada na manhã de quinta-feira, 19/8, com a presença do presidente da entidade, João Crestana. <br />
O economista-chefe do Sindicato Celso Petrucci mostrou um quadro simplificado da situação da economia, e comentou os números de comercialização na capital paulista e da Região Metropolitana São Paulo. Falou também sobre crédito imobiliário - que deve atingir 1 milhão de financiamentos em 2010 -, aumento de preço e o que o Sindicato vem fazendo para tentar entender esse comportamento. <br />
<br />
Vendas no trimestre<br />
As vendas registram equilíbrio razoável, com 8.461 unidades escoadas nos primeiros três meses do ano e 8.544 no segundo trimestre. Praticamente, houve estabilização, já que a variação percentual entre os trimestres foi de apenas 1%. Isso se explica em razão da fraca sazonalidade no mês de janeiro e pela queda pontual de vendas percebida em maio. <br />
Na série histórica da Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Sindicato, o total de 17.005 unidades vendidas nos seis primeiros meses de 2010 só é inferior ao volume registrado em igual período de 2008 (19.224 unidades). Comparativamente ao primeiro semestre de 2009 (14.368 unidades vendidas) houve aumento de 18,4%. <br />
Em termos de segmentação, a distribuição ficou próxima à percebida no segundo trimestre, ou seja, imóveis de dois quartos assumiram a dianteira, com 35,3% (5.999 unidades), seguidos por unidades de três dormitórios, com 5.965 habitações comercializadas (35,1%). <br />
<br />
Lançamentos<br />
De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio – Embraesp, o total de lançamentos na primeira metade deste ano foi de 13.566 unidades, 66,5% superior ao fraco volume lançado nos seis primeiros meses de 2009 – período atípico em consequência da crise financeira internacional que eclodiu no final de 2008. <br />
Expectativa é lançar 20 mil unidades no segundo semestre, o que depende de aprovação de projetos. "A cidade de São Paulo está repelindo novos projetos, fazendo com que as famílias procurem outras localidades. E isso implica em deslocamentos, necessidade de transporte", observa o presidente João Crestana. "Qual é a filosofia urbana que queremos para nossa cidade? Aquela aproxime trabalho e habitação. Teremos então de nos debruçar sobre o urbanismo e buscar soluções para a sua adequada ocupação." <br />
<br />
Região Metropolitana de São Paulo<br />
O Secovi-SP passou a divulgar informações sobre o mercado imobiliário da Grande São Paulo, delimitada pela Capital e mais 38 municípios. O volume vendido em unidades no período de abril a junho deste ano (16.779 moradias), na região, ficou estável em relação ao primeiro trimestre, quando 16.797 habitações foram comercializadas.<br />
<br />
Fonte: Portal Secovi]]></description>
				<pubDate>23/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Medida do sonho da casa própria se estende a até 130 m²</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/medida-do-sonho-da-casa/58/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1282318308.jpg" /><br /><br />Moradias com área útil de até 130 m² representaram 86,9% dos 17.005 imóveis comercializados na cidade de São Paulo, durante o primeiro semestre de 2010. A classificação das vendas por média de área útil de unidades, introduzida recentemente entre os tópicos abordados pela pesquisa trimestral do Sindicato da Habitação em São Paulo (Secovi/SP), foi apresentada pela instituição, integrando os resultados da sondagem semestral do setor.<br />
Ainda enquanto classificação por área útil, no período de janeiro a junho deste ano houve destaque para os imóveis com 46 m² e 65 m², que representaram 35,7% (6.071 unidades) do total das vendas concretizadas. Para a Região Metropolitana de São Paulo, onde foram comercializadas 33.576 unidades, o Secovi/SP mantém o perfil de demanda por número de acomodações, com o seguinte resultado: 42% dos apartamentos vendidos têm dois dormitórios; 38,3% têm três dormitórios.<br />
Os dados gerais semestrais mostram que, na série histórica da pesquisa realizada pelo departamento de economia do Secovi/SP, o total de 17.005 unidades vendidas nos seis primeiros meses de 2010 só é inferior ao volume registrado em igual período de 2008, de 19.224 imóveis. Em relação ao primeiro semestre de 2009, as vendas aumentaram 18,4%.<br />
O Secovi/SP considera “bastante factível” alcançar, até final do ano, o volume de vendas projetado pelo mercado, entre 37 mil a 38 mil unidades.<br />
“Essa perspectiva está dento da série histórica, pois, proporcionalmente, as vendas realizadas nos segundos semestres dos anos anteriores variaram de 53% a 60%. A exceção ocorreu em 2008, quando a crise financeira instalada mundialmente levou a uma queda na comercialização de unidades residenciais”, lembra Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi/SP. <br />
<br />
Fonte: Imovelweb]]></description>
				<pubDate>20/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Condomínio horizontal de escritórios Praça Maior começa a ter destaque na mídia </title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/condominio-horizontal-de-escritorios-praca/30/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1282335532.jpg"><br /><br />Jornal Diário de Sorocaba se antecipa e publica nota para o novo empreendimento da Splice Desenvolvimento Urbano e Rossi, na coluna Sociedade.]]></description>
				<pubDate>20/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Estudo descarta bolha imobiliária no país</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/estudo-descarta-bolha-imobiliaria-no/57/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1282159356.jpg" /><br /><br />A expectativa de elevação da massa de renda da população, acompanhando o ritmo dos preços dos imóveis no país, afasta o mercado imobiliário brasileiro das características clássicas de formação de bolha. É o que defende o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, em estudo encomendado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).<br />
Ele argumenta que, comparando o cenário doméstico com a bolha hipotecária vista em 2008 nos Estados Unidos, em que o preço das casas crescia num ritmo muito mais rápido que o da renda dos americanos, o Brasil está longe de uma crise dessa magnitude. “Não temos dúvidas de que não há bolha e de que provavelmente não teremos uma bolha no futuro.”<br />
Segundo estudos da consultoria, o crescimento médio anual da massa de renda real dos brasileiros foi de cerca de 8% no período de 2002 a 2008, e a expectativa é de expansão para os próximos anos, de forma que não há sinal de desaquecimento da demanda. De acordo com Mendonça de Barros, até 2016 a nova classe C terá uma demanda potencial por quase 1,5 milhão de imóveis.<br />
Para o economista Sérgio Vale, também da MB Associados, o dinamismo da economia brasileira nos próximos anos será diferente daquele predominante no Nordeste, onde a transferência de renda para as famílias se destaca. Ele acredita que o crescimento nos próximos anos será liderado pelo Sudeste, com os investimentos advindos, por exemplo, de Copa do Mundo, Olimpíada e pré-sal.<br />
Dessa forma, não há perspectiva também para desaceleração dos preços de imóveis, que, segundo Mendonça de Barros, são considerados adequados para o setor. “Os valores vão continuar subindo, mas o processo de crescimento de massa de renda vai absorver isso.”<br />
Ele não afasta o efeito da especulação nesse mercado, mas argumenta que no caso de uma explosão dos preços as vendas sofreriam impacto, o que levaria à necessidade de uma revisão dos valores. “Nesse caso, não há hipótese de um efeito manada colocando em risco a economia”, prevê.<br />
Em junho, o percentual médio de financiamento em relação ao valor total dos imóveis comercializados corresponde a 61,9%, o que, para Vale, é um patamar considerado saudável e que mostra a disposição dos agentes de atender a demanda por crédito imobiliário.<br />
O presidente da Abecip, Luiz Antônio França, prevê que o crédito imobiliário corresponda a 14% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2011. Dados da entidade mostram que os atrasos superiores a 90 dias nos financiamentos vêm mostrando desaceleração, caindo de 3,07% em 2008 para os atuais 2,52%.<br />
O nível de regulamentação financeira é o principal fator apontado pelos economistas para afirmar que o Brasil não correrá no futuro o risco de ser afetado por bolhas.<br />
“Nosso mercado imobiliário teve a oportunidade de ver o estrago que uma bolha faz”, lembra Vale, ressaltando que o nível de alavancagem dos bancos aqui é muito mais controlado, e que não se compara com as práticas do mercado financeiro americano.<br />
Além disso, ele destaca que lá a explosão do crédito a taxas flexíveis foi muito rápida, enquanto no Brasil, o juro elevado não proporcionaria um crescimento nessa magnitude.<br />
Sérgio Vale explica que, diferentemente do caso americano, equilíbrio econômico e regulamentação financeira podem conter os efeitos do estouro de uma bolha.<br />
Ele cita como exemplo recente o mercado imobiliário chinês, em que os preços de imóveis de luxo e comerciais cresciam vertiginosamente. Em abril, o governo forçou a redução dos preços, mas a forte desvalorização não resultou em crise econômica.<br />
<br />
Fonte: Valor Econômico]]></description>
				<pubDate>18/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Crédito imobiliário eleva lucro da Caixa em 44%</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/credito-imobiliario-eleva-lucro-da/56/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1281968952.jpg" /><br /><br />Líder do crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal terminou o primeiro semestre com lucro de R$ 1,7 bilhão, resultado 44% maior do que no mesmo período do ano passado, e fruto da forte expansão dos empréstimos para compra da casa própria.<br />
Como nos demais bancos, a Caixa reduziu os níveis de inadimplência e a necessidade de separar recursos para cobrir perdas com calote. Os atrasos acima de 90 dias dos consumidores recuaram de 5,4% para 4,8% de junho de 2009 para junho deste ano.<br />
A inadimplência da Caixa é uma das menores devido à concentração dos empréstimos habitacionais, que têm baixo índice de calote.<br />
Sozinha, a Caixa quase duplicou o volume de empréstimos imobiliários contratados -passou de R$ 20,875 bilhões para R$ 38,826 bilhões de junho de 2009 para junho passado. O desempenho fez o banco ampliar sua participação no crédito habitacional de 72% para 76%.<br />
Segundo Marcio Percival, vice-presidente de Finanças da Caixa, o banco tem aprovado uma média de mil empréstimos imobiliários por dia, com valor médio pouco acima de R$ 200 mil.<br />
“Estamos crescendo forte, mas não é só no crédito imobiliário. Estamos diversificando a carteira com empréstimos para pessoa física e jurídica. A gente tem diversificado até as fontes de captação para sustentar os diversos produtos”, disse.<br />
Na Caixa, os empréstimos para o consumidor pessoa física chegaram a R$ 24,9 bilhões, valor 35,4% maior do que em junho de 2009. Os financiamentos para empresas atingiram R$ 27 bilhões, alta de 47,4% no período.<br />
<br />
Fonte: Folha de São Paulo]]></description>
				<pubDate>16/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Construção civil cresce pelo quinto mês seguido</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/construcao-civil-cresce-pelo-quinto/55/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1281714585.jpg" /><br /><br />O setor de construção civil apresentou um crescimento sólido no primeiro semestre deste ano, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Junho marcou o quinto mês consecutivo de alta consistente acima da linha divisória de 50, o que determina crescimento da atividade. O indicador ficou em 53,8 pontos.<br />
De acordo com a CNI, a expansão não tem relação unicamente com o final da crise econômica mundial, já que os números da atividade do setor de construção civil vêm se mantendo em alta desde dezembro de 2009, demonstrando também a boa situação financeira das empresas do setor. A margem de lucro operacional do trimestre também foi considerada mais que satisfatória pelos empresários.<br />
As perspectivas também são positivas para os fabricantes de material de construção. Depois que o setor registrou crescimento de 19,78% no primeiro semestre do ano, um levantamento divulgado semana passada pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) mostrou que 88% das empresas estão otimistas quanto ao desempenho das vendas internas nos próximos meses.<br />
O nível médio de utilização da capacidade instalada está em 87%, segundo a pesquisa. “A estabilidade do indicador aponta que as indústrias estão ampliando sua capacidade no mesmo ritmo da demanda”, afirma a associação em nota. Para os próximos meses, a expectativa é que as ações de ampliação sejam aceleradas, “pois 76% das indústrias têm pretensão de investir nos próximos 12 meses, o maior nível mensurado este ano”.<br />
<br />
Fonte: Valor Econômico]]></description>
				<pubDate>13/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Crédito habitacional pode triplicar</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/credito-habitacional-pode-triplicar/54/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1281553448.jpg" /><br /><br />O crédito imobiliário no Brasil tem condições de representar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015, na avaliação do vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. “No Brasil, o volume de crédito imobiliário ainda é inexpressivo, se comparado ao PIB e, portanto, acredita-se que o atual ciclo virtuoso deve se manter ao longo dos próximos anos”, observou o executivo, ao afirmar que essa meta é factível. Atualmente, o segmento representa apenas 3% do PIB. <br />
Durante coletiva de imprensa, Hereda deixou claro que não acredita em uma bolha imobiliária. “O preço dos imóveis estava deprimido há muito tempo, sem dúvida agora o mercado está aquecido e a renda da população melhorou”. Na opinião do executivo, a instituição tem até 2013 para encontrar uma solução que possibilite esse crescimento sustentado, minimizando os temores com relação a perspectiva de esgotamento dos recursos da caderneta de poupança. <br />
Ao anunciar desempenho recorde em sua carteira de crédito habitacional, que atingiu R$ 34,1 bilhões neste semestre, a instituição chama a atenção para o volume negociado no 6º Feirão da Casa Própria, realizado em 13 cidades brasileiras. O evento, que recebeu 576.194 visitantes, movimentou R$ 8,4 bilhões. <br />
As linhas de crédito habitacional da Caixa destinadas à produção e aquisição de imóveis novos também foram destaque no período. Segundo a instituição, para imóvel novo ou na planta, os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) somaram R$ 11,43 bilhões; o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), R$ 5,15 bilhões; o FAR, R$ 4,1 bilhões e as demais fontes R$ 120 milhões. O montante total é 173,7% superior ao informado no primeiro semestre do ano passado. <br />
Em número de unidades foi registrado um salto de 300% no mesmo intervalo de comparação, de 74.898 unidades para 301.405 unidades.<br />
<br />
Fonte: Monitor Mercantil]]></description>
				<pubDate>11/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Regiões da cidade podem ser identificadas pela influência da imigração em traços comuns no estilo de construir e distribuir os cômodos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/regioes-da-cidade-podem-ser/53/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1281371753.jpg" /><br /><br />Ao escolher um bairro para fixar residência os moradores costumam prestar atenção ao ritmo de vida das regiões. Algumas áreas são reconhecidas pela vida noturna agitada, outras pela variedade gastronômica ou cultural, ou ainda pelas opções de lazer para crianças. É bastante interessante a relação estabelecida entre a cultura e o estilo de vida dos moradores, fator que influencia diretamente no layout das plantas dos empreendimentos imobiliários.<br />
Segundo a arquiteta paulistana Renata Marques, trata-se de um processo natural. “As casas e apartamentos refletem nas plantas as necessidades e costumes de cada cultura ou estilo de vida. Por exemplo, em bairros com forte influência de imigrantes portugueses ou italianos as áreas de convivência, como cozinhas e salas, costumam ser muito valorizadas”, explica.<br />
Os bairros do Tatuapé e Móoca refletem essas características em seus empreendimentos. A maior parte da área construída costumava ser ocupada por casas espaçosas com jardim e quintal, além de cozinhas e salas amplas, para receber os familiares. “Os moradores descendentes desses povos tem prazer em cozinhar e gostam de estar próximos da família, logo as áreas de convivência eram muito valorizadas”, aponta Renata.<br />
Essa zona está passando por um novo boom imobiliário, e desta vez observa-se a verticalização dos imóveis, mas sem deixar de lado essas preferências, que podem ser observadas em outros aspectos. “Para essas famílias, apesar dos filhos muitas vezes não morarem mais com os pais, é importante ter várias vagas na garagem, facilitando o acesso de quem as visita. Outro ponto a ser levado em conta são as áreas externas dos apartamentos. A sacada tem muita importância, oferece o conforto de estar ao ar livre, como nos quintais e jardins, ainda que dentro do apartamento”, esclarece a arquiteta.<br />
Em outra direção, a região central de São Paulo e bairros como a Bela Vista, que antigamente costumava ser habitada por imigrantes, ganham muitos empreendimentos em forma de estúdio – um grande cômodo apenas com todos os ambientes integrados. Na verdade uma solução moderna para solteiros e recém-casados, que buscam o local pela efervescente vida cultural.<br />
Percebe-se também, nos imóveis voltados para os jovens, a flexibilidade de layout. “Tudo é muito prático. Os apartamentos não têm lavanderia, por exemplo, a área de serviço é conjunta”, analisa Renata.<br />
Na Liberdade, o diferencial já pode ser notado no estilo das construções, que lembram a arquitetura Oriental, onde se observa desde os telhados inclinados em estilo japonês até influencias culturais, seguindo as orientações do Feng Shui.<br />
Perdizes é um bairro essencialmente de casas que vem se verticalizando com o tempo. As construções antigas dão lugar a apartamentos mais modernos e seguros. “Esta já é uma região onde as principais mudanças são para adequar os prédios à questão de oferecer mais segurança”, observa Renata.<br />
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Cozinhas e áreas de convivência ganham importância<br />
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A arquiteta constata que os espaços gourmet e cozinhas estão mais valorizados do que nunca nos novos empreendimentos, já que acabam funcionando inclusive como áreas de convivência. Ela diz que este é um reflexo desta cultura da culinária que vem chegando ao Brasil sob forte influência dos franceses e italianos. “O brasileiro vem descobrindo o prazer de cozinhar, de experimentar novos pratos e, principalmente, vivenciar este processo”, finaliza.<br />
]]></description>
				<pubDate>09/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Habitare</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/habitare/52/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1281128642.jpg" /><br /><br />Será realizado, entre os dias 27 e 29 de agosto o 2º Salão Habitare. O objetivo do evento é de integrar os setores de construção, arquitetura, paisagismo e decoração, configurando-se como uma oportunidade para a troca de experiência entre os profissionais de todos esses segmentos.<br />
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Fonte: Bastidores S.A., por Rodrigo Alcântara (Jornal Bom Dia).]]></description>
				<pubDate>06/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Lançamento da revista Splice Magazine tem destaque na Rádio Jovem Pan</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/lancamento-da-revista-splice-magazine/29/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280942834.jpg"><br /><br />Marketing e assessoria de imprensa da Splice Desenvolvimento Urbano fazem visita para divulgação da nova revista.]]></description>
				<pubDate>04/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Bom Dia destaca evento do Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-bom-dia-destaca-evento/28/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280942659.jpg"><br /><br />Coluna social de Jak Catena dá nota sobre o empreendimento.]]></description>
				<pubDate>04/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Coluna social do Ipanema versão impressa dá nota para Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/coluna-social-do-ipanema-versao/27/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280942575.jpg"><br /><br />Alê Scapol publica sobre o evento de entrega das chaves.]]></description>
				<pubDate>04/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Ipanema publica em impresso Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-ipanema-publica-em-impresso/26/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280942444.jpg"><br /><br />Capa do caderno Ambiente do jornal, o condomínio recebe destaque.]]></description>
				<pubDate>04/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Jornal Cruzeiro do Sul destaca personalidades em evento do Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/jornal-cruzeiro-do-sul-destaca/25/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280942233.jpg"><br /><br />Na coluna Presença, de Simone Sanches.]]></description>
				<pubDate>04/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cuidados com a saúde</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/cuidados-com-a-saude/51/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280850025.jpg" /><br /><br />Uma ação inédita na Splice Desenvolvimento Urbano. Desde 2009, os funcionários fazem uso de protetor solar durante o horário de serviço. A empresa disponibiliza o bloqueador fator 50, produzido em farmácia de manipulação, para contribuir com a saúde dos colaboradores.<br />
A ideia partiu da engenheira Maria Alice Gimenes, responsável pelo setor de Qualidade, que percebeu a necessidade no dia a dia dos trabalhadores. “Os operadores de máquinas, ajudantes e pessoas que ficam nos loteamentos permanecem muito tempo ao sol. Esta foi a maneira que encontramos para cuidar da saúde da pele dos funcionários que ficam expostos”, explica.<br />
]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Certificações que garantem mais qualidade</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/certificacoes-que-garantem-mais-qualidade/50/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280849948.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano conquistou, ao longo dos anos, duas certificações importantes que refletem em organização, produtividade e credibilidade para o setor. A ISO 9001:2008 foi a primeira delas e sua implantação ocorreu há mais de cinco anos.<br />
A cada seis meses, todos os processos são verificados por meio de auditorias externas, que avaliam a conformidade do Sistema de Gestão da empresa em relação ao que a norma exige. Atualmente, a Splice conta com a certificadora TÜV Rheinland, especializada em consultoria e gerenciamento de projetos de engenharia no Brasil e no exterior.<br />
Referência no setor da construção civil, o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat, o PBQP-H, foi implantado na Splice em 2007 e, desde 2008, a empresa está certificada com o nível máximo “A”. É fundamental salientar que a conquista desse selo também garante a participação nos programas de financiamentos dos bancos.<br />
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Ações<br />
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O setor de Qualidade da Splice Desenvolvimento Urbano promove diversas palestras e treinamentos nas áreas de Segurança do Trabalho e Saúde, que orientam seus funcionários sobre a importância do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), Primeiros Socorros, Prevenção a Incêndios, Manuseio de Extintores, entre outros.<br />
Outro diferencial da empresa está no cuidado com o concreto utilizado nas edificações. A cada concretagem são moldados corpos de prova para avaliar a sua resistência. Eles são aferidos pelo Laboratório de Ensaios de Materiais (LEMAT) da Facens (Faculdade de Engenharia de Sorocaba) e os resultados são controlados pela equipe técnica da obra.<br />
]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Toques coloridos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/toques-coloridos/49/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280849689.jpg" /><br /><br />Os detalhes, muitas vezes, dão personalidade ao ambiente. E nada melhor do que um toque colorido para fazer toda a diferença. Essa é a proposta da Inside Office, detentora das marcas Remantec e Sitag, que fabrica móveis para escritório, auditórios, teatros, centros de treinamento e áreas de estar. A empresa procura dar personalidade aos objetos para home office, com design diferenciado e muita cor. Os produtos possuem também a norma NR17, que confere dimensões, tipos e regulagens adequadas a cada atividade, indispensável ao conforto e à saúde das pessoas que os utilizam.<br />
Para conhecer mais acesse: www.insideoffice.com.br<br />
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]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Decoração personalizada</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/decoracao-personalizada/48/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280849284.jpg" /><br /><br />A reutilização de materiais pode ir muito além da simples reciclagem e chegar ao nível de decoração de ambientes. É o que acontece com o trabalho de Ernesto Ferro, que recria peças únicas com sobras de marcenaria e construção civil, material de demolição ou madeiras nacionais certificadas. O resultado são peças de requinte, confeccionadas com o uso de técnica tradicional da marcenaria, resgatando o potencial artístico que essa prática possui. Para conhecer mais acesse: www.ernestoferro.com.br]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Mais cor, menos cheiro</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/mais-cor-menos-cheiro/47/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280849118.jpg" /><br /><br />As possibilidades e vantagens da tinta “sem cheiro” são muitas. Enquanto outras tintas demoram aproximadamente 17 horas para perder o odor, esta deixa o ambiente pronto para ser frequentado em apenas 3 horas, o que facilita o processo de pintura.<br />
A tinta sem cheiro ainda é lavável e pode ser aplicada em superfícies de alvenaria, massa corrida ou acrílica, gesso, texturas e reboco e sua aplicação pode ser feita com pincel, rolo de lã ou pistola.<br />
]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano investe em Araçoiaba da Serra</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-investe-em/46/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280849030.jpg" /><br /><br />O loteamento Lago da Serra, localizado em Araçoiaba da Serra e idealizado pela Splice Desenvolvimento Urbano, recepcionou seus futuros moradores no último mês de abril.<br />
O empreendimento foi sucesso de vendas por seu potencial de investimento e moradia. “A segurança e tranquilidade do local me chamaram a atenção e a proximidade de Sorocaba também foi determinante para a aquisição do lote”, comenta Marcos Aurélio Sanches Machado, um dos clientes.<br />
Na ocasião, também foi realizada uma assembleia para esclarecer dúvidas e discutir alguns assuntos da parte administrativa do empreendimento.<br />
]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Residencial Colinas do Sol é entregue em Sorocaba</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/residencial-colinas-do-sol-e/45/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280848933.jpg" /><br /><br />Dando continuidade ao cronograma previsto, a Splice Desenvolvimento Urbano acaba de cumprir outra etapa em Sorocaba. Em abril, a primeira fase do Residencial Colinas do Sol foi entregue aos seus proprietários. Durante o evento, na primeira assembleia que reuniu os futuros moradores do local, também foram definidos pontos importantes.<br />
Composto por 430 lotes, sendo 319 da primeira fase, o Residencial Colinas do Sol está localizado no bairro Alto da Boa Vista e corresponde a uma área de mais de 324 mil m². O empreendimento possui lotes a partir de 300 m², uma área de lazer de 46,4 mil m² e uma área verde preservada de 79 mil m², o que proporcionará aos moradores maior contato com a natureza.<br />
O loteamento oferece infraestrutura completa e está estrategicamente localizado próximo ao polo industrial, comercial e educacional da cidade.<br />
]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano: soma de empenho e comprometimento</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-soma-de/44/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280848818.jpg" /><br /><br />Ao longo dos anos, a construção civil vem exercendo papel fundamental na economia. Essa importância está relacionada, entre outros fatores, ao alto índice de urbanização no Brasil, que, segundo dados do IBGE, de 1940 a 2000, passou cerca de 30% para 81%. Tal crescimento fez com que o país atingisse um nível superior à média das nações desenvolvidas que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), é de 75%.<br />
Atenta a esses dados, em 1983, a SPL – Construtora e Pavimentadora participou do processo que originou a Splice Desenvolvimento Urbano. Assim, o Grupo Splice ampliou ainda mais sua atuação ao criar essa divisão focada no segmento imobiliário residencial e empresarial, responsável por importantes empreendimentos verticais e horizontais.<br />
Essa expansão está relacionada a uma gestão equilibrada de custos e processos. Outro fator relevante ao constante crescimento é quanto à solidez e posição conservadora da empresa, que garantem credibilidade junto ao mercado e às instituições financeiras.<br />
Este reconhecimento se traduz em projetos realizados em conjunto com as maiores corporações do mercado imobiliário, parcerias com empreendedores e pessoas físicas que compartilham da filosofia de trabalho da Splice Desenvolvimento Urbano, que é a satisfação e fidelização de seus clientes.<br />
Outro diferencial da empresa é quanto a sua equipe, composta por profissionais competentes e capacitados, que contribui para manter o padrão de qualidade de todos os empreendimentos. Tal característica pode ser traduzida em técnicas de construção e acabamento, que não diferem de uma obra para outra, independente do público-alvo. Todos esses atributos garantem à Splice Desenvolvimento Urbano uma posição diferenciada e vencedora no mercado em que atua.<br />
]]></description>
				<pubDate>03/08/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>A hora do imóvel comercial</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/a-hora-do-imovel-comercial/43/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280432280.jpg" /><br /><br />Enquanto investidores americanos e europeus ainda tentam se recuperar do estouro de bolhas imobiliárias, por aqui o que se vê é um apetite crescente por aplicações ligadas a imóveis, cujos preços não param de subir. Na bolsa, após a febre com as ações das incorporadoras – papéis de companhias como MRV Engenharia e Rossi Residencial já subiram mais de 300% de 2009 para cá -, é hora de os investidores olharem com mais cuidado as empresas que exploram escritórios comerciais, aponta estudo do banco Santander realizado pelo analista Flavio Queiroz. <br />
Segundo ele, o crescimento econômico, que estimula a expansão das companhias, e oferta limitada de escritórios em áreas nobres de São Paulo e Rio de Janeiro trazem boas perspectivas para os papéis do setor. “Os aluguéis e os preços dos imóveis devem subir nos próximos anos, e o valor das ações têm que acompanhar isso”, diz Queiroz. <br />
Hoje, o setor conta com apenas três empresas listadas em bolsa: Cyrela Commercial Properties (CCP), São Carlos Empreendimentos e a BR Properties, que abriu capital em março deste ano, com captação de mais de R$ 900 milhões. O analista do Santander recomenda a compra dos papéis da CCP e, principalmente, da BR Properties. O potencial de valorização dos papéis até o fim de 2011 é estimado em 40%. <br />
Mas os investidores, por ora, não têm mostrado entusiasmo com o setor. Para pôr sua oferta na rua, a BR Properties foi obrigada a reduzir o preço de emissão para R$ 13, abaixo da faixa sugerida inicialmente (entre R$ 14 e R$ 18). De março para cá, as ações praticamente não saíram do lugar. Ontem, fecharam a R$ 12,85. Os papéis da CCP, por sua vez, acumulam queda de 16,25% este ano. “Além dos fundamentos do setor, as empresas estão com preços muito atrativos, o que oferece ótima porta de entrada para o investidor”, diz Queiroz. <br />
Para o analista, o mercado de escritórios de alto padrão, sobretudo em São Paulo, entrou em uma espiral ascendente de preços que deve atingir seu ápice daqui a três ou quatro anos. Empresas que adotam estratégia agressiva de aquisições no curto prazo, caso da BR Properties, levam vantagem. “Os imóveis comerciais estão em um estágio mais inicial do ciclo de alta”, diz. “Quem aumentar o portfólio agora, como a BR Properties, vai acumular espaços a preços atrativos.” <br />
Do espaço atual para locação no mercado- Área Bruta Locável (ABL) -, a BR Properties detém 6%, São Carlos, 3%, e CCP, 1%. Os outros 90% estão pulverizados. Isso indica, avalia Queiroz, que o setor de imóveis comerciais passará por um processo de consolidação, liderado pelas empresas de capital aberto, que têm mais acesso a recursos. “A expansão das receitas das empresas deve ocorrer de forma orgânica e por meio de aquisições”, diz. <br />
Ele lembra que a BR Properties já adquiriu cerca de 646 mil metros quadrados desde sua abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) e hoje acumula 969 mil metros quadrados de ABL. A perspectiva de Queiroz é que a empresa atinja 1,466 milhão até 2012. Já a CCP tem 13 projetos de expansão, que somam 226 mil metros quadrados. Hoje, a empresa possui ABL total de 173.250 metros quadrados, dos quais 91.050 de escritórios comerciais, principalmente no segmento de alto padrão em áreas nobres. <br />
A estratégia das companhias, explica Queiroz, é adquirir imóveis em regiões em que ha perspectiva de valorização do preço do metro quadrado. O ciclo de negócio prevê ganhos em dois momentos. Primeiro, com o aluguel do empreendimento durante alguns anos. Depois, com a venda da propriedade, executada quando não há mais perspectiva de valorização do metro quadrado. <br />
O principal indicador de rentabilidade do setor de aluguel comercial é o chamado cap-rate. Trata-se da relação entre o preço do imóvel e o valor do aluguel. Por exemplo: se o imóvel vale R$ 1 milhão e a empresa obtém R$ 100 mil de aluguel, o cap-rate é de 10%. A perspectiva do analista é de que os preços dos imóveis subam mais que o dos aluguéis nos próximos anos, o que provocará uma compressão do cap-rate. Essa perda de rentabilidade com o aluguel, contudo, mais do que será compensada pelo preço da venda do imóvel. <br />
Além disso, quando as companhias venderem as propriedades, a taxa de juros estará em níveis mais baixos. Elas terão, portanto, dinheiro em caixa e acesso a recursos com custos menores para explorar novas regiões. “Isso deve acontecer depois de 2014 e 2015, quando o custo de capital no Brasil deve ser mais baixo”, afirma Queiroz. <br />
Para quem se machucou com a onda dos flats nos anos 80 e a euforia dos escritórios no fim da década de 90, o cenário róseo traçado pelo Santander assusta. É preciso lembrar que a própria lógica do negócio de imóveis para alugar costuma causar descasamentos temporários entre oferta e demanda. Uma procura muito grande por escritórios estimula os incorporadoras a construir empreendimentos. Entre o lançamento e a entrega da obra, porém, passam-se geralmente três anos. O problema é que a demanda pode ter esfriado no momento em que os escritórios forem entregues, provocando um tombo no valor dos aluguéis. <br />
Foi justamente o que aconteceu em 2003 e 2004, quando houve entrega de empreendimentos lançados na euforia do fim da década de 90 e início dos anos 2000. Na época, a taxa de vacância (número de espaços vagos em relação à oferta) atingiu picos de 30%. “Depois dessa experiência, os empreendedores passaram ter mais cautela”, diz Lilian Feng, gerente da Jones Lang Salle. “Hoje, a oferta de novos espaços é bastante estudada, por isso, o risco de taxa de vacância elevada é baixo”, afirma. <br />
Segundo Lilian, as taxas de vacância no mercado de alto padrão de São Paulo devem permanecer abaixo da chamada taxa de equilíbrio (15%) nos próximos anos, impulsionando os preços de aluguéis. A taxa de equilíbrio indica que não há descompasso entre oferta e demanda. Isso significa que há imóveis vagos apenas temporariamente, em razão da troca de inquilinos. Desde 2006, a taxa de vacância na capital paulista não passa de 13%. No segundo trimestre, foi de apenas 9% “O jogo está a favor dos proprietários e deve continuar assim”, diz a executiva. <br />
Ela lembra que a taxa de vacância se manteve comportada no período apesar de um aumento de cerca de 90% do aluguel em áreas nobres de São Paulo de 2006 até o ano passado, com uma breve interrupção durante o auge da crise financeira, no fim de 2008. “Os valores de locação subiram muito nos últimos anos, mas não atingiram ainda o teto”, diz Lilian. “A tendência é ainda é de crescimento, embora em um ritmo mais compassado.” <br />
Queiroz, do Santander, lembra também que os aluguéis são reajustados pelo Índice de Preços Geral-Mercado (IGP-M). Após apresentar deflação em 2009, com mergulho dos preços dos atacados, o índice deve subir este ano 7,5% (acima dos preços ao consumidor), impulsionando o valor dos aluguéis. <br />
As administradores de shopping centers também se enquadram no grupo das companhias do setor de imóveis para aluguel, embora muitas vezes sejam associadas ao varejo. Hoje, as principais empresas do segmento listadas em bolsa são Multiplan, Iguatemi e BRMalls. <br />
Embora não considere as perspectivas para o setor de shopping centers tão favoráveis como os escritórios comerciais, o analista do Santander recomenda compra para Iguatemi e, especialmente, para a BRMalls, em razão da estratégia agressiva de expansão e a cultura de controle de custos. <br />
O preço-alvo estimado para a ação da BRMalls no fim de 2011 é de R$ 32,50, o que embute um potencial de valorização de 32,65% em relação ao fechamento de ontem, a R$ 24,50. Já para as ações da Iguatemi, o preço-alvo estimado é de R$ 41, potencial de valorização de 20,6%. <br />
Para o especialista em finanças Ricardo Torres, professor de Finanças da Brazilian Business School, o panorama para o setor de imóveis para alugar é realmente positivo, dado o crescimento da economia. “A própria modalidade do investimento é interessante, porque gera um fluxo de renda constante”, afirma Torres. <br />
Mas ele lembra que, ao contrário das cotas de fundos imobiliários, que exploram aluguéis, as ações das empresas do setor estão sujeitas aos solavancos da bolsa. Ou seja, mesmos com fundamentos e perspectivas positivas, os papéis podem ter desempenho negativo em razão de episódios de aversão ao risco. “A dinâmica do setor de fundos é diferente da da bolsa, e o investidor tem de estar preparado para volatilidade”, diz.<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econômico, Antonio Perez]]></description>
				<pubDate>29/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Editorial do Jornal Cruzeiro do Sul elogia Splice</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/editorial-do-jornal-cruzeiro-do/24/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280425810.jpg"><br /><br />Em nota editorial, jornal destaca o novo shopping que terá localização no Patio Cianê, no centro de Sorocaba.]]></description>
				<pubDate>29/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Site Jornal Ipanema enfatiza Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/site-jornal-ipanema-enfatiza-reserva/23/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280253437.jpg"><br /><br />Em coluna social de Angela Fiorenzo, site publica mais uma nota sobre o empreendimento.]]></description>
				<pubDate>27/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Portal VGV destaca entrega do Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/portal-vgv-destaca-entrega-do/21/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280236888.jpg"><br /><br />Site focado no setor imobiliário publica notícia sobre o empreendimento em Sorocaba.]]></description>
				<pubDate>27/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>SP: número de condomínios industriais crescerá 25% em 2010</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/sp-numero-de-condominios-industriais/42/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280167894.jpg" /><br /><br />O número de condomínios industriais  deverá crescer 25% este ano no estado de São Paulo, segundo um levantamento realizado pela consultoria imobiliária Herzog.<br />
A diretora de Serviços Corporativos da empresa, Simone dos Santos, explica que essa expansão se deve ao crescimento da economia. “O mercado imobiliário é um termômetro”, diz. Além disso, existe uma necessidade por espaço por parte das empresas.<br />
Somente no estado paulista, há um estoque superior a dois milhões de metros quadrados, distribuídos entre a capital paulista, Grande São Paulo e interior.<br />
<br />
Divisão de custos<br />
Os primeiros empreendimentos desse tipo surgiram no final da década de 1990, mas foi a partir do ano passado que o conceito ganhou força no País.<br />
De acordo com a consultoria, o sucesso é devido à qualidade da construção e das vantagens oferecidas, como redução de custos de manutenção e segurança.<br />
“A principal vantagem dos galpões para as empresas é a divisão dos custos. Todos os custos são compartilhados, como refeitórios, ambulatórios, portarias. Com menos despesas, é possível oferecer um serviço de mais qualidade”, afirma Simone.<br />
<br />
Vacância e valores de locação<br />
Em relação à vacância dos empreendimentos, Simone declara que houve um aumento de 11,33%, na comparação com o mesmo período do ano passado. “Nós consideramos essa vacância baixa”, declara.<br />
Sobre os valores de locação, o estudo aponta que, no final de 2006 e meados de 2007, o aquecimento da economia, a forte presença de investimentos externos, a demanda por áreas e a falta de espaço provocaram elevações.<br />
Atualmente, o preço médio do aluguel é de R$ 18 e R$ 22 por metro quadrado na capital, enquanto na Grande São Paulo o valor varia de R$ 18 a R$ 25 por metro quadrado. Já no interior, o valor é de R$ 15 a R$ 19.<br />
<br />
Perspectivas para 2011<br />
Para 2011, o setor está otimista, com a construção de mais de 662 mil metros quadrados de novos condomínios. “Esses dados incluem projetos, mesmo assim, estamos prevendo um crescimento”, finalizou Simone.<br />
 <br />
Fonte: InfoMoney]]></description>
				<pubDate>26/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cruzeiro do Sul publica entrega do Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/cruzeiro-do-sul-publica-entrega/20/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1280167180.jpg"><br /><br />Economia - Mercado e Serviços do jornal Cruzeiro do Sul destaca a entrega do empreendimento.]]></description>
				<pubDate>26/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Distribuição interna Splice Magazine Ed.01</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/distribuicao-interna-splice-magazine-ed01/146/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1301084557.jpg" /><br /><br />A primeira edição da revista da Splice Desenvolvimento Urbano foi distribuída aos colaboradores internos da empresa.]]></description>
				<pubDate>23/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Site Jornal Ipanema destaca evento da Splice DU</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/site-jornal-ipanema-destaca-evento/19/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1279912177.jpg"><br /><br />Site dá nota sobre a entrega das chaves do Reserva Campolim ]]></description>
				<pubDate>23/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Conquista dos sonhos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/conquista-dos-sonhos/40/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279886148.jpg" /><br /><br />O momento de receber as chaves de um imóvel sempre evoca um especial clima de vitória que se traduz em muita alegria. Para Wagner Santos Inácio, farmacêutico, não foi diferente. Ele é um dos futuros moradores do Reserva Campolim, que será entregue em julho pela Splice Desenvolvimento Urbano.<br />
<br />
Em busca de um lugar mais amplo para a família, ele foi conferir o apartamento decorado. “Quando constatei a localização do empreendimento, e vi que tinha a assinatura da Splice e da Rossi, não tive dúvidas, adquiri um apartamento na hora”, comenta Wagner.<br />
<br />
Além do Reserva Campolim, também foram entregues os condomínios Orquídeas e Hortências, do Villa Flora, em maio deste ano, e o Dueto, em outubro de 2009.<br />
<br />
O Praça Maior, que foi inspirado e planejado nos projetos dos escritórios horizontais mais modernos do mundo, também teve sua data marcada e aconteceu em julho.  <br />
]]></description>
				<pubDate>22/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Incorporação imobiliária</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/incorporacao-imobiliaria/39/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280850297.jpg" /><br /><br />Com base na sua vasta experiência em loteamentos e, principalmente, pela força que o nome conquistou na região em 2006, a Splice Desenvolvimento Urbano expandiu seus negócios no segmento de incorporação com projetos inovadores, repletos de detalhes diferenciados e com alto valor agregado.<br />
<br />
Essa iniciativa provocou um “boom” no segmento da construção civil de Sorocaba, com a chegada de incorporadoras e fornecedores especializados, que descobriram um polo de atração de investimentos na cidade.<br />
<br />
O Residencial Dueto, que foi executado em parceria com a Rossi Residencial, abriu caminho para uma nova estratégia de marketing que a cidade não conhecia: a venda de projetos ainda na planta. A novidade contava apenas com o apoio do apartamento decorado. Mas isso não assustou os clientes, que acreditaram na qualidade que a assinatura Splice garantia. Entregue em outubro de 2009, o Dueto oferecia sofisticação, privacidade e uma ampla área de lazer, superando todas as expectativas iniciais.<br />
<br />
Agora, expandir dentro desse mercado é o principal objetivo. Segundo o gerente de Incorporação, José Bauab Neto, a Splice Desenvolvimento Urbano foca em alianças com importantes corporações do mercado imobiliário. “Assim, podemos contar com o apoio e o know-how dessas organizações”, enfatiza.<br />
Dentro desse segmento, outros grandes empreendimentos foram lançados em Sorocaba e região, como Residencial Reserva Campolim, que traz sofisticação ao mercado; o Praça Maior, primeiro condomínio empresarial da cidade; o Encanto, praças residenciais e o Villa Flora - Votorantim. Além disso, o Verano, em Piracicaba e Atelier, em São Paulo.<br />
]]></description>
				<pubDate>22/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Bom atendimento ao cliente é prioridade da empresa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/bom-atendimento-ao-cliente-e/38/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279886003.jpg" /><br /><br />A Splice Desenvolvimento Urbano preocupa-se com o que o cliente tem a dizer.<br />
<br />
Por esse motivo, idealizou um canal para aproximar ainda mais o relacionamento entre empresa e cliente.<br />
<br />
A Central de Atendimento ao Cliente é um serviço totalmente personalizado, que permite uma interação de qualidade, atendendo aos mais variados assuntos que vão de dúvidas sobre os empreendimentos até questões jurídicas e documentais. Quando as perguntas vão além do conhecimento dos profissionais dessa central, o cliente é encaminhado ao setor competente para esclarecer suas dúvidas.<br />
<br />
Catia Freitas, coordenadora de atendimento da Splice, que já acumula 15 anos de experiência em Call Center, detectou a necessidade da implantação do setor. “Existe a venda e o pós-venda. A forma de atendimento já é personalizada e esse setor veio para agregar ainda mais qualidade ao relacionamento com o cliente”, explica.<br />
<br />
O departamento só tem a comemorar. Mensalmente, são realizados, em média, 100 atendimentos por telefone ou e-mail. A tendência de expansão da Splice Desenvolvimento Urbano já sinaliza mais projetos para essa área, como a criação de uma área de CRM (em português, Gestão de Relacionamento com o Cliente).<br />
Para entrar em contato com esse departamento ligue: (15) 3353.8499 ou pelo e-mail fale.conosco@splice.com.br.<br />
]]></description>
				<pubDate>22/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Palavra da Diretoria</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/palavra-da-diretoria/37/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1280850104.jpg" /><br /><br />Uma empresa consolidada e parceira responsável de seus clientes tem a satisfação de apresentar aos nossos amigos esse novo canal de comunicação da Splice Desenvolvimento Urbano: a Splice Magazine. Uma publicação única e totalmente voltada ao mercado imobiliário, que irá destacar características próprias de nossa identidade.<br />
<br />
Seu perfil editorial divulgará novidades relacionadas aos nossos empreendimentos, lançamentos, dicas e assuntos do setor imobiliário. Uma verdadeira fonte de informação para nossos atuais e futuros consumidores, pessoas interessadas no mercado imobiliário e novos parceiros.<br />
<br />
Ao longo desses anos, nossa organização tornou- se conhecida no mercado por conta de uma imagem fortemente ligada à qualidade de nossos produtos, pois buscamos a sintonia com a necessidade dos nossos clientes e o comprometimento com retorno financeiro dos nossos investidores.<br />
<br />
Agora, com a Splice Magazine ficará mais fácil acompanhar de perto os passos da Splice Desenvolvimento Urbano e assim fazer parte da história da empresa que hoje é referência no mercado da construção civil.<br />
Boa leitura.<br />
<br />
Splice Desenvolvimento Urbano<br />
]]></description>
				<pubDate>22/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Entrega do Residencial Reserva Campolim</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/entrega-do-residencial-reserva-campolim/134/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300470010.jpg" /><br /><br />Futuros moradores prestigiam evento no condomínio residencial Reserva Campolim.]]></description>
				<pubDate>21/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Financiamento imobiliário deve crescer 45% ao ano até 2015</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/financiamento-imobiliario-deve-crescer-45/35/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279899309.jpg" /><br /><br /><br />
O Banco Central estima que o total de crédito imobiliário no país passe de R$ 92 bilhões em 2009 para R$ 132 bilhões em 2010. De acordo com a instituição, nos próximos 5 anos, haverá um crescimento médio de 45% ao ano desses financiamentos.<br />
Os números foram anunciados pelo gerente de Projeto Crédito Imobiliário do Banco do Brasil, João Martins Felcar, que participou da reunião de diretoria do Sinduscon-SP em 17 de junho, acompanhado da gerente da Divisão de Negócios Imobiliários (São Paulo), Sandra do Nascimento Sinetti.<br />
Felcar informou que o Banco do Brasil, que começou recentemente a operar com crédito imobiliário, hoje detém uma fatia de 1,64% deste mercado. No programa Minha Casa, Minha Vida, contratou 22 empreendimentos e tem outros 27 em análise. O volume de contratações é de 14 mil unidades e a meta é chegar ao fim do ano com 100 mil unidades. Os financiamentos são para empreendimentos destinados a famílias acima de 3 salários mínimos, não havendo previsão, por enquanto, para a contratação de projetos abaixo dessa faixa.<br />
No SFH, o banco aprovou 72 empreendimentos, totalizando 44 mil unidades, e tem outros 63 em análise. Para as construtoras, o financiamento vai até 100% do valor das obras, com prazo de 60 meses para amortização.<br />
<br />
Fonte: Imovelweb]]></description>
				<pubDate>15/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Classes A e B financiam mais imóveis</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/classes-a-e-b-financiam/34/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279899113.jpg" /><br /><br />Depois que a mulher engravidou, Renato Tomei, 35, piloto de avião, precisava embarcar na compra de um apartamento maior. Aquele onde o casal morava tinha 100 m2, mas só uma suíte. A ideia era encontrar um com mais quartos.<br />
O escolhido fica em um condomínio no Brooklin, zona sul de São Paulo. São 143 m2, no valor de R$ 800 mil.<br />
“Financiamos R$ 400 mil em dez anos e a intenção era amortizar essa dívida depois da venda do imóvel anterior, avaliado em R$ 610 mil”, afirma Tomei.<br />
Mas os planos mudaram. “Com a boa taxa de juros que conseguimos, decidimos manter o financiamento e investir o dinheiro da venda”, revela o piloto.<br />
Esse tipo de decisão tem se tornado mais comum entre os compradores de imóveis acima de R$ 500 mil, de acordo com construtoras, imobiliárias e bancos.<br />
Com juros menores e mais prazo para pagar, os consumidores das classes A e B passam a enxergar o crédito imobiliário como estratégia financeira.<br />
MANTER APLICAÇÕES<br />
“Esse tipo de crédito costumava ser atrelado à necessidade, e não à oportunidade. Hoje, muitos clientes nossos que podem comprar à vista imóveis acima desse valor preferem manter as aplicações e fazer um financiamento”, diz Max Basile, superintendente de produtos pessoa física do Citi.<br />
A construtora Cyrela viu o volume de financiamentos desembolsado na compra de imóveis acima de R$ 500 mil ficar quase dez vezes maior entre 2006 e o ano passado: passou de R$ 65 milhões para R$ 700 milhões.<br />
Luis Largman, diretor de relações com investidores da empresa, ressalta que o Brasil “rompeu uma inércia em relação ao financiamento imobiliário”.<br />
Ele aposta que o uso desse tipo de crédito continuará crescendo nos próximos cinco anos, assim como os preços e a quantidade de imóveis. “Há uma demanda reprimida muito grande.”<br />
Ainda no segmento de construção, a Tecnisa diz que as vendas de imóveis acima de R$ 500 mil com financiamento bancário eram quase nulas há três anos e hoje representam 90% dos negócios. Na Brookfield, a fatia passou de 10% a 20% em 2008 para 60% agora.<br />
FINANCIAMENTO DIRETO<br />
“Antigamente, as próprias construtoras tinham de financiar os imóveis para conseguir vender porque os bancos não faziam. Hoje, o financiamento direto não é mais uma prática”, diz Luiz Rogélio Tolosa, diretor-executivo de relações institucionais da Brookfield Incorporações.<br />
Na Gafisa, o financiamento bancário, considerando todas as faixas de preços de imóveis, passou de 16% em 2005 para 82% em 2009.<br />
“As compras de unidades acima de R$ 500 mil contribuíram para isso. Os clientes estão bem mais confiantes. A economia está estabilizada, e o emprego, crescendo”, diz Duílio Calciolari, diretor financeiro da empresa.<br />
“Nesse cenário, a idade média do comprador do imóvel nessa faixa de preço baixou de 40 a 45 anos para entre 30 e 35 anos. São jovens com maior capacidade de endividamento”, afirma Cyro Naufel, diretor de atendimento da imobiliária Lopes.<br />
<br />
Fonte: Folha de São Paulo]]></description>
				<pubDate>12/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Quatro imóveis são vendidos por hora em SP</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/quatro-imoveis-sao-vendidos-por/33/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279895536.jpg" /><br /><br />A cada 60 minutos, quatro apartamentos novinhos em folha são vendidos na cidade de São Paulo. Isso significa que, ao fim da leitura dessa reportagem, pelo menos um imóvel terá sido comercializado. Nunca se vendeu tantos apartamentos assim – é como se a capital construísse um município de Ribeirão Pires anualmente, algo inédito nas pesquisas do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).<br />
Inédito, ok, mas não sem explicação. Por trás desse mar de prédios e do volume de vendas 75% maior do que no ano passado, há um exército de profissionais especializados em descobrir e entender os hábitos dos paulistanos, seus desejos e suas ambições. Da “antropologia de mercado” à “filosofia imobiliária”, eles sabem direitinho a fórmula para imóveis dos mais diferentes preços e metragens venderem como pãozinho fresco.<br />
Os próprios empresários do setor repetem como um mantra: “em São Paulo, não há o direito de errar”. É por isso que, inúmeras vezes, os prédios parecem seguir uma tendência, como se saíssem de uma linha de montagem – hoje são os edifícios sustentáveis, ontem eram os condomínios-clubes, os prédios com nomes em francês, terraços gourmets, fitness centers… Do nome do empreendimento às ilustrações dos folhetos, passando por maquetes que podem custar R$ 1 milhão, folders que custam o preço de um livro de arte e até desfiles da marca Dior em estandes de vendas, tudo é absolutamente pensado e repensado para fisgar o paulistano.<br />
Quer vender casa em condomínio fechado? Fácil, ensinam os especialistas em marketing imobiliário, coloque cachorros nos folhetos, muitos e muitos cachorros. Pretende vender rapidamente apartamento nos Jardins? Então coloque jovens solteiros nas propagandas. Está difícil vender empreendimento de alto padrão no bairro da Barra Funda? Tudo bem, é pegar emprestado o nome da vizinha Água Branca que tudo fica bem mais simples.<br />
“Você tem de criar uma filosofia que fale diretamente com o comprador”, diz Fábio Rossi Filho, diretor da Itaplan Imóveis. “Tudo precisa ser pensado, porque um empreendimento demora cinco anos para sair do papel. Você também precisa entender o bairro, saber quem mora lá e como são os outros prédios, porque não dá para inventar do zero, é preciso seguir o que já existe e dá certo. Se você vai fazer um prédio em um bairro residencial, tem de criá-lo direcionado para a família, colocar muito lazer, casais nos folhetos… Se for em bairros com mais bares, como a Vila Madalena, o ideal é colocar só jovens nas propagandas e exaltar algum diferencial da arquitetura do prédio. É aquele velho ditado: diga-me com que andas que te direi quem és.”<br />
Dos Jardins à Mooca e ao Tatuapé, cada região tem seu alvo<br />
Contratado para desovar um estoque de apartamentos de 315 m² no Condomínio Central Park Prime, o publicitário Bob Eugênio, há 20 anos no mercado imobiliário, parou o Tatuapé.<br />
Em um acesso de criatividade, recrutou 25 decoradores do bairro e montou a 1ª Mostra de Decoração e Design Central Park Prime. Chamou Amaury Jr. para cobrir o evento, alugou Lamborghinis para transportar os convidados e promoveu um desfile do estilista Ricardo Almeida. “Mais de oito mil pessoas passaram por ali em 60 dias”, conta.<br />
Anteriormente, em um estande de lançamento no Jardim Paulista, Eugênio já tinha organizado um desfile da Dior.<br />
Estratégias de marketing como essa buscam a criação de marcas que se diferenciem no acirrado mercado imobiliário paulistano e agreguem status aos produtos. As 8.500 incorporadoras, construtoras e empreiteiras que atuam na cidade investem aproximadamente<br />
R$ 1,5 bilhão em estratégias de marketing por ano. Em média, de 4% a 6% do valor geral de vendas (VGV, que representa a soma de todas as unidades comercializadas) de um lançamento vai para as ações de marketing – trocando em miúdos, um empreendimento de R$ 50 milhões, por exemplo, terá algo em torno de R$ 2 milhões investidos em propaganda.<br />
“Toda a região de São Paulo tem um modelo bem-sucedido”, ensina Elbio Fernández Mera, vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP, com 42 anos de experiência no setor. “Por exemplo, não dá para vender apartamento com cozinha pequena na Mooca. Lá é preciso fazer unidades com cozinhas grandes, mesmo que você tenha de diminuir os quartos. Já nos bairros mais verdes, como perto do Parque do Ibirapuera, você precisa colocar uma boa varanda e na propaganda exaltar isso. Nos Jardins, você tenta ir atrás dos descasados. Se for em Santana, fala-se que é perto da Cantareira. E no Tatuapé ou Anália Franco, basta colocar muito luxo nas propagandas.”<br />
<br />
Fonte: O Estado de São Paulo]]></description>
				<pubDate>07/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Individualize o consumo de água no condomínio</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/individualize-o-consumo-de-agua/32/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279894344.jpg" /><br /><br />Optar pela implantação do sistema individualizado de medição do consumo de água tem sido a alternativa encontrada por construtoras para minimizar o desperdício. E essa tendência começa a ganhar força também em condomínios mais antigos. Mas é bom lembrar: antes de promover reformas, procure realizar uma ampla pesquisa de mercado. Será fundamental para executar as obras de adaptação.<br />
Conforme Luiz Henrique Pelegrini, especialista em gestão ambiental e superintendente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Santa Catarina (Crea-SC), toda alternativa para cobrar exatamente o que for consumido é benéfica, pois torna mais justo o pagamento sobre a utilização e o consumo de água. Entretanto, não resolve completamente o problema do desperdício. Pellegrini lembra também que nos edifícios já construídos, a obra de instalação dos hidrômetros mostra-se muitas vezes inviável devido aos custos elevados. <br />
- É preciso fazer a substituição quase que total das instalações hidráulicas. Mas já estão aparecendo no mercado novas técnicas para diminuir esses custos – salienta o especialista.<br />
Superintendente enfatiza importância da gestão <br />
Em empreendimentos novos, diz o especialista, a solução torna-se mais fácil, porque na concepção dos projetos já são previstos os hidrômetros individuais. Em média, o gasto com o consumo de água varia de 10% a 15% nas despesas de um condomínio. Dessa forma, tanto o desperdício quanto a falta de manutenção nas instalações hidráulicas, geram um problema grave aos moradores.<br />
Para o superintendente do Crea-SC, basicamente existem duas formas de evitar o desperdício: através do consumo racional e com a implantação de dispositivos mais eficientes. Sendo que o mais importante é fazer a gestão do consumo para identificar possíveis excessos ou vazamentos. <br />
Escolha o melhor sistema<br />
Depois da obra de adaptação concluída, o condomínio pode optar por fazer a leitura dos hidrômetros e cobrar o consumo dos condôminos com a taxa do condomínio, ou delegar a uma empresa privada das duas tarefas, ou só uma delas. Conforme especialistas, a escolha do melhor sistema dependerá do tamanho do condomínio e da qualidade da relação existente entre os moradores do prédio.<br />
- Em prédios pequenos em que os moradores têm uma boa relação, a leitura e a cobrança podem ser feitas pelo próprio sídico. Já em condomínios maiores ou naqueles onde as relações estão desgastadas, o melhor é optar peça cobrança por uma empresa privada, quando ela estiver oferecendo o serviço – diz o engenheiro Vitor Prates Aguiar, diretos de uma empresa que se prepara para atender os pedidos de leitura e cobrança de água dos condomínios em Belo Horizonte (MG).<br />
De acordo com Aguiar, não foram ainda calculados os custos dos serviços, mas o preço de leitura deve se situar em torno de R$ 5 por apartamento, valor médio cobrado na cidade de São Paulo, onde já existem cerca de 150 empresas que atuam nesse mercado.<br />
Na Souza Administradora e Individualizadora de Água em Condomínios, que atende cerca de 60 edifícios na capital mineira, o preço da leitura é de R$ 5 por apartamento e sobe para R$ 10 por unidade, caso sejam prestados ainda os serviços de emissão de faturas individuais e corte de água do consumidor inadimplente. <br />
<br />
Fonte: Jean Balbinotti – Zero Hora<br />
Site: Revista Pense Imóveis<br />
]]></description>
				<pubDate>02/07/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>FGV prepara Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/fgv-prepara-indice-brasileiro-de/30/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279893769.jpg" /><br /><br />Está em desenvolvimento, na Fundação Getúlio Vargas, a formatação do primeiro indicador dedicado à mensuração da receita de investimentos no setor imobiliário brasileiro. Trata-se do Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária - IBRI, que deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano, e trará dados consolidados sobre a receita de investimentos no setor comercial, de shopping center, de escritórios comerciais, galpões industriais, garagens, entreoutros.Futuramente, o indicador deverá agregar também o setor residencial.<br />
"O índice vai aumentar a transparência, o nível de conhecimento sobre o setor imobiliário, além de facilitar a vida de quem investe nessa área", diz Paulo Pichetti, pesquisador da FGV-IBRE - Instituto Brasileiro de Economia. Segundo ele, o indicador será alimentado com informações concedidas, mês a mês, pelos agentes que detêm carteiras de investimentos em imóveis, como fundos de pensão. <br />
"A ideia é que seja fornecido o valor de avaliação dos imóveis, o valor das receitas de aluguel e outras receitas correntes, e também das despesas, tanto na forma de capital - investimentos e benfeitorias -, quanto despesas operacionais, como propaganda, despesa de condomínio, contas de entidades públicas etc", afirmou Pichetti. <br />
<br />
<br />
Fonte: Mirian Blanco – do site www.piniweb.com.br]]></description>
				<pubDate>28/06/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Caixa prevê gerar R$ 60 bi em crédito imobiliário em 2010</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/caixa-preve-gerar-r-60/29/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279893637.jpg" /><br /><br />A Caixa Econômica Federal gerou R$ 28,4 bilhões de crédito imobiliário em 2010 até o último dia 9 e prevê chegar a R$ 60 bilhões até dezembro, disse um executivo do banco nesta segunda-feira. "Até agora, crescemos num ritmo equivalente ao dobro do feito no mesmo período do ano passado", disse à Reuters o vice-presidente de governo do banco estatal, Jorge Hereda. <br />
Um dos motores desse desempenho é o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em abril do ano passado e com o qual o governo federal espera ter contratadas 1 milhão de habitações populares até dezembro. <br />
De acordo com Hereda, até a última sexta-feira haviam sido contratadas 480 mil unidades dentro do programa, que movimentaram R$ 30,5 bilhões. Considerados também os projetos que estão sob aprovação, o número vai a 915 mil unidades. <br />
"Nossa ideia é ter pedidos para 1,2 milhão de casas até agosto para, aí aprovar cerca de 1 milhão", disse o executivo. <br />
Segundo ele, a preocupação da Caixa agora é conseguir manter o ritmo de expansão, à medida que a base cresce fortemente. Em 9 de junho, a carteira de financiamento imobiliário, a mais importante do banco, era de R$ 72 bilhões ante R$ 47 bilhões no final de 2009. <br />
Segundo ele, esses dados ainda não incluem os resultados do Feirão da Casa Própria, eventos de venda de imóveis realizados pela Caixa em 13 capitais do país nas últimas semanas, que devem ter gerado algo entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões em novos financiamentos. <br />
O banco deve anunciar no final deste mês um programa em que os novos financiamentos pra compra de imóveis poderão ser feitos por meio de correspondentes bancários. Assim, os empréstimos hoje tomados quase totalmente nos grandes centros urbanos vão chegar também a cidades menores. <br />
Em outra frente, a Caixa deve acessar o mercado de capitais no segundo semestre para aumentar suas fontes de financiamento, via securitização ou emissão de papéis como Letras Financeiras ou bônus no mercado internacional. <br />
<br />
Fonte: Terra]]></description>
				<pubDate>21/06/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Imóveis como investimentos</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/imoveis-como-investimentos/28/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279825350.jpg" /><br /><br />Sempre recebemos perguntas sobre imóveis enquanto alternativa de investimento, como o tema é extremamente oportuno, nada melhor do que atender aos pedidos dos leitores.<br />
O primeiro ponto que vou abordar vem de um assunto extremamente polêmico: a casa própria. Afinal de contas, a casa própria é ou não é um investimento? Todos sonham em fugir do aluguel e uma grande maioria o encara como um dos grandes vilões da vida moderna.<br />
Quando temos nossa casa, nosso único imóvel, dificilmente nos propomos a vendê-lo, mesmo depois de uma grande valorização. Mudar para uma casa menor, em outro bairro, e usufruir dos rendimentos é algo que passa pela sua cabeça?<br />
Então, o argumento de que imóveis se valorizam (e realmente valorizam) – defendido de forma ferrenha por alguns leitores – nem sempre se aplica a todos os investidores. Pois um imóvel valorizado só se transforma em dinheiro e em efetivo ganho no bolso quando ele é vendido. Pense nisso!<br />
Imóvel como investimento<br />
Agora que sabemos que casa própria não é investimento (ninguém compra pensando em vendê-la) precisamos descobri que existem algumas boas opções de investimentos em imóveis. As mais comuns são as que visam aproveitar oportunidades de venda, como as de imóveis oferecidos por pessoas que necessitam vender o imóvel (em razão de problemas de saúde, mudança de cidade, morte na família etc.).<br />
Nestas ocasiões, as pessoas aceitam preços inferiores ao valor de mercado do imóvel, visando venda rápida. A realidade é que já vi muitas pessoas construírem verdadeiras fortunas com essa prática. Esse tipo de investimento, apesar da boa rentabilidade, passa pelo problema da liquidez não ser imediata: após a compra, o novo proprietário precisa, muitas vezes, de um bom tempo para repassar a casa a um novo comprador disposto a pagar o preço de mercado ou mais caro.<br />
E o aluguel?<br />
Muitos optam por manter os imóveis como parte do patrimônio e decidem alugá-los. Este é um investimento bastante conservador. Na média, o mercado trabalha com um rendimento mensal bruto de 0,5% a 0,7% do preço da propriedade. Como o valor é bruto, as despesas com manutenção, impostos e taxas estão fora do percentual. Ainda assim, com o crescimento do país muitas regiões passam por projeções de grande valorização, comprar um imóvel na planta e ter a perspectiva usufruir dessa valorização é sim uma boa oportunidade de investimentos que merecem destaque.<br />
E os fundos imobiliários?<br />
Existe outra forma de investir em imóveis, sem que você necessite de uma grande soma para comprar um imóvel comercial  (possuem boa valorização). Você pode participar de um Fundo de Investimento Imobiliário, ou FII.<br />
É como se você comprasse pedaços de empreendimentos na forma de cotas. É como fazer parte de um condomínio, formando um fundo fechado de capital. Este dinheiro será administrado por uma instituição financeira, que prestará contas à CVM (Comissão de Valores Imobiliários).<br />
Tudo isso com o objetivo de investir pelo menos 75% do próprio patrimônio em um ou mais empreendimentos imobiliários, como hotéis, shopping centers, edifícios comerciais, hospitais, flats, escolas etc., estejam eles durante a construção, recém inaugurados ou até mesmo em pleno funcionamento.<br />
Como todos os investimentos, existem questões a serem bem estudadas. Este é um tipo de investimento que não garante retornos imediatos – lembre-se que bons investimentos[bb] são construídos com o tempo. Cabe também aqui o conselho essencial de todo especialista (aqui adaptado aos FII): não invista todos os seus recursos em um único FII e tampouco apenas neles.<br />
Como ficou claro imóveis sim são uma excelente oportunidade de investimentos, principalmente em países que passam por crescimento econômico, o que fará grande diferença é o seu planejamento na hora de buscar boas alternativas e tomar decisões. Por isso nunca canso de repetir se informe sobre todos os detalhes.<br />
<br />
Fonte: Ricardo Pereira/Site Tecnisa]]></description>
				<pubDate>10/06/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>IPI reduzido aquece mercado da construção</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/ipi-reduzido-aquece-mercado-da/27/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279893371.jpg" /><br /><br />As vendas dos materiais de construção beneficiados com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cresceram 20% nos últimos 12 meses. O cimento foi o que mais teve procura, com crescimento de 25% no volume de vendas nos últimos 12 meses. Em segundo lugar, vem o segmento de tintas, com aumento de 23% no volume de vendas, seguido por revestimentos cerâmicos (19%), argamassas (15%) e metais sanitários (12%).<br />
Os dados são de pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). A redução do IPI completou um ano no último dia 1º de abril e continua em vigor até o final de 2010. Os itens com o desconto representam cerca de 25% do mix que uma loja de material de construção normalmente oferece aos consumidores.<br />
Para a Anamaco, a redução foi uma das principais responsáveis pela recuperação do setor nos últimos 12 meses. “Iniciamos 2009 com uma retração nas vendas de 12% no primeiro bimestre e só começamos a melhorar esse índice depois que a desoneração foi implementada”, explica Cláudio Elias Conz, presidente da entidade.<br />
Segundo ele, na prática, a desoneração reduziu os preços dos produtos em torno de 8,5%. “Quem sentiu mais os efeitos da medida foram os consumidores de menor poder aquisitivo, que geralmente fazem mais pesquisas de preço e optam pelos produtos mais em conta. Para quem estava construindo uma casa popular (em torno de R$ 40 mil ), o benefício significou uma economia de aproximadamente R$ 1,5 mil ou a construção de um banheiro”, completa.<br />
Os dados da Anamaco são confirmados por outra pesquisa, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o instituto, a ampliação foi de 19,5% na comparação anual. Em fevereiro, a elevação havia sido de 15%. Na abertura de 2010, o avanço correspondeu a 9,5%. Assim, isso demonstra a tendência de alta. O IBGE credita o aumento tanto à redução do IPI quanto ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.<br />
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Fonte: Amanco<br />
]]></description>
				<pubDate>01/06/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Vendas de imóveis novos em SP crescem 75% em 2010</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/vendas-de-imoveis-novos-em/26/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1279824115.jpg" /><br /><br />O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo encerrou o primeiro trimestre de 2010 com a comercialização de 8.461 unidades. As vendas acumuladas no período de janeiro a março deste ano foram 0,2% inferiores às do primeiro trimestre de 2008. Considerando os três primeiros meses de 2009, houve crescimento de 75,1%, porque a base de comparação está relacionada ao período de crise. Já em relação ao último trimestre do ano passado, quando se comercializou 10.745 unidades, as vendas foram 21,3% inferiores.<br />
As informações são da Pesquisa Secovi sobre o Mercado Imobiliário e foram divulgadas pela entidade em recente coletiva à imprensa. O desempenho de comercialização médio no período, medido pelo indicador VSO – Vendas sobre Oferta, foi de 20,2% no primeiro trimestre. O VSO, expresso em porcentagem, indica a relação entre o número de unidades vendidas e a oferta no mês.<br />
O índice foi superior à média mensal de 13,9% do período de janeiro a março de 2008, e aos 8% percebidos nos primeiros três meses do ano passado. Porém, inferior ao desempenho médio observado entre outubro e dezembro, com VSO de 22,1%.<br />
Dados da Embraesp – Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, apontam que o total lançado na cidade de São Paulo foi de 6.193 unidades, 11,8% inferior aos primeiros três meses de 2008, com 7.025 unidades produzidas. Fica evidente o crescimento em relação ao mesmo período de 2009, com 3.154 unidades. Nesse caso, o aumento atingiu 96,4%.<br />
Em termos gerais, o movimento de lançamentos foi similar ao de vendas, porém, em menor escala. A retomada do mercado ocorreu a partir de agosto do ano passado, com ápice em dezembro, quando se ofertou um total de 6.575 unidades (20,8% do volume lançado em 2009). O fenômeno da sazonalidade teve maior intensidade nos lançamentos, com 590 unidades em janeiro, 1.644 em fevereiro e 3.959 em março.<br />
Do total lançado nos três primeiros meses do ano, cerca de 44% (2.726 unidades) foi do segmento de dois dormitórios. O nicho de três quartos participou com 37,2% (2.305 unidades) das moradias lançadas entre janeiro e março.<br />
Os resultados observados pela Pesquisa do Secovi-SP na Capital mostram crescimento no primeiro trimestre, mas dentro das perspectivas projetadas no início do ano. O volume de vendas para 2010 continua estimado em 37 mil a 38 mil unidades, 5% superior a 2009. Os lançamentos também tendem a crescer e há probabilidade de se fechar o ano com alta de 10%, ou seja, volume próximo de 35 mil moradias.<br />
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Fonte: Embraesp/Secovi<br />
]]></description>
				<pubDate>28/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Diário de Sorocaba publica release</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/diario-de-sorocaba-publica-release/18/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1275078731.jpg"><br /><br />A nota saiu na coluna Diário nas empresas]]></description>
				<pubDate>28/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Bastidores S.A. do jornal Bom Dia destaca resultado do Feirão da Caixa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/bastidores-sa-do-jornal-bom/17/</link>
				<description><![CDATA[A nota fala dos números de interessados que passaram pelo stand.]]></description>
				<pubDate>27/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano entrega Colinas do Sol</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/splice-desenvolvimento-urbano-entrega-colinas/16/</link>
				<description><![CDATA[O auditório do Sorocaba Park Hotel ficou lotado de moradores que participaram da primeira Assembleia do residencial.]]></description>
				<pubDate>18/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice participa do Feirão da Caixa</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-participa-do-feirao-da/25/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1273869750.jpg" /><br /><br />Na próxima semana, a Splice Desenvolvimento Urbano estará presente no Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal. O evento imobiliário promove interação entre corretores, empreiteiras e 250 funcionários do banco para atender aos interessados em adquirir sua casa ou apartamento. <br />
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Todos os imóveis negociados no Feirão já contam com a aprovação da Caixa Econômica Federal e o evento será realizado no Esplanada Shopping, nos dias 21 (das 18h às 22h), 22 (das 10h às 22h) e 23 (das 14h às 20h). <br />
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Durante o evento, funcionários da Caixa estarão dispostos nos 25 terminais de atendimento, onde a pessoa poderá usufruir de diversos serviços. Conhecer o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e fazer uma simulação do valor máximo das parcelas do financiamento são alguns deles.<br />
<br />
Outra vantagem para os interessados é conseguir reunir banco e construtoras no mesmo espaço, otimizando o tempo dos interessados em comprar um imóvel. E o Feirão da Caixa é um sucesso nesse quesito. A quinta edição, no ano passado, reuniu 18,2 mil pessoas, com 1.496 negócios feitos, acumulando um valor total de R$ 104,7 milhões.<br />
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Para receber os interessados que buscam a Casa Própria a empresa estará com um stand no evento em parceria com a Rossi Residencial. <br />
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Compareçam!<br />
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]]></description>
				<pubDate>14/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano entrega lotes do Colinas do Sol</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/splice-desenvolvimento-urbano-entrega-lotes/15/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1273871241.jpg"><br /><br />Junto ao evento, também foi realizada a primeira assembleia do novo residencial.]]></description>
				<pubDate>04/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice patrocina e particia do Italiníssima</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/splice-patrocina-e-particia-do/14/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1273870931.jpg"><br /><br />Coluna Presença, do jornal Cruzeiro do Sul, destaca a 13ª edição da Italianíssima.<br />
A festa ocorre em prol das crianças do Lar Escola Monteiro Lobato.]]></description>
				<pubDate>02/05/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Entrega Residencial Lago do Serra</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/entrega-residencial-lago-do-serra/142/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300991247.jpg" /><br /><br />Cerimônia de entrega das chaves e assembleia para moradores do Lago da Serra.]]></description>
				<pubDate>30/04/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Cerimônia de entrega e assembleia do Residencial Colinas do Sol</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/cerimonia-de-entrega-e-assembleia/139/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300988612.jpg" /><br /><br />Clientes e colaboradores se reuniram para cerimônia de entrega das chaves e assembleia de moradores do Residencial Colinas do Sol.]]></description>
				<pubDate>30/04/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Novo site da Splice Desenvolvimento Urbano moderniza relação com clientes</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/novo-site-da-splice-desenvolvimento/24/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1269367158.jpg" /><br /><br />         A Splice Desenvolvimento Urbano busca a excelência na qualidade de seus serviços e sempre pensa nas melhorias que podem ser feitas na comunicação com seus clientes e futuros parceiros.<br />
         Aliada a esse pensamento, a nova estruturação do site está diretamente relacionada com seu verdadeiro papel: ser uma ferramenta de vendas e de apresentação da empresa no mercado.<br />
         Camila Daniel, marketing da Splice Desenvolvimento Urbano, explica que as atualizações foram feitas para facilitar a navegação dentro do portal: “Futuramente, os clientes e interessados terão acesso a uma ficha completa dos nossos empreendimentos, além de páginas com notícias, dicas, informações da empresa e do mercado”.<br />
         O novo site conta com todo o portfólio da empresa e assistência aos atuais e futuros clientes, para mensurar suas expectativas aos produtos que a Splice Desenvolvimento Urbano oferece.<br />
         Por conta do atendimento ajustado e sempre atualizado, percebeu-se a necessidade de um site bem estruturado, visando chegar cada vez mais perto do cliente final da empresa, otimizando essa relação.<br />
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]]></description>
				<pubDate>23/03/2010</pubDate>
			</item><item>
				<title>Splice Desenvolvimento Urbano comemora bons resultados ao fazer balanço anual</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/splice-desenvolvimento-urbano-comemora-bons/21/</link>
				<description><![CDATA[A Splice Desenvolvimento Urbano, desde o início de sua idealização, acredita no potencial de Sorocaba para absorver novos empreendimentos. Por isso, ao longo dos anos, sempre apostou na inovação, no cuidado com as expectativas dos clientes e na qualidade e realização de seus projetos. <br />
Todos esses motivos contribuíram para a consolidação da empresa. E, em um ano onde a crise mundial prometia atingir a todos, mesmo com as dificuldades, o crescimento esteve presente no balanço realizado no final de 2009.<br />
Araldo Marcondes, diretor da Splice Desenvolvimento Urbano, afirma que o ano começou em ‘clima de crise’ e todo mundo estava meio assustado. Porém, acabou sendo extremamente positivo. “Mesmo com esse cenário, a empresa se superou. Então, foi um ano muito bom”.<br />
Outra percepção apontada por Marcondes foi o empenho entre os colaboradores. Ao contrário de outras organizações, foram implantados novos departamentos na empresa e eles trouxeram novos funcionários. “A interação entre todos aconteceu de uma maneira muito positiva”, completa.<br />
Para José Bauab Neto, Gerente de Incorporação, o período foi a oportunidade que a empresa teve para se reestruturar com o objetivo de crescer em uma velocidade maior. Ele ainda conta que novidades estão previstas para 2010. “Temos vários empreendimentos projetados para serem lançados no começo do ano”, comemora.<br />
O gerente comercial, Egydio Catto, afirma que este ano foi surpreendentemente bom, apesar da crise. “Soubemos administrar nossos negócios e fizemos os lançamentos de modo tranquilo e comedido. Por isso, não tivemos problemas graves como outras construtoras”, salienta. <br />
Funcionária há 27 anos na Splice, a contadora, Valéria de Fátima C. Medeiros, conta que a empresa conseguiu superar toda a crise e ainda conquistar mais mercado. “Um dos grandes motivos para esse resultado é o negócio próspero em que está atuando”, enfatiza. <br />
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]]></description>
				<pubDate>23/12/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Festa de confraternização promove integração entre colaboradores</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/festa-de-confraternizacao-promove-integracao/20/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1261568922.jpg" /><br /><br />Neste ano, a festa de confraternização da Splice Desenvolvimento Urbano aconteceu no restaurante L’Acqua. O evento, que contou com a presença da diretoria e dos funcionários, foi especialmente planejado para comemorar o fim de 2009 - que prometia ser cheio de obstáculos, mas que acabou demonstrando superação e empenho por parte de todos.<br />
Fausto Cabrera Filho, do departamento de Suprimentos, acredita que a credibilidade que a Splice tem no mercado foi fundamental para continuar tendo bons resultados. “Todos os empreendimentos lançados foram um sucesso”, salienta.<br />
Para completar esse saldo vitorioso, era preciso comemorar junto a equipe que fez diferença durante o ano. Por isso, uma festa foi idealizada para coroar todo o empenho dos colaboradores. <br />
Para a auxiliar financeira, Ângela Maria S. Bellizer, que está há 19 anos no Grupo Splice, esse convívio entre os funcionários é muito importante. “A equipe é maravilhosa e todos colaboram. É uma delícia reunir o pessoal. Eu adoro”. Outro ponto positivo, apontado por ela, é a oportunidade de interagir com os corretores com quem conversa muito pelo telefone.<br />
Lucia Julião da Costa explica que já trabalhou em banco e em uma empresa de ônibus, mas afirma: “Na Splice a equipe é bem família”.  Ela também acrescenta que as pessoas novas, que estão entrando na empresa, percebem que existe uma grande união e respeito entre os colegas.<br />
]]></description>
				<pubDate>23/12/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Condomínios comerciais são nova aposta do setor</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/condominios-comerciais-sao-nova-aposta/13/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1259586729.jpg"><br /><br />Especial Condomínios: Matéria explana sobre as tendências para esse nicho de mercado]]></description>
				<pubDate>30/11/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Setor prevê um 2010 bastante aquecido</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/setor-preve-um-2010-bastante/12/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1259586513.jpg"><br /><br />O Especial Condomínios, que foi distribuído no final de novembro, destaca algumas matérias referentes ao mercado e utiliza a Splice Desenvolvimento Urbano como fonte.]]></description>
				<pubDate>30/11/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Sorocaba lança Residencial Chácara Ondina</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/sorocaba-lanca-residencial-chacara-ondina/11/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1259331051.jpg"><br /><br />Site ITC coloca Residencial Chácara Ondina em destaque nos lançamentos]]></description>
				<pubDate>27/11/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Chácara Ondina contabiliza números expressivos após lançamento</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/chacara-ondina-contabiliza-numeros-expressivos/10/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1259175034.jpg"><br /><br />Classi On Line publica matéria sobre o lançamento do Residencial Chácara Ondina]]></description>
				<pubDate>25/11/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Sorocaba lança Residencial Chácara Ondina</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/clipping/sorocaba-lanca-residencial-chacara-ondina/9/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/clippings/redimensionada/1259175133.jpg"><br /><br />Site Viva Cidade publica release referente ao sucesso de vendas da primeira fase do Residencial Chácara Ondina.]]></description>
				<pubDate>25/11/2009</pubDate>
			</item><item>
				<title>Lançamento do Chácara Ondina</title>
				<link>http://www.spliceempreendimentos.com.br/noticia/lancamento-do-chacara-ondina/143/</link>
				<description><![CDATA[<img src="http://www.spliceempreendimentos.com.br/upload/noticias/thumbs/1300991831.jpg" /><br /><br />Cerimônia de lançamento do Ondina, um grande sucesso de visitação e vendas.]]></description>
				<pubDate>06/11/2009</pubDate>
			</item></channel>
</rss>
